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Qual a melhor forma de investir seu dinheiro em 2018? Confira opções

Quer saber qual a melhor forma de investir dinheiro em 2018?

A resposta é simples e não muda para 2018: criar uma carteira de investimentos diversificada, que seja composta por um colchão de liquidez, em aplicações de curto prazo, e a maior parcela em aplicações de médio e longo prazo, em renda fixa e variável.

Essa abordagem se justifica pelos inúmeros benefícios gerados ao investidor, especialmente o fato de auxiliar a tornar reais os objetivos de vida, gerando renda para a construção do patrimônio.

Mas, para uma resposta mais complexa e assertiva, é preciso considerar inúmeros fatores.

Eles passam pelo conhecimento do perfil do investidor e também pelos objetivos pessoais no curto, médio e longo prazos.

Neste artigo, vamos desvendar os seguintes temas:

  • Como fazer a diversificação de investimentos
  • Como criar uma reserva de emergência
  • Quais são as alternativas em renda fixa
  • Qual é o melhor caminho para sair da poupança
  • Como descobrir seu perfil de investidor.

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

Existe um investimento certo para cada um

melhor forma de investir

Uma maneira muito interessante de entender qual é o investimento mais adequado para você é descobrir o seu perfil de investidor.

A partir da análise de certos fatores, ele determina qual caminho seguir para obter os melhores resultados.

Defina seu perfil de investidor

Conhecer o seu perfil de investidor é o requisito número um antes de iniciar qualquer empreitada no mundo do investimento.

O investidor provavelmente já tem uma noção de como se comporta diante do risco, mas existem diversos testes que podem ajudar a fazer uma sintonia fina.

O simulador do BTG Pactual é uma excelente ferramenta para descobrir.

Ao definir objetivos, prazos, metas de economia é possível apurar com precisão o seu perfil e, a partir disso, conseguir optar pelas modalidades que mais se aproximam do desejo do cliente.

Para quem o resultado apontar para um perfil mais conservador, alternativas de renda fixa estarão entre as mais indicadas, já para aqueles mais ousados, opções do mercado acionário provavelmente entrarão na lista de prioridades.

Mas a melhor notícia é que uma boa carteira de investimentos pode e deve mixar alternativas.

Estabeleça uma meta de poupança mensal

Antes de escolher as modalidades de investimento, um dever de casa já deverá ter sido feito.

Conhecer a sua vida financeira, despesas fixas e variáveis, além das receitas, é um movimento necessário.

Tendo feito isso, será possível enxergar os espaços para economizar e levantar recursos para investir.

Uma meta de poupança mensal está entre as indicações.

E na hora de estabelecer esse patamar, existem duas situações mais comuns:

  • Valor fixo mensal: estabelecer um valor fixo mensal é uma possibilidade interessante para quem conta com uma renda fixa por mês. Pode-se estabelecer um valor mínimo fixo e caso seja possível acrescentar mais, fica a critério do interessado
  • Valor proporcional à renda: para profissionais autônomos, cuja renda varia de acordo com a época do ano, uma perspectiva interessante para estabelecer uma meta de poupar é estimar um valor proporcional à renda. Assim, as economias ganham um reforço sem sobrecarregar a rotina.

Qualquer que seja a opção, é importante levar a definição à risca.

Disciplina é o grande diferencial na hora de poupar e fará a diferença também no momento de colher os frutos dos investimentos.

Por que a poupança não é a melhor opção

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Quando se fala em poupar, é muito comum o brasileiro relacionar o ato à caderneta de poupança.

Por um longo tempo essa modalidade esteve em destaque no noticiário econômico por conta da hiperinflação registrada especialmente ao longo das décadas de 1970 e 1980.

A proteção contra a perda no poder de compra a fez ganhar pontos junto aos clientes.

Sim, a caderneta de poupança continua sendo uma alternativa muito segura, mas está muito longe de ser a melhor opção quando o assunto é investimento.

