Você está em dúvida entre investir em Previdência Privada VGBL ou Tesouro Direto?

Neste artigo, vai descobrir quais são as principais características desses investimentos, como escolher qual se encaixa melhor no seu perfil e como se organizar financeiramente para essas aplicações.

Tire suas dúvidas sobre os seguintes temas:

  • Vantagens e desvantagens de Tesouro Direto e previdência privada
  • Como é a tributação desses investimentos?
  • Quais são as taxas das aplicações?
  • Qual é o investimento mais líquido?
  • Quais são os riscos envolvidos?
  • São investimentos de curto ou longo prazo?

Gosta do assunto? Então siga a leitura.

Diferença entre VGBL e Tesouro Direto

 

Existem muitas diferenças entre VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), um tipo de previdência privada, e Tesouro Direto, uma modalidade de investimento que possibilita a aplicação em títulos públicos, emitidos pelo Tesouro Nacional.

Primeiro, vamos entender o que é o VGBL.

Trata-se de um plano previdenciário que permite o acúmulo de recursos durante um certo período.

O investidor deposita um valor a ser aplicado em fundos que comporão o Plano de Previdência escolhido pelo cliente.  Os gestores desse(s) fundo(s) escolhido(s) pelo investidor alocam esses recursos em diferentes ativos, de acordo com as definições prévias expostas no regulamento de cada um desses fundos, com o intuito de rentabilizar o dinheiro, respeitando o perfil dessa aplicação, se mais conservador ou arrojado.

Há produtos para investidores de VGBL que investem até em ações, com um percentual limitado e conhecido pelos clientes antes da contratação do plano.

Além da taxa de administração comum a qualquer fundo de investimentos, o VGBL possui, em alguns casos, uma taxa de carregamento, que se trata de uma cobrança anterior a qualquer rendimento. Esse custo pode prejudicar a rentabilidade final e deve ser considerado nos custos.

Vale destacar que no BTG Pactual digital não há taxa de carregamento!

Depois do período acordado, você pode receber os valores e os rendimentos de uma vez ou contar com uma renda mensal a partir daquele momento.

Além das taxas, a Previdência Privada pode ser tributada de duas maneiras, em um regime progressivo ou regressivo.

De forma geral, a Previdência Privada serve para que o investidor faça contribuições, que podem ser mensais ou esporádicas.

Trata-se de uma aplicação para o longo prazo, sempre, independentemente do regime tributário escolhido.

Caso a intenção seja exclusivamente visando o curto e no médio prazo, outros investimentos podem ser mais interessantes.

Os diferentes títulos do Tesouro Direto podem servir a diferentes propósitos, mas a recomendação é de que seja mantido até o seu vencimento, para evitar possível desvalorização em decorrência da volatilidade.

O Tesouro Direto, desde que mantido até o vencimento, oferece a segurança da renda fixa, dado que é garantido pelo Governo Federal. Dependendo do título do Tesouro Direto escolhido, a rentabilidade pode ser diferente (prefixados, pós-fixados e atrelados à inflação).

Há títulos prefixados e atrelados à inflação que podem oferecer pagamento de juros semestrais, o que pode ser interessante para quem está pensando no fluxo financeiro.

O Tesouro Direto é, portanto, um instrumento relativamente maleável, com menor investimento inicial necessário, maior liquidez e rentabilidade competitiva.

Ele perde para a previdência privada na praticidade e, em alguns casos, na rentabilidade associada a longos prazos devido à tributação mais favorável.

Valor mínimo a ser aplicado

 

O valor mínimo a ser aplicado no Tesouro Direto é de aproximadamente R$ 30,00, enquanto o valor mínimo de investimento em previdência privada varia conforme a instituição financeira.

No BTG Pactual digital, você pode contar com um plano a partir de R$ 10.000,00, sem taxa de carregamento na entrada ou na saída.

Liquidez

A liquidez é um aspecto importante a ser considerado nessa decisão de investimento. A do Tesouro Direto é bastante elevada, com possibilidade de resgate em um dia útil (D+1). Já a da previdência privada VGBL, por se tratar de um tipo de fundo, acaba não sendo tão alta, normalmente.

