Investimentos

Onde Investir R$ 100 mil? Opções para diversificar sua carteira

Quer investir R$ 100 mil e não sabe quais as melhores opções para fugir da poupança?

Então você chegou ao lugar certo: neste artigo, você vai entender como encontrar alternativas que podem valorizar seu dinheiro e ajuda-lo(a) a realizar metas financeiras, concretizar sonhos e criar a sua aposentadoria com maior conforto e tranquilidade.

Primeiro, é importante entender que diversas opções podem ser mais rentáveis que a poupança.

Se você tem dúvida, lembre que, entre o início de 2015 e o fim de 2016, quem manteve o dinheiro na caderneta teve uma renda líquida nula, se considerados os efeitos da inflação.

Ou seja, a menos que você queira competir de igual para a igual com a inflação e não ver seu dinheiro crescer de fato, é preciso analisar outros títulos e opções em renda fixa e variável.

Neste artigo, vamos tirar suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Quais são os destinos mais seguros para o seu dinheiro?
  • Quanto você perde por não estar investindo adequadamente?
  • Quais são as opções que reúnem baixo risco e alta rentabilidade?
  • Qual é a tributação desses investimentos?
  • Quais são as taxas envolvidas?

Ficou interessado? Siga a leitura.

Benefícios de investir

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Quem mantém o dinheiro parado em conta corrente não apenas deixa de ganhar, como perde. Mês a mês, o valor inicial depositado é afetado pela inflação e, pouco a pouco, tem seu poder de compra reduzido. Aqueles R$ 100 mil iniciais vão significar muito menos em valor de compra daqui a alguns anos.

Mas se você tem R$ 100 mil para investir, essa é uma excelente notícia.

Com essa soma, é possível realizar ou dar início a diversos movimentos que podem influenciar de forma muito impactante as suas finanças.

O problema é que há tantas opções de aplicações no mercado, que você pode não saber para qual lado seguir.

Afinal, onde aplicar da melhor forma essa quantia?

A resposta varia de pessoa para pessoa, mas uma questão é certa: deixar parado não é uma alternativa.

Com R$ 100 mil, você poderia comprar automóveis, um terreno, dar início a um empreendimento.

Caso a intenção seja realizar aplicações financeiras, uma maneira segura de fazê-lo é através de títulos de renda fixa, privados e públicos.

Com esse valor, você pode criar uma carteira de investimentos diversificada, segura e com rentabilidade interessante.

Como dissemos, tudo vai depender do perfil, das expectativas e dos objetivos do investidor.

De qualquer forma, independentemente de suas escolhas de investimento, aplicar esse dinheiro agora vai significar maior segurança para o seu futuro.

Quanto você perde deixando R$ 100 mil parados?

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Muito. Deixar dinheiro parado é sinônimo de perda de valor, uma vez que a inflação corrói o poder de compra mensalmente. Mesmo se pegarmos como exemplo a caderneta de poupança, uma das aplicações menos rentáveis do mercado financeiro, ela ao menos estará protegendo os recursos da desvalorização inflacionária.

Em 2016, a tradicional modalidade registrou um rendimento real (descontada a inflação) de 1,89%.

Um ano antes, esse rendimento real foi negativo, em -2,28%.

Mas vamos descobrir agora quanto você deixa de ganhar comparando com um título prefixado de LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio), com uma taxa hipotética de 9% ao ano:

Em 1 mês

Nos primeiros 30 dias, o ganho do investidor seria de R$ 720,00.

Em 1 ano

Ao final de 12 meses, o rendimento na aplicação salta para R$ 9.000,00.

Em 5 anos

Se o cliente tem a possibilidade de aplicar os recursos por 5 anos, o saldo da aplicação sobe em R$ 53.800,00.

Em 8 anos

Ao fim de oito anos de dinheiro investido, você teria duplicado o valor nominal originalmente depositado.

