Investir em Tesouro Direto pode valer a pena, principalmente, por sua segurança, considerada a mais alta possível no Sistema Financeiro Nacional.

O Tesouro Direto é um programa da Secretaria do Tesouro Nacional de venda de títulos da dívida pública para pessoas físicas.

Nele, você empresta dinheiro ao Governo Federal ao comprar papéis de títulos das dívidas.

Com esse investimento, o governo paga a você o investimento do empréstimo com juros à aplicação.

Neste artigo, você vai tirar as seguintes dúvidas sobre o Tesouro Direto:

  • Quais são os tipos de rendimento existentes?
  • Como a rentabilidade líquida é afetada pelos custos de administração e custódia?
  • Qual é a tributação desse tipo de investimento?
  • Existem aplicações de renda fixa mais rentáveis?

Ficou interessado? Então siga a leitura.

O que é Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um investimento de baixo risco, disponibilizado ao mercado pelo Tesouro Nacional. A aplicação costuma ser uma das preferidas por quem quer maior rentabilidade, mas sem correr riscos. Essas são características que servem de estímulo para deixar a poupança.

Para quem ainda se sente preso à caderneta, talvez não haja investimento mais adequado.

O Tesouro Direto aceita aplicações a partir de R$ 30, com investimentos realizados pela internet, com toda comodidade.

A Secretaria do Tesouro Nacional gerencia a aplicação desde o início dos anos 2000.

Ela atua em parceria com a BMF&Bovespa, que é responsável pela venda de títulos da dívida pública do país.

Entender como o Tesouro Direto funciona é bastante fácil.

De forma básica, o investidor empresta dinheiro para o Governo Federal que, dentro de um prazo pré-determinado, paga a quantia devida somada a juros.

De acordo com a opção escolhida, três são os tipos de rentabilidade que você encontra ao investir em títulos de renda fixa do Tesouro Nacional, entre os quais se inclui o Tesouro Direto.

São eles:

  • Prefixada: que possui juros anuais predefinidos
  • Pós-fixada: que possui retorno atrelado à Selic, a taxa básica de juros da economia nacional
  • Híbrida: que possui juros fixos anuais mais a variação do IPCA, índice que é considerado a inflação oficial do país.

Como você vai ver ainda neste artigo, a modalidade sofre a incidência do Imposto de Renda.

Para tanto, segue a tabela da renda fixa, de 22,5% a 15%, o que varia de acordo com o tempo de aplicação.

Mas não é apenas a tributação que precisa ser considerada ao avaliar a aplicação financeira.

É preciso levar em conta no seu cálculo de rentabilidade líquida a existência da taxa de custódia, que é de 0,3% ao ano sobre o total investido.

E tem também a taxa da instituição financeira. Mas aí temos uma boa notícia: algumas delas, como o BTG Pactual digital, não cobram taxas para investimentos em Tesouro Direto.

Rentabilidade do Tesouro Direto

O Tesouro Direto apresenta diferentes opções de títulos com tipos de rendimento e prazos diversos. Já falamos a respeito, mas não custa repetir para que não restem dúvidas.

Na rentabilidade prefixada, há o pagamento de juros fixos anuais.

Na pós-fixada, o retorno é atrelado à Selic, a taxa básica de juros da economia.

Na híbrida, existem os juros fixos anuais somados ao pagamento da variação da inflação.

A seguir, veja mais detalhes:

Tesouro IPCA+ (NTNB Princ)

A rentabilidade do Tesouro IPCA + (NTNB Princ) é definida em um percentual de juros ao ano mais a variação do IPCA do período.

A remuneração e o desconto do Imposto de Renda ocorrem apenas no vencimento ou no resgate antecipado.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTNB)

A rentabilidade do Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais também é definida com os juros anuais mais a variação do IPCA do período.

A diferença está em sua remuneração, que oferece pagamentos a cada semestre (com incidência do Imposto de Renda a cada seis meses, portanto, e impacto no rendimento líquido).

Tesouro Prefixado

O rendimento desse tipo de título é predefinido e você pode calcular exatamente o valor a ser resgatado no seu vencimento.

Tesouro Selic

O rendimento desse tipo de título é completamente vinculado à Selic, a taxa de juros básicos da economia.

Um aumento da Meta Selic eleva o rendimento, e uma redução na meta desfavorece a rentabilidade.

E agora, qual rentabilidade é melhor?

A dúvida entre Tesouro Prefixado, Tesouro IPCA e Tesouro Selic é bastante comum.

Em momentos de queda da Selic, o Tesouro IPCA oferece uma forma de investir no longo prazo com blindagem da inflação e um ganho real.

Já o prefixado garante o rendimento definido mesmo que a taxa de juros sofra cortes.

