Como viver de renda com investimentos em renda fixa e variável

Sonha em viver de renda? Você não é o único. Mas a maioria das pessoas vê esse objetivo como uma possibilidade remota e quase inalcançável, que só seria viável em caso de uma aposta certeira na Mega-Sena.

Se esse é o seu caso, temos uma boa notícia: é possível fazer o seu dinheiro trabalhar por você e deixar o trabalho convencional antes do que imagina.

Só que, para isso, você precisa dar dois passos básicos, um em direção ao planejamento de seus investimentos e outro rumo à educação financeira.

Por sorte, caiu no lugar certo: neste artigo, você vai encontrar sugestões que poderão te auxiliar a cuidar do seu capital, calcular o montante que você precisa, economizar na medida certa e produzir, no fim das contas, uma renda mensal para a vida toda. Ficou empolgado? Então, vamos lá.

Defina a renda que você quer ganhar

Para viver de renda, você precisa se planejar. E nessa organização, deve definir diversas metas, como suas possibilidades de gastos atuais, perspectivas de ganhos futuros, estabilidade no emprego e todos os custos previstos e extraordinários que pode projetar para os próximos meses e anos.

É claro: você não pode pegar todo o seu dinheiro neste exato momento e investir na bolsa de valores, por exemplo, a menos que saiba que não precisará desse montante por um longo período de tempo (falamos em anos, e não em semanas).

Caso tome uma medida dessas, imagine o que acontecerá se você sofrer um acidente de carro ou perder o emprego daqui a 15 dias?

Um evento extraordinário pode comprometer completamente as suas finanças e postergar muito mais o sonho de viver de renda.

Por isso, planejamento é a palavra de ordem. Além de entender sua situação atual, em uma espécie de diagnóstico financeiro, você deve também ter em mente os seus objetivos.

Que tipo de vida você quer ter daqui a 10, 20, 30 ou 40 anos? Que tipo de gastos você terá? É o que vamos estimar nestes dois tópicos abaixo.

Despesas básicas

As despesas básicas são aquelas que você terá todo mês, como aluguel, condomínio ou custos fixos relacionados a sua residência, alimentação, lazer, transporte, manutenção do carro e pagamento de seguro, taxas e tributos, entre outros.

Para a nossa simulação, use os valores atuais. Quanto você gasta nessas despesas básicas todo mês (ou quanto pretende gastar)?

Despesas desejáveis

Nas despesas desejáveis, entram aqueles gastos que não são absolutamente necessários, mas pelos quais você anseia no futuro, como o de uma viagem internacional no fim do ano, um aluguel de casa na praia, um curso de inglês para o seu filho, entre outros.

Colocou tudo na lista? Pronto, agora você tem um número mágico, que neste momento serviria para pagar todas as suas contas e ainda realizar aqueles objetivos altamente desejáveis, como viagens e até comprar um carro do ano.

Esse número absoluto, que parece tão subjetivo, vai fazer mais sentido depois das próximas linhas, quando vamos simular cenários de investimentos para obter uma renda mensal fixa no futuro.

Agora, vamos entender como investir, quanto aplicar e onde alocar seu dinheiro para que as contas fechem e a renda passe a trabalhar por você.

Escolha onde vai investir seu dinheiro

Com a definição do tipo de vida que você quer, fica mais fácil entender quanto dinheiro vai precisar. Agora que possui uma noção um pouquinho mais clara, vamos entender quais são os caminhos para chegar lá.

Em primeiro lugar, você deve ter em mente um horizonte, ou seja, uma estratégia de longo prazo que vise a promover rendimentos mensais que no futuro lhe permitam, até mesmo, largar o trabalho ou depender menos apenas do salário.

Nesse sentido, é importante lembrar que os investimentos devem constar em uma carteira, um portfólio de aplicações que vai ser diversificado para minimizar riscos e maximizar lucros.

Isso objetiva garantir que eventos extraordinários não lhe tirem do caminho e que bons ciclos o empurrem para a direção correta.

Assim, é hora de se livrar de alguns preconceitos, como o apego à poupança. A caderneta é um investimento perigoso (sim, você está lendo corretamente), pois pode reduzir seu poder de compra em vez de aumentá-lo. Duvida?

