Investimentos

No que investir: opções de investimentos para você aplicar hoje

Com tantas aplicações disponíveis, decidir no que investir pode não ser tão simples.

Mas há ao menos uma certeza: a poupança muito provavelmente não será a melhor opção.

A famosa caderneta, que ainda é a preferida dos brasileiros, tem um rendimento pífio.

Muitas vezes, não consegue nem mesmo fazer frente à inflação.

E quando isso acontece, é o seu poder de compra que vai pelo ralo.

Mas se você ainda se sente preso a ela por questões de segurança ou liquidez, vai ver neste artigo qual melhor investimento para ganhar dinheiro.

E as opções são várias.

Quer saber mais? Então, siga a leitura!

Para cada perfil, existe uma boa opção de investimento

Você provavelmente já ouviu falar na expressão perfil de investidor.

Ela se refere às características individuais que ajudam a determinar qual tipo de aplicação financeira é mais indicada para cada pessoa.

Conhecer o seu perfil de investidor é, provavelmente, a melhor estratégia para definir no que investir.

E para conhecer o seu perfil, você deve responder um questionário com algumas perguntas sobre os seus conhecimentos de produtos financeiros, sua experiência com investimentos e suas preferências em determinadas situações hipotéticas.

Agora, vem a questão: como exatamente isso pode ajudá-lo a definir no que investir?

Vamos a um exemplo.

Supondo que você tenha um perfil mais conservador, que procura argumentos para se manter firme e forte ao lado da poupança.

No seu caso, aplicações de renda fixa são mais indicadas, justamente por serem mais seguras.

Se ousar muito em renda variável, especialmente ao comprar ações na bolsa de valores, pode não ter estômago para isso – literalmente falando.

As características do mercado financeiro por vezes podem ser agressivas demais para quem não tem um perfil mais arrojado.

Resumindo, seria um erro de iniciante, algo muito perigoso para o seu patrimônio.

Por outro lado, quem vislumbra rentabilidades mais atrativas, provavelmente não se contentaria com valores prefixados, que são conhecidos no momento da aplicação.

Uma característica desse tipo de investimento é justamente o retorno mais baixo, com ganho real perante à inflação, mas ainda assim limitado.

Faça uma simulação

Para não errar, antes de conhecer opções e decidir no que investir, faça uma simulação pelo site do BTG Pactual digital.

Acesse agora esta ferramenta prática, que permite a você descobrir qual o seu perfil de investidor e que tipo de aplicações são mais indicadas.

São só breves perguntas e você já terá acesso a uma informação valiosa, que vai guiar o futuro do seu dinheiro.

CDB

Começando agora a falar das possibilidades de investimentos para abandonar a poupança, chegamos ao CDB, o Certificado de Depósitos Bancários.

Ele costuma ser a porta de entrada no mundo das aplicações financeiras após sair da caderneta.

O CDB é uma aplicação de renda fixa, oferecida por grandes instituições bancárias.

Funciona como uma espécie de empréstimo ao banco, que estabelece o valor e também fixa o período no qual o dinheiro não pode ser movimentado.

Em linhas gerais, há três tipos de CDBs oferecidos pelos bancos. São eles:

CDB prefixado

O cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação.

CDB pós-fixado

É mais popular alternativa de CDB, com taxa de remuneração atrelada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário. O valor fica próximo à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

CDB híbrido

Associa sua remuneração a uma taxa fixa de juros e a variação de um índice de inflação, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Vantagens do CDB

Conheça agora algumas vantagens de aplicar no CDB:

  • Ao contrário da poupança, o CDB possui remuneração variável de acordo com a instituição que o oferece
  • A liquidez também varia, o que possibilita à aplicação ser usada por diferentes perfis em uma estratégia de diversificação de investimentos
  • O CDB é um investimento de baixo risco e considerado bastante seguro. Ele tem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito. Esse instrumento banca o saldo da aplicação dentro de um limite de R$ 250 mil por CPF por conglomerado financeiro em caso de quebra do banco emissor. Recentemente, houve uma alteração na regra de proteção do FGC incluindo um limite de proteção R$ 1 milhão por investidor durante um intervalo de 4 anos.
  • No CDB, não há taxa de administração, custódia ou qualquer outra.

LCI e LCA

Outro produto financeiro de renda fixa, a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) tem rendimentos similares ao CDB.

