Investimentos para juntar dinheiro para o casamento. Conheça!

Economizar para casar não é tarefa simples.

Além de envolver valores altos, o casamento tende a extrapolar qualquer projeção de custos, pois se trata de um evento de grandes expectativas e emoções.

Por isso, a organização das economias para o casamento precisa de boas doses de paciência.

Antes de tudo, você precisa tomar algumas medidas essenciais:

  1. Diagnóstico das finanças do casal
  2. Esboço inicial do evento
  3. Projeção inicial de gastos
  4. Engenharia para que os ganhos mensais superem os gastos e atinjam o total desejado para o custeio da cerimônia, da festa e da lua de mel.

Neste artigo, vamos analisar cada uma das etapas e mostrar alguns caminhos que poderão te ajudar a realizar esse sonho.

Preparado? Vamos lá.

Planejamento para juntar dinheiro antes de casar

Planejar uma festa de casamento é um processo longo e exaustivo, que exigirá muita dedicação do casal. Para dar conta de todos os detalhes e custos que uma festa de casamento exige, independente do tamanho que ela terá, é preciso poupar. E muito.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa do Instituto Data Popular e a Associação Brasileira de Eventos Sociais (Abrafesta), a mais recente sobre o tema, mostrou que em 2015 o mercado de casamentos movimentou R$ 17 bilhões na economia do país.

Outro dado do levantamento que é ainda mais impressionante foi o que mostrou um crescimento médio de 25% no valor investido com festas e cerimônias matrimoniais entre 2013 e 2016.

Mesmo que a festa reúna apenas os familiares e amigos mais próximos, espere um investimento alto.

Ainda que grande parte das cerimônias conte com a ajuda financeira de terceiros, o que ocorre em uma parcela dos casos, o casal provavelmente terá que destinar uma boa quantidade de dinheiro.

E, para isso, adivinhe, não há outra alternativa: é preciso poupar.

Não espere pelo pedido de casamento para começar a poupar

Sim, normalmente a velocidade em economizar recursos é inversamente proporcional ao tempo que resta até o casamento.

Ou seja, é preciso economizar desde antes que a ideia esteja definida.

Um casal que mora junto, por exemplo, pode começar a economizar para o casamento muito antes de um pedido oficial ou do noivado.

Na verdade, um casal prevenido pode começar a construir uma reserva financeira bem antes do casamento, o que facilita muito quando a data for definida.

Com mais tempo, o planejamento financeiro permitirá redução de custos, a adaptação dos custos de vida para os objetivos traçados e a escolha adequada de investimentos para a maior valorização do dinheiro.

Na prática, quanto antes você começar a poupar, melhor.

Estimando os gastos

Acredite, a frase do item anterior fará sentido quando a estimativa de gastos começar a ser feita.

É salão de festa, cerimonialista, buffet, decoração, luz, som, vídeo, fotografia, banda e tantos e tantos outros detalhes que dá para perder a conta na planilha.

Mas mesmo que pareça uma lista sem fim, é preciso começar. Definir o tamanho da festa e o número de convidados é o primeiro passo.

Depois, vem a busca por lugares, que deve ser feita com antecedência, buffet e outros itens vêm em seguida.

Tudo dependerá do perfil do casal e dos desejos para o tão esperado dia.

Tempo de planejamento

Quanto maior o tempo de planejamento para a festa, maior a possibilidade de uma cerimônia sem contratempos.

Essa é uma regra geral de qualquer evento.

O importante aqui também é que quanto maior o tempo de planejamento maior serão as alternativas para investir os recursos economizados para a festa.

A recomendação dos especialistas neste tipo de celebração é planejar com, no mínimo, um ano de antecedência.

Pode parecer exagerado em alguns casos, mas tudo se explica.

Reservar um salão para um número maior de convidados, por exemplo, pode ser uma tarefa inglória tamanho o número de festas, não só de casamento, realizadas semanalmente nas cidades.

Quanto maior o tempo para planejamento, maior a possibilidade de reservar com mais facilidade um espaço adequado para a festa dos sonhos.

Além da parte prática do casamento, quanto maior o tempo para a cerimônia maior serão as alternativas de aplicações para que o dinheiro possa render e auxiliar no pagamento da tão sonhada celebração.

Vantagens de fazer um planejamento financeiro antes de casar

Um bom planejamento financeiro é o primeiro passo para tornar realidade qualquer objetivo definido. E além de materializar o sonho, essa organização torna o caminho muito mais tranquilo para quem o traça.

Com um bom planejamento financeiro, você tem diversas vantagens:

  • Começa a poupar mais cedo e, no fim das contas, poderá obter maiores reservas
  • Economiza ao analisar a situação com cautela, sem recorrer a empréstimos, por exemplo, e buscando opções com a maior antecedência possível
  • Pode escolher exatamente o tipo de festa que terá, pois explora da melhor forma os investimentos dentro dos vencimentos visados
  • Tem uma jornada muito mais tranquila até o dia da cerimônia, por estimar devidamente os gastos e o tempo necessário para juntar o dinheiro.