É o que aconteceu em 2015, por exemplo, com quem manteve o dinheiro aplicado por lá. O resultado real foi de -2,28% quando considerado o rendimento da poupança, de 8,15%, e a inflação, de 10,67%.

Assustador, não?

Mas por que todo mundo diz que essa é a aplicação mais segura disponível no Brasil?

Provavelmente, por falta de conhecimento e, até pouco tempo atrás, falta de plataformas práticas e acessíveis de investimento. Hoje, porém, não há justificativa para manter o dinheiro por lá.

No quesito segurança, há outros investimentos seguros, da mesma forma que a poupança, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), a LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letras de Crédito do Agronegócio).

Todas essas aplicações são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito, que banca até R$ 250 mil (valor máximo por CPF e banco ou corretora emissor) em caso de quebra da instituição financeira.

Além da segurança, muita gente recorre à poupança devido à liquidez (capacidade de conversão do ativo em dinheiro sem perda de valor).

Esse é outro problema pouco explorado da caderneta: ela não é tão líquida quanto parece. Se você quiser sacar o valor de um dia para o outro, poderá perder todo o rendimento do último mês, já que ela só remunera no aniversário do depósito, uma vez por mês.

Por isso, ao longo das próximas linhas, vamos apresentar alternativas viáveis nas quais pessoas físicas podem investir com segurança para concretizar o objetivo de viver de renda.

Como Viver de Renda Fixa

Em um país de juros altos como o Brasil, a renda fixa é uma alternativa financeira muito saudável, pois oferece previsibilidade de retornos e rendimentos interessantes.

Dentro dessa categoria de investimentos, há muitas opções interessantes, como o Tesouro Direto (títulos de dívida do governo), CDB, LCI, LCA e fundos de investimento.

Tesouro Direto

Para quem projeta o longo prazo, o Tesouro Direto oferece títulos muito interessantes, tão longínquos quanto 2050. Há opções que pagam juros semestrais, como o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTNB).

Quem adquiriu esse título em 21 de março de 2017, por exemplo, ganha rendimentos anuais de 5,11% mais a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, considerado o indicador oficial da inflação no Brasil).

Com ele, você está protegido da inflação, um dos objetivos mais importantes no seu planejamento de longo prazo.

Mas há muitos outros à disposição no site do Tesouro Direto e no site do BTG Pactual digital. Existem ainda títulos atrelados à Selic (juros básicos da economia ditados pelo Banco Central) e outros prefixados, com vencimentos bem variados, tanto para daqui a alguns anos quanto para daqui a algumas décadas.

E há uma liquidez muito grande, já que o Banco Central se compromete a comprar títulos a qualquer momento antes do vencimento. O dinheiro é transferido para a sua conta no banco ou corretora no dia útil seguinte, o chamado D+1.

Além do Imposto de Renda, de 22,5% a 15% (dependendo do período do investimento), você precisa arcar ainda com uma taxa de custódia anual de 0,3% do título cobrada pela BM&FBovespa.

Há instituições financeiras que cobram ainda alguma taxa extra para a aplicação, mas não é o caso do BTG Pactual digital, que não cobra taxa de administração para aplicações no Tesouro Direto!

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

O CDB é um título emitido por bancos para captar dinheiro para empréstimos, ou seja, você empresta um valor para que a instituição financeira o passe adiante.

Trata-se de um investimento interessante em muitos casos, mas é importante pesquisar bem a rentabilidade e a carência para a retirada, que variam conforme a instituição.

É uma aplicação tão segura quanto a poupança, pois é bancada pelo mesmo Fundo Garantidor de Crédito nos mesmos limites.

Mesmo considerando o Imposto de Renda (igual ao Tesouro Direto, de 22,5% a 15%), rende mais do que a caderneta.

Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)

O LCI e a LCA são títulos parecidos aos olhos do investidor – o que importa aqui é encontrar as melhores rentabilidades, carências e valores mínimos.

A sua rentabilidade pode ser atrelada ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, referência de juros para os bancos e instituições financeiras) e costumam atrair bastante a atenção por serem isentos do Imposto de Renda.