As modalidades foram criadas com o objetivo de fomentar o crédito imobiliário e do agronegócio no país.

Ambas são emitidas por bancos como forma de captar recursos e destinar a empréstimos voltados aos dois setores.

Os títulos costumam ter prazos que variam entre 3 e 24 meses (mas que pode ser maior!), com liquidez apenas no vencimento.

Em algumas instituições, no entanto, é possível fazer o resgate antecipado após o período de carência.

Conheça bem o produto antes de investir, para saber se a instituição na qual você pretende investir permite o resgate antecipado ou não! Isso evitará possíveis surpresas desagradáveis caso venha a precisar desse valor.

Assim como o CDB, LCI e LCA podem ser contratadas nas modalidades prefixada e pós-fixada, mas não há o modelo híbrido.

Veja como elas funcionam:

Prefixada

Nesta opção, o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação do investimento.

Pós-fixada

É a modalidade mais popular. Sua taxa de remuneração está vinculada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, que acompanha de perto o valor da Selic, a taxa básica da economia brasileira.

Vantagens

Gostou do funcionamento de LCI e LCA? Então, veja quais são as suas vantagens principais:

  • LCI e LCA são produtos financeiros isentos de IR, o Imposto de Renda
  • Investir em ambas é tão seguro quanto aplicar na poupança
  • LCI e LCA também contam com a proteção oferecida pelo FGC, nos mesmos moldes que o CDB
  • Não é difícil encontrar opções sem a cobrança de taxa de custódia.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais badalados da atualidade.

Estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham dinheiro aplicado na modalidade.

Isso se explica justamente em razão da comparação com a poupança.

Os ganhos reais com o Tesouro Direto podem equivaler até ao dobro do obtido na caderneta, e sem que isso implique em riscos ao investidor.

A aplicação é fruto de um programa da Secretaria do Tesouro Nacional em parceria com a BMF&Bovespa, a qual existe desde 2002.

Funciona a partir da venda de títulos da dívida pública federal para pessoas físicas, por meio da internet.

O que torna o Tesouro Direto uma das aplicações mais seguras do mercado financeiro é o fato de ter a garantia de pagamento do Governo Federal.

Afinal, na prática, você empresta dinheiro à União, que então faz uso dele para financiar atividades próprias.

Na remuneração, recebe de volta o valor aplicado mais juros.

Para se tornar um investidor, basta ter CPF e abrir conta em uma instituição financeira credenciada.

Como já dito, tudo é realizado por meio da internet, no sistema do Tesouro Direto.

De posse de uma senha, o investidor verifica os títulos disponíveis e acompanha o extrato da aplicação, mesmo aos finais de semana.

O sistema online funciona das 9h30min às 18h nos dias úteis.

Já das 18h às 5h e aos finais de semana, os resgates são liquidados com preços e taxas de abertura do dia útil seguinte.

Interessante ainda observar sobre o Tesouro Direto é que ele possui uma taxa de custódia de 0,3% ao ano cobrada pela BMF&Bovespa.

Já a chamada taxa de administração não é cobrada por algumas instituições financeiras, como é o caso do BTG Pactual digital, que oferece o serviço gratuitamente.

Além disso, o Tesouro Direto está sujeito à tributação do Imposto de Renda, que varia de 15% a 22,5%.

Saiba mais sobre o Tesouro Direto no vídeo abaixo:

Pontos de atenção

O Tesouro Direto possui títulos de longo prazo.

Isso significa que é perfeitamente possível fazer um investimento cujo retorno você só projeta receber após décadas de duração.

Por outro lado, nem por isso ele perde a sua característica de liquidez diária.

Ou seja, o investimento pode se transformar em dinheiro no momento que você precisar fazer um resgate.

Mas fique alerta, pois essa pode não ser a melhor atitude.

Aqueles títulos que estão na modalidade prefixada, e por isso atrelados à inflação, sofrem com marcação a mercado. Ou seja, possuem volatilidade.

Na prática, se vendê-los antes da hora sem ter realizado um monitoramento do seu valor de mercado, corre um risco real de perder dinheiro.

No mínimo, tende a ter a sua rentabilidade bastante prejudicada.

Uma opção interessante para conhecer mais sobre o investimento é visitar o site do Tesouro e experimentar o seu simulador.

