Investimentos

Onde aplicar meu dinheiro para render mais que a poupança?

Onde aplicar seu dinheiro é uma das perguntas mais importantes que você pode fazer.

A verdade é que ainda se fala pouco em investimento no Brasil.

Mas essa realidade está mudando: cada vez mais gente deixa a poupança e recorre a opções mais rentáveis, que valorizam de fato as suas economias.

Para isso, porém, você deve buscar conhecimento e informação de qualidade.

E esse primeiro passo você está dando agora. Neste artigo, você vai aprender mais sobre os seguintes tópicos:

  • Por que abandonar de vez a poupança
  • A quais títulos de renda fixa recorrer
  • Como funciona o Tesouro Direto
  • Alternativas seguras de investimento.

Ficou interessado? Siga a leitura.

Por que investir?

 

Investir é um hábito financeiro saudável e inteligente, pois faz o dinheiro trabalhar para você. Conforme amadurece como investidor, você usa o planejamento a seu favor, diversifica as aplicações e eleva a sua rentabilidade, lidando melhor com os riscos.

Infelizmente, o brasileiro ainda não tem uma cultura bem formada de investimentos.

Por falta de informação e conhecimento, a maioria ainda recorre à velha poupança, que tão baixo retorno financeiro oferece.

É preciso entender que há alternativas até mais seguras e que rendem mais do que a caderneta.

Então, se você ainda se encontra preso à poupança, a verdade é que você ainda não investe seu dinheiro.

Se você colocou dinheiro por lá no início de 2015 e o deixou parado até o fim de 2016, por exemplo, obteve nesse período de dois anos um rendimento real praticamente nulo.

Sim, é verdade: você apenas competiu com a inflação do período.

E pior: perdeu a disputa.

Nessa corrida de juros compostos, um retorno levemente superior pode fazer grande diferença no longo prazo. E é no longo prazo que você deve mirar para obter o melhor rendimento para o seu dinheiro.

Se você fizer isso, vai trilhar um caminho mais seguro e chegará à aposentadoria em uma situação muito mais confortável.

Essa pode ser, de fato, a diferença entre investir o seu dinheiro e não o aplicar (ou aplicá-lo mal, na poupança).

Estabeleça uma meta para poupar mensalmente

O primeiro passo para quem quer investir é definir metas. Essa medida já denota maturidade financeira e pode ser ampliada com o tempo.

Não importa o valor: se você quiser poupar apenas R$ 30 já é possível começar a autodenominar-se um investidor.

Mas com tão pouco assim? Exatamente.

Esse valor é o mínimo exigido pelo Tesouro Direto, um programa do Governo Federal em parceria com a BMF&Bovespa, de venda de títulos públicos pela internet.

Na prática, significa dizer que você empresta dinheiro para a União, e o Governo lhe paga os juros por esse empréstimo.

Fácil, não?

Para isso, porém, você precisa fazer um diagnóstico de suas finanças pessoais.

Descubra exatamente quanto você ganha e quanto você gasta por mês e organize essa informação em categorias de rendimentos e despesas, para que você possa entender onde pode cortar.

A melhor indicação é fazer uma planilha para organizar todos os seus gastos fixos, desde contas altas como aluguel, impostos como IPVA e IPTU e a escola dos filhos.

Faça isso até chegar aos gastos variáveis, contando aí até o famoso cafezinho e o pão francês de todo o dia.

Com uma organização mensal e diária dos gastos, você vai planejando quanto está gastando e se pode aumentar a economia para seus investimentos.

É importante estudar sua realidade financeira para saber qual aplicação é a mais indicada para o seu caso.

Vale também fazer diferentes investimentos, variando em valores e em prazos, para ter mais de uma opção de rentabilidade, diversificando assim seus investimentos.

Um dos maiores segredos de quem investe é esse mesmo: saber onde cortar para que sobre mais dinheiro para o investimento.

Valor fixo

Para começar, você pode estabelecer um valor baixo, mensalmente, e seguir essa economia à risca.

Aos poucos, você deve aumentar essa verba, seja ganhando mais ou cortando mais os seus custos.

Valor relativo à renda

Com o tempo, você vai perceber que é mais sensato dimensionar a economia mensal aos seus rendimentos.

Assim, em vez de definir um valor fixo, você pode dimensionar um percentual relativo ao seu salário, como, por exemplo, 10% do rendimento do mês.

Tesouro Direto

Não sabe onde aplicar dinheiro? O Tesouro Direto pode ser uma boa opção.

Esse é um programa do Governo Federal que oferece títulos de dívida para o investidor, de forma prática e fácil.

