O que são Títulos Privados de renda fixa e como investir

titulos-privados-o-que-sao-titulos-de-renda-fixa-btg-pactual.jpg

Títulos privados de renda fixa oferecem muitos caminhos para quem deseja sair da poupança e obter rentabilidade superior com risco controlado.

Aplicações como CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e LCIs/LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio) contam com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que banca o saldo do investimento em caso de quebra da instituição financeira emissora do título, até um limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição emissora.

Assim, o risco de crédito do investimento é reduzido, assim como o da caderneta de poupança, e o potencial de valorização é mais elevado que o da poupança.

Mas, da mesma forma como os títulos públicos, os títulos privados de renda fixa dependem da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Quando ela está em trajetória de crescimento, a rentabilidade dos ativos privados tende a aumentar.

Quando ela se encontra em tendência de queda, o rendimento desse tipo de título costuma se reduzir.

Mesmo assim, diante de qualquer perspectiva econômica, os títulos públicos apresentam rendimentos e possibilidades mais interessantes do que a caderneta de poupança, que, nos últimos anos, tem lutado para tentar superar a inflação.

Por isso, fique atento para a leitura deste post, no qual vamos esclarecer dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Qual é a segurança e o risco dos títulos privados?
  • Quais são as vantagens e desvantagens em relação aos títulos públicos?
  • Como encontrar boas opções de ativos privados?
  • Qual é a tributação que esse tipo de investimento sofre?
  • Essa aplicação rende mesmo mais do que a poupança?
  • Como começar a investir?

Ficou interessado? Siga a leitura.

O que são títulos privados de renda fixa?

Títulos privados de renda fixa são ativos oferecidos por instituições privadas, como bancos e financeiras. Apresentam remuneração previamente acordada, com rendimentos prefixados (juro anual fixo), pós-fixados (atrelados a um indicador, como o CDI, que é referência de rentabilidade) ou híbridos (juro fixo mais variação do IPCA, que é a inflação oficial).

Para que você entenda melhor como esses títulos funcionam, vamos retomar alguns pontos importantes dessa história.

As incertezas do cenário econômico do Brasil fizeram com que alguns investidores mais inexperientes temessem diversificar seus investimentos e mantivessem suas reservas em produtos como a poupança.

Mas a saúde financeira é um tema cada vez mais em voga.

Os termos do universo de investimentos podem soar complicados e às vezes até distantes da realidade da maioria, o que não passa de um grande mito.

Títulos privados de renda fixa são um bom exemplo dessa confusão.

Falar em títulos pode soar pomposo, mas quando falamos nas modalidades privadas de renda fixa elas estão mais próximas do dia a dia do que muitos imaginam.

Aplicações como CDBs, Letras de Câmbio, LCIs/LCAs e debêntures são alguns dos exemplos desses títulos e que são cada vez mais populares no mundo dos investimentos.

Para explicar de forma simples, estes títulos são emitidos por bancos, financeiras ou empresas privadas e funcionam para captar recursos para essas instituições.

Em outras palavras, ao adquirir um dos títulos, o cliente faz uma espécie de empréstimo ao banco, financeira ou companhia, que, em troca, determina valores para a remuneração (juros) e fixa um período para poder o cliente voltar a movimentar o dinheiro (prazo).

De modo geral, pode-se afirmar que, entre os títulos privados de renda fixa, duas características são os principais atrativos: rentabilidade e segurança. Vale lembrar que as debêntures não contam com garantia do FGC, então seu risco de crédito depende da empresa emissora.

Estes estão entre os grandes atrativos dessas modalidades, o que, de alguma forma, os torna próximos da lembrança sobre a caderneta de poupança, que por muito tempo foi lembrada como um dos melhores investimentos do país.

Os títulos privados de renda fixa são uma excelente opção de investimento para o cliente, especialmente aqueles que querem fugir da baixa rentabilidade da poupança.

Ao longo deste artigo vamos conhecer mais características e vantagens deste tipo de investimento.

Títulos privados e a Selic

titulos-privados-e-selic-btg-pactual.jpg

Muitos investidores iniciantes não relacionam diretamente a Taxa Selic, definida pelo Banco Central para regular a economia e combater a inflação, com a rentabilidade dos títulos privados, que são atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Mas isso é um engano: o CDI tem influência total da taxa básica de juros e fica muito próximo dela.

O CDI é uma taxa usada para negociações entre as instituições financeiras, que usam os títulos públicos como lastro para seus empréstimos.