A baixa rentabilidade é o principal motivo.

Independente do banco escolhido, a taxa de remuneração da poupança segue um percentual determinado pelo Governo Federal (0,5% ao mês, mais o valor da Taxa Referencial (TR), que em 2016 esteve, em média, em 0,15% ao mês).

Se a Taxa Selic, a taxa básica da economia brasileira, estiver abaixo de 8,5% ao ano a poupança será remunerada com 70% do valor da Selic mais o valor da Taxa Referencial, ou seja, muito pouco quando comparado com outras modalidades de Renda Fixa, ideais para quem tem um perfil mais conservador de investimento.

Entre as alternativas à caderneta de poupança estão os Certificados de Depósito Bancário (CDB), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

Essas alternativas, assim como a poupança, contam com o aval do Fundo Garantidor de Crédito, o FGC, ou seja, em caso de falência da instituição escolhida o cliente terá de volta os valores aplicados até o limite de R$ 250 mil.

Alterações recentes incluíram um limite a essa proteção de R$ 1 milhão por investidor durante o período de 4 anos.

Além da garantia, elas contam com rentabilidade superior ao da poupança em qualquer caso.

Em 2016, a poupança apresentou rentabilidade de 8,3% ao ano, apenas 1,89% de rendimento real, um ganho praticamente inexistente.

CDB

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O Certificado de Depósito Bancário é uma modalidade de investimento oferecida pelos grandes bancos.

Nele, o cliente faz uma espécie de empréstimo à instituição, que determina o valor e períodos para movimentar o recurso.

Durante o tempo fixado, o investidor é remunerado com juros.

Diferente da caderneta de poupança, as taxas de remuneração do CDB variam de acordo com o banco.

São dois os tipos mais comuns de CDB.

No prefixado, o cliente sabe desde o momento da contratação o total do rendimento da aplicação ao final do período.

No pós-fixado, o mais popular entre os tipos de CDB, a taxa de remuneração está atrelada ao CDI, que segue de perto o valor da Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

Há ainda uma alternativa menos comum, o chamado CDB Híbrido, em que a remuneração está vinculada a um índice de inflação.

A liquidez em qualquer modalidade de CDBs é determinada pelo banco emissor e pode ser diária, o que permite o resgate em qualquer período, ou no vencimento, em que é permitida a retirada somente ao final do período contratado.

LCI/LCA

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Com rendimentos similares ao do CDB, a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) estão entre os mais populares títulos do mercado financeiro com isenção do Imposto de Renda.

As duas modalidades foram criadas com o objetivo de fomentar o crédito imobiliário e do agronegócio no país.

Entre as alternativas oferecidas estão a prefixada, opção em que o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação, e a pós-fixada, mais popular e com taxa de remuneração vinculada ao valor do CDI.

A LCI/LCA são títulos de renda fixa considerados muito seguros, uma vez que estão entre as modalidades protegidas pelo FGC.

Outra vantagem da LCI/LCA está na isenção de taxas de administração.

Entre as desvantagens da LCI/LCA está o fato de não possuir liquidez diária, ou seja, só podem ser resgatadas após o período determinado no momento da contratação.

Fundos DI

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O Fundo DI é uma aplicação segura e com alta liquidez, indicado em uma carteira de investimento por contar com resgate diário.

Ele tem a cobrança de uma pequena taxa de administração anual e do come-cotas, um elemento que antecipa o recolhimento do Imposto de Renda a cada seis meses.

A segurança do Fundo DI é alta, já que seu patrimônio não se mistura ao da corretora ou do banco.

Fundos Multimercados

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Esta modalidade de Fundo de Investimento tem como principal característica a liberdade para operar diferentes ativos, entre papéis de renda fixa, ações, moedas, derivativos e investimento no exterior.

