O que é COE (Certificado de Operações Estruturadas) e como investir

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Você já ouviu falar em COE? Essa sigla, que significa Certificado de Operações Estruturadas, surgiu há pouco tempo, mas é cada vez mais difundida em bancos e corretoras como uma aplicação que pode trazer retornos muito interessantes com riscos controlados.

Se você se interessa por um investimento que busca retornos maiores do que a renda fixa, estas três letras podem ser uma bela inclusão para o seu dicionário de investimentos.

Neste artigo, você vai tirar suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Como funciona o COE?
  • Como investir em um COE?
  • Quais tipos de Operações Estruturadas são essas?
  • Quais são os riscos desse investimento?
  • Quais são as principais vantagens?
  • Ele é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito?
  • Como ocorre a tributação de um COE?
  • Para qual tipo de investidor é recomendado?
  • O que significa um COE de capital protegido?

Ficou interessado? Então siga a leitura.

O que é COE?

O COE (Certificado de Operações Estruturadas) é um investimento novo, que envolve renda fixa e variável. É uma alternativa para quem busca diversificação de portfólio e estruturação de operações com derivativos, sem precisar alinhavar sua posição por conta própria.

Esse instrumento é uma adaptação brasileira das Notas Estruturas, bastante populares nos Estados Unidos e na Europa.

Ele foi regulamentado pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) do Banco Central apenas no segundo semestre de 2013, após ser criado pela Lei 12.249/10, a mesma que criou as Letras Financeiras.

Existem duas formas de aplicação nesse investimento, uma com o capital protegido (ou seja, a garantia da devolução do valor inicial) e outra com o capital em risco (sem essa garantia).

Nos dois casos, deve-se observar também o custo de oportunidade, que é o quanto você está deixando de ganhar por não optar por outra aplicação.

Com a perspectiva atual de redução de juros, os COEs oferecem, em muitos casos, possibilidades de rendimentos superiores ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, referência constante para a rentabilidade de investimentos).

Uma das vantagens dos COEs em relação a fundos de investimentos (que também possibilitam diversificação de aplicações e acesso a instrumentos financeiros sofisticados e mais complexos) é que os Certificados de Operações Estruturadas trazem a cobrança de Imposto de Renda apenas no resgate, seguindo a tabela regressiva da renda fixa, de 22,5% a 15% da valorização do período.

Além de não comportarem o temido come-cotas (antecipação do Imposto de Renda), COEs não apresentam taxas de administração, performance ou custódia.

Para entender melhor como funciona essa aplicação, imagine um instrumento financeiro que tenha um objetivo, como superar o Ibovespa, proteger contra a alta do dólar ou blindar contra a inflação.

Nessa perseguição da meta, o emissor estabelece uma estratégia que pode envolver ativos e derivativos em renda fixa e variável.

A seguir, vamos trazer mais detalhes sobre essas operações e como você pode se beneficiar delas.

Como funciona

O COE é um título complexo e dinâmico, que pode assumir diferentes formas de atuação. Com um único investimento, você tem acesso a diversificação e a novos mercados, com custos normalmente inferiores do que se você montasse as operações por conta própria.

A criação de uma COE depende de um banco ou corretora, que emite esse título com um vencimento (que pode variar, por exemplo, de três meses a dois anos), um valor mínimo para a aplicação, um indexador e o cenário definido de ganhas e perdas, com ou sem capital inicial protegido.

A ideia do COE com capital inicial protegido é bastante sedutora: a tentativa de retornos agressivos, típicos da renda variável, com a segurança de que o aporte inicial não sofrerá perdas nominais, que é uma característica de aplicações de renda fixa.

Mesmo nesses papéis, porém, não há garantia de um retorno específico, como em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) ou LCI/LCA (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio).

Por isso, títulos como esse podem, por exemplo, compor o seu portfólio como um elemento um pouco mais arriscado.

Se você quiser investir em um COE, precisará analisar o título específico ofertado e se a estratégia traz possibilidades interessantes de ganhos, pois o funcionamento varia conforme a operação estruturada oferecida pela corretora ou pelo banco de investimentos.

Normalmente, a operação estruturada é oferecida com base em cenários futuros.