Assim, de forma direta ou indireta, a Taxa Selic tem impacto elevado na rentabilidade de qualquer título de renda fixa, público ou privado.

Dessa forma, você precisa lembrar que o rendimento dos títulos tende a cair em tempos de redução da Selic e costuma se elevar em períodos de elevação da taxa.

Diferença entre títulos públicos e títulos privados

titulos-privados-diferenca-titulos-publicos-e-privados-btg-pactual

A diferença entre os títulos públicos e os títulos privados é que os primeiros são emitidos pelo Tesouro Nacional e bancados pelo Governo Federal e os últimos são emitidos por empresas privadas e garantidos pela própria instituição e alguns títulos podem contar com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Entre as opções de renda fixa disponíveis no mercado, uma das mais populares entre os clientes é o Tesouro Direto.

Criado em 2002 pelo Tesouro Nacional, ou seja, pelo Governo Federal, em parceria com a BM&FBovespa, é considerado um investimento seguro, pois quem garante a sua remuneração é justamente o governo do país. É o perfeito exemplo de título público. Para alguns desses títulos, que apresentam volatilidade, o ideal é manter o investimento até a data de vencimento, dado que vender antes do prazo pode causar algum prejuízo. Por isso, entenda bem cada um desses títulos e converse com um assessor financeiro se precisar de ajuda!

Já os títulos privados, como dissemos anteriormente, são emitidos por bancos, financeiras ou empresas privadas. Eles têm diferentes referenciais para remuneração e de garantias de segurança.

Tipos de títulos privados de renda fixa

titulos-privados-tipos-de-titulos-privados-de-renda-fixa-btg-pactual

São várias as opções de títulos privados de renda fixa. Abaixo, vamos conhecer algumas delas:

Certificados de Depósitos Bancários

É definitivamente o mais popular dentre eles.

Os CDBs são bastante atrativos para o investidor iniciante, pois têm remunerações mais atrativas quando comparadas com a caderneta de poupança.

Oferecidos pelos bancos, têm rentabilidade variável dependendo da instituição escolhida, que define as taxas e os prazos para manutenção dos valores em conta.

Entre as opções de CDB, estão o prefixado, em que o cliente sabe no momento da contratação o quanto será remunerado pelo investimento, o pós-fixado, opção mais popular e com remuneração vinculada ao CDI, e o híbrido, uma combinação das duas e que usa como referência um índice de inflação.

É possível encontrar CDBs com liquidez diária ou de diversos prazos, que poderão apresentar rentabilidade superior que os diários. Por isso, é importante é importante entender o produto e ter um controle de seu orçamento antes de aplicar, pois pode ter de manter o investimento até o vencimento do título.Conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, nos mesmos moldes da poupança.

Sofre a tributação do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações inferiores a 30 dias e do Imposto de Renda, de acordo com o tempo do investimento, de menos de 180 dias (22,5%) a mais de 720 dias (15%).

Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio

titulos-privados-letras-de-credito-imobiliario-e-agronegocio-btg-pactual

São duas as opções de Letras de Crédito: o Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA). Similares ao CDB no quesito rendimento, tanto a LCI quanto a LCA são emitidas pelos bancos com o objetivo de captar recursos para empréstimos.

O destino desses empréstimos é que muda, dependendo de qual for a opção do cliente, ou para o setor imobiliário ou para o agronegócio.

Também assim como os CDBs, podem ser prefixados ou pós-fixados, e entre as suas grandes vantagens está a isenção do pagamento de Imposto de Renda, da qual os seus similares de renda fixa não estão.

Também contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, nos mesmos moldes da poupança.

Letras de Câmbio

As Letras de Câmbio também são similares ao CDB e à LCI e LCA. Porém, diferentemente do primeiro, que é um título emitido por bancos, a Letra de Câmbio é emitida por financeiras, ou seja, sociedades de crédito, financiamento e investimento, com o objetivo de levantar recursos no mercado para empréstimo.

Esse detalhe faz toda a diferença na hora de oferecer os recursos aos clientes. Por não terem a mesma solidez que os grandes bancos, as financeiras oferecem um risco maior, o que se transforma, geralmente, em taxas de remuneração mais atrativas para as Letras de Câmbio na comparação com os seus similares em renda fixa.

Da mesma forma que o CDB, são três as opções de Letras de Câmbio disponíveis no mercado: a prefixada, com rentabilidade conhecida no momento da contratação, a pós-fixada, alternativa mais popular e com remuneração vinculada ao CDI, e a híbrida, que conta com características das duas, com variação normalmente associada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA).

Conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito também nos mesmos moldes que a poupança.

Debêntures

Uma das formas mais antigas para captação no país, as debêntures são títulos de crédito emitidos por empresas do tipo SA (Sociedades Anônimas) e seus recursos são destinados principalmente para o capital fixo das empresas, para pagar juros, participações nos lucros, entre outras coisas. Podem ser de três tipos: prefixados, pós-fixados e híbridos.

Para investir em debêntures é preciso abrir uma conta em um banco ou em uma corretora.

As debêntures podem ser convertidas em ações (conversíveis) ou não (simples) e contam com a mesma tributação do Imposto de Renda dos CDBs e das Letras de Câmbio. Normalmente é aconselhada como investimento de médio a longo prazo e são uma alternativa recomendada para a diversificação das aplicações, indicadas para investidores com maior experiência.

Uma das suas modalidades, as Debêntures Incentivadas, estão isentas de Imposto de Renda.

Normalmente, oferecem rentabilidade superior a outros títulos de renda fixa, mas não contam com a proteção do FGC.

Vantagens

titulos-privados-vantagens-btg-pactual

São muitas as vantagens de aplicar em Títulos Privados de Renda Fixa.

Rendimento acima da poupança

Essa é uma das mais propagadas vantagens. Enquanto a poupança teve em 2016 um ganho anual de 1,9%, descontada a inflação, títulos privados consolidaram-se como uma alternativa para investidores que buscavam diversificar seu portfólio e sair da poupança. Além dos títulos privados, há títulos do Tesouro Direto que rendem mais que a poupança. Veja no site do BTG Pactual digital algumas opções.

Proteção do FGC (exceto debênture)

Com exceção das debêntures, os títulos privados de renda fixa mencionados acima contam com proteção do Fundo Garantidor de Crédito, o conhecido FGC.

Essa entidade privada administra um mecanismo de proteção aos investidores que permite ao cliente recuperar os depósitos ou créditos no valor de até R$ 250 mil por CPF e por instituição emissora desses títulos.

Ou seja, em caso de alguma adversidade com o banco ou financeira escolhidos e estes não puderem arcar com o compromisso assumido, o FGC garante a segurança do investidor contra qualquer possibilidade de ficar sem o valor aplicado dentro dos limites mencionados.

Liquidez

titulos-privados-liquidez-btg-pactual

Quando falamos em CDB, Letras de Câmbio e LCI/LCA, a liquidez depende da modalidade de título contratada pelo cliente.

Há as modalidades com liquidez diária, ou seja, em que pode-se movimentar o dinheiro a qualquer momento do período definido, ou apenas no vencimento, em que os ganhos estão associados à retirada de valores apenas ao final do prazo estabelecido inicialmente.

A mesma regra, no entanto, não segue o mesmo padrão quando o assunto é debêntures, mercado que nem sempre conta com grande liquidez.

Para essa modalidade, a recomendação dos educadores financeiros é para uma maior atenção no momento de definir o resgate.

O ideal é reservar em outro investimento de liquidez significativa uma parte das economias, pois caso seja preciso acessar os recursos alocados nas debêntures pode haver perda de dinheiro.

Tributação

titulos-privados-tributacao-btg-pactual

Os CDBs, as Letras de Câmbio e as Debêntures estão sujeitas à cobrança do Imposto de Renda. O imposto é pago no momento do resgate da aplicação e incide apenas sobre os rendimentos, ou seja, nos juros pagos pelo banco. Os percentuais de cobrança estão definidos em:

  • Até 180 dias: alíquota de 22,5%
  • De 181 a 360 dias: alíquota de 20%
  • De 361 a 720 dias: alíquota de 17,5%
  • Acima de 720 dias: alíquota de 15%.

Para investimentos com prazo menor do que 30 dias ainda há a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que pode chegar a 96% para um dia de aplicação.

No quesito tributação, há duas exceções aqui. As LCI/LCAs estão isentas do Imposto de Renda e uma das modalidades de debêntures, as chamadas Debêntures Incentivadas, emitidas por empresas com atuação em projetos de infraestrutura, também.

A intenção aqui era garantir mais fontes de financiamento para as grandes obras necessárias ao país, como estradas, portos e aeroportos.

