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Títulos Públicos: o que são, rentabilidade e como investir

Você quer investir em títulos públicos e não sabe por onde começar? Então, chegou ao lugar certo. Neste artigo, vamos mostrar, passo a passo, como e por que aplicar nesses ativos.

Eles são títulos muito mais interessantes do que a poupança e oferecem a maior segurança do mercado financeiro, já que contam com a garantia do Governo Federal.

Confira os principais tópicos que serão abordados:

  • Como funcionam os títulos públicos e como ocorre sua negociação?
  • Qual é a tributação em títulos públicos?
  • Quais são as rentabilidades dos títulos?
  • Quais são as taxas envolvidas?
  • Como investir no Tesouro Direto?
  • É possível investir em títulos públicos fora do Tesouro Direto?
  • Quão interessantes são os fundos que investem em títulos públicos?

O que são títulos públicos?

 

Títulos públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional para financiar as atividades do Governo Federal. Quem investe em títulos públicos está comprando papéis da dívida brasileira.

São ativos de renda fixa, isto é, têm rendimento projetável antes da aplicação.

O rendimento pode ser prefixado (juro anual definido), atrelado à variação da Selic (taxa de juros da economia) ou atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial do país).

O pagamento do investimento e da valorização ocorre no vencimento do título ou na venda antecipada do papel.

Na venda antecipada, os títulos atrelados à inflação e prefixados sofrem com a chamada marcação a mercado, ou seja, podem apresentar volatilidade ao longo da aplicação para a negociação antes do vencimento.

Em parceria com a BM&F Bovespa, o programa oferece a venda de títulos públicos para pessoas físicas de forma prática e acessível, com aplicação mínima de aproximadamente R$ 30,00 e a garantia de recompra dos papéis a qualquer momento antes do vencimento pelo Banco Central.

Os títulos podem ter longo prazo, o qual pode chegar a algumas décadas.

Nesses papéis, a garantia de segurança do crédito é oferecida pelo Governo Federal, que se compromete em pagar o valor dos títulos do Tesouro Direto.

Como os títulos públicos são o que sustentam os pilares da economia, o risco desse investimento é considerado o mais baixo possível.

É muito mais seguro investir em Tesouro Direto, por exemplo, do que em poupança, que é garantida pelo FGC, mas apenas até o limite de R$ 250 mil por CPF e instituição em que o valor estiver depositado. Ao contrário da caderneta, todos os títulos oferecidos pelo Tesouro Direto arcam com o Imposto de Renda, de acordo com a tabela da renda fixa, cuja alíquota diminui ao longo do período de aplicação, de 22,5% (para menos de 180 dias) para 15% (para mais de 720 dias).

Para investir no Tesouro Direto, é importante não esquecer da taxa de custódia, de 0,3% por ano sobre o total aplicado, que é cobrada pela BM&FBovespa.

Quem considera essa aplicação deve lembrar também o significado de duas siglas da economia que ajudam muito a entender a rentabilidade da renda fixa.

  • IPCA: é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Trata-se da inflação oficial do país, um patamar básico de investimento. A partir do momento em que o investimento apresenta um rendimento maior que o dela é que você obtém um ganho real. A valorização da poupança, em 2015, é um exemplo do pior cenário: perdeu para o IPCA. Por outro lado, existem títulos públicos que pagam a variação da inflação mais uma taxa de juros ao ano.
  • Selic: é o Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Mas calma: não precisa compreender com exatidão como esse sistema funciona. A Selic é a taxa de juros básicos da economia, estipulada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) para reger o crédito e a inflação. Ela tem impacto direto nos juros da renda fixa, já que, na prática, representa o que o Governo Federal topa pagar pela dívida dele, da qual depende o Sistema Financeiro Sacional.

Tipos de títulos públicos

 

três tipos de títulos públicos, de acordo com sua rentabilidade: a prefixada (juro anual predefinido), a vinculada ao IPCA (paga a variação da inflação oficial mais um juro prefixado) e a atrelada à taxa Selic (que paga essa taxa mais um juro mínimo). Consulte os títulos disponíveis por meio do site do BTG Pactual digital.

Tesouro IPCA+ (NTNB Princ)

O rendimento do Tesouro IPCA + (NTNB Princ) é apresentado com um percentual de juros ao ano mais a variação do IPCA do período. A remuneração e o desconto do Imposto de Renda ocorrem no vencimento do título.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTNB)

O rendimento do Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais também é definido com um juro anual mais a variação do IPCA do período. A diferença está em sua remuneração, com pagamentos a cada seis meses (com incidência de recolhimento de Imposto de Renda a cada semestre).

Tesouro Prefixado

O rendimento desse tipo de título é predefinido, e você pode calcular exatamente o valor a ser resgatado no seu vencimento. Ele oferece volatilidade e se valoriza ou desvaloriza de acordo com as projeções da economia.

