Investimentos

O que é Risco dos Investimentos, tipos e dicas para amenizá-los

Quer entender melhor o que é o risco dos investimentos e como reduzi-lo ao máximo?

Então, você chegou ao lugar certo.

Primeiro, você precisa entender: assim como qualquer ação tomada na vida envolve algum risco, no universo dos investimentos isso não seria diferente.

O investidor provavelmente avaliará os riscos de uma aplicação financeira antes de contratá-la.

Em qualquer material ou profissional consultado, esta recomendação estará no topo da lista.

Obviamente, dependendendo da modalidade escolhida o risco dos investimentos será maior ou menor, assim como a sua rentabilidade e liquidez, só para citar os pontos mais comuns avaliados pelos investidores.

As aplicações em renda fixa, por exemplo, são conhecidas no mercado financeiro por geralmente oferecerem segurança ao investidor, dado que, em geral, não apresentam volatilidade e podem contar com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos, respeitando os limites estabelecidos pelo próprio FGC.

Já uma aplicação no mercado acionário, por exemplo, trará maior risco ao interessado ao mesmo tempo em que possibilitará maiores ganhos.

A escolha sempre dependerá do perfil e dos objetivos do interessado, mas o risco deverá ser sempre avaliado.

Neste artigo, vamos entender melhor os seguintes aspectos relacionados ao risco dos investimentos:

  • Quais são os riscos existentes em um investimento?
  • Como reduzí-los ao máximo?
  • Quando é melhor evitar os riscos?
  • Como criar uma proteção financeira para encarar riscos com maior segurança?

O que é risco?

Risco é um conceito relacionado a perigo, ameaça ou insucesso. Remete à chance de algo não sair conforme o planejado ou em desacordo com os interesses, justamente por não depender da vontade daqueles direta ou indiretamente envolvidos.

No trânsito, por exemplo, um risco comum é o de colisões. Ninguém deseja que aconteça, mas a probabilidade existe.

No ambiente corporativo, há o risco relacionado à segurança do trabalhador, ou seja, da ocorrência de acidentes durante a execução das atividades.

Da mesma forma, tem o risco de insucesso do negócio como um todo, que foge completamente da vontade dos gestores e colaboradores.

Já no caso dos investimentos, é a probabilidade de uma ocorrência impactar nos resultados das aplicações financeiras.

Em todos os casos, o risco pode ser enfrentado e minimizado, mas muito raramente eliminado.

Ou seja, é preciso conviver com ele, mas, principalmente, conhecê-lo.

O que é risco financeiro?

Risco financeiro é, de uma forma simplificada, a probabilidade de perdas envolvendo dinheiro. Pode estar relacionado a uma experiência de consumo ou a um investimento, por exemplo. Entre os riscos mais conhecidos que podem afetar uma aplicação financeira, estão o risco de crédito, o risco de liquidez e o risco de mercado.

Pegando um exemplo clássico, o da caderneta de poupança.

Durante muitos anos, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, a hiperinflação fez grande parte dos brasileiros buscar aplicações que protegessem o poder de compra das economias.

A caderneta de poupança é, até hoje, considerada um dos investimentos mais seguros do mercado.

Isso se dá pela garantia dada pelo FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, entidade privada que garante ao investidor o ressarcimento de até R$ 250 mil por investidor e por instituição emissora em caso de quebra ou insolvência do banco escolhido. Esse limite recentemente ganhou o “teto” de R$ 1 milhão durante o período de 4 anos.

Esta garantia do FGC também se estende a outras modalidades como o Certificado de Depósito Bancário, o CDB, e as Letras de Câmbio.

Outro investimento considerado bastante seguro no mercado de investimento, quanto ao risco de crédito, é o Tesouro Direto.

Criado em 2002 pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, os títulos do Tesouro Direto são emitidos pelo governo do país com o objetivo de financiar a sua ação em benefício da população.

Por emitir os títulos, o governo do país também garante o pagamento da rentabilidade acertada e a compra no momento em que o interessado quiser negociá-lo.

A garantia de um governo nacional é o mais valorizado no mercado financeiro, ou seja, é bastante improvável que os títulos não sejam honrados.

Mas ainda que os exemplos acima estejam no topo da lista dos investimentos mais seguros do mercado, sempre existe algum tipo de risco.

Caso o governo do país quebre, algo muito, muito improvável, ele não honrará os títulos do Título Direto.

Antes disso, provavelmente, o sistema financeiro já terá entrado em colapso.

Este é um exemplo drástico, mas serve como alerta para que os riscos do investimento não sejam desconsiderados no momento da pesquisa e contratação de uma modalidade financeira.

Risco de crédito

É basicamente o risco que falamos acima. Risco de crédito é o risco de uma organização ou instituição não honrar o pagamento aos investidores.

O banco que você escolheu ou a empresa que lançou as ações no mercado.

