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Letra Financeira (LF): o que é, rentabilidade e como investir

Você já ouviu falar em Letra Financeira (LF)? Esse investimento é uma aplicação interessante para quem busca boa rentabilidade no longo prazo.

A aplicação inicial é alta, de pelo menos R$ 150 mil. Mas seu rendimento compensa, normalmente em patamar superior a títulos concorrentes, como CDB e LCI/LCA, por exemplo.

Se você está considerando essa opção no seu portfólio de investimentos, leia este artigo para tirar todas as suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Qual é a tributação de uma Letra Financeira?
  • Como ela funciona em comparação com outros títulos de renda fixa?
  • Qual é a liquidez dessa aplicação?
  • Qual é o investimento mínimo?
  • Como calcular o rendimento atrelado ao CDI?
  • Quais são as outras formas de remuneração?
  • Como se planejar financeiramente para uma LF?
  • Quais são os cuidados necessários com esse investimento?
  • Passo a passo para aplicar em LF.

O que é Letra Financeira

 

Letra Financeira é uma aplicação de renda fixa que busca recursos de longo prazo, a partir de dois anos. Esse investimento tem um valor mínimo de R$ 150 mil, incidência da menor alíquota do Imposto de Renda (15%) e alta rentabilidade, normalmente pós-fixada.

O rendimento da Letra financeira costuma ser atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, índice de referência que fica próximo da Selic).

Bom, agora que você sabe o rendimento em relação ao CDI, é importante descobrir quanto isso significa na prática, certo?

Para saber qual é o CDI, que tem variação diária conforme os juros de empréstimos interbancários, você pode conferir a taxa mais atualizada no site da Cetip, a integradora do mercado financeiro.

Ao fazer essa pesquisa, você vai ver que a valorização oferecida pela Letra Financeira é uma das maiores da renda fixa.

Mas, na simulação de investimento, é importante lembrar do Imposto de Renda (IR), que vai abocanhar 15% dos seus ganhos na hora do resgate.

Além do IR, você não precisa se preocupar com outros tributos ou taxas.

Neste resumo inicial sobre a Letra Financeira, é importante salientar que esse investimento não pode ser resgatado antes do prazo – apenas no vencimento, que é de, no mínimo, dois anos, a depender de cada um desses títulos.

Por isso, antes de optar por esse título, é importante realizar um planejamento financeiro adequado, que leve em conta todos os seus custos mensais, gastos extras e rendimentos ao longo dos próximos meses e anos, para não sofrer com a falta de liquidez.

Como funciona

 

A Letra Financeira funciona de forma semelhante a outros títulos de renda fixa. Uma de suas particularidades é que ela se trata de uma aplicação de longo prazo, sempre superior a dois anos, e com investimento inicial alto, de pelo menos R$ 150 mil.

Diferentemente de muitas outras aplicações, a Letra Financeira não pode ser negociada antes desses dois anos.

O rendimento costuma ser pós-fixado, atrelado ao CDI.

Mas também há títulos desse tipo que remuneram de forma prefixada, com uma taxa de juros anual especificada antes da aplicação.

Existem ainda Letras Financeiras atreladas a um índice, como o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que ajudam a blindar o investimento da inflação.

Alguns desses títulos oferecem pagamento de juros semestrais, mas, nesse caso, você precisa contar com o desconto do Imposto de Renda a cada seis meses.

Ao contrário de investimentos como CDB (Certificado de Depósito Bancário) e LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio), a Letra Financeira não possui a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Sabe o que isso significa?

Preste atenção: o FGC é uma organização não governamental, mantida com aportes mensais das instituições financeiras do país.

Esse fundo é usado para garantir o equilíbrio do sistema financeiro do Brasil.

Em caso de quebra ou intervenção em uma instituição financeira, o FGC entra em ação para auxiliar o banco ou a corretora e também os investidores.

Aplicações como a poupança, o CDB e LCI/LCA têm a proteção desse fundo: se você investe em uma delas, conta com a devolução do saldo de seu investimento em caso de falência da instituição emissora, para um limite de até R$ 250 mil por CPF por banco ou corretora que tenha emitido esse título.

No caso da Letra Financeira, não há essa garantia. Você depende da solidez da instituição financeira que emite o título.

Por isso, não adianta buscar rentabilidades astronômicas em instituições pouco confiáveis: é preciso ir atrás do histórico de crédito e da solidez da instituição financeira.

A seguir, vamos entender melhor quais aspectos analisar antes de fazer seu primeiro investimento em Letras Financeiras.

Investimento e prazo mínimo

 

O investimento mínimo para uma Letra Financeira é de R$ 150 mil e o prazo mínimo do título é de dois anos. É importante lembrar, ao considerar esse título, que você não poderá resgatar o dinheiro antes desse prazo, nem com deságio (quando há o pagamento de um prêmio ao banco ou à corretora).