Com essa ferramenta, você pode fazer o teste e acompanhar como o seu dinheiro se movimentaria em determinadas condições.

É útil para escolher entre prazos e diferentes objetivos nos títulos variados que são oferecidos.

Prefixado

O Tesouro Direto prefixado é aquele no qual a remuneração do título é definida no momento da compra.

Na prática, significa que o título não será afetado por nenhum indicador e nem mesmo por uma mudança na economia.

Ao contratar, você já sabe quanto irá receber. Sem surpresas.

Também a taxa definida ao adquirir será a referência para o pagamento no momento do resgate.

Pós-fixado

É o título mais comum entre os oferecidos no Tesouro Direto.

Nessa modalidade, o investidor pode indexar a aplicação a um índice, como a própria Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira.

Por isso, não há como precisar com antecedência qual será a rentabilidade obtida.

O rendimento só se revela no momento do resgate do título.

Híbrido

Já o título de Tesouro Direto híbrido combina as duas modalidades de remuneração que acabamos de citar.

Ele é o resultado de uma taxa de juros somada a um índice de inflação.

Normalmente, é utilizado o IPCA, que é o índice oficial do governo federal para medir as oscilações de preço no Brasil.

Vantagens

Agora, confira só algumas vantagens que podem convencê-lo a investir no Tesouro Direto:

  • É considerado um investimento de baixo risco e mais rentável que a poupança
  • A partir de aproximadamente R$ 30, você já pode aplicar no Tesouro Direto
  • É permitido incrementar seu investimento na modalidade de tempo em tempo
  • diversos prazos e opções de rentabilidade nessa aplicação
  • No Tesouro Direto, a liquidez é tão alta quanto possível
  • Tem a garantia do Governo Federal, cujos títulos de dívida formam os pilares da economia nacional.

Fundos de investimento

A melhor forma de entender o que é um fundo de investimento é traçar uma analogia com um condomínio.

Nele, há os moradores (chamados de cotistas), um síndico (no papel de gestor), uma taxa (de administração, que equivale à condominial), uma administradora (a quem compete o registro do fundo e outros controles) e um custodiante (assim chamado o banco que “guarda” o dinheiro aplicado).

Além disso, tal qual um condomínio, cada fundo tem uma espécie de regulamento interno, específico, que é quem dita as regras que devem ser respeitadas.

Assim, o patrimônio de um fundo de investimento pertence a várias pessoas, que são os cotistas.

Sua remuneração se dá de forma proporcional à cota que possui.

Como instrumento de investimento coletivo, o fundo se destina a captar recursos para realizar aplicações nos mercados financeiro e de capitais.

É sempre o gestor quem decide no que investir.

A sua função é exatamente essa, o que é de grande responsabilidade.

A ele compete definir qual parcela do patrimônio coletivo será destinada a cada ativo.

Toda a estratégia de investimentos passa por ele e ele deve respeitar o regulamento do fundo para fazer as alocações.

Importante dizer ainda que esse gestor pode tanto ser uma pessoa física como jurídica, independente ou então ligada a algum grupo financeiro.

Acima dele está a administradora, que é quem opera o fundo e gerencia aspectos como o cálculo do valor da cota e das despesas, os aportes e os resgates.

Por fim, o custodiante completa o tripé que dá sustentação ao fundo de investimento.

Afinal, é essa instituição financeira que fica responsável por guardar os ativos que compõem a carteira do fundo.

Em todos os fundos, gestora, administradora e custodiante são figuras diferentes, de instituições diferentes, ainda que possam pertencer ao mesmo grupo empresarial.

Sobre fundos, é válido dizer ainda que eles têm o acompanhamento e a fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), vinculada ao Banco Central.

Inclusive, uma boa dica é visitar o site da CVM para acessar a carteira, os documentos relacionados aos fundos e os relatórios que são emitidos obrigatoriamente.

Tipos de fundos de investimentos

São quatro os tipos de fundos de investimento, conforme classificação definida pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Confira mais sobre eles agora.

Fundos de renda fixa

Como o nome indica, têm foco em ativos de renda fixa, embora também possam ser aceitos títulos sintetizados via derivativos. Não são aceitas estratégias com aplicações em renda variável, como ações.

Fundos de ações

Essa é uma carteira justamente direcionada para ativos de renda variável. Deve ter pelo menos 67% do fundo aplicado em ações à vista, bônus ou recibos de subscrição, certificados de depósito de ações, entre outras.

