Liquidez: o que é e para que serve

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Você saberia dizer, exatamente, o que é liquidez? Esse conceito econômico, apesar de ser empregado com frequência no mercado de investimentos, ainda costuma gerar várias dúvidas.

Neste artigo, vamos esclarecer algumas delas e demonstrar por que é fundamental considerar o quão líquido é um investimento antes de investir seu dinheiro.

O que é liquidez?

Liquidez é um conceito que corresponde à facilidade e velocidade com as quais um ativo pode ser convertido em caixa. Ou, em uma definição mais simples, é a capacidade de transformar um ativo (bens ou investimentos) em dinheiro.

A partir de tal contextualização, pode-se compreender que quanto mais rápida for a conversão do ativo em dinheiro, mais líquido ele será.

Um ativo com pouca liquidez, portanto, é aquele mais difícil de ser convertido em dinheiro, seja simplesmente pela falta de compradores ou mesmo pelo tempo necessário para liquidar o investimento.

A liquidez, na verdade, envolve duas dimensões: a facilidade de conversão e a perda de valor. Qualquer ativo pode ser convertido em caixa rapidamente, desde que seu valor seja reduzido.

Mas um ativo com boa liquidez é aquele que pode ser convertido em dinheiro com rapidez, sem que haja uma perda significativa de valor.

Como exemplo de investimento com boa liquidez, você pode pensar na poupança, da qual pode sacar a qualquer momento, embora os juros sejam pagos apenas uma vez por mês.

Já um imóvel é um produto de liquidez muito baixa. Isso porque você pode demorar dias, meses ou até anos para vendê-lo pela quantia que realmente vale.

Caso precise muito do dinheiro naquele momento, terá de reduzir o preço cobrado. Por consequência, ele perderá valor.

Uma lógica semelhante pode ser aplicada a outros tipos de produtos. Um investimento com alta liquidez é aquele que lhe permite resgatar o dinheiro rapidamente, com facilidade, sem perder valor.

O que mede a liquidez de um investimento, em síntese, é seu grau de agilidade de conversão sem perda significativa de seu valor.

Como você vai notar, não é uma equação fácil de ser resolvida.

E por que isso importa?

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Porque um investimento é parte do seu planejamento de futuro. Você está colocando o fruto do seu trabalho em um lugar onde ele poderá ser cultivado.

Mas do que adianta se depois não puder usá-lo?

Nessa jornada, vão acontecer contratempos, com os quais você vai precisar lidar financeiramente. Então, a liquidez é, no mínimo, um conceito com o qual você deve ter grande familiaridade.

A seguir, vamos tirar todas as suas dúvidas.

Liquidez e rentabilidade, qual a diferença?

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Um erro bastante comum é confundir a liquidez com a rentabilidade de um determinado título. É importante destacar que são conceitos muito diferentes: uma aplicação com alta rentabilidade não tem necessariamente uma alta liquidez.

Por isso, na hora de investir, é fundamental estar atento a essas duas características, para escolher o ativo mais adequado conforme a sua renda, o seu planejamento e o montante.

A verdade é que há uma diferença significativa entre liquidez e rentabilidade. O primeiro conceito diz respeito à capacidade do ativo de se transformar em dinheiro, enquanto o segundo se refere ao percentual de remuneração que você receberá ao aplicar nele.

Há investimentos que oferecem melhor rentabilidade, mas pouca liquidez.

Em outras palavras, isso significa que você pode fazer um investimento que vai garantir melhores remunerações – mas somente a longo prazo.

Caso necessite do capital investido antes, por conta de algum imprevisto, ele ainda não estará disponível devido à baixa liquidez.

Então, trata-se de uma questão estratégica: você precisa definir o que deseja priorizar ao investir no produto – rentabilidade ou liquidez.

Se você tem um bom aporte financeiro e está seguro em investir uma parte do seu capital a longo prazo, pois possui outra reserva emergencial (que pode, inclusive, estar aplicada em um fundo com melhor liquidez), vale a pena priorizar a rentabilidade maior. Considerado esse contexto, o peso da baixa liquidez diminui.

Já em uma situação na qual você não sabe quando vai precisar do dinheiro aplicado, a decisão mais sábia é priorizar a liquidez, acima da rentabilidade do investimento.

Aplicar reservas financeiras que você guarda como fundo emergencial em ativos de baixa liquidez é uma decisão mal calculada e que pode resultar em prejuízos.

Imagine, por exemplo, que você aplicou suas reservas em um fundo de baixa liquidez e ocorreu alguma tragédia na sua família, que lhe custou algo em torno do valor que foi aplicado.

Diante da impossibilidade de resgate imediato do investimento, você se vê obrigado a solicitar um empréstimo – e pagar juros.

Ao fazer isso, você vai perder um dinheiro que provavelmente nem a rentabilidade almejada ao apostar naquele fundo vai compensar.

É por isso que é tão importante compreender o que é liquidez e o que é rentabilidade ao traçar uma estratégia de investimento.

O que é liquidez de um investimento?

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A liquidez de um investimento é um conceito relacionado à rapidez através da qual um investidor pode se desfazer de um ativo: seja para resgatar o dinheiro aplicado, ou para obter lucros com altas do mercado.

Na maioria dos casos, você pode observar que os investimentos mais fáceis de resgatar (melhor liquidez), são os que oferecem rentabilidades e riscos menores.

Quer um exemplo bem fácil? A poupança. Trata-se de uma aplicação com altíssima liquidez (você pode retirar o dinheiro a qualquer momento), mas baixíssima rentabilidade.

A poupança oferece liquidez diária, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro no mesmo dia em que fizer a solicitação. Por outro lado, o rendimento mensal e anual da poupança é irrisório – nem sempre supera a inflação, por exemplo.

Além disso, uma característica da poupança que muitos esquecem ao falar de liquidez é que a remuneração se dá uma vez por mês, na data de aniversário do depósito. Se você quiser sacar tudo de uma hora para a outra, sem lembrar a data de depósito, pode perder a valorização dos últimos dias.

Agora veja um exemplo oposto: o PGBL, Plano Gerador de Benefício Livre. Trata-se de um produto com bons rendimentos a longo prazo, além de ser um dos melhores instrumentos para restituição de Imposto de Renda (IR). Por outro lado, ele está entre os piores investimentos em termos de liquidez.

No caso de um resgate antecipado do PGBL, o investidor precisa arcar com uma exorbitante alíquota de IR, o que costuma fazer com que o valor resgatado seja menor do que o investido inicialmente. Em outras palavras, haverá prejuízo.

A boa notícia é que existem opções de investimentos que equilibram melhor esses dois fatores – rendimento e liquidez.

O Tesouro Direto, por exemplo, é um fundo de investimento em renda fixa mais rentável do que a poupança e com alta liquidez – a venda ocorre de um dia para o outro.

De modo geral, existem três tipos de títulos públicos negociados no Tesouro Direto – e todos têm alta liquidez. São eles:

  • Os pós-fixados, cuja remuneração acompanha a taxa Selic
  • Os prefixados, que remuneram uma taxa acordada no ato do investimento
  • Os atrelados à inflação, que pagam uma taxa prefixada mais a variação do IPCA.

Outra aplicação em renda fixa de fácil resgate é o CDB (Certificado de Depósito Bancário), modalidade pela qual você empresta dinheiro aos bancos em troca de juros. As taxas de rendimento não são tão elevadas, mas superam a remuneração da poupança.

No caso das ações, a liquidez varia de acordo com o ativo em questão. Os papéis mais valorizados do momento geralmente são também os mais fáceis de negociar, ou seja, são considerados ativos líquidos.

Já é bastante informação para processar, não é?

Se você estiver meio confuso, saiba que não há problema. A partir daqui, vamos por partes.

Em seguida, abordaremos mais detalhadamente e de forma minuciosa cada um desses diferentes títulos para que você comece a entender, de fato, qual o melhor lugar para aplicar neste momento, conforme a sua realidade.

Os melhores investimentos por liquidez

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A liquidez dos ativos é um fator de peso, não importa se você opera no mercado de renda fixa, renda variável ou em ambos.

Na renda variável, a liquidez não é imediata. Por isso, no mercado de ações brasileiro, o investidor que aplica na Bovespa conta com o Índice Bovespa (Ibovespa).

Ele é uma carteira com os papéis mais negociados no mercado brasileiro. A liquidez dessas ações principais é muito alta, e você não terá problema para vendê-las a qualquer momento.

As ações com pouca liquidez são as de empresas menores, cujos papéis são chamados de microcaps. Muitas vezes, oferecem um potencial de retorno muito grande, pois ainda não estão no radar de todos os investidores.

Por outro lado, não contam com a mesma liquidez, ou seja, pode não haver interessados na hora em que você desejar passar a ação adiante.

Na hora de pagar pelas ações ou de receber o dinheiro da venda, são necessários três dias úteis. Ou seja, se alguém comprar o seu lote de ações em uma segunda-feira, o dinheiro deve estar na sua conta na quinta-feira.

E no mercado de renda fixa, qual é o investimento mais líquido?

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A resposta óbvia, que a maioria das pessoas vai lembrar, é a poupança, já que você pode sacar o dinheiro a qualquer momento.

Só que a remuneração cai na conta apenas uma vez por mês, no dia do aniversário do depósito.

Ou seja, se você fez sua aplicação no dia 3, o saldo será atualizado com os juros referentes a esse investimento sempre no dia 3 dos meses subsequentes.

E se fizer múltiplos depósitos em dias variados, terá diferentes datas para cuidar, cada uma acrescentando saldo referente a um período.

Isso quer dizer que, se você simplesmente sacar todo o saldo da poupança de uma hora para a outra, você poderá perder o rendimento dos últimos dias. Ou seja, nem a poupança é tão líquida assim.

Abaixo, vamos abordar em detalhes diversos investimentos e títulos para você entender quais são as principais diferenças entre eles, com especial atenção a sua liquidez.

Liquidez dos fundos de investimento

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Os fundos de investimentos, que permitem ao investidor aplicar em uma variada cesta de ativos (títulos de renda fixa, títulos públicos, títulos cambiais, derivativos, commodities, ações, entre outros), possuem liquidez de alta para média.

Quem afirma é o especialista em finanças Rafael Seabra, também em seu blog Quero Ficar Rico. “Dependendo do fundo, é necessário entre um a quatro dias úteis para o dinheiro estar disponível em sua conta”, sinaliza o especialista.

Mas isso ocorre, geralmente, para quem investe em fundos menos conservadores, como aqueles atrelados aos títulos de dívida de empresas ou em papéis com rentabilidade atrelada à inflação.

Fundos para quem aplica em renda fixa (com rentabilidade atrelada à taxa Selic ou ao CDI), de forma bem conservadora, a exemplo dos fundos DI, em geral são muito líquidos. Você pode receber o dinheiro no mesmo dia do pedido de resgate.

Mas como saber, exatamente, qual é a liquidez do fundo em que você está investindo no momento da aplicação?

Se essa é uma questão crucial, lembre-se de pesquisar sobre os prazos de cotização e liquidação dos fundos em que pretende aplicar. Caso não consiga localizar essa informação sozinho, peça auxílio do seu corretor.

O prazo de cotização representa o tempo necessário para transformar suas cotas em dinheiro.

Já o prazo de liquidação corresponde ao tempo da transformação das cotas em dinheiro e a data em que o dinheiro será, efetivamente, disponibilizado na sua conta corrente.

Ao somar esses dois prazos, você descobrirá o tempo entre o pedido de resgate e a disponibilidade do dinheiro na sua conta bancária.

Liquidez do CDB

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Os CDBs, Certificados de Depósitos Bancários, são considerados títulos de renda fixa conservadores com grau elevado de liquidez e baixo risco. Por meio deles, você “empresta” dinheiro a um determinado banco, para que ele possa oferecer empréstimos a outras pessoas.

Tais certificados têm características semelhantes aos CDIs, Certificados de Depósitos Interbancários, só que neles suas aplicações são usadas para a realização de empréstimos entre os próprios bancos.

De todo modo, por oferecerem maior liquidez, eles também possuem menores rentabilidades.

No caso de um CDB prefixado, sua remuneração será definida no momento da aplicação (12% a.a, por exemplo).

Em um CDB pós-fixado, os rendimentos geralmente são determinados pela soma da variação da inflação (medida pelo índice IPCA ou IGP-M) + taxa do CDI, que acompanha a Selic, ao fim da aplicação.

Se você quiser ganhar 100% do CDI investindo em CDBs, saiba que é possível. No entanto, o banco ou corretora provavelmente vai solicitar que você abra mão da liquidez diária e permaneça com o papel por um prazo determinado.

No caso dos CDBs prefixados ou com rentabilidade atrelada à inflação, também é provável que a corretora exija um prazo mínimo de investimento para pagar o que foi prometido.

Você percebe como uma rentabilidade melhor geralmente ocorre em detrimento de uma maior liquidez?

É, caro leitor. Não existe almoço grátis.

De todo modo, os CDBs ainda estão entre as melhores aplicações para investidores que buscam um produto conservador e com alta liquidez. Entre CDB e poupança, fique com a primeira opção, sem dúvida.

Liquidez do LCI e LCA

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LCIs, Letras de Crédito Imobiliário e LCAs, Letras de Crédito do Agronegócio, por sua vez, são ativos interessantes para quem possui um aporte financeiro maior e quer aplicar em longo prazo.

Ao investir em uma LCI, você “emprestará” dinheiro para financiamentos habitacionais e, ao investir em uma LCA, vai ajudar a fomentar o agronegócio.

Tais títulos não possuem liquidez diária, mas proporcionam rendimentos substanciais. A carência mínima é de 90 dias, mas, passada essa carência, ainda há prazos de resgate que precisam ser respeitados e variam de seis meses a dois anos.

Uma LCA pode ter rendimentos atrelados a um percentual do CDI, a uma taxa prefixada ou ainda pela inflação + juros prefixados. E o melhor: essa remuneração é isenta de IR – para pessoa física e jurídica.

No caso de uma LCI, os rendimentos estão atrelados à CDI e isentos de IR para pessoas físicas, condomínios de edifícios residenciais ou comerciais (para pessoas jurídicas, porém, não).

Até existem LCIs com prazos menores (maior liquidez), mas para investir nelas você precisa ter um aporte financeiro de, no mínimo, R$ 30.000 para aplicar.

Liquidez da Letra de Câmbio

Por fim, cabe mencionar ainda as LCs – ou Letras de Câmbio. Elas têm um propósito bem semelhante ao dos CDBs, mas se diferem pois são emitidas exclusivamente por instituições financeiras de crédito.

Como o principal negócio dessas companhias é emprestar dinheiro, elas costumam oferecer rendimentos interessantes para quem compra seus títulos.

Uma LC pode remunerar até 120% do CDI, uma taxa bem atrativa para quem procura rendimentos sólidos.

No entanto, como você já pode imaginar, esse tipo de título tem uma liquidez bem baixa. Ou seja, se você eventualmente precisar do dinheiro da aplicação antes do prazo estipulado, poderá ficar na mão. Além disso, seus ganhos serão tributados no IR.

Conclusão: onde aplicar meu dinheiro?

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Agora que você já sabe o que é liquidez, certamente vai passar a considerar o que esse conceito representa ao planejar seus futuros investimentos. O primeiro passo, antes de aplicar, é estudar o que pode acontecer a curto, médio e longo prazo na sua vida financeira.

Sim, antes de planejar investimentos, é melhor dar uma boa olhada na sua planilha financeira ou no seu aplicativo para ter uma boa noção de quando e quanto dinheiro você vai precisar no próximo mês e no próximo ano e até começar a projetar um período mais longo.

Nessa análise, é bom colocar até questões como:

  • Qual é a sua estabilidade de emprego?
  • Quanto você economiza todo mês?
  • Quanto pretende economizar?
  • Quanto você gasta?
  • Quanto você quer gastar?
  • Quanto você vai estipular de reserva para eventos extraordinários?
  • Quais são as próximas viagens que você quer fazer?

Abrir mão da liquidez geralmente significa não ter recursos disponíveis em conta para cobrir uma necessidade de gastos inesperados e emergenciais.

Então, você deve se questionar: estou preparado para não poder contar com essa reserva financeira por um período “x” de tempo?

Em caso negativo, prefira aplicar seu capital em títulos com alta liquidez, como CDBs, CDIs e Tesouro Direto.

Isso porque a falta de capital disponível em conta pode obrigá-lo a ter que liquidar investimentos de longo prazo antecipadamente – com prejuízos, é claro.

É esse tipo de desorganização financeira que pode depreciar o patrimônio de um investidor, prejudicando sua rentabilidade a longo prazo.

Em contrapartida, se você está preparado para abrir mão do capital pelo período estipulado e tem uma estratégia bem articulada para lidar com imprevistos, aí sim: busque melhores rentabilidades por meio de aplicações em LCAs, LCIs e LCs.

De todo modo, uma recomendação geral dos especialistas é que você gerencie seu capital através de diversos investimentos, reservando sempre uma parte de suas economias para títulos de alta liquidez e, consequentemente, de fácil resgate.

Assim, não importa o que aconteça, você sempre estará amparado diante de uma emergência e livre para movimentar seus recursos diante de uma oportunidade única para fazer algum outro investimento ou negócio.

Nessa busca, você precisa considerar três pilares de sustentação: a segurança, a rentabilidade e a liquidez.

Os três nunca têm o mesmo peso, e você precisa equilibrar os investimentos da melhor forma possível, unindo a liquidez de títulos do Tesouro, os rendimentos da bolsa de valores, a segurança de LCIs e LCAs, entre outros.

Em resumo, não existe uma única resposta para a pergunta: onde aplicar meu dinheiro?

Tudo vai depender do seu objetivo, incluindo o tempo que pretende aplicar e a rentabilidade desejada.

Alguns fatores contrapõem outros e, diante dessa situação, é preciso escolher as opções mais inteligentes conforme a sua realidade financeira.

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