Esse exercício acima considera uma taxa de retorno fácil de obter, não leva em conta a inflação e imagina a reaplicação dos recursos no mesmo tipo de título após um vencimento inicial de cinco anos.

Você pode fazer uma simulação com títulos públicos vinculados à inflação, por exemplo, diretamente no site do Tesouro Direto.

Quanto rende R$ 100 mil na poupança?

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A caderneta de poupança é tradicionalmente a primeira modalidade lembrada pelo brasileiro quando o assunto é investimento. Mas ela está longe de oferecer a melhor rentabilidade da renda fixa. Normalmente, ela compete de igual para igual com a inflação, nem sempre com vantagem.

Ao longo dos anos 1980 e 1990, a aplicação era referência para proteção das economias pessoais contra os galopantes índices de inflação registrados no país, que chegaram a 80% ao mês. Hoje, no entanto, a sua rentabilidade está longe de figurar no ranking das melhores aplicações.

A rentabilidade da caderneta de poupança é a mesma independente do banco escolhido.

Quando a Selic está em patamar superior a 8,5% ao ano, a poupança paga 0,5% ao mês mais o valor da Taxa Referencial (TR), que em 2016 esteve, em média, em 0,15% ao mês.

Quando a Selic se encontra abaixo desse patamar, a poupança oferece retorno de 70% da Selic mais a TR.

Como dissemos anteriormente, a rentabilidade da caderneta de poupança em 2016 ficou em 8,3% ao ano, com apenas 1,89% de rendimento real. Considerando esse rendimento médio, em um mês R$ 100 mil podem render R$ 660.

Ao elevarmos para 12 meses a perspectiva, o cliente teria elevado o saldo da aplicação em R$ 7,560 e para 5 anos, a rentabilidade chegaria a quase R$ 47 mil.

Os números registrados na poupança servem como referência para o cliente, uma vez que podem ser usados como patamar mínimo de rentabilidade.

A melhor notícia é que com uma avaliação consistente e uma ação estruturada se pode ampliar, e muito, os ganhos ao investir R$ 100 mil.

A importância de diversificar a carteira

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Diversificar a carteira está seguramente entre as principais recomendações de especialistas em finanças pessoais. E não é difícil entender o motivo. Ao aplicar as economias em diferentes modalidades é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem aos objetivos pessoais de curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, é um erro bastante comum o investidor com algum objetivo de curto prazo aplicar recursos em modalidades que apresentam maiores vantagens em períodos mais longos.

Sendo assim, ao retirar o dinheiro em um prazo curto, muitas vezes o clientes está sujeito à taxação maior das economias.

Por exemplo, ao investir em Letras de Câmbio por um período menor do que 30 dias, além do Imposto de Renda cobrado o investidor terá que arcar com a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, um movimento evitável com apenas um pouco de planejamento.

Outro deslize cometido por muitos investidores iniciantes é aplicar em títulos longos um valor do qual vão precisar antes do vencimento da aplicação.

Aí acabam tendo prejuízo ou não podendo contar com o dinheiro investido.

Para não correr risco como esse, basta criar um colchão de liquidez, para emergências e eventos extraordinários.

Esse colchão deve ser composto por um valor equivalente a seis meses de seu custo de vida e aplicado em investimentos como fundos DI, CDB com liquidez diária, títulos Tesouro Selic e fundos de Tesouro Direto, com alta liquidez e fácil resgate.

Dessa forma, antes de investir, verifique a liquidez dos títulos escolhidos para saber se existe a possibilidade do resgate antecipado.

Onde investir e ter um rendimento acima da poupança?

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Praticamente a rentabilidade de qualquer investimento é potencialmente superior à poupança, mas, sem planejamento, você pode até conseguir uma rentabilidade inferior, especialmente em tempos de Selic mais baixa.

Como dissemos anteriormente, a poupança conta hoje com um rendimento muito modesto quando comparada a outras opções do mercado.