Os Fundos Multimercados são normalmente indicados para o cliente com algum capital acumulado é perfil menos conservador, uma vez que os fundos podem atravessar momentos de grande volatilidade no mercado.

Títulos do Tesouro Direto

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O Tesouro Direto foi criado em 2002 e conta a garantia de remuneração do Tesouro do país, ou seja, do Governo Federal, uma garantia de segurança no mercado financeiro.

A diversidade de títulos, a remuneração que acompanha de perto a Taxa Selic e o baixo valor inicial solicitado, a partir de R$ 30, tornam o Tesouro Direto uma alternativa interessante para o investidor.

Os títulos do Tesouro podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos e são vinculados a diferentes taxas, como o Tesouro Selic (atrelado à taxa básica de juros da economia), o Tesouro Prefixado (com juro fixo) e o Tesouro IPCA (acompanha a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

O Tesouro Direto é um investimento que pode estar na carteira de investimentos de todos os tipos de investidores, desde o considerado mais conservador até o mais arrojado.

Além dos diferentes tipos de remuneração, os títulos também oferecem vencimentos variados, de um mínimo de um ano até algumas décadas.

Diversifique seus investimentos

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Como dissemos anteriormente, diversificar a carteira de investimentos é uma recomendação bastante corriqueira feita pelos especialistas financeiros.

Só diversificando os investimentos é possível construir uma carteira sólida.

Ao aplicar as economias em diferentes modalidades é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem aos objetivos estabelecidos pelo cliente no curto, médio e longo prazos.

Ainda assim, diversificar não significa ser necessário ter uma carteira com um número sem fim de aplicações.

Para começar sua carteira, monte, primeiramente, um colchão de liquidez, composto por valor equivalente a seis meses de seu custo de vida.

Essa reserva deve ser aplicada em investimentos de alta liquidez, como fundos DI, fundos de Tesouro Direto, CDBs com liquidez diária e LCIs/LCAs de curto prazo.

É apenas depois de criar esse mecanismo de emergência que você vai mirar rendimentos mais elevados e prazos mais longos.

Com essa mentalidade, você não passa aperto financeiro no curto prazo e mantém o olhar no horizonte de longo prazo, com uma teia de aplicações que favorecem os seus ganhos.

Invista no seu conhecimento sobre finanças

Invista no seu conhecimento sobre finanças

Investir não exige formação universitária, mas é recomendável que o interessado estude sobre o mundo em que está se aventurando.

A boa notícia é que hoje são muitas as ferramentas disponíveis para aprimorar, entre sites e aplicativos para smartphones.

Buscar fontes diversificadas, comparar informações e conversar com quem tem experiência ou com quem partilha dos mesmos interesses é um excelente movimento.

Uma das fontes recomendadas é este blog, criado pelo BTG Pactual digital para auxiliar todos os investidores a dar seus primeiros passos em renda fixa e variável.

Assim como este texto, você encontrará muitos outros, sobre temas como bolsa de valores, inflação, renda fixa, renda variável, taxa Selic, etc.

Com esse manancial de informações de qualidade, você fica muito mais preparado para tomar uma decisão tão importante quanto a do destino dos seus recursos financeiros.

Neste próximo tópico, você vai ver três siglas que precisa conhecer antes de ir adiante nos seus investimentos.

Siglas para entender a rentabilidade em renda fixa

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Antes de investir, é importante conhecer três siglas que são determinantes para a rentabilidade da renda fixa:

IPCA

Significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

É considerada a inflação oficial do país e representa um patamar básico: um investimento só começa a apresentar rendimento real depois de superar a inflação.

Isso quer dizer que você precisa mirar, como valorização líquida, no mínimo, um alvo mais elevado do que o IPCA projetado para o período.

Leia mais em: Tesouro IPCA: o que é, rentabilidade e como investir

Selic

É o Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

Estes são os juros básicos da economia, definidos pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central para controlar o crédito e reger a inflação ou alavancar a economia, dependendo do cenário econômico e de suas projeções.