Qual o melhor investimento?

Sabendo da necessidade de levantar recursos para o casório, é preciso saber onde investir o dinheiro.

Nessa decisão, três fatores são essenciais: rentabilidade, segurança e vencimento ou liquidez.

Esse último item é importante porque há produtos com bons retornos e que são menos líquidos e de vencimento mais longo. Ou seja, aqueles papéis em que você se compromete a não mexer no dinheiro por um período grande de tempo.

O CDB, por exemplo, atinge sua menor alíquota de Imposto de Renda (15%) após 720 dias de investimento.

A LCI/LCA geralmente tem juros mais atraentes também após dois anos.

Mas nem todos os casais começam a se planejar com tanta antecedência. Por isso, você pode mirar em títulos menores e até em fundos de investimento DI e de Tesouro Direto, que oferecem resgate rápido.

Poupança

Primeiramente, vamos apresentá-la. Mas, logo, você vai entender que não deve se apaixonar à primeira vista.

A poupança é tradicionalmente a primeira opção de investimento lembrada pela grande maioria dos brasileiros.

Uma pesquisa divulgada em 2016 pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro, apontou a modalidade como a preferida de 76% dos entrevistados.

A caderneta de poupança foi por um longo período em nossa história associada à garantia de rendimentos e proteção contra as altas taxas de inflação registradas na economia brasileira, especialmente nas décadas de 1970 e 1980.

Atualmente, a rentabilidade da poupança obedece a um percentual fixo determinado pelo Governo Federal.

Quando a Selic está em patamar superior a 8,5% ao ano, a poupança paga 0,5% ao mês mais uma Taxa Referencial (TR, de cálculo complexo e pequena diferença na conta).

Quando a Selic está em 8,5% ou menos, a caderneta oferece rendimento de 70% da Selic mais a TR.

Em 2016, a TR ficou, em média, em 0,15% ao mês.

A poupança é um investimento isento de Imposto de Renda.

Além disso, entre as suas vantagens da poupança estão o baixo custo, já que não tem taxas de administração ou performance.

Há ainda o fato de ser um investimento protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito, o FGC. Essa é uma instituição privada que, no Brasil, assegura até R$ 250 mil ao investidor em caso de quebra ou falência do banco ou corretora que ofereceu o título.

E tem também a vantagem do baixo investimento inicial e a sua liquidez, uma vez que os depósitos feitos podem ser retirados a qualquer momento.

Tesouro Direto

Criado no início dos anos 2000 pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&Fbovespa, o Tesouro Direto é considerado um investimento muito seguro no mercado financeiro, já que quem garante a sua remuneração é o Tesouro Nacional, ou seja, o Governo Federal.

Na prática, o dinheiro usado pelo investidor para comprar um título do Tesouro é usado pelo Governo Federal para se financiar.

Ao comprar o título, o investidor tem um prazo para receber de volta o valor investido, com o acréscimo de juros, o que supera os ganhos da poupança.

Dependendo do tipo e das condições econômicas, pode ser mais ou menos atraente do que CDBs, LCIs/LCAs e outras aplicações de instituições privadas.

Entre as principais características do Tesouro Direto, está o baixo valor inicial exigido para aplicação: a partir de R$ 30, é possível investir.

Os títulos do Tesouro Direto podem ser prefixados (quando o juro é definido no momento da compra do título), pós-fixado (quando o papel é indexado por um índice, como a Selic, a taxa básica da economia brasileira) e híbrido (quando paga um juro fixo mais a variação da inflação).

Além disso, há possibilidades com remuneração semestral, em que o pagamento dos juros é feito a cada seis meses (com a consequente incidência de Imposto de Renda sobre cada recebimento).

CDB

É provável que você já tenha ouvido falar no CDB.

O Certificado de Depósito Bancário está entre as opções mais populares de investimento do público brasileiro devido à garantia de baixo risco, facilidade de aplicação e rendimento maior do que o da caderneta de poupança.

Esse título possui a mesma garantia que a poupança, até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira emissora.

O CDB é uma aplicação de renda fixa oferecida pelas instituições bancárias em que o cliente faz uma espécie de empréstimo ao banco. Este banco determina o valor e fixa períodos em que o interessado não pode movimentar o dinheiro.

Durante este tempo, a instituição remunera com juros o valor depositado.

De modo geral, quanto maior o período sem movimentação, maior será a possibilidade de escolher uma alternativa com rendimento mais elevado, mas fique atento e compare os títulos oferecidos por diferentes instituições para saber se está fazendo um bom negócio!