Trata-se de um dos melhores caminhos para quem está deixando a poupança para trás e ingressando em um novo mundo de aplicações.

O Tesouro Direto oferece rentabilidades prefixadas (com juros fixos anuais), pós-fixadas (vinculadas à Selic) e híbridas (com juro fixo mais a variação da inflação oficial do país).

A liquidez dos títulos é alta, já que o Banco Central se compromete em recomprar qualquer título antes do vencimento.

O valor da venda do papel entra na conta da corretora um dia útil depois da ordem de venda.

Na projeção de rentabilidade, vale lembrar que o Tesouro Direto tem uma taxa de custódia cobrada pela BMF&Bovespa, de 0,3% sobre o total investido, e, dependendo da instituição financeira, uma taxa de administração. No caso do BTG Pactual digital essa taxa (de administração) não é cobrada.

Além disso, há a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações inferiores a 30 dias e de Imposto de Renda, conforme a tabela da renda fixa, que vai de 22,5% (menos de 180 dias) a 15% (mais de 720 dias).

Se você ficou interessado, mas ainda está em dúvida sobre as vantagens em relação à poupança, é bom ir mais a fundo.

O site do Tesouro Direto oferece um simulador para você testar as possibilidades antes de efetivamente aplicar o seu dinheiro.

É a maneira mais prática de entender quanto você ganha ao deixar a poupança e escolher o Tesouro Direto.

Ali, você define o tempo e o valor de aplicação e descobre quanto terá ao fim do período em um investimento no Tesouro Selic e na poupança.

Você vai perceber que, quanto mais longo o prazo de aplicação, mais você perde por deixar o dinheiro na caderneta.

Além disso, é bom lembrar que o Tesouro Direto não é o único caminho para sua reserva financeira: há títulos mais rentáveis em instituições privadas como o BTG Pactual digital, que podem valorizar ainda mais o seu dinheiro.

LCI/LCA

Uma das aplicações mais atraentes para quem está recém deixando a poupança é a LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio).

Esses títulos não sofrem incidência de Imposto de Renda nem possuem taxas de administração ou custódia.

Nesse sentido, se assemelham à poupança, mas são mais interessantes no quesito rentabilidade, na maioria dos casos.

Vale lembrar aqui que os retornos associados a esses títulos dependem de critérios adotados pelas instituições financeiras, como rating de crédito do emissor, prazo de vencimento, liquidez e investimento mínimo.

Normalmente, quanto mais longo o título, maior a taxa de retorno.

As taxas de juros oferecidas por esses títulos podem ser prefixadas ou pós-fixadas (vinculadas ao CDI, um índice interbancário que segue de perto a Selic).

CDB

O Certificado de Depósito Bancário é um dos títulos mais populares de renda fixa. Oferece rendimentos interessantes, prefixados e pós-fixados.

Sofre a incidência do IOF e do Imposto de Renda, nos mesmos moldes do Tesouro Direto.

Dependendo da instituição financeira que o emite, o CDB pode oferecer rendimentos tão bons quanto ou mais interessante do que o Tesouro Direto.

Sempre consulte as taxas e todas as informações, como a liquidez do título, antes de aplicar.

Para o investidor, vale avaliar o rating de crédito da instituição emissora. O BTG Pactual digital, por exemplo, oferece uma combinação excelente de segurança e rentabilidade.

Todo título de CDB do Brasil é garantido por um mecanismo de proteção ao investidor, o Fundo Garantidor de Crédito.

Trata-se do mesmo fundo que protege quem investe na poupança e na LCI/LCA.

O Fundo Garantidor de Crédito banca o saldo do investimento em caso de quebra do banco, dentro de um limite de até R$ 250 mil por CPF por conglomerado financeiro. Uma determinou um limite de proteção de R$ 1 milhão durante quatro anos.

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa também podem ser opções interessantes para o investidor que busca previsibilidade de retornos e boa rentabilidade.

Um substituto imediato para a poupança poderia ser um Fundo DI, que possui alta liquidez e rendimento que persegue o CDI.

A indicação é que o investidor procure uma taxa de administração baixa e uma instituição com excelentes gestores de fundos, como é o caso do BTG Pactual digital.

Além do Fundo DI, é interessante conhecer os fundos do Tesouro Direto, que aplicam o dinheiro dos cotistas em títulos do Tesouro Direto.

Com eles, você não precisa se preocupar com vencimento e com tipos de remuneração.

Basta fazer uma aplicação e deixar as decisões a cargo de um gestor profissional, que vai comprar os melhores títulos à disposição, sempre respeitando o regulamento do fundo e os limites para cada tipo de ativos.