Tesouro Selic

A rentabilidade desse título é vinculada à Selic, a taxa de juros básicos da economia. Um aumento da Selic eleva o rendimento, e uma redução desfavorece a rentabilidade.

Qual título escolher

Agora que você já conhece quais são os tipos de rentabilidade oferecidas, como escolher entre uma delas?

Em momentos de queda da Selic, como o atual, o Tesouro IPCA oferece uma forma de investir no longo prazo com blindagem da inflação e um ganho real.

Já o prefixado garante o rendimento definido mesmo que a taxa de juros siga sofrendo cortes.

Mas, se você quiser vender o título antes do vencimento, corre o risco de perder dinheiro.

Nesse caso, o Tesouro Selic pode ser negociado sem esse prejuízo, em qualquer momento, pois não tem a mesma volatilidade.

Os preços e taxas sofrem variações ao longo do tempo?

 

Os preços dos títulos sofrem variação diária, de acordo com o mercado. Já a taxa de custódia, de 0,3% sobre o total investido, cobrada pela BM&FBovespa, não muda.

Para quem não pode carregar o papel até o seu vencimento, o mais recomendado é mirar no Tesouro Selic, que garante valorização sem a chance de ter prejuízo na negociação.

Já os títulos Prefixados e Tesouro IPCA têm volatilidade maior e, se negociados em momento errado, podem prejudicar bastante seu rendimento.

Exemplo: um prefixado comprado em momento de queda da Selic, por exemplo, pode se desvalorizar bastante se vendido em momento de elevação da taxa de juros.

Por que isso acontece? Simples: o título vai deixar de ser tão interessante quanto era na compra, já que surgem opções com melhores retornos.

Mas é bom lembrar: você pode evitar perdas ao segurar o título até o vencimento, quando são pagos todos os rendimentos conforme o prometido.

Para calcular o valor de um título no momento atual, use a calculadora oferecida pela Cetip. Basta escolher o título, a taxa da compra e a data.

Com ela, você pode determinar se vale a pena vender seu título antes do prazo.

Como as variações na taxa de juros afetam os títulos que comprei?

 

Mudanças na Meta Selic, definidas pelo Banco Central em reuniões periódicas, afetam diretamente toda a rentabilidade da renda fixa, inclusive a dos títulos públicos.

Assim, quanto maior a taxa, melhores serão os retornos oferecidos nos títulos do Tesouro Direto.

Para o investidor, esse aspecto deve ser estudado com cuidado, já que o título prefixado ou vinculado ao IPCA sofre volatilidade diária, de acordo com os rumos da economia.

Ou seja, você pode comprar um título prefixado que paga 9,9% ao ano por R$783,29 e, algum tempo depois, vendê-lo por R$ 750,00, por exemplo, em caso de elevação da Taxa Selic.

Nesse exemplo acima, a elevação da Taxa Selic em um momento posterior à compra do título eleva a atratividade de novos títulos e relega a segundo plano a rentabilidade oferecida por aquele papel que você comprou em momento de baixa da Selic.

Não ficou claro? Pense bem: por que você escolheria comprar um título que paga 9,9% ao ano se novos títulos, já com a Selic mais elevada, estão sendo emitidos com retornos de 10,5% ao ano?

Essa volatilidade dos títulos se chama de marcação a mercado. É o interesse do mercado pelos ativos que determina seu valor ao longo do tempo.

E como evitar a desvalorização do título público?

Existem três maneiras: comprar apenas o Tesouro Selic (que não sofre a mesma desvalorização), manter o papel até o vencimento (quando são pagos os retornos oferecidos na compra, independentemente da situação do momento) ou monitorar o preço do ativo para negociá-lo apenas em caso de elevação de seu preço.

Para fazer essa verificação de valores, use a calculadora da Cetip.

Rentabilidade

 

A rentabilidade dos títulos públicos está completamente vinculada à Taxa Selic, como salientamos nos tópicos anteriores. Por isso, neste momento de queda dos juros, os rendimentos obtidos com o Tesouro Direto são menores.

Mas é importante entender que, ao longo da trajetória de corte da Selic, os investimentos de renda fixa tendem a ser afetados negativamente.

E é bom lembrar que uma Selic em nível mais baixo pode favorecer bastante a economia, desde que a inflação esteja sob controle.

Ou seja, nada de reclamar do Banco Central por cortar os juros.

As maiores economias contam com juros básicos bem mais baixos. É aí que o cenário de valorização fica mais desafiador, pois os investidores precisam migrar parcelas maiores de suas reservas para a renda variável, em fundos de ações, multimercados ou no mercado à vista.

Apesar da atratividade menor nos próximos tempos, os títulos públicos ainda reúnem condições interessantes, já que os juros ainda se encontram em patamar elevado, e a segurança dos títulos faz toda a diferença no longo prazo.