Mas, se você quiser vender esses títulos antes do vencimento, corre o risco de perder dinheiro.

Nesse caso, especialmente se você está começando nesse universo de investimentos, é importante saber que o Tesouro Selic pode ser negociado sem esse prejuízo, em qualquer momento, pois não tem a mesma volatilidade.

Tesouro Direto vs Poupança

O site do BTG Pactual digital oferece um para você testar as possibilidades antes de efetivamente aplicar o seu dinheiro.

É a maneira mais prática de entender quanto você pode ganhar ao deixar a poupança e escolher o Tesouro Direto ou outros produtos.

Ali, você define o tempo e o valor de aplicação e descobre quanto terá ao fim do período em um investimento no Tesouro Selic e na poupança.

Você vai perceber que, quanto mais longo o prazo de aplicação, mais você perde por deixar o dinheiro na caderneta.

Mas você não precisa nem recorrer a muitos cálculos: o Tesouro Direto bate a poupança quase sempre, com raras exceções, associadas a um prazo muito curto.

A única vantagem da poupança é que ela não paga Imposto de Renda nem IOF, tributações sobre as quais falaremos em breve.

Mesmo sem taxas ou impostos, a poupança é um péssimo caminho: quem o seguiu no início de 2015 e manteve o percurso até o fim de 2016 teve rendimento real nulo no período.

Sim, a poupança competiu com a inflação nesses dois anos e, considerando todo esse tempo, perdeu.

Imagine depositar dinheiro em uma aplicação e perceber, depois de dois anos, que aquele investimento fez seu poder de compra ser reduzido.

Por que os preços dos títulos públicos sobem e descem

Os preços dos títulos prefixados e vinculados à inflação sofrem variação diária, de acordo com as perspectivas da economia brasileira.

Esse fenômeno é chamado de “marcação a mercado”.

Então, se você não está habituado às flutuações do mercado a ponto de conseguir aproveitar eventuais momentos que poderiam te trazer benefícios e não poderá segurar o título até o fim, mire no Tesouro Selic, que garante rendimento sem a chance do prejuízo na venda antecipada.

Já os títulos Prefixados e Tesouro IPCA possuem volatilidade e, se comercializados em momento inadequado, podem prejudicar bastante sua rentabilidade ou até promover perdas.

Imagine um título prefixado comprado em momento de queda da Selic.

Se você o vende em momento de elevação dessa taxa, pode sofrer uma grande desvalorização

E por que isso acontece?

O título vai deixar de ser tão interessante quanto na compra, já que, com uma Selic mais alta, surgem títulos com melhores retornos.

Então, outros investidores vão favorecer os títulos novos, que pagam mais, em vez de se interessarem pelos seus, que contam com os juros menores.

Por que você escolheria comprar um papel que paga, por exemplo, 9,9% ao ano se novos títulos estão sendo emitidos com retornos de 10,5% ao ano?

Essa oscilação é o que chamamos de marcação a mercado: o interesse pelos ativos é o que determina seu valor ao longo do tempo.

Para evitar prejuízos, você tem três possibilidades:

  • Comprar apenas o Tesouro Selic
  • Segurar o papel até o vencimento
  • Acompanhar o valor do título para vender apenas em caso de elevação.

Para fazer esse monitoramento de valores, use a calculadora da Cetip.

Taxas

Existem dois custos para investir no Tesouro Direto. Um deles é cobrado pela BM&Bovespa, que opera os investimentos.

A taxa de custódia é de 0,30% ao ano.

Outro custo é o cobrado pela instituição bancária que vendeu o título e varia de instituição para instituição.

Essa taxa de administração, porém, está caindo em desuso.

Algumas instituições financeiras, como o BTG Pactual digital, já não a cobram essa taxa de administração.

Tributação

O Tesouro Direto sofre a tributação de grande parte dos investimentos de renda fixa: IOF, cuja alíquota começa em 96% para prazos inferiores a 30 dias, e Imposto de Renda, cuja alíquota se reduz ao longo do tempo, de 22,5% a 15%.

IOF

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um tributo de alíquota bastante elevada e, por isso, deve ser evitado sempre que possível.

Na tabela abaixo, você vai ver que a alíquota cai com o tempo, de um a 29 dias.

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

O Imposto de Renda do Tesouro Direto segue uma tabela regressiva, cuja alíquota vai de 22,5% (para menos de 180 dias) a 15% (para mais de 720 dias).

Confira:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Ao fazer suas projeções, lembre que o Imposto de Renda é cobrado apenas sobre a valorização da aplicação e não sobre o valor total do investimento.

Compensa investir no Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é considerado uma das aplicações mais seguras da renda fixa, já que é garantida pelo Governo Federal.

O investimento compensa principalmente por seu baixo risco, embora sua rentabilidade não seja sempre a maior.