Fundos multimercados

É diferente dos demais por não ter as mesmas restrições, podendo dar origem a estratégias diversas, amplas e também complexas. É onde há maior liberdade do gestor para trabalhar com os recursos do fundo, nos mais variados níveis de risco e de retorno.

Fundos cambiais

Em suas regras, está previsto que no mínimo 80% da carteira sejam voltados a ativos relacionados diretamente ou sintetizados, via derivativos, com moedas estrangeiras. E isso vale para qualquer risco de crédito.

Vantagens

Vamos resumir agora as principais vantagens de uma aplicação em fundos de investimento:

  • Têm gestão profissional, com objetivo único de obter o maior retorno pelo menor risco
  • Permite aplicar em ativos que exigiriam uma quantia financeira possivelmente indisponível do investidor solitário
  • É uma das melhores formas de diversificação de investimentos
  • Custos das aplicações são diluídos entre os cotistas
  • São produtos financeiros transparentes e de fácil acompanhamento.

Fique atento, fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

Previdência Privada

Para quem se pergunta no que investir para um futuro mais tranquilo, pensar na previdência privada pode ser uma boa opção.

Essa é uma alternativa de fonte de renda complementar, o que é importante até mesmo em razão das promessas de mudanças constantes de regras na previdência pública.

Nesse cenário, pode não ser uma boa contar somente com os recursos de uma aposentadoria pelo INSS.

O valor aplicado pelos beneficiários é reinvestido para que gere rendimento e liberado no prazo acertado para o resgate.

Conforme as regras do plano, isso pode ser feito por meio do recebimento do valor integral investido ao longo do tempo, ou pode ser pago em parcelas, o que equivaleria a uma espécie de salário mensal.

Antes de investir, contudo, é importante conhecer as modalidades e, especialmente, aquilo que diz respeito à duração do investimento e ao regime de tributação.

Como regra básica, quanto maior o tempo para o resgate dos recursos, melhores as condições para sacar os valores.

Observe também as taxas, como administração e carregamento.

Sobre essa última, uma vantagem é investir com o BTG Pactual digital, que não realiza a cobrança e ainda oferece soluções que cabem perfeitamente nos seus planos.

PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é uma modalidade de previdência privada com um público específico.

Ele é tido como mais apropriado para investidores com renda tributável e que declaram o Imposto de Renda no formulário completo, que tenham rendas elevadas, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual.

Uma de suas principais características é a agilidade que proporciona para receber o benefício.

No caso de morte, por exemplo, os recursos não são incluídos no inventário.

É uma modalidade onde também há menor peso de impostos no curto prazo.

VGBL

O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), ao contrário do PGBL, é mais indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda pelo formulário simplificado.

Afinal, nesse caso, a tributação irá incidir apenas sobre o rendimento obtido pelo beneficiário.

É também apropriada para profissionais autônomos que não possuem recolhimento na fonte ou para quem busca aplicar um percentual maior do que 12% da renda anual na previdência.

Vantagens

Se a previdência privada pareceu interessante para você, veja quais são as suas vantagens principais:

  • Tem opções para quem declara o Imposto de Renda com formulário completo e também simplificado
  • Ajuda como instrumento de educação financeira, já que há a possibilidade de fazer aportes mensais (há instituições, como no BTG Pactual digital, em que os aportes mensais não são obrigatórios)
  • Pode trocar o investimento de instituição, fazendo portabilidade, sem prejuízos
  • Em caso de falência da instituição financeira, outra assume
  • Também pode alterar valores ou mesmo suspender a aplicação por determinado período
  • Pode resgatar o investimento antes do prazo estabelecido, se precisar.

Diversifique seus investimentos

Se depois de conferir todas essas opções de aplicações financeiras e você ainda está em dúvida no que investir, simplifique e diversifique.

Uma estratégia sempre destacada como inteligente é ter um portfólio que contemple investimentos diferentes, variando tanto em risco quanto em rentabilidade e ainda em vencimento.

É a melhor maneira de se proteger contra as oscilações da economia.

Nesse possível cenário, se um investimento da carteira é puxado para baixo, o retorno positivo de outro promove o equilíbrio.

Perceba, então, que a diversificação garante que seu patrimônio poderá crescer de forma sustentável, sem grandes sustos e instabilidades.