A boa notícia para quem está procurando por aplicações é que foram raros nos últimos anos casos de problemas envolvendo calote. No entanto, sempre vale ter cautela para não ter surpresas.

Amenizando o risco

Uma forma de amenizar o risco de crédito é buscar informações sobre a instituição em que se está investindo.

Com a abertura do mercado nos últimos anos, diversas instituições oferecem alternativas de investimento e é prudente checá-las antes de qualquer movimento.

Para se destacar em meio a instituições de grande porte, algumas financeiras e corretoras oferecem taxas de rentabilidade mais vantajosas aos clientes.

Elas podem ser uma boa alternativa ao cliente. Independente do porte da instituição, uma forma de se precaver de possíveis problemas de crédito é checar as avaliações, ou ratings, das instituições no mercado.

Empresas especializadas na avaliação de risco, como a Standard & Poor’s e a Moody’s podem auxiliar com essas informações.

Além disso, checar notícias sobre a solidez da instituição financeira é outra fonte que auxilia a tomada de decisões.

E, claro, existem consultorias de investimentos que podem auxiliar no momento de investir.

Risco de liquidez

O que é Risco dos Investimentos, tipos e dicas para amenizá-los

Você sabe o que é liquidez? Este é um dos conceitos mais falados quando o assunto é investimentos e um risco a ser avaliado.

Em palavras simples, liquidez é a facilidade com que um ativo financeiro pode ser convertido em dinheiro sem perda de valor.

Quanto mais rápida for essa conversão sem perda de valor, maior é a liquidez do investimento.

Entre os investimentos mais comuns do mercado, a poupança é um exemplo de aplicação com alta liquidez, uma vez que o resgate pode ser feito de forma muito ágil (embora possa se perder o rendimento dos últimos dias).

Títulos do Tesouro Selic também são conhecidos pela alta liquidez, já que podem ser vendidos a qualquer momento, sem perda de valor, e convertidos em dinheiro em um dia útil.

Imóveis são bens com baixa liquidez, já que pode demorar algum tempo para uma venda seja concretizada.

Alguns títulos e fundos de investimento podem ter diferentes tipos de liquidez, pois podem apresentar liquidez diária ou podem demorar alguns dias para serem negociados e transformados em dinheiro. Por isso, é muito importante conhecer bem os detalhes do produto antes de investir para evitar surpresas desagradáveis.

Amenizando o risco

O risco de liquidez pode ser amenizado com a formação de uma sólida carteira de investimentos.

Ou seja, algumas escolhas erradas por parte do interessado podem se transformar em problemas.

Definir investimentos para os objetivos de curto, médio e longo prazo é o ideal para se proteger de imprevistos.

É sempre recomendado por educadores financeiros a manutenção de uma reserva a ser usada em casos de emergência.

Títulos do Tesouro Selic, por exemplo, são recomendados para este tipo de reserva, pois eles podem ser resgatados a qualquer momento sem prejuízos na sua rentabilidade.

Risco de mercado

O risco de mercado é a possibilidade de o investidor perder dinheiro em função de oscilações no mercado financeiro.

E as oscilações aqui podem ser muitas, desde mudanças repentinas e bruscas nas taxas de juros, passando por oscilações cambiais e do mercado acionário.

Esse risco é mais comum para aplicações do mercado de variáveis, como alguns fundos de investimento e ações.

Amenizando o risco

Novamente, aqui a diversificação dos investimentos é a melhor forma de amenizar os riscos para o investidor.

Com as economias espalhadas em mais de uma modalidade é possível estar mais protegido de mudanças bruscas no mercado ou eventos inesperados.

Risco decorrente do uso de Derivativos

Os derivativos são investimentos negociados na Bolsa de Valores que derivam de um ativo, como uma taxa de referência ou um índice.

Um contrato futuro de dólar do Índice Bovespa ou ligados ao mercado agropecuário, por exemplo, são derivativos.

São vários os tipos de derivativos negociados no mercado, sendo os mais comuns as operações de Mercado a Termo, Mercado Futuro, Opções e Swaps.

Hedge ou proteção

Hedge significa proteção.

Proteger o participante do mercado físico de um bem ou ativo contra variações adversas de taxas de juros (como contratos futuros DIs), moedas (dólar) ou preços (por exemplo, de produtos agrícolas como soja, milho ou algodão).

Hedge equivale a ter uma posição em mercado de derivativos oposta à posição assumida no mercado a vista, para minimizar o risco de perda financeira decorrente de alteração adversa de preços.

Ao fazer o hedge para se precaver de uma variação de preços que lhe seja prejudicial, o agente, ao mesmo tempo, renuncia à possibilidade de ganhos maiores que poderia obter caso uma mudança nos preços no mercado fosse favorável.

Alavancagem

Alavancagem financeira é um termo que designa um instrumento que serve para impulsionar um investimento através da força de recursos de terceiros.

Assim, o potencial de rendimento aumenta sem que o investidor precise gastar mais para isso.