Levando em conta o investimento e o prazo mínimos, é essencial que a rentabilidade do título em questão seja superior a concorrentes mais líquidos.

Se não for, não faz sentido aplicar nesse título, já que as restrições não oferecem a contrapartida necessária na remuneração.

Rentabilidade

A rentabilidade da Letra Financeira costuma ser uma das maiores do mercado de renda fixa, aquele cujos rendimentos podem ser calculados ou projetados na hora do investimento.

A valorização desse título normalmente é oferecida de forma pós-fixada, de acordo com o desempenho do CDI, embora também haja opções atreladas ao IPCA (que pagam juros mais a variação da inflação oficial) e prefixadas (com juro anual já definido na hora da aplicação).

O formato da remuneração pode ser semestral: nesse caso, o pagamento dos juros ocorre a cada seis meses. Não esqueça, porém, que essa opção acarreta a cobrança semestral de Imposto de Renda, o que prejudica a rentabilidade final do título, já que o valor coletado antecipadamente pelo IR deixa de ficar se valorizando ao longo de todo o período restante.

Ficou um pouco confuso sobre as características desses títulos?

Vamos esmiuçar os detalhes: LF é o tipo da aplicação (Letra Financeira), o prazo é o período até o vencimento (antes do qual não se pode fazer o resgate), o rendimento é atrelado ao CDI (que é uma referência comum de rentabilidade em investimentos) e o valor mínimo é o mesmo para todos, de R$ 150 mil.

Para simular investimentos em Letras Financeiras, você pode usar a Calculadora do Cidadão, uma ferramenta disponibilizada gratuitamente pelo Banco Central.

Nela, você pode usar os últimos anos como exemplo de quanto uma aplicação com essas características rendeu: basta selecionar a aba CDI, digitar o valor, o período e o percentual do CDI.

Exemplo: uma aplicação de R$ 150 mil num primeiro título de LF que paga, por exemplo, 109% do CDI, teria rendido 32,10% (antes do IR) ao longo de dois anos, de maio de 2015 ao fim de abril de 2017, considerando o CDI desse período.

Considerando o Imposto de Renda, o resultado final nesse exemplo seria uma valorização de R$ 40.934,13, totalizando R$ 190.934,13.

Viu? Esse exemplo mostra bem o quão bom pode ser o resultado dessa aplicação comparado com outros de renda fixa.

Mas é importante lembrar que os últimos anos tiveram CDI acima da média, devido a uma Selic elevada para conter a inflação.

O Boletim Focus, divulgado no começo de julho desse ano, reduziu a perspectiva para a Selic em 2017 a 8,13%.

Isso quer dizer que o CDI deve ficar próximo desse patamar, ou seja, com rendimento inferior a anos anteriores.

Essa observação é para que você não crie expectativas falsas: todas as aplicações em renda fixa pagarão menos nos próximos anos, porque dependem, de uma forma ou de outra, de títulos do Governo Federal.

Para quem é indicado

A Letra Financeira é indicada para investidores com capital elevado, que buscam diversificar seus investimentos e aplicar quantias maiores, com rentabilidade potencialmente melhor que a de outros títulos de renda fixa.

O risco se dá apenas para o caso de uma possível quebra da instituição financeira, fator que pode ser driblado com uma boa pesquisa do histórico e da solidez da corretora ou do banco de investimentos.

Vantagens

As vantagens da Letra Financeira são basicamente as seguintes:

  • Rentabilidade superior à média na renda fixa
  • Possibilidade de diversificação de investimentos
  • Facilidade de aplicação.
  • Projeção confiável de retornos na hora do investimento
  • Menor alíquota do Imposto de Renda (15%).

Desvantagens

 

As desvantagens da Letra Financeira podem ser elencadas da seguinte forma:

  • Investimento mínimo alto, de pelo menos R$ 150 mil
  • Prazo longo, de no mínimo dois anos
  • Impossibilidade de resgate antes do vencimento
  • Tem incidência de Imposto de Renda
  • Não oferece a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Riscos

O risco de uma LF não é o mesmo de uma aplicação em renda variável, já que o rendimento desse título é conhecido antes da aplicação. A insegurança aqui se dá ao aplicar em instituições pouco sólidas, sem um histórico louvável e comprovável.

É importante lembrar que a Letra Financeira não tem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Para aplicações como CDB e LCI/LCA, o FGC cobre o saldo do investimento até o limite de R$ 250 mil por CPF por instituição financeira emissora.

Tributação

A tributação da Letra Financeira é basicamente o Imposto de Renda, em sua alíquota mínima, que é a de 15%, para aplicações superiores a dois anos.

Mas é importante entender como se dá a tributação em outros investimentos, para que você possa comparar devidamente.