Também são aplicações tão seguras quanto a poupança, garantidas nos mesmos limites pelo mesmo FGC, mas, geralmente, rendem mais que a poupança.

Normalmente, há um valor mínimo de aplicação, que pode variar bastante dependendo da instituição ou das suas rentabilidade e prazos.

Consulte a a lista de LCIs e LCAs do BTG Pactual digital para checar os produtos disponíveis.

Fundos de investimento em renda fixa

Os fundos de investimento em renda fixa são produtos geridos por profissionais que alocam os valores investidos pelos cotistas em diferentes ativos financeiros de renda fixa buscando otimizar os rendimentos ou acompanhar um índice de mercado. Há fundos de investimento para diferentes níveis de tolerância ao risco e que podem investir em diferentes tipos de ativos financeiros, sempre de acordo com o regulamento e a estratégia adotada pelos gestores.

Ao buscar essa opção, é importante fazer uma pesquisa extensa e, antes de se decidir, ler os documentos informativos do fundo e obter informações do gestor do fundo para conhecer melhor o produto em que está investindo. E não esqueça que retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Como Viver de Renda Variável

Para compor um portfólio diversificado mirando o longo prazo, a renda variável poderá ser muito importante.

Ela poderá te ajudar a ter um ganho maior e, se encarada corretamente, vai permitir até que você corra menos riscos de forma geral, já que ela oferece vários instrumentos de proteção ao patrimônio.

Apesar disso, é importante salientar que qualquer investimento em bolsa de valores deve ser acompanhado de uma assistência de seu banco de investimentos ou corretora.

Isso sem falar na devida educação financeira e econômica para compreender esse universo normalmente alheio aos olhares e entendimentos dos brasileiros.

Usada de forma correta, a renda variável pode ser um excelente complemento para a renda fixa. Em outros países, seria o contrário, mas, como o Brasil tem juros básicos muito elevados, a renda fixa tem apelo maior do que no exterior.

Há muitas maneiras de investir em renda variável, mas vamos nos concentrar em dois tipos de investimento: fundos de investimentos e ações.

Fundo de investimentos

O fundo de investimentos em renda variável é gerido por profissionais que usam sua experiência para projetar as melhores aplicações em ações, opções, derivativos, câmbio, entre outros, de acordo com as possibilidades e restrições previstas no regulamento de cada fundo.

Normalmente, exigem um valor mínimo para investimento e um período de carência.

Ao buscar essa aplicação, verifique com atenção o histórico do fundo, lembrando que o mercado de ações oferece uma volatilidade que deve ser encarada apenas no longo prazo.

Ações

As ações são fatias de uma empresa que o investidor pode comprar. Na prática, ele se torna um sócio da companhia de capital aberto e, dependendo do papel, pode até votar em assembleia e receber dividendos.

Tome muito cuidado para considerar as ações apenas parte do seu portfólio (caso opte por investir em ações, aplique, por exemplo, 15% ou, no máximo, 30%), e não um atalho para reduzir sua jornada de investimentos de 20 anos para alguns meses. O potencial de valorização é grande, mas o de desvalorização, também. Aqui, “apostas” não têm vez.

Uma chave ao pesquisar sobre ações são os dividendos. Por lei, as empresas de capital aberto têm obrigação de distribuir pelo menos 25% do lucro aos acionistas.

Essa distribuição tem frequências definidas, como semestral ou anual. Ou seja, além de uma possível valorização das ações, você pode receber um valor extra, que é isento de Imposto de Renda.

Mesmo assim, é importante descobrir quais são as melhores empresas para investir, e não apenas aquelas que proporcionam os melhores dividendos.

Por exemplo: uma ação que paga um percentual alto de dividendo pode cair 10% no ano. Aí, vai ser difícil (ou, pelo menos, demorado) se recuperar do tombo, apesar da participação nos lucros.

Além disso, um ponto sobre o qual você deve concentrar todos os seus esforços e atenção é o seguinte: quem investe em ações deve mirar o longo prazo. Esqueça tudo o que você pensava até agora se essa frase lhe pareceu estranha.