Se você está buscando investimentos com alta liquidez, para compor um colchão de emergência, sugerimos que se concentre em aplicações como:

  • Títulos Tesouro Selic (paga a taxa básica de juros)
  • Fundos DI (fundos de investimento com liquidez diária que perseguem a variação do CDI)
  • CDBs com liquidez diária ou com vencimentos de curto prazo
  • LCIs e LCAs de curto prazo.

Rentabilidade

A rentabilidade do Tesouro Direto costuma ser maior do que a dos fundos quando se leva em conta as taxas e a tributação.

Uma exceção pode se situar em casos de prazos superiores a 10 anos, em que o VGBL de tributação regressiva chega a uma alíquota de 10%.

Ao tratar de rentabilidade, é importante lembrar que, em 2016, os fundos do BTG Pactual tiveram retornos acima de 25% na previdência privada, garantindo ao banco o posto de melhor gestor independente em fundos de previdência do Brasil, conforme ranking divulgado pelo jornal Valor Econômico.

Além do retorno reconhecido por meio dessa publicação, uma vantagem de adquirir um plano de previdência do BTG Pactual é que você tem a opção de investir em até três fundos de previdência diferentes no mesmo plano, de forma a diversificar a alocação de recursos e obter rendimentos interessantes em qualquer prazo.

Trata-se de um benefício dificilmente encontrado em outras instituições financeiras.

Já o retorno do Tesouro Direto depende do título envolvido.

A seguir, vamos conhecer os três tipos de título oferecidos na plataforma:

Tesouro Selic LFT

O rendimento desse título é vinculado à Selic, a taxa de juros básicos da economia. Um aumento da Selic eleva o rendimento, e uma redução desfavorece os retornos.

Tesouro Prefixado LTN e NTN-F

O rendimento desse tipo de título é predefinido e você pode calcular exatamente o valor a ser resgatado no seu vencimento. Ele oferece volatilidade e se valoriza ou desvaloriza de acordo com as projeções da economia.

A versão com remuneração semestral é interessante por um lado, para promover fluxo de capital periódico. Por outro, atrapalha o rendimento final, já que compromete parte da valorização com o recolhimento antecipado do Imposto de Renda.

Tesouro IPCA – NTN-B e NTN-B Principal

O rendimento do Tesouro IPCA+ é definido com um percentual de juros ao ano somada à variação do IPCA do período.

É uma boa maneira de se proteger da inflação e de projetar as finanças para o longo prazo.

 Confira as opções disponíveis no site do BTG Pactual digital clicando aqui.

Vantagens

 

Veja vantagens relacionadas ao Tesouro Direto e ao VGBL:

  • A garantia do Tesouro Direto é a maior possível no mercado financeiro do Brasil, já que os papéis são garantidos pelo Governo Federal sem um limite ao valor do investimento
  • A diversidade de tipos de rendimentos no Tesouro Direto oferece opções para todos diferentes tipos de investidor, em qualquer cenário da economia
  • No Tesouro Direto, a alta liquidez, D+1, favorece o resgate antecipado
  • No VGBL, a facilidade pode ser maior: o investidor faz as aplicações na periodicidade desejada ou quantas vezes quiser e pode acompanhar a rentabilidade dos fundos geridos por especialistas, sempre visando uma aposentadoria mais tranquila.
  • No VGBL, não há a cobrança do come-cotas, uma antecipação semestral do recolhimento do Imposto de Renda que ocorre em outros fundos. O IR somente é pago no recebimento da renda ou no resgate.
  • No VGBL a alíquota pode chegar a 10% após 10 anos, o que lhe confere uma grande vantagem no longo prazo.
  • O planejamento sucessório é extremamente facilitado no VGBL: nesse plano, você determina quem receberá o dinheiro após sua morte e os recursos do fundo não entram em espólio ou inventário.