No fim de maio de 2017, por exemplo, um título público prefixado para 2020 oferecia retorno de 9,9% ao ano e um título vinculado ao IPCA para 2024 oferecia retorno de 5,49% mais a variação da inflação.

Uma comparação interessante se dá com a poupança, a aplicação mais utilizada por brasileiros.

Em 2015, o rendimento líquido da caderneta, descontando a inflação do ano, foi de -2,28%. Ou seja, quem manteve o dinheiro investido na poupança naquele ano teve o seu poder de compra reduzido, e não elevado.

Em 2016, o rendimento líquido da caderneta, descontando a inflação, foi de +1,9%. Nesse caso, houve um aumento de quase 2% no poder de compra do investidor.

Para descobrir qual aplicação rende mais, basta tomar como exemplo os retornos oferecidos pelos títulos públicos vinculados ao IPCA, que pagam a variação da inflação acrescida de valorização superior a 5% no ano.

Liquidez

 

A liquidez oferecida pelos títulos públicos no Tesouro Direto é bastante elevada: D+1. Isso significa que, se você vende o seu papel na terça-feira, recebe o dinheiro na quarta-feira (em um dia útil).

Essa liquidez não depende do interesse de outros investidores, já que o Banco Central se compromete com a compra diária, a qualquer momento, dos títulos do Tesouro.

Só não esqueça de verificar o valor do seu título para garantir que é uma boa ideia fazer o resgate antecipado. Como já alertamos, a marcação a mercado representa volatilidade diária que pode ser prejudicial à negociação antes do vencimento.

Custos dos títulos públicos

A principal taxa no Tesouro Direto é a taxa de custódia, de 0,3% ao ano sobre o valor da aplicação. Atualmente, muitas corretoras e bancos de investimento não cobram outras taxas para a administração.

Esse é o caso do BTG Pactual digital, que não cobra para que você invista em Tesouro Direto.

Tributação

 

O Tesouro Direto sofre a mesma tributação da maioria de aplicações da renda fixa: IOF, para investimentos inferiores a 30 dias, e Imposto de Renda, cuja alíquota se reduz ao longo do tempo.

IOF

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um tributo que pode ser muito alto. Você vai entender ao analisar abaixo sua tabela, cuja alíquota se reduz conforme o tempo de aplicação, de um a 29 dias.

Veja a tabela do IOF, que vale para Tesouro Direto e outros investimentos:

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

Imposto de Renda

O Imposto do Tesouro Direto (e em muitas aplicações de renda fixa) segue uma tabela, de 22,5% (para menos de 180 dias) a 15% (para mais de 720 dias).

Veja como é a tabela do Imposto de Renda:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Vantagens

 

Confira as principais vantagens do investimento em títulos públicos:

  • A segurança é a maior possível, já que é garantido pelo Tesouro Nacional
  • Os tipos de rendimentos variados que poderão oferecer possibilidades de diversificação de rentabilidades, para obter bons retornos em qualquer cenário da economia
  • A liquidez é D+1 (ou seja, o resgate pode ocorrer em um dia útil)
  • A facilidade de aplicação é enorme, com investimento mínimo a partir de R$ 30,00.

Desvantagens

Confira abaixo algumas características dos títulos do Tesouro que podem ser consideradas como desvantagens:

  • Os títulos podem sofrer tributação de IOF e Imposto de Renda, de acordo com o tempo de aplicação
  • A taxa de custódia, de 0,3% ao ano, cobrada pela BM&FBovespa, se refere ao valor total dos títulos, e não apenas a sua valorização
  • A volatilidade dos títulos vinculados ao IPCA e prefixados pode oferecer desafios para o investidor que não domina esse universo de investimentos em renda fixa
  • No momento atual, as taxas de retorno do Tesouro Direto variam bastante diariamente, à medida que novos fatos relacionados às oscilações políticas.

Risco

 

Os títulos públicos são oferecidos pelo Tesouro Nacional para financiar as atividades do governo.

O que isso significa? Que o Governo Federal banca esses títulos.

E é bem improvável que você sofra um calote do governo. Se isso acontecesse, todo o sistema financeiro do Brasil entraria em colapso, já que as instituições financeiras privadas são as maiores compradoras dos títulos públicos.

Mas há um risco oculto nos títulos público: o de desvalorização.

Os papéis atrelados ao IPCA e prefixados conta com a marcação a mercado, ou seja, sofrem volatilidade ao longo do tempo, antes do vencimento.

Assim, mudanças na trajetória da taxa Selic impactam diretamente no valor dos títulos.

Para não sofrer com oscilações, você pode segurar o título até o vencimento, vendê-lo em momento de valorização ou aplicar apenas no Tesouro Selic, que não sofre essa influência do mercado e garante o rendimento.

