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Melhores investimentos de 2017 em renda fixa e variável

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É pelos melhores investimentos que você procura? Alcançar rendimentos expressivos é o sonho de todos aqueles que realizam aplicações financeiras, mas não é exatamente um caminho fácil.

Quem investe com esse objetivo deve considerar uma série de variáveis em jogo, como o cenário econômico, a quantia, a liquidez e o risco que está disposto a correr.

Neste artigo, reunimos várias dicas para você tomar as melhores decisões e colher lucros acima da média em 2017.

Quais são os Melhores Investimentos?

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Os melhores investimentos para seu dinheiro são aqueles que entregam uma boa rentabilidade a um risco baixo, como os títulos de renda fixa. Já para perfis mais arrojados, as aplicações de renda variável ocupam o topo das preferências em razão da alta atratividade, mas que é proporcional ao risco.

Como podemos perceber, as aplicações financeiras com tendência de entregar os resultados mais satisfatórios dependem em parte do seu próprio perfil de investidor.

Até onde você aceita arriscar em nome de uma maior rentabilidade? Conforme a sua resposta, a sugestão é encontrar os investimentos que melhor se adaptam a ela.

Que tal começar por este artigo? Durante a leitura, você terá contato com os melhores investimentos de 2017 em curto, médio ou longo prazo, podendo conferir diversas aplicações financeiras. Com isso, esperamos que descubra alguns dos melhores investimentos para o seu perfil.

As opções são muitas, com rentabilidades diferentes, riscos variados e prazos diversos. Para saber qual é a mais vantajosa, é preciso compreender suas distintas características.

Para começar, existem dois tipos básicos de aplicação:

  • Renda fixa: com cálculo de rendimento já definido na hora de investir
  • Renda variável: cujos resultados oscilam, e podem até ser negativos.

Dentro dessas duas categorias, os resultados de cada título ou papel podem variar de acordo com diferentes fatores, como o desempenho financeiro de uma empresa, o cenário macroeconômico, a taxa Selic (juro básico da economia), entre outros aspectos.

Para que você entenda melhor esses dois tipos de investimentos e as melhores opções dentro de cada um deles, preparamos um guia especial que vai deixá-lo a par de tudo que precisa saber.

Após a leitura, é só acompanhar para ver seu dinheiro render como nunca ainda neste ano. Pronto para elevar seus ganhos?

Quais são os Melhores Investimentos em Renda Fixa?

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Os investimentos de renda fixa são aqueles que oferecem uma determinada remuneração prevista já antes da aplicação. Em outras palavras, o investidor sabe quanto seu dinheiro vai render e pode calcular com segurança quanto terá ao fim de um período, como seis meses ou cinco anos.

Isso não quer dizer, necessariamente, que você possa garantir que R$ 5 mil vão se transformar em R$ 6 mil, por exemplo.

Alguns títulos do Tesouro Nacional, no Tesouro Direto, são atrelados à inflação, através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ou seja, você vai ganhar juros de 6% ao ano mais a variação do IPCA, por exemplo.

Com esse tipo de aplicação, você está protegido da inflação, que deteriora o poder de compra, e ainda tem juros reais, que vão dar corpo ao seu investimento.

Quando você aplica em renda fixa, está de certa forma “emprestando” seu dinheiro ao emissor do título, seja ele uma instituição financeira ou o governo. Sua remuneração, portanto, serão os juros cobrados por esse empréstimo.

A maioria dos investimentos de renda fixa têm seus rendimentos vinculados às taxas de juros estipuladas pelo Banco Central, em um contexto econômico de Selic elevada (que serve para controlar a inflação).

Assim, esses títulos oferecem um retorno interessante com riscos bem reduzidos. É por isso que estar atento ao cenário econômico é fundamental na hora de aplicar o seu dinheiro.

Mas, afinal, quais são os investimentos de renda fixa à disposição? O que eles oferecem? Quais são suas vantagens e desvantagens? Abaixo, falaremos um pouquinho mais sobre eles.