Por exemplo, uma COE pode ter as seguintes condições:

  • Se o Ibovespa (principal índice da bolsa de valores brasileira) cai ou se mantém estável ao longo do vencimento, você tem apenas seu investimento inicial de volta
  • Caso o Ibovespa se valorize até 30%, você recebe rendimento proporcional a essa valorização
  • Se esse índice sobe mais de 30%, então você tem rendimento fixo de 30%.

Nesse exemplo acima, você não tem risco de perder seu dinheiro aplicado.

Mas corre o risco de oportunidade perdida, já que, se o Ibovespa cair, você receberá exatamente o valor aplicado de volta, com o poder de compra corroído pela inflação e sem a valorização que um investimento em renda fixa ofereceria.

Um COE também pode ter condições baseadas no dólar. Exemplo de um produto hipotético:

  • Se o dólar se desvaloriza em relação ao real, você recebe seu dinheiro inicial de volta
  • Se o dólar sobe até 15%, você recebe a valorização proporcional
  • Se o dólar dispara mais de 15%, você recebe o rendimento máximo de 15%.

Esse é um investimento que pode ser usado para quem busca se expor ao dólar sem correr risco de perda do capital investido.

Características do COE

O COE foi inspirado em um investimento famoso nos Estados Unidos e na Europa, chamado de Nota Estruturada. Ele existe, no Brasil, com duas formas de aplicação: com Investimento com Valor Nominal em Risco e com Investimento com Valor Nominal Protegido.

No primeiro modelo, o investidor pode perder todo o capital inicial.

No segundo modelo, no pior cenário possível, o investidor recebe o valor integral de seu investimento original.

Mesmo em seu formato sem risco para o capital inicial, o COE não é indicado como substituto de renda fixa, já que não se trata de uma aplicação com retorno previsível.

Lembre-se, também, de que receber seu dinheiro (valor nominal investido) de volta depois de um ou dois anos não pode ser considerado uma vitória, já que o poder de compra será corroído pela inflação e você terá o custo de não ter recebido as valorizações possíveis de uma aplicação em renda fixa.

Ainda está um pouco confuso a respeito do funcionamento do COE? Calma, trata-se mesmo de um investimento mais complexo.

Os tópicos seguintes vão esclarecer melhor suas características básicas.

Como investir

Antes de investir em COE, é importante entender como funcionam os Certificados de Operações Estruturadas e escolher uma aplicação que faça sentido para o seu bolso e para o seu perfil de investidor.

Se você quer buscar opções desse tipo de aplicação, deve abrir uma conta em uma corretora ou banco de investimentos.

Depois, precisa analisar com cuidado o título e todas as suas condições, já que o COE se trata de um papel bastante complexo e eclético, que pode conter ativos e derivativos em renda fixa e variável.

É interessante, nessa busca, avaliar o tipo de estratégia adotada pelo COE em consideração.

Um título que quer acompanhar a alta do dólar e ao mesmo tempo blindar o investidor pode conter contratos futuros dessa moeda estrangeira e títulos públicos com rendimentos prefixados, por exemplo.

Nessa hora, de avaliação de suas opções, não deixe de considerar outros tipos de títulos e montar uma estratégia de investimentos de longo prazo, que contemple diferentes tipos de ativos.

E ao fazer os cálculos, não esqueça de registrar devidamente todos os custos das aplicações.

Perfil do investidor

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O perfil do investidor que aplica em COE varia conforme o título e, principalmente, se o papel traz o risco de perda do capital inicial ou não. Para o investidor mais conservador, não é uma boa medida deixar o seu dinheiro em um Certificado de Operação Estruturada com riscos elevados.

Mesmo assim, há COEs que atendem diferentes tipos de investidor, do mais conservador ao mais arrojado.

O mais conservador deve procurar os títulos com capital inicial protegido e, mesmo assim, destinar parcela pequena de seu capital a eles, dando prioridade à renda fixa.

Já o investidor mais arrojado tende a se expor de diferentes maneiras e em variados papéis a riscos calculados. Nesse caso, o COE oferece caminhos simples de montar operações complexas e de investir em cenários futuros da economia, com custo reduzido.

A seguir, você vai entender melhor se deve investir em COEs e como proceder para aplicar com menos riscos e maior retorno.