Mesmo assim, a diversidade de rendimentos e vencimentos facilita muito a vida de quem busca diversificar o seu portfólio.

Além disso, o investimento inicial é baixo (a partir de R$ 30,00), a taxa de custódia cobrada pela BMF&Bovespa é de apenas 0,3% e, em algumas instituições, não há taxas de administração.

E a liquidez é bastante elevada. Se você precisar resgatar seu investimento, o prazo é de apenas um dia útil.

Das 9h30 as 18h, nos dias úteis, os resgates são processados com os preços e taxas disponíveis no momento da transação.

Das 18h as 5h e ao longo de todo o fim de semana ou feriado, os resgates são liquidados com os preços e taxas de abertura do dia útil seguinte.

Como calcular o rendimento

O site do Tesouro Direto conta com um simulador para você entender exatamente quanto terá de retorno ao fazer sua aplicação.

Com um passo a passo simples, a ferramenta auxilia a quem já sabe qual investimento fazer (ir direto em “Simular”) e a quem quer apenas fazer diferentes projeções para escolher qual a aplicação mais indicada para o seu perfil (opção “ainda não sei qual título escolher”).

Se você escolher a segunda opção, o simulador fará algumas perguntas para saber quais são seus objetivos com o investimento.

Por exemplo, se o seu objetivo for fazer um pé de meia a curto prazo a aplicação indicada é o Tesouro Selic.

Se você escolher informar quanto quer aplicar, o resultado mostrará quanto o investimento renderá, além de também detalhar quanto será destinado para as taxas de administração, papel e Imposto de Renda.

Há também a opção de informar quanto você quer resgatar em um determinado tempo.

Nesse caso, o simulador vai informar quanto você precisa investir para atingir seu objetivo. Ao final das simulações, você pode ver o detalhamento e ainda receber a simulação por e-mail.

Vídeo do simulador:

Outra ferramenta disponível no site do Tesouro Direto é a calculadora.

Nela, assim como no simulador, você também tem uma visão detalhada do investimento, mas é indicada para quem já tem a ideia em qual título aplicar seu dinheiro ou já tem uma aplicação ativa.

Como investir em Tesouro Direto com o BTG Pactual digital

Quem quer investir no Tesouro Direto pode abrir uma conta no BTG Pactual digital, uma instituição sólida e confiável que não cobra taxa de administração para essa aplicação.

Além disso, para quem busca outros títulos de renda fixa, o BTG oferece uma excelente assistência e taxas de retorno que estão entre as melhores do mercado.

Existem aplicações como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), normalmente um dos investimentos mais populares e rentáveis, e a LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio), que estão isentas de Imposto de Renda.

Outros investimentos, como os fundos de Tesouro Direto, por exemplo, permitem que você não se preocupe em escolher títulos e vencimentos – apenas faz o aporte dos recursos e os deixa para o gestor decidir quais papéis adquirir, sempre respeitando o regulamento do fundo.

Veja como é fácil aplicar:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir que os títulos do Tesouro Direto são bons destinos para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos ao te apresentar opções de investimentos compatíveis com o seu perfil.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Tenha acesso a relatórios

A cada mês, você terá acesso a um relatório personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado, inclusive com comparações a indicadores do mercado.

Conclusão

O rendimento do Tesouro Direto o coloca em posição de larga vantagem na comparação com a poupança.

Por isso, se você tem ou possuía recursos na caderneta, parabéns por dar este importante passo rumo a um futuro financeiro mais confortável e seguro.

Longe dela, você pode aplicar em títulos que realmente valorizem o seu dinheiro e o ofereçam rendimentos mais elevados no longo prazo.

O rendimento dos títulos públicos pode não ser o mais elevado da renda fixa, na comparação com algumas opções de CDBs, LCIs/LCAs, entre outros.

Mas não é apenas o rendimento que deve ser levado em conta nos seus cálculos.

Você precisa considerar também o risco, a liquidez e a segurança dos títulos públicos, que é a maior possível.

Se o Tesouro desse um calote geral, por exemplo, todas as aplicações de renda fixa, incluindo do mercado privado, ruiriam, pois são balizadas pelos papéis do Governo Federal.

Por isso, para a fatia mais conservadora e segura do seu portfólio, o investimento em Tesouro Direto pode fazer sentido.

Mas não deixe de contemplar a possibilidade de ingressar, aos poucos, na renda variável. Antes de fazer isso, procure conhecer bem todos os produtos que planeja investir e esteja bem confortável com o seu perfil de investidor.

Sabendo o seu perfil, você poderá ter um leque de produtos mais adequados, o que facilitará a sua escolha.

Dica: o BTG Pactual digital oferece alguns dos melhores fundos de investimento do mercado. Conheça!

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