Quanto Rende a Poupança?

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A poupança rende até menos que a inflação, em muitos casos, não repondo as perdas ocasionadas pelo índice. Por ser o pior destino possível para o seu dinheiro, ela é a única unanimidade entre os investidores.

Na verdade, a poupança só é melhor do que deixar a grana debaixo do colchão ou mofando na conta corrente.

Desde 2012, em cenário de Selic superior a 8,5%, esse investimento traz retornos de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (a TR, que oscila de acordo com juros pagos pelos CDBs das 30 maiores instituições financeiras do país).

Em caso de juros básicos inferiores a 8,5%, o rendimento da poupança se altera para 70% da Selic mais TR. Para calcular quanto você tem ou pode ganhar, use a Calculadora do Cidadão, disponível no site do Banco Central.

Por muito tempo, em razão da falta de informações e opção para a pessoa física, a poupança era o principal investimento de quem queria guardar dinheiro.

Os pontos positivos que ela ainda conserva são a segurança (até R$ 250 mil garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito em caso de falência da instituição financeira) e a liquidez (você pode retirar o dinheiro a qualquer momento).

Já os pontos negativos podem ser resumidos em apenas um, mas bem importante: a poupança rende tão pouco que briga com a inflação.

Ou seja, nesses últimos anos de inflação elevada, o poder de compra do dinheiro parado na poupança diminuiu em vez de aumentar.

O que é CDB? E como investir?

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário. É uma série de títulos emitidos pelos próprios bancos e corretoras, com o intuito de captar dinheiro das pessoas para a concessão de crédito. Na prática, ao investir nele, você empresta para o banco emprestar.

Ao realizar esse investimento, é possível optar por duas diferentes modalidades:

  • CDB prefixado
  • CDB pós-fixado.

Em um CDB prefixado, há uma taxa fixa definida antes do investimento (por exemplo, 11% de juros ao ano).

Já em CDB pós-fixado, existe um indexador que serve de parâmetro (por exemplo, 95% do CDI, título que lastreia as operações entre bancos e instituições financeiras e é usado como base para a rentabilidade de aplicações).

A diferença essencial entre o CDB prefixado e o CDB pós-fixado é esta: no primeiro caso, você sabe exatamente qual será o seu lucro ao final da aplicação.

Já no segundo, pode até ter uma ideia de acordo com as perspectivas de mercado, mas não tem certeza de qual será o rendimento. Assim, ele poderá ser maior ou menor, de acordo com a variação na taxa de juros praticada.

Mas como decidir pelo melhor CDB?

Se há uma perspectiva de redução de juros, faz sentido buscar a garantia do prefixado. Mas se o cenário à frente indica aumento dos juros, então, pode ser mais interessante recorrer ao pós-fixado.

Vantagens e desvantagens do CDB como investimento

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Em relação às vantagens de investir no CDB, a principal é o fato da economia brasileira ter juros altíssimos – o que eleva os rendimentos.

Mesmo com a queda em que a Selic se encontra (muitos economistas já projetam 9% ao fim deste ano), o valor ainda é muito alto, especialmente se comparado às taxas de países como Estados Unidos e Japão.

No entanto, há também algumas desvantagens atreladas a esse tipo de investimento. Ao contabilizar seus rendimentos referentes ao CDB, é preciso considerar também o desconto do Imposto de Renda (IR).

E quanto menor o prazo da sua aplicação, maior será a alíquota que incide sobre ela. Entenda:

  • Sobre os rendimentos ocorridos até 180 dias após a aplicação, é aplicada uma alíquota de 22,5% no IR
  • Para rendimentos ocorridos em até 360 dias, a alíquota cai para 20%.
  • No caso de rendimentos obtidos em até 720 dias, a alíquota fica em 17,5%
  • A porcentagem mais baixa é a de 15%, que incide sobre os ganhos após 720 dias da aplicação.

Ao optar por investir em um CDB, o próximo passo é verificar qual corretora ou banco oferece a taxa de retorno mais atraente