Para alcançar essa condição, a sua primeira missão é criar um colchão de liquidez.

Mas o que isso significa?

Ele indica um montante que vai servir de escudo para qualquer imprevisto ou emergência.

É uma espécie de reserva financeira.

Você pode construí-lo com investimentos como Fundo DI, Fundo de Tesouro Direto e LCI/LCAs de curto prazo, CDB de curto prazo ou liquidez diária.

É só a partir dessa reserva de segurança que é indicado buscar maiores rentabilidades, normalmente associadas ao longo prazo.

E aí vale tanto títulos de renda fixa, que pagam mais de acordo com o tempo de aplicação, quanto ativos e derivativos de renda variável.

Para esses últimos, contudo, a regra básica é sempre encarar com a perspectiva de cinco anos ou mais.

Na construção da sua carteira, explore as opções que apresentamos, apenas variando nos vencimentos (um ano, dois anos, quatro anos, etc) e rentabilidades (prefixadas, pós-fixadas, híbridas).

Independente dos produtos que escolher, fique sempre atento ao seu perfil de investidor para encontrar aqueles investimentos mais adequados para você, que não te causarão nenhuma dor de cabeça futuramente.

Invista com o BTG Pactual digital

Para quem quer investir e não sabe bem por onde começar, nada melhor do que contar com uma instituição financeira sólida como o BTG Pactual digital.

Esse é um banco de investimentos que oferece ótimos retornos, muitas aplicações em renda fixa e uma excelente assistência para os novos investidores.

Veja como é fácil abrir a sua conta:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir quais produtos são um bom destino para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

 Conclusão

Você conferiu neste artigo dicas para sair da poupança e se decidir no que investir sem deixar de lado a segurança, mas aliando a melhores rentabilidades.

Seja CDB, LCI, LCI, Tesouro Direto, fundo de investimentos ou previdência privada, o importante é ter a informação certa e agir com sabedoria.

Nessa hora, nada melhor do que ter boas dicas e a assessoria de quem mais entende do assunto.

Para isso, conte com o BTG Pactual digital.

Essa é uma instituição sólida, que se coloca ao seu lado para encontrar as aplicações que melhor se encaixam no seu perfil de investidor.

Gostou das dicas? No que vai investir? Deixe um comentário!

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O Grupo BTG Pactual (“BTG Pactual”) não fornece opiniões jurídicas ou tributárias. Sendo assim, essa apresentação não constitui aconselhamento legal de qualquer natureza. Essa apresentação é um breve resumo de cunho meramente informativo, não configurando análise de valores mobiliários nos termos da Instrução CVM Nº 598, de 03 de maio de 2018, e não tendo como objetivo a consultoria, oferta, solicitação de oferta e/ou recomendação para a compra ou venda de qualquer investimento e/ou produto específico. Embora as informações e opiniões expressas aqui tenham sido obtidas de fontes confiáveis e fidedignas, nenhuma garantia ou responsabilidade, expressa ou implícita é feita a respeito da exatidão, fidelidade e/ou totalidade das informações. Todas as informações, opiniões e valores eventualmente indicados estão sujeitos à alteração sem prévio aviso. Ressaltamos também, que as opiniões expressas neste material refletem a opinião do respectivo profissional convidado e não necessariamente expressam a opinião do BTG Pactual, não devendo ser tratadas como tal. As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). Para maiores informações, acesse www.btgpactualdigital.com

Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. E recomendada a leitura cuidadosa do Formulário de Informações Complementares e Regulamento do Fundo de Investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

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Os regulamentos completos dos Planos de Previdência da BTG Pactual Vida e Previdência S/A deverão ser lidos previamente a sua contratação. Os direitos e obrigações das partes estão definidos na Proposta e nos Regulamentos do plano contratado. É recomendada a leitura cuidadosa do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. O registro do plano na Susep não implica, por parte da autarquia, incentivo ou recomendação de comercialização. O Participante/Segurado poderá consultar a situação cadastral de seu corretor de seguros no site www.susep.gov.br, por meio do número de seu registro na Susep, nome completo, CNPJ ou CPF. BTG Pactual Vida e Previdência S/A - CNPJ: 19.449.767/0001-20. Processos SUSEP PGBL: 15414.901924/2014-44 e VGBL: 15414.901922/2014-55.

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