Como investir em títulos públicos

Pessoas físicas contam com três maneiras de investir em títulos públicos.

A primeira é através de instituições financeiras, que podem oferecer papéis diretamente em suas plataformas.

A segunda se dá por meio de fundos de investimento de corretoras ou bancos, que aplicam os recursos dos cotistas em títulos públicos.

A terceira é o Tesouro Direto, que oferece uma plataforma para as aplicações diretas nos títulos.

Para qualquer alternativa, você deve se cadastrar em uma corretora ou banco de investimento.

Dessa forma, você receberá acesso direto ao sistema do Tesouro, onde poderá negociar os títulos e obter os dados mais atualizados de cada papel.

Ao pesquisar opções de instituições financeiras, procure solidez, confiança e isenção de taxa de administração para o Tesouro Direto.

Esse é o caso do BTG Pactual digital.

Fundos de investimento da família tesouro no BTG Pactual digital

 

Há uma outra forma de investir em títulos do Tesouro Direto, contando com a experiências de gestores especializados. Com os fundos da família Tesouro do BTG Pactual digital, você tem alta liquidez e não sofre com a volatilidade em caso de vendas antecipadas dos títulos.

Esses fundos investem em títulos do Tesouro com variados vencimentos e rendimentos, para oferecer os retornos muito competitivos.

Em vez de pagar uma taxa de custódia anual de 0,3% no Tesouro Direto, você paga uma taxa de administração anual de 0,2%.

Conheça mais sobre a Família Tesouro do BTG Pactual digital:

IPCA Curto

O IPCA Curto tem como objetivo oferecer rendimento vinculado ao IPCA e aplica em títulos Tesouro IPCA com prazo de até cinco anos. Apresenta rendimentos interessantes, protegidos da inflação e com alta liquidez.

Liquidez financeira: D+1 (em um dia útil).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Longo

O IPCA Longo busca a superação do índice IMA-B5+ e investe em títulos Tesouro IPCA com prazo superiores a cinco anos. Busca oferecer a rentabilidade do Tesouro atrelada ao IPCA e é indicado para quem busca se blindar da inflação no longo prazo.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Geral

O IPCA Geral tem o objetivo de proporcionar rentabilidade superior ao índice IMA-B, que representa o desempenho de uma carteira de títulos federais atrelados à inflação. O investimento se dá prioritariamente em títulos Tesouro IPCA com prazos variados. Destina-se a quem busca se proteger da inflação com interessantes rendimentos líquidos.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

Tesouro Selic

O fundo Tesouro Selic aplica em títulos Tesouro Selic, isto é, na taxa de juros definida pelo Banco Central. Dentre os acima mencionados, é o fundo mais indicado para o perfil conservador e para quem precisa de alta liquidez.

Liquidez financeira: D+0 (no mesmo dia).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

É importante lembrar que o investimento em fundos tem uma peculiaridade no que se refere à tributação. O recolhimento do Imposto de Renda é antecipado pelo come-cotas.

A cada seis meses, é descontado o número de cotas equivalente ao pagamento da alíquota mínima do Imposto de Renda, de 15% a 20% sobre a valorização, no fim de maio e no fim de novembro.

Conclusão

 

Os títulos públicos podem ser excelentes aplicações para compor a carteira de qualquer tipo de investidor.

Com sua multiplicidade de rentabilidades e vencimentos, o Tesouro Direto oferece alternativas tanto para quem busca a segurança do longo prazo quanto para quem pensa em especular com a venda antecipada dos ativos.

Além de mirar o investimento direto no Tesouro, você pode contemplar os fundos de investimento do BTG Pactual digital para aplicar seu dinheiro em títulos públicos com ainda mais comodidade e sem precisar se preocupar com vencimentos e vendas antecipadas.

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  1. Gostei muito da matéria explicativa sobre o Tesouro direto.
    Porém uma dúvida, se eu aplicar em títulos pré-fixado na baixa da Selic, caso ocorra o aumento da Selic o título irá sofre “marcação à mercado”, então este papel estará mais valorizado que no ato da compra, correto? poderei vendê-lo que e obter uma melhor rentabilidade?

    1. Daniela, tudo bem? O seu raciocionio está correto, mas a dinâmica é a oposta: no caso do título pré fixado, uma queda na taxa de juros em relação à taxa de compra irá valorizar o título enquanto um aumento na taxa de juros irá desvalorizar o preço do título. Lembrando que o preço fluta apenas entre a data da compra e o vencimento, caso decida vender o título antecipadamente. Caso você carregue o título até o vencimento você irá receber a taxa acordada na hora da compra. Se preferir, também estamos à disposição para te ajudar por meio dos nossos canais de atendimento: (011) 3383-2222 ou atendimento@btgpactualdigital.com.

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