Desvantagens

Agora conheça possíveis desvantagens relacionadas a essas duas aplicações:

  • Na tabela regressiva da tributação do VGBL, a alíquota inicial do Imposto de Renda é de 35% nos dois primeiros anos e cai 5% a cada 2 anos, enquanto na renda fixa, que inclui Tesouro Direto, essa alíquota começa em 22,5%
  • No Tesouro Direto, a volatilidade dos títulos vinculados ao IPCA e prefixados oferece desafios para o investidor que não domina esse universo de investimentos em renda fixa
  • No Tesouro Direto, o cenário instável na economia e na política não favorece o investidor iniciante, que poderá encontrar variação diária (às vezes, grande) nas taxas oferecidas pelos títulos do Tesouro Direto.

Risco/Segurança

 

Os riscos envolvidos no investimento em Tesouro Direto são os mínimos possíveis dentro da renda fixa brasileira, já que contam com a garantia do Governo Federal.

Caso o governo desse um calote em sua dívida interna, o sistema financeiro brasileiro ruiria por completo.

Essa garantia considera a falência ou insolvência por parte instituições financeiras, não a volatilidade dos títulos. Caso haja desvalorização do título e o investidor queira resgatar antes do vencimento, o investidor terá em mãos o valor dos títulos no momento do resgate.

Na pior das hipóteses, caso seja detectado algum problema ou instabilidade da instituição em que possui sua aplicação em Previdência Privada, é possível fazer uma migração para o plano de outra instituição, através da portabilidade

Taxas e Tributação

As taxas e a tributação de Tesouro Direto e VGBL são bastante diferentes.

Tesouro Direto

No Tesouro Direto, a taxa de custódia fica em 0,3% anual do valor total investido, pagos à BM&FBovespa, e a maioria das corretoras e bancos de investimento, como o BTG Pactual digital, não cobram taxas para a aplicação.

O Tesouro Direto tem a mesma tributação da maioria dos investimentos da renda fixa: IOF, que começa em 96% para aplicações inferiores a 30 dias, e Imposto de Renda, cuja alíquota se reduz ao longo do tempo, de 22,5% a 15%.

IOF

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) pode ser alto em um curto período. Na tabela abaixo, você vai ver que a alíquota se reduz conforme o tempo de aplicação, de um a 29 dias.

O problema é que ela começa em 96%:

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

Imposto de Renda

A cobrança do Imposto de Renda do Tesouro Direto (e muitas aplicações de renda fixa) segue uma tabela, de 22,5% (para menos de 180 dias) a 15% (para mais de 720 dias).

Veja como é a tabela do Imposto de Renda:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Não esqueça que o Imposto de Renda é cobrado apenas sobre a valorização do investimento, e não sobre o valor total dos títulos.

VGBL

Todo VGBL cobra uma taxa de administração, e alguns fundos têm taxa de carregamento, entrada e saída.

No BTG Pactual digital, uma boa notícia: há apenas a taxa de administração, que pode variar de 0,5% a 1,85% ao ano.

Na comparação com outros planos de previdência, o VGBL é mais indicado para quem entrega a declaração simplificada, para quem é isento de Imposto de Renda, para profissionais liberais e para quem deseja investir mais de 12% de sua renda bruta anual.

Em um VGBL, a tributação recai apenas sobre o rendimento acumulado e não é dedutível do Imposto de Renda.

Na hora de fazer a contratação do plano, você vai escolher se prefere a tabela progressiva ou regressiva.

Na tributação progressiva, a cobrança ocorre em dois momentos: na fonte, com alíquota de 15% e na declaração de ajuste anual do imposto de renda.

O Imposto de Renda devido depende da faixa de renda que o investidor se enquadra.

Ele pode ficar isento ou pagar até 27,5%, de acordo com a tabela de imposto de renda pessoa física da Receita Federal.

Na tributação regressiva, o Imposto de Renda depende do tempo de aplicação.

No início, a alíquota é bastante elevada: 35% até dois anos. Para períodos acima de 10 anos, a alíquota se reduz a 10%.