Eles refletem diretamente nos juros da renda fixa e são seguidos de perto pelo CDI, o principal indicador de rentabilidade.

Leia mais em: Taxa Selic: o que é, atual, mensal, anual e acumulada

CDI

Significa Certificado de Depósito Interbancário.

Para simplificar, são os empréstimos que os bancos tomam entre si diariamente para fechar o caixa.

Sua taxa diária é usada como referência de rentabilidade (um benchmark) em diversas aplicações.

Você já encontrou descrições de investimentos como esta: “Rende X% do CDI”?

Isso significa que a aplicação tem seu rendimento atrelado ao CDI, que por sua vez segue de perto a Selic.

Leia mais em: O que é CDI e qual a sua influência nos investimentos

Como escolher o melhor investimento?

Conhecimento adquirido, o momento de tomar a decisão é ainda assim difícil.

Por isso, seguir todos os passos aqui indicados (conhecer o perfil de investidor, ter objetivos, buscar informação sobre investimentos) é o requisito básico para uma ação mais segura e certamente atenuará a possibilidade de decepções.

Conhecer o seu perfil de investidor será essencial para definir se as melhores aplicações serão modalidades de renda fixa, em que há maior segurança e uma rentabilidade mais comedida, ou se o mercado variável deve ser considerado, como aplicar no mercado de ações e suas oscilações.

Os testes existentes para definir as melhores aplicações terão.

E claro, algumas consultas e conversas com a assistência de seu banco de investimentos ou sua corretora serão necessárias ao longo do processo para que a escolha seja satisfatória.

Invista com o BTG Pactual digital

Qual a melhor forma de investir seu dinheiro

Se você quer investir bem seu dinheiro em 2018 e nos próximos anos, o BTG Pactual digital é o seu destino.

Esse banco de investimentos oferece não apenas as excelentes aplicações, mas também uma assistência especializada para seus investimentos.

Veja como criar sua conta:

1. Faça o cadastro no site

Acesse o site do BTG Pactual digital, preencha alguns dados e envie comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois, aguarde o e-mail de confirmação.

2. Descubra seu perfil de investidor

Agora você pode desvendar qual é o seu perfil de investidor. Assim você vai ter um panorama de qual tipo de investimento se encaixa em seus objetivos e, também, em sua tolerância ao risco.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um dos assessores do time

Você pode tirar suas dúvidas e conversar com o time de assessores do BTG Pactual digital para descobrir as melhores opções para o seu caso.

5. Acompanhe seus investimentos

Monitore diariamente suas posições no site e no aplicativo de smartphone do BTG Pactual digital.

6. Tenha acesso a relatórios

Tenha acesso periodicamente um relatório personalizado com todos os números que interessam, como a rentabilidade de suas aplicações e dados de mercado.

Conclusão

melhor forma de investir

A melhor forma de investir seu dinheiro neste e nos próximos anos é descobrir seu perfil de investidor, criar um colchão de liquidez e montar uma carteira diversificada que contemple a reserva de emergência de curto prazo mas mire retornos elevados no longo prazo.

Dessa forma, você não passa por sufoco no fluxo financeiro, pode planejar seu futuro de forma mais estruturada e vê seu dinheiro trabalhar por você com o poder dos juros compostos.

Se essas dicas fizeram sentido para você, lembre-se de contar com a assistência do BTG Pactual digital, que pode guiar todos os seus passos em renda fixa e variável.

Com ele, você tem as melhores aplicações do mercado, taxas atraentes e um time especializado para levar seus rendimentos ao próximo nível.

Gostou das dicas para investir seu dinheiro? Comente.

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  1. Sou novo nesta área, estou estudando um pouco antes de realizar meu primeiro investimento. Com esta leitura, consegui visar outros meios (até melhores que os meus planejados) para se investir, de forma eficiente !

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