Você achava que a bolsa de valores servia para fazer milionários da noite para o dia? Não, não. Essa talvez seja a história de um ou outro “apostador”.

Aqui, estamos falando de investimentos pautados pelas perspectivas do mercado e, sobretudo, pelo manto de uma cesta de aplicações que conta não apenas com renda variável, mas também com renda fixa.

Nessa mira mais longa, você vai perceber que algumas oscilações não precisam afetar tanto o seu humor. Você estará protegido – desde que diversifique os papéis e não aja emocionalmente resgatando o dinheiro na primeira baixa.

O mercado sobe e desce, mas as grandes empresas permanecem. As ações da Petrobras em 2016 são um exemplo: depois de flertarem com o fundo do poço no início do ano, chegaram a quadruplicar de valor.

Essa não é uma recomendação de compra de ação nem a garantia de que ações de uma empresa estatal vão sempre voltar ao topo. Mas serve como lembrança de que, na tempestade, os marujos de primeira viagem podem querer abandonar o navio enquanto os mais experientes já miram as oportunidades no horizonte.

Estude bastante e conheça o mercado acionário antes de começar a investir em ações!

Divida a renda desejada pela rentabilidade

Antes de começar os cálculos, precisamos entender que, se você deseja ter uma renda mensal de R$ 10 mil neste momento, ou seja, um poder de compra atual de R$ 10 mil, daqui a 20 anos, por exemplo, para manter o mesmo padrão de vida, precisará de muito mais, considerando a inflação ao longo desse período, que corrói o valor do seu dinheiro.

Veja como é importante considerar esse fator na sua projeção. Estabelecendo uma inflação média anual de 5%, esses R$ 10 mil terão que se transformar em R$ 26.530 daqui a 20 anos para manter o mesmo padrão de compra.

Agora, como você vai fazer essa mágica? Vamos com calma.

Em um artigo no blog Mobills, sobre educação financeira, há um exemplo bem interessante que ilustra uma divisão de renda desejada pela rentabilidade.

É uma projeção que toma como referência uma taxa de juros de uma aplicação bastante segura, um título de longo prazo do Tesouro Direto.

Nessa conta, é importante descontar a inflação, como já alertamos, e o Imposto de Renda, de 15%. Assim, vamos ao exemplo proposto para uma renda desejada de R$ 7 mil reais mensais.

Para descobrir quanto você precisa para ter esse poder de compra daqui a 20 anos, vamos selecionar um título com vencimento para daqui a duas décadas e uma taxa de juros de 6,35% além do IPCA.

Mensalmente, esses juros equivalem a 0,51%, aproximadamente (confira uma calculadora especial para juros). Incluindo no cálculo o Imposto de Renda de 15%, a rentabilidade real do título seria de 0,44% ao mês.

Agora, é necessário dividir a renda desejada pela taxa de juros (7.000 / 0,44). O resultado é R$ 1.590.909,09, praticamente R$ 1,6 milhão.

Esse é o valor, descontada a inflação, que você precisa para ter uma renda de R$ 7 mil considerando essa rentabilidade.

Como o título do Tesouro é atrelado à inflação, você não precisa se preocupar em prever exatamente qual será o equivalente necessário no futuro – basta aplicar de forma atrelada ao IPCA.

É claro que você não deve tomar como norma essa ideia, mas é interessante seguir nessa linha de raciocínio para ter uma noção bem precisa de quanto precisa aplicar mensalmente para chegar lá. Assim, o próximo tópico vai esclarecer melhor o assunto.

Calcule quanto investir para atingir a meta

Seguindo no exemplo anterior, de um objetivo de poder de compra equivalente aos atuais R$ 7 mil, você precisaria investir R$ 3.700,00 por mês durante 20 anos (partindo do zero). Considerando 10 anos extras (ou seja, um período total de 360 meses), o valor mensal cai para R$ 1.800,00.

Essas estimativas se referem a aplicações no mesmo título, com a mesma rentabilidade, apenas em renda fixa. Mas existem formas de usar a renda variável para melhorar essa projeção.

Para isso, no entanto, você precisa buscar o máximo de informações e seguir nessa jornada de conhecimento sobre economia e finanças.