O imposto cai cinco pontos percentuais a cada dois anos, e não há como compensar os valores na Declaração de Ajuste Anual de IR.

Prazo de InvestimentoAlíquota IR
Até 2 anos35%
2 a 4 anos30%
4 a 6 anos25%
6 a 8 anos20%
8 a 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Na comparação, portanto, da tributação de 10 anos, o VGBL leva a melhor, já que a alíquota mínima do Tesouro Direto é de 15%.

O que é melhor no curto, médio e longo prazo?

 

Considerando os prazos de aplicação, fica mais fácil saber se vale mais aplicar em VGBL ou Tesouro Direto. Veja a seguir:

Curto prazo

No curto prazo, em geral, recomendam-se investimentos mais líquidos, que podem compor um colchão de liquidez para qualquer emergência.

Esse não é o caso do VGBL, que possui uma carência (que varia de acordo com o plano) e, dependendo da tributação escolhida, uma alíquota elevada do Imposto de Renda.

O Tesouro Direto pode servir para investimentos no curto prazo se considerarmos, principalmente, os títulos Tesouro Selic, que não sofrem a marcação a mercado e não apresentam a volatilidade dos papéis prefixados e atrelados à inflação.

Para sua reserva de emergência, considere ainda os Fundos DI, CDBs com liquidez diária ou prazos curtos e LCIs/LCAs de prazos curtos, de três a seis meses.

Médio prazo

No médio prazo, tudo depende do quanto você paga de Imposto de Renda, para descobrir onde vai pagar uma tributação menor.

Normalmente, o médio prazo ainda privilegia o investimento em Tesouro Direto, especialmente os títulos Tesouro Selic.

Longo prazo

No longo prazo, acima de 10 anos, da tributação regressiva que chega a apenas 10%, é que começam as maiores vantagens da previdência privada, além da isenção do come-cotas, o que faz uma grande diferença na rentabilidade final.

Enquanto o Tesouro Direto mantém a alíquota de 15%, os fundos VGBL mantêm rendimento competitivo com a tributação menor.

Para planejamento de herança

Em prazos realmente longos, já visando a sua herança, vale a pena considerar com ainda mais afinco o VGBL.

Esse produto financeiro costuma ser muito indicado para o planejamento sucessório, já que torna mais fácil a definição de quem vai receber o dinheiro, que não passa por inventário ou espólio.

Invista com o BTG Pactual digital

 

Para investir no longo prazo, tanto em títulos públicos quanto em VGBL, é recomendável contar com uma instituição sólida, segura e confiável como o BTG Pactual digital, que oferece taxas competitivas e um atendimento que poderá guiar e orientar seus primeiros passos no mundo dos investimentos.

Veja, abaixo, como aplicar em previdência privada e em fundos que aplicam nos títulos do Tesouro:

Previdência Privada

Os fundos de previdência privada do BTG Pactual oferecem taxas muito competitivas.

Esse produto permite que você faça resgates esporádicos ou receber uma renda de forma vitalícia ou por um prazo determinado. Lembre-se, nessa hora, que os planos de previdência não contam com a garantia do FGC. Outro ponto de atenção é a necessidade de um resgate antes da hora.

No Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), o Imposto de Renda incide apenas sobre a valorização dos recursos, e não sobre o total do investimento.

Veja as opções de Previdência Privada do BTG Pactual digital

Fundos da Família Tesouro

Para quem gostou da ideia de investir em Tesouro Direto e não quer ficar preocupado com quais títulos escolher, uma opção é aplicar diretamente nos fundos da família Tesouro do BTG Pactual digital, que contam com alta liquidez e praticidade.

Esses fundos investem em títulos do Tesouro com variados vencimentos e rendimentos, com o objetivo de atingir os melhores retornos, respeitando a estratégia previamente determinada no regulamento desses fundos.

Aqui o custo também é menor: em vez de pagar uma taxa de custódia anual de 0,3% no Tesouro Direto, você paga uma taxa de administração anual de 0,2%.