Ao contrário da poupança, o CDB conta com uma remuneração variável de acordo com a instituição.

Tradicionalmente são três os tipos de CDB oferecidos pelos bancos:

  • CDB prefixado: em que o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação,
  • CDB pós-fixado: mais popular alternativa de CDB e que, de modo geral, tem a taxa de remuneração atrelada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, e
  • CDB híbrido: que normalmente associa sua remuneração a uma taxa fixa de juros e a variação de um índice de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

LCI/LCA

Com rendimentos similares aos do CDB, a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) estão entre os mais populares títulos isentos da cobrança de Imposto de Renda.

As modalidades foram criadas com o objetivo de fomentar o crédito imobiliário e do agronegócio no país.

Entre as modalidades oferecidas está a prefixada, opção em que o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação

Há ainda a pós-fixada, mais popular e com taxa de remuneração vinculada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, que acompanha de perto o valor da Selic, que é a taxa básica da economia brasileira.

A LCI/LCA são títulos de Renda Fixa considerados muito seguros, uma vez que estão entre as modalidades protegidas pelo FGC. Dessa forma, têm a mesma garantia que a poupança e o CDB.

Outra vantagem da LCI/LCA está na isenção de taxas de administração.

Entre as desvantagens da LCI/LCA está o fato de não possuir liquidez diária, ou seja, só podem ser resgatadas após o período determinado no momento da contratação.

Fundo DI

O Fundo DI é uma aplicação altamente líquida, que serve para aquele percentual do portifólio dedicado a solucionar qualquer emergência, com resgate diário.

Ele tem a cobrança de uma pequena taxa de administração anual e do come-cotas, uma antecipação do recolhimento do Imposto de Renda a cada seis meses.

Continue investindo mesmo após o casamento

Tanto esforço feito para proporcionar uma festa inesquecível não pode parar por aí.

Fazer um planejamento financeiro e realizar investimentos são iniciativas que podem, e devem, ser tomadas para qualquer que seja o objetivo do casal ao longo da vida.

Mesmo que nada concreto esteja em mente no momento, a dica é seguir economizando e diversificando a carteira de aplicações.

O resultado poderá ser visto rapidamente, uma vez que gerará mais conforto e tranquilidade quando a decisão para um novo movimento for tomada.

Essa reserva pode servir tanto para emergências quanto para eventos (shows, por exemplo), viagens ao exterior, educação dos filhos, cursos de idiomas, etc.

Abra sua conta no BTG Pactual digital

Se você quer economizar para o casamento, o melhor caminho é encontrar uma instituição sólida e segura como o BTG Pactual digital.

Veja como é fácil abrir uma conta:

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail para a confirmação da abertura de sua conta.
  2. Descubra seu perfil de investidor: responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos assessores de investimento: você terá o auxílio de um assessor de investimento que o auxiliará em suas aplicações.
  5. Acompanhe os investimentos: por meio do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Tenha acesso a relatórios personalizados: periodicamente, você terá acesso a relatórios completos com os resultados de suas aplicações.

Conclusão

Como vimos, o primeiro passo para começar a economizar para o casamento é a organização de suas finanças.

Você deve, antes de tudo, fazer um diagnóstico preciso de qual é a situação atual.

Depois, precisa descobrir até onde você quer chegar, ou seja, qual é o objetivo e quanto falta de dinheiro para você cobrir todos os custos necessários.

Nessa hora, é preciso toda a paciência e racionalidade possível para garantir que você trace metas viáveis e, se necessário, recorra a familiares ou adie a realização do seu sonho.

A melhor festa vai acontecer quando você conseguir tirar a ideia do papel sem estragar qualquer plano futuro ou comprometer as finanças do casal por um longo período posterior à festa.

Com esse diagnóstico preciso em mãos, você deve abrir conta em uma instituição financeira sólida e confiável, como o BTG Pactual digital.

Nela, você vai encontrar opções muito interessantes de renda fixa, que reúnem bons retornos e baixo risco.

Essas duas características são importantes quando se fala em juntar dinheiro para um evento específico.

O escopo das aplicações pode conter CDBs, LCIs/LCAs, fundos de investimento de Tesouro Direto, fundos DI, papéis do Tesouro, entre outros. Tudo irá depender do seu perfil de risco. É muito importante que você se atente a isso no momento de realizar as suas aplicações.

O importante é criar um portfólio diversificado que seja construído de acordo com os vencimentos dos títulos, todos caindo em datas anteriores ao casamento.

Esse aspecto é importante: de nada adianta você programar suas reservas sem identificar exatamente quando precisará de cada quantia. Parte dos pagamentos terá que ser feita antes da cerimônia, por exemplo.

Gostou das dicas para juntar dinheiro para o casamento? Comente.

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