Relação do COE com a Cetip

A Cetip é uma central de custódia do mercado brasileiro, agora integrada com a Bolsa de Valores para formar a B3. A Cetip presta serviços de depositária, registro, negociação e liquidação de ativos e títulos. Para o COE, ela oferece condições para registro, depósito e liquidação de 41 cenários de ganhos e perdas.

Para simplificar um pouco, a Cetip oferece a custódia de títulos financeiros, ou seja, a guarda dos diferentes ativos e valores mobiliários.

Assim, o investidor não precisa possuir um papel que represente fisicamente aquele título. O ativo está lá guardado por uma empresa que zela por sua segurança e integridade, com reconhecimento de todo o mercado financeiro e do Banco Central.

Vantagens

As principais vantagens do COE para o investidor são a diversificação de seu portfólio, com acesso a novos mercados e operações complexas, a simplificação e redução de seus custos, sem taxas (ou taxas reduzidas) e Imposto de Renda cobrado apenas no resgate, com alíquota de 22,5% a 15% da valorização do investimento.

Em uma comparação com um investimento complexo, como o fundo de investimento multimercado, a questão da tributação se sobressai.

Em um fundo multimercado, que também aplica em ativos e derivativos de renda fixa e variável, também de olho em expressivos retornos, há a incidência de um elemento bastante perturbador, chamado de come-cotas.

O come-cotas tem a função de antecipar o Imposto de Renda diretamente na fonte, a cada seis meses.

Isso significa que, a cada semestre, um percentual da valorização do investimento é deduzido e deixa de render juros, o que pode representar, ao fim do período, um gargalo bastante significativo.

No COE, isso não acontece. Além disso, normalmente não há cobrança de taxa de administração.

Ou seja, de toda a valorização ao longo da aplicação, o único desconto será na hora do resgate, em um percentual de 22,5% a 15% do Imposto de Renda, de acordo com o tempo de investimento.

Desvantagens

As possíveis desvantagens do COE são relacionadas a seus retornos, que não podem ser completamente dimensionados na hora do investimento. Essa aplicação é uma aposta em um movimento do mercado, que pode não se concretizar e assim oferecer rendimento zero.

Mesmo em COEs de capital protegido, é importante não esquecer do custo de oportunidade.

Esse termo se refere ao quanto você deixou de ganhar por não ter destinado seus recursos a uma outra aplicação que poderia ter oferecido resultados melhores (até em renda fixa).

Outra característica do COE que pode ser considerada uma desvantagem é sua baixa liquidez.

Para investir em um título desses, o investidor deve antes se planejar adequadamente para poder carregar o COE até o seu vencimento ou, pelo menos, ao longo de seu período de carência, período em que você não o poderá renegociar. Normalmente, não é vantagem negociar o COE antes do seu vencimento.

Outro motivo para cautela em relação a esse investimento é que ele não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que banca o saldo de algumas aplicações em renda fixa em caso de quebra do emissor do título (em um limite de até R$ 250 mil por CPF por instituição emissora).

Rendimento do COE

O rendimento do COE varia muito conforme o título e os cenários oferecidos na aplicação. De acordo com a Cetip, a maioria das aplicações desse tipo no Brasil apresentam rentabilidade superior ao CDI (taxa de referência de rendimento em aplicações, que segue de perto a Taxa Selic).

Como esse investimento busca exposição a um movimento do mercado (como a valorização do dólar, de alguma ação listada em bolsa ou do Ibovespa), o rendimento exato não tem como ser projetado antes do fim do período de aplicação.

Mesmo assim, a opção de capital protegido oferece a possibilidade de o investidor obter retorno mais agressivo sem chance de perder o valor nominal investido inicialmente.

Prazo do investimento

O vencimento do Certificado de Operações Estruturados pode variar de três meses a mais de dois anos, dependendo do cenário e ativo de referência projetado no momento de aplicação. Ao pesquisar prazos, lembre-se de que aqueles superiores a dois anos contam com a menor alíquota do Imposto de Renda, de 15% apenas.

Já um COE de apenas três meses terá incidência de 22,5% do Imposto de Renda.

A seguir, vamos entender melhor como ocorre a tributação nesse tipo de investimento.

Tributação

O COE sofre apenas a tributação do Imposto de Renda, exatamente como em títulos de renda fixa, como CDBs. A tabela funciona de maneira regressiva, de 22,5% a 15% sobre a valorização do investimento, de acordo com o tempo de aplicação, de menos de 180 dias a mais de 720 dias.