Veja os tipos de fundos da Família Tesouro do BTG Pactual digital:

IPCA Curto

O IPCA Curto apresenta rendimento atrelado ao IPCA e aplica em títulos Tesouro IPCA com prazo de até cinco anos. Tem rendimentos interessantes e visa blindar seus investidores da inflação e com alta liquidez.

Liquidez financeira: D+1 (em um dia útil).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Longo

O IPCA Longo tem o objetivo de superar o índice IMA-B5+ e, para isso, investe em títulos Tesouro IPCA com prazos superiores a cinco anos. Aplicação recomendada para quem busca se proteger da inflação no longo prazo.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Geral

O IPCA Geral busca rentabilidade superior ao índice IMA-B, que representa o desempenho de uma carteira de títulos federais atrelados à inflação. O fundo aplica prioritariamente em títulos Tesouro IPCA com prazos distintos. É interessante para quem quer ter rendimentos reais superando a inflação a qualquer tempo.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

Tesouro Selic

O fundo Tesouro Selic aplica em títulos Tesouro Selic, ou seja, na taxa de juros definida pelo Banco Central. É o fundo mais indicado para o perfil conservador e para quem precisa de liquidez total, já que você pode resgatar os valores no mesmo dia (útil).

Liquidez financeira: D+0 (no mesmo dia).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

É importante lembrar que, ao contrário dos fundos de Previdência Privada, o come-cotas é cobrado nos fundos de renda fixa.

Assim, a cada semestre, no fim de maio e no fim de novembro, é descontado o número de cotas equivalente ao pagamento da alíquota mínima do Imposto de Renda, de 15% a 20%, dependendo do tipo de fundo.

Conclusão

 

Como vimos, as aplicações em Tesouro Direto são mais vantajosas para investidores que buscam bons resultados no curto e médio prazo.

Com esse tipo de prazo em vista, não se recomenda o investimento em previdência privada. Já no longo prazo, essa aplicação pode ser bastante interessante: em 10 anos, a tributação regressiva atinge uma alíquota de apenas 10%, menos de qualquer investimento em renda fixa.

Uma maneira prática de começar a investir no Tesouro é por meio dos fundos do BTG Pactual digital, que oferecem maior facilidade e até um custo de administração mais baixo.

Para o investimento a longo prazo,  planejamento sucessório ou um plano de aposentadoria complementar, conte com a Previdência do BTG Pactual. Você pode contar com a orientação do seu assessor financeiro que vai lhe ajudar na escolha do melhor plano.

Para essa jornada de investimentos de olho no longo prazo e em um futuro mais confortável para você e sua família, conte com o BTG Pactual digital, que tem um time de assessores de investimentos que vai guiar todos os seus passos em renda fixa e variável, indicando opções dentro do seu perfil para que você tome sempre as decisões de aplicação mais adequadas aos seus planos.

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Deixe seu comentário 5

  1. Tenho recebido email sobre diversos investimentos da empresa,so que nao sei de onde possa partir?
    E qual tel que posso falar com alquem?
    Aguardo contato

    1. Hsu, tudo bom?

      Ficamos felizes que você está interessado em aprender mais sobre o BTG Pactual digital. Para abrir uma conta no BTG Pactual digital é bem simples e o processo é pode ser feito através aplicativo “BTG Pactual digital” ou do site:

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  2. Obrigado por essas informações de linguagem fácil de entender.Sou leigo no mercado de investimentos,mas já comecei a abrir a mente para novos horizontes.O mercado financeiro é muito extenso e deixa a gente muito confuso,onde é melhor aplicar o dinheiro.A gente pega uma informação sobre uma aplicação e acha que é boa,e quando vai ver aparece uma outra que te deixa com a cabeça confusa.Aí vem a confusão,de quem não tem emprego e precisa viver com a rentabilidade de um dinheiro aplicado….e aí,como que faz?Informações precisas é a melhor solução.Preciso achar alguém..muito obrigado.

    1. Valdir, muito obrigado por seu comentário!

      Nossa equipe entrará em contato para auxiliá-lo em seus investimentos.

      Abraços!

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