Trata-se de um tipo de crédito tomado em renda variável, para operações em fundos, derivativos e outros.

O nome “alavancagem” deriva da “alavanca”, ferramenta utilizada para suportar e levantar um objeto com maior facilidade.

A alavancagem também pode ser utilizada fora do ambiente do mercado de capitais.

O objetivo da alavancagem financeira é maximizar os rendimentos, seja no mundo corporativo, na vida pessoal ou no âmbito do mercado de capitais.

Para isso, é preciso usar recursos de terceiros para financiar a elevação dos ganhos.

O problema da alavancagem é que a tomada de crédito tem um custo, mesmo que o investimento não ofereça o retorno desejado no fim das contas.

Risco operacional

Por mais cuidado e atenção que se tenha, sempre há uma possibilidade de falha ou fraude em uma operação financeira, o que, normalmente, prejudica diretamente o investidor.

De acordo com a definição da CVM, o risco operacional justamente reflete as falhas ocorridas no decorrer do investimento que poderão ser provenientes de problemas nos equipamentos de uma companhia, falhas humanas no controle de custos e gerenciamento das quantias aplicadas ou mesmo a má administração dos recursos do emissor.

Risco Legal

Ainda segundo a CVM, o risco legal está relacionado com eventuais questões legais que poderão causar problemas no cumprimento das condições pactuadas.

O título ou contrato pode ter problemas jurídicos que impeçam ou dificultem o exercício dos direitos nele estabelecidos, permitindo ao devedor ou tomador não honrar as obrigações assumidas.

Por isso é muito importante somente aplicar em investimentos regulamentados, nos quais o risco legal diminui bastante.

Risco regulatório

O risco regulatório diz respeito às mudanças nos marcos regulatórios de um setor.

As regulações do mercado são de responsabilidade do Governo Federal, que pode alterá-las

Faça uma simulação e descubra seu perfil

Conhecer o seu perfil de investidor será essencial para definir se as melhores aplicações serão modalidades de renda fixa, em que há maior segurança e uma rentabilidade mais comedida, ou se o mercado variável deve ser considerado, como aplicar no mercado de ações e suas oscilações.

Todos terão riscos envolvidos, com possibilidade de maior ou menor controle.

O simulador do BTG Pactual ajuda você a descobrir o seu perfil e as melhores alternativas de aplicação. Para isso, ele faz perguntas para entender o que você espera da aplicação, quanto risco tolera e como vê as possibilidades de rendimento.

Invista com o BTG Pactual digital

O investidor que deseja minimizar riscos precisa contar com o apoio de uma instituição financeira sólida e segura, como é o BTG Pactual digital.

Confira como é fácil se cadastrar:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois, aguarde o e-mail de confirmação.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir as ações são um bom destino para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos ao te mostrar todas as possibilidades de investimento de acordo com o seu perfil, facilitando, assim, a sua escolha.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Tenha acesso a relatórios

A cada mês, você terá acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando

Conclusão

Como vimos aqui, não há investimento sem risco.

Mesmo a mais segura das aplicações terá alguma possibilidade de ameaça aos seus movimentos financeiros.

Para atenuar a possibilidade de dores de cabeça, a dica é definir objetivos claros e planejamento.

Tudo começa com o planejamento financeiro, que precisa traçar um diagnóstico preciso do que você tem, do que você ganha e do que você gasta toda semana, todo mês e todo ano.

Depois, você está pronto para separar uma parte de suas economias, equivalente a seis meses de seu custo de vida, para o seu colchão de liquidez.

Este deve ser composto por investimentos de fácil resgate e alta liquidez, para equacionar qualquer imprevisto ou emergência.

Lembre-se: o maior risco financeiro é ficar sem dinheiro diante de uma emergência.

Por exemplo, você perde seu emprego e, um mês depois, ainda sem ter se recolocado no mercado, precisa pagar por uma cirurgia de emergência.

Nessa hora, você fará todo o possível para obter esse dinheiro de algum lugar, talvez precisando recorrer a um empréstimo, que traz juros caros e um problema grande no futuro.

Por isso, o risco é não estar preparado quando houver uma situação difícil no seu caminho.

Alguns investimentos que podem figurar nesse colchão de liquidez são fundos DI, fundos do Tesouro Direto, principalmente títulos Tesouro Selic, CDB com liquidez diária ou curto prazo, LCI/LCA de curto prazo, entre outros.

Com esse valor acessível no curtíssimo prazo, você está pronto para alçar voos mais altos.

Aí é que você vai poder pensar em médio e longo prazos.

Com as metas em mente, é possível iniciar um planejamento com uma carteira diversificada de aplicações, com algumas opções de longo prazo, sem liquidez diária, e até de renda variável, que normalmente oferecem maiores rentabilidades.

Entendeu melhor o que é o risco dos investimentos e como reduzi-los ao máximo? Deixe um comentário.

 

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