Nessa empreitada, lembre que simulações como a do exemplo acima podem ser exploradas com a fórmula PGTO do Excel. Nela, você preenche a taxa de juros, o prazo, o valor inicial (que pode ser zero), o valor futuro e deixa em branco o tipo.

Reveja e adapte seu planejamento sempre

Considerando o investimento mensal em títulos do Tesouro ou a projeção de uma inflação média e partindo daí para compor um portfólio de ativos, você deve levar em conta uma necessária adaptação de valores ao longo do caminho.

Lembre-se que a Taxa Selic, a inflação e os títulos do Tesouro mudam ao longo do tempo e podem afetar a sua estratégia.

Por isso, não deixe de monitorar os números e a sua planilha e fazer projeções periódicas.

Dessa forma, você terá certeza de que está caminhando na direção correta e poderá fazer ajustes de rumo sempre que necessário (por exemplo, poupando um pouquinho mais em determinado ano ou realocando certos ativos em outras aplicações).

E não esqueça que um portfólio diversificado, que contenha também ativos em renda variável, tende a entregar melhores resultados no longo prazo, desde que orientado por profissionais ou embasado em bastante estudo sobre o tema.

Conclusão

Neste artigo, você aprendeu que é possível viver de renda. No entanto, viu que, para isso você, precisa de cautela, planejamento e muitos cálculos.

Abaixo, vamos relembrar alguns tópicos muito importantes nessa jornada em busca dos juros para toda a vida:

  • A poupança não é sua amiga quando se trata de vencer a inflação
  • Em um país de juros altíssimos, a renda fixa deve constar na sua estratégia de longo prazo
  • Para montar um portfólio de investimentos, é recomendável que o investidor considere aplicações em renda fixa e variável, sempre de acordo com seu perfil de investidor
  • A inflação é um dos indicadores mais importantes ao projetar o futuro
  • É possível usar a renda variável para elevar rendimentos
  • Tesouro Direto oferece títulos vinculados ao IPCA que servem de plataformas interessantes para um futuro de renda
  • O Excel é uma ferramenta útil para calcular quanto você precisa investir mensalmente
  • Além de buscar os melhores investimentos, você precisa ter disciplina para poupar uma parcela dos seus ganhos mensais e destiná-los às suas aplicações.

Viu como viver de renda dá trabalho? Sim, estamos falando de um objetivo de longo prazo, que deve ser perseguido com calma e muita cautela.

Nos investimentos, você vai perceber, cada vez mais, como os aventureiros podem se afobar e perder em dias os valores que demoraram anos para economizar.

Por isso, não fale em “apostas” nem “chutes” e não espere ganhar na loteria. Com raríssimas exceções, o dinheiro não é fruto do acaso. E para alcançá-lo, a jornada é longa.

Mesmo assim, se você compreender bem essas regras básicas, vai atingir os seus objetivos antes do que imagina.

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    1. Marcos, tudo bom? Um de nossos assessores de investimento entrou em contato por email para entender melhor o seu questionamento. Qualquer dúvida, também estamos à disposição para te ajudar por meio dos nossos canais de atendimento: (011) 3383-2905 ou atendimento@btgpactualdigital.com.u do telefone (11) 3383-2222.

  1. Boa noite! Tenho 41 anos…tenho renda líquida de 15 a 20 mil mensais…despesas fixas entre 7 a 10 mil por mês …tenho previdência privada pra mim e meu filho… já investi em LCI mas saquei tudo quando comprei um apartamento e troquei de carro…
    Pretendo investir de 5 a 10 mil por mês …minha meta é me aposentar daqui há 15 ou 20 anos…

    Tenho cerca de 22 anos de contribuição no inss…e pago previdência privada ( 1000 por mês ) há cerca de 02 anos…

    Se fosse me aposentar hoje,gostaria de ter uma renda ,fora a aposentadoria do inss , de ao menos 7000 mensais…como posso obter isso ?

    1. Olá, Luiz, tudo bom? Um de nossos assessores de investimento entrou em contato por email. Se preferir, também estamos à disposição para te ajudar por meio dos nossos canais de atendimento: (011) 3383-2222 ou atendimento@btgpactualdigital.com.