Em muitas aplicações de renda fixa, incluindo o CDB, existe a cobrança de Imposto de Renda.

Ela varia de acordo com o tempo de investimento, conforme uma tabela regressiva, que vai de menos de 180 dias a mais de 720 dias.

Veja abaixo:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Na Letra Financeira, a alíquota segue essa mesma tabela. Mas, como já se sabe que o prazo será superior a dois anos, você não pagará mais de 15% de Imposto de Renda.

Só não esqueça este detalhe: o IR incide apenas sobre o rendimento, e não sobre toda a aplicação.

Os investidores que miram o curtíssimo prazo (30 dias), que não é o caso das LFs, ainda precisam se preocupar com o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que é cobrado para quem resgata a aplicação em um a 29 dias.

Confira a tabela do IOF:

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

Viu? Esse é apenas um lembrete de que as aplicações de longo prazo se beneficiam de uma cobrança menor de Imposto de Renda.

Como investir

 

É muito fácil investir em Letras Financeiras. Para facilitar sua vida, vamos dar um passo a passo de como esse processo ocorre no BTG Pactual digital, uma instituição financeira confiável que possui toda a solidez e confiança que esse tipo de investimento exige.

Ao fazer seu cadastro, você verá que o time de especialistas do BTG Pactual digital vai guiá-lo em todos os seus primeiros passos de investimentos tirando todas as suas dúvidas na hora de investir e não vai deixá-lo na mão nessa jornada.

Veja como investir em Letras Financeiras de forma segura e confiável:

  1. Entre no site do BTG Pactual digital
  2. Cadastre-se online, sem precisar sair de casa
  3. Responda um pequeno questionário que tem o objetivo de descobrir o seu perfil de investidor. Essas respostas serão úteis para guiar seus investimentos
  4. Você poderá contar com a assistência de um especialista do BTG para começar a aplicar seu dinheiro. Explique seu interesse em Letras Financeiras para que ele possa verificar se há alguma opção disponível para o seu perfil
  5. Nesse momento, é possível que ele mostre ainda outras alternativas de aplicação, que você pode levar em conta para compor o seu portfólio de investimentos
  6. Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá acompanhar todas as suas posições pelo site ou pelo aplicativo
  7. Confira os relatórios periódicos com seus investimentos, comparações de rentabilidade e opções para aplicações futuras.

Fácil, não?

Confira os títulos de renda fixa disponíveis na plataforma do BTG Pactual digital

Planejamento financeiro para investir em Letras Financeiras

 

Antes de aplicar em Letras Financeiras, é necessário fazer um diagnóstico acurado de suas finanças, já que se trata de um investimento de longo prazo.

Para isso, prepare uma planilha, de papel ou virtual, e comece a anotar todos os seus gastos. É importante que você divida e categorize todas as despesas e inclua também possíveis custos extraordinários que podem estar no seu horizonte.

Além dos gastos, assinale todos os seus rendimentos atuais e perspectivas futuras.

Assim, você terá uma boa noção do quanto tem para investir de verdade e qual é o percentual de suas reservas do qual você não precisará nos próximos dois, três, quatro ou cinco anos.

Nessa função, a maioria dos orientadores financeiros recomenda que seja mantido um colchão de emergência equivalente a cinco ou seis meses de suas despesas básicas.

Essa fatia das reservas deve ser alocada em aplicações de alta liquidez, como Fundos DI, títulos do Tesouro Selic e LCIs e LCAs de curto prazo.

Depois desse colchão de emergência, você pode aplicar conforme diferentes prazos, para garantir sempre o melhor retorno.

Lembre-se: normalmente, os rendimentos mais altos geralmente dependem de prazos maiores.

É o caso das Letras Financeiras, para as quais você deve se preparar para manter o dinheiro investido por pelo menos dois anos.

Conclusão

 

A Letra Financeira pode ser uma excelente opção para quem mira o longo prazo e conta com um elevado capital inicial e a certeza de que não precisará do dinheiro antes de dois anos da aplicação.

Para esses casos, esse investimento oferece uma das maiores rentabilidades da renda fixa, normalmente atrelada ao CDI.

É importante levar em conta um aspecto fundamental ao aplicar nesse tipo de título: a solidez da instituição emissora.

Isso porque a Letra Financeira não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo de investimentos como a poupança, o CDB e LCI/LCA em caso de quebra da instituição financeira.

Além disso, quem se interessa pelas características da Letra Financeira deve buscar informações também sobre CDB e LCI/LCA, duas aplicações com bons retornos e maior flexibilidade de vencimentos e liquidez. A primeira tem cobrança de Imposto de Renda, e a segunda, não. Ambas são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito.

E aí, está esperando o quê para conferir de perto todas as opções que o BTG Pactual digital oferece?

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