Risco de Crédito

O risco de crédito nos títulos privados de renda fixa está associado à possibilidade de a instituição não devolver ao cliente os valores investidos e a valorização prometida.

Ou seja, se o banco, a financeira ou a empresa na qual foram investidos os valores quebrar, o cliente fica sem recursos.

Apesar de parecer muito improvável que aconteça, esse é um risco a ser considerado. Por isso os investimentos com a garantia do FGC, dentro dos limites já mencionados nesse texto, estão entre os mais recomendados por aqueles que prezam por segurança no crédito.

As debêntures, por não contarem com essa garantia, podem ser consideradas mais arriscadas, risco que é hoje recompensado com melhores taxas de rentabilidade ao investidor.

Como investir

titulos-privados-como-investir-btg-pactual

Em todos as modalidades é preciso abrir uma conta no banco ou corretora responsável pela administração dos títulos.

CDB

Na CDB, é preciso fazer uma análise do contexto econômico para definir a modalidade de rentabilidade: prefixado, aquela opção em que se conhece a remuneração final já no momento da contratação, o pós-fixado, que tem a remuneração atrelada ao valor do CDI, e uma terceira, menos comum, a híbrida, que está atrelada a um índice de inflação.

LCI/LCA

As regras para investimento em LCI/LCA dependem do banco ou da corretora escolhidos. O valor inicial da aplicação varia entre as instituições, mas usualmente variam entre R$ 5 mil e R$ 30 mil ou mais.

Na comparação de curto prazo entre LCI/LCA e CDB, a primeira pode levar vantagem por contar com a isenção do Imposto de Renda, em contraste com a maior alíquota paga pela última.

O ideal é que procure opções com bom rating de crédito, que ofereçam rentabilidade líquida superior ao Tesouro Direto e dentro de um vencimento razoável para sua disponibilidade financeira e, claro, que esteja adequada ao seu perfil de risco.

LC

Possui regras similares às do CDB, com a diferença de que, de modo geral, é preciso um valor inicial geralmente maior para iniciar a aplicação.

Uma consulta às financeiras é recomendada antes de se aventurar por essa opção. Fique atento ainda ao prazo de investimento, uma vez que entre as melhores alternativas estão normalmente vinculadas a prazos mais longos.

Invista com o BTG Pactual digital

titulos-privados-invista-com-btg-pactual

Viu como dá para investir com baixo risco e boa rentabilidade nos títulos privados de renda fixa?

Antes de começar a aplicar, você precisa abrir conta em uma corretora ou banco de investimentos. E nessa hora, nós indicamos o BTG Pactual digital, uma instituição financeira sólida que oferece o melhor atendimento e alguns dos melhores retornos do mercado.

Veja como se cadastrar sem sair de casa:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Após o envio das informações, aguarde um retorno de nossa equipe!

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir que os títulos privados são as melhores opções para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um especialista

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões sozinho. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um especialista, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos. Ele irá te apresentar diferentes opções de investimento de acordo com o seu perfil e explicar os detalhes de cada uma delas para que você escolha o produto em que irá aplicar!

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Receba relatórios

A cada mês, você vai ter acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando, inclusive com comparações a indicadores do mercado e a outras aplicações.

Conclusão

titulos-privados-renda-fixa-disponiveis-btg-pactual

Existem muitas opções de títulos privados de renda fixa disponíveis no mercado financeiro.

Mas você pode notar que os melhores retornos não necessariamente estão naquele banco onde você mantém uma conta desde criança.

Lembre-se: nessa hora, o apego não vai ajudar.

É o momento de analisar com cautela as instituições financeiras com diferentes opções e que contem com um rating de crédito que inspire confiança.

Esse é o caso do BTG Pactual digital.

Além de solidez e segurança, essa instituição financeira tem um time de especialistas à disposição para guiá-lo em seus primeiros passos de investimentos e ajudá-lo a destinar seu dinheiro às aplicações que vão oferecer rentabilidades interessantes nos prazos desejados.

Essa equipe de profissionais vai ajudar não apenas a encontrar aqueles títulos de longo prazo, mas também aqueles fundos e aplicações mais imediatas, que vão servir para construir seu colchão de liquidez.

Esses investimentos mais líquidos, como fundos DI, CDB com liquidez diária, títulos do Tesouro Selic e fundos do Tesouro Direto, são necessários para garantir os recursos que você precisa em emergências e eventos extraordinários.

Gostou das dicas sobre os títulos privados de renda fixa? Deixe um comentário.

Deixe seu comentário 0