É importante lembrar que os fundos pagam os chamados come-cotas, um desconto semestral de Imposto de Renda, que afeta a rentabilidade líquida por retirar dinheiro que ficaria rendendo até o fim no caso de um título de renda fixa.

Outra informação importante é que fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

Previdência Privada

Quando se pensa em investimento de longo prazo, a Previdência Privada pode ser uma boa alternativa.

Há duas opções mais comuns: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

O PGBL é indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda, já que permite o abatimento das contribuições na declaração. A tributação irá incidir sobre o capital, mais o rendimento da aplicação.

Para quem faz a declaração do Imposto de Renda pelo formulário simplificado, a indicação é o VGBL. Nesse caso, a tributação irá incidir apenas sobre o rendimento.

É indicado também pesquisar as taxas de administração e outras taxas cobradas pelas instituições financeiras.

O BTG Pactual digital, por exemplo, não cobra taxa de carregamento e oferece soluções que cabem perfeitamente nos seus planos.

Diversifique seus investimentos

Um dos primeiros passos para investir melhor é criar uma carteira de investimentos que contemple aplicações diferentes, com vencimentos e rentabilidades variados.

Dessa forma, você se protege de eventuais oscilações da economia e ganha em qualquer cenário.

Uma das maneiras mais práticas de fazer isso é criar, primeiramente, um colchão de liquidez, um montante que vai servir de escudo para qualquer emergência.

Esse colchão deve ser formado por um valor equivalente a seis meses de seu custo de vida. Para forrá-lo, utilize aplicações como o Fundo DI, o Fundo de Tesouro Direto e o CDB de liquidez diária.

Depois desse colchão é que você deve mirar os retornos mais altos, que estão associados ao longo prazo.

Esse longo prazo se reflete tanto em títulos de renda fixa, que pagam mais de acordo com o tempo de aplicação, quanto em ativos e derivativos de renda variável, que devem ser encarados, sempre, com a perspectiva de cinco anos ou mais.

Nessa carteira, explore as opções apresentadas nos tópicos anteriores variando vencimentos (um ano, dois anos, quatro anos, etc) e rentabilidades (prefixadas, pós-fixadas, híbridas).

Dessa forma, você ganha em qualquer cenário e se blinda de qualquer maré desfavorável.

Por exemplo: se a inflação subir muito, você tende a ganhar nas aplicações vinculadas ao IPCA.

Se a Selic for às alturas, você tende a ganhar com os investimentos pós-fixados.

Para o longo prazo, ao contrário do que muita gente imagina ao analisar superficialmente, os títulos prefixados apresentam os maiores riscos.

Neles, não há variáveis de indicadores, e uma mudança brusca na economia pode dilacerar seus ganhos.

Dê um BTG nos seus investimentos

Para quem busca uma boa diversificação de investimentos, a melhor dica é abrir uma conta no BTG Pactual digital, que oferece uma excelente assistência e taxas de retorno que estão entre as melhores do mercado.

No investimento em Tesouro Direto, por exemplo, não há taxa de administração.

Além disso, ao abrir sua conta no BTG Pactual digital, você vai entrar em contato com diversas opções de renda fixa que podem ser até mais interessantes do que o Tesouro Direto, incluindo fundos que aplicam em títulos do Tesouro.

Além dos fundos do Tesouro Direto, existem aplicações como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), normalmente um dos investimentos mais populares e rentáveis, e a LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio), que estão isentas de Imposto de Renda.

Quer dar mais um passo nesse universo de investimentos superiores à poupança?

1. Preencha o seu cadastro

Preencha os dados no site ou no aplicativo para smartphones do BTG Pactual digital e envie uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail confirmando a abertura de conta.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir quais produtos são um bom destino para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Tenha acesso a relatórios

A cada mês, você vai ter acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar as evoluções do seu patrimônio, inclusive com comparações a indicadores do mercado.

Conclusão

A dúvida sobre onde aplicar dinheiro foi respondida neste artigo.

Se você está querendo fugir da poupança, já deu o primeiro passo e deve ser louvado por essa atitude.

No Brasil, você é a exceção à regra, que ainda fica refém da caderneta e daquele banco onde mantém conta desde criancinha.

Não é fácil mudar, mas é necessário para o seu bem-estar financeiro.

Na hora de valorizar de verdade o seu dinheiro, esqueça o apego e encontre uma instituição financeira sólida, confiável e com excelentes produtos e assessores.

A melhor dica nessa hora é o BTG Pactual digital, que auxilia em todos os seus passos em renda fixa e variável.

Gostou das dicas? Onde você está pensando em aplicar seu dinheiro?

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