Abaixo, listamos algumas modalidades de diferentes tipos, entre títulos de renda fixa e do mercado acionário, que podem se adequar a clientes com perfil mais conservador ou que estejam dispostos a correr um risco maior em troca de uma rentabilidade mais agressiva.

Fundos de investimento

Fundos de investimento são produtos geridos e administrados por especialistas e reúnem recursos de diversos investidores.

Os gestores seguirão a estratégia que foi previamente determinado no regulamento do fundo na tentativa de obter o melhor resultado possível de acordo com os objetivos desse cada fundo, além de respeitar o perfil de risco desse produto.

Em um fundo de investimento, cada interessado é dono de uma parte do Fundo, que é chamada de cota. Considerando vantagens e desvantagens, pode ser compreendido como uma forma prática de investir as economias sem precisar destinar muito tempo para a análise dos diversos ativos que o compõe.

Os fundos podem ser classificados em diferentes tipos, como os Fundos de Renda Fixa, os Multimercados, de Ação ou Cambiais.

CDB

Quando se fala em opção segura e com rendimentos acima do da poupança, o Certificado de Depósito Bancário (CDB) é sempre uma alternativa a ser considerada.

Oferecido pelos grandes bancos, no CDB o cliente faz uma espécie de empréstimo à instituição, que determina o valor e períodos para movimentar o recurso. Diferente da caderneta de poupança, as taxas de remuneração aqui podem variar dependendo da instituição.

Tradicionalmente, são dois os tipos de CDB oferecidos. No prefixado, o contratante sabe desde o momento da contratação o total do rendimento. No pós-fixado, o mais popular entre os tipos de CDB, a taxa de remuneração está atrelada ao CDI, que segue de perto o valor da Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

A liquidez em qualquer modalidade de CDBs é determinada pelo banco emissor e pode ser diária, o que permite o resgate em qualquer período, ou no vencimento, em que é permitida a retirada somente ao final do período contratado. Consulte a liquidez antes de aplicar!

A segurança do CDB se dá por conta do respaldo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Essa organização administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores e garante o ressarcimento dos recursos aos clientes em caso de falência do banco em até R$ 250 mil por pessoa e por instituição emissora do título.

LCI/LCA

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A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) também são opções de renda fixa e contam com rendimentos similares ao do CDB.

Ambas foram criadas para apoiar o crédito imobiliário e do agronegócio no Brasil, respectivamente.

Elas são emitidas pelos bancos para captar recursos e destinar a empréstimos no setor imobiliário e no agronegócio. A LCI/LCA também oferecem rentabilidades prefixadas e pós-fixadas

O que ambas têm de diferente quando comparadas ao CDB é a isenção do Imposto de Renda, uma das principais vantagens propagadas.

Entre as desvantagens, está o fato de não possuírem liquidez diária. Por esse motivo, são investimentos indicados para o longo prazo.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto foi criado pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&Fbovespa em 2002 e conta a garantia de remuneração do Tesouro do país, ou seja, do Governo Federal, sinônimo de segurança no mercado financeiro.

A diversidade de títulos, a remuneração que acompanha de perto a Taxa Selic e o baixo valor inicial solicitado, a partir de aproximadamente R$ 30, tornam o Tesouro Direto outra alternativa para a aplicação de parte dos R$ 100 mil.

Os títulos do Tesouro podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos e são vinculados a diferentes taxas, como o Tesouro Selic (atrelado à taxa básica de juros da economia), o Tesouro Prefixado (com juro fixo) e o Tesouro IPCA (acompanha a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Previdência Privada

Na formação da chamada renda passiva, que trata, entre outros, dos rendimentos de investimentos feitos pelo cliente, os planos de Previdência Privada estão entre as principais alternativas.

São duas as modalidades oferecidas: o Plano Gerador de Benefício livre (PGBL) e a Vida Gerador de Benefício livre (VGBL).

O PGBL é considerado mais adequado para aquele cliente com renda tributável e que declara o Imposto de Renda no formulário completo, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual. Neste tipo o imposto recai sobre o total acumulado no plano.

O VGBL é recomendado para quem declara o Imposto de Renda no formulário simplificado ou já atingiu os 12% num plano PGBL. Neste tipo de aplicação, o imposto recai sobre os lucros e não sobre o principal aplicado.

COE

Investimento novo, regulamentado pelo Banco Central do Brasil em 2013 e pela CVM em 2015, o Certificado de Operações Estruturadas (COE) está entre as recomendações para quem já está um pouco mais habituado ao mercado financeiro.

O COE é um título que pode assumir diferentes formas de atuação, ou seja, a partir de um único investimento é possível ter acesso a novos mercados com a vantagem dos custos relativamente mais reduzidos.

São duas as formas de investir na modalidade: com valor nominal protegido (garantia da devolução do valor inicial) ou sem valor nominal protegido (sem essa garantia por parte da instituição emissora).

A criação de uma COE depende de um banco ou de uma corretora, que emite esse título com um vencimento (variável), um valor mínimo para a aplicação, um indexador e os cenários definidos em caso de ganhos e perdas, com ou sem valor nominal protegido. Entre as vantagens ao cliente está a isenção na cobrança das taxas de administração, performance ou custódia.

Esse produto não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos.

Ações

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O mercado acionário está se tornando cada vez mais popular. Depois de adquirir experiência e estudar o mercado, é possível tirar vantagem das suas características para tentar obter maiores rentabilidades.

Ações são papéis que representam pequenas fatias de uma empresa, que as emitem com o objetivo de levantar recursos para seus investimentos. Elas são negociadas por meio da bolsa de valores e, ao adquiri-las, o interessado se torna “sócio” da empresa escolhida. As ações podem ser ordinárias (com direito a voto) ou preferenciais (com prioridade no recebimentos dos lucros).

Além de não haver a possibilidade de estimar um ganho no mercado de ações, que pode gerar somas altas como também perdas, esse tipo de investimento também não conta com a garantia do FGC. Por isso, caso esteja começando a investir e opte por esse tipo de ativo, é importante reservar apenas parte dos recursos disponíveis.

Invista com o BTG Pactual digital

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Ficou interessado em alternativas como as apresentadas acima? Veja abaixo como abrir uma conta no BTG Pactual digital e contar com a assistência de um time de profissionais para auxiliá-lo em seus primeiros passos em renda fixa e variável:

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde o retorno do nosso time.
  2. Descubra seu perfil de investidor: depois de aberta sua conta, responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos assessores de investimento: você terá o auxílio de um assessor de investimento que o orientará passo a passo em suas aplicações, mostrando opções de investimento adequadas ao seu perfil.
  5. Acompanhe os investimentos: através do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Consulte relatórios personalizados: periodicamente, você terá acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações.

Conclusão

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Quem pensa em investir R$ 100 mil deve pensar em longo prazo, em segurança e em previsibilidade de retornos.

E para isso, não pode simplesmente aplicar em apenas um título sem considerar prazos diferenciados de vencimento e formatos variados de rendimento.

Com um valor como esse, também é possível (e recomendável) considerar a aplicação em renda variável, mesmo que seja com fundos de investimentos.

Eles podem ser alternativas interessantes em momentos de queda da Selic, quando a renda fixa tradicional perde rentabilidade.

Mas para quem está começando é importante deixar apenas uma parte do seu portfólio em renda variável. Nesse caso, a maior parte deve ser destinada a títulos com rendimento previsível e menor volatilidade.

Para escolher títulos, ativos e fundos, a dica é criar sua conta no BTG Pactual digital, que conta com um time de profissionais para auxiliar em todos os seus passos e que poderá tirar todas as suas dúvidas sobre investimentos.

Gostou das dicas para investir R$ 100 mil? Comente.

Deixe seu comentário 2

  1. 100 mil da essa trabalheira toda , e se for um investimento de respeito, e bem substan cial de oito dígitos , como seria a segurança e garantia de um investimento deste porte ?

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