Veja a tabela do Imposto de Renda:

Tempo de InvestimentoAlíquota do Imposto de Renda
Até 180 dias22,5%
De 181 dias a 365 dias20%
De 365 dias a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Para a maioria dos COEs, a alíquota do Imposto de Renda se situará entre 20% e 15% do rendimento (lembre-se de que ela não incide sobre o valor total do investimento).

Se a COE tiver um vencimento de 12 meses, por exemplo, você pagará 20% do rendimento de imposto. Para um ganho bruto de R$ 20.000,00, digamos, o valor do IR será de R$ 4.000,00.

Considerando a complexidade das operações, trata-se de uma alíquota baixa.

Em fundos de investimento multimercados, por exemplo, que lidam com ativos e derivativos em renda fixa e variável, há cobrança de imposto seguindo a mesma tabela – só que com a inclusão do come-cotas, que antecipa o IR a cada semestre e, assim, prejudica muito os resultados finais.

Riscos

Os riscos dependem do tipo de Certificado de Operações Estruturadas escolhido. Aqueles com capital protegido sofrem principalmente com o risco do custo de oportunidade, enquanto a aplicação sem capital protegido tem risco maior, que pode dinamitar todo o seu investimento.

Também é importante não desconsiderar o risco de crédito. Em COEs, não há proteção do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo do investimento em várias aplicações de renda fixa, como CDBs, LCIs, LCAs e poupança.

Outro risco é o da falta de planejamento no que se refere à liquidez do investimento, isto é, a capacidade de conversão da aplicação em dinheiro sem perda de valor.

Na prática, o COE é um investimento pouco líquido, normalmente resgatável apenas no seu vencimento ou com deságio, ou seja, um prêmio para o banco que pode significar perda para o investidor.

Conclusão

Como vimos, o COE não é um título tão simples quanto um CDB ou uma LCI. Mas é por isso que ele pode oferecer rendimentos superiores.

Por apresentar operações com derivativos (contratos futuros de dólar, por exemplo), o Certificado de Operações Estruturados tem maior exposição a riscos e, também, ao potencial de retornos.

Para investidores que estão dando seus primeiros passos no universo da renda variável, essa aplicação oferece a possibilidade de apostar em movimentos do mercado (alta do dólar, valorização do Ibovespa, trajetória da inflação) com operações que envolvem minucioso planejamento.

Além de estratégias que visam a rendimentos bem superiores ao CDI, esses títulos apresentam baixo custo na comparação com outras aplicações complexas, como fundos de investimento multimercados.

Nos COEs, normalmente não há cobrança de taxas, e o Imposto de Renda é cobrado apenas no resgate do investimento, seguindo a tabela da renda fixa, com alíquota de 22,5% a 15% da valorização da aplicação.

Em fundos multimercados, que também se valem de uma composição de ativos e derivativos em renda fixa e variável, há a cobrança do come-cotas, uma antecipação do Imposto de Renda que prejudica muito o rendimento da aplicação.

Essas vantagens se somam à opção de contar com o capital protegido, ou seja, de ter pelo menos o seu investimento original blindado de qualquer risco.

Parece a opção perfeita para o seu dinheiro? Calma.

É preciso contrabalançar essas informações com alguns elementos possivelmente negativos, como custo de oportunidade, liquidez e riscos de crédito.

O custo de oportunidade se refere, no caso de um retorno zero, a todo o rendimento que você poderia ter se aplicasse em algum investimento, por exemplo, de renda fixa ao longo do período do COE.

A baixa liquidez do COE significa que você terá que carregar o título até o seu vencimento (em média, um ano) ou correr o risco de perder algum dinheiro ao renegociar o papel com o banco ou corretora.

O risco de crédito se deve à falta daquele aval do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo de investimentos (em um limite de R$ 250 mil por CPF por instituição financeira) de CDBs, LCIs e outras aplicações de renda fixa em caso de falência do emissor.

Por tudo isso, é muito importante, ainda mais para investidores iniciantes, informar-se sobre o produto e ter a certeza da solidez da instituição que o emitiu, ok?

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  1. Gostaria de parabenizar vocês pela excelente matéria sobre COE’s. A melhor explicação e a mais detalhada que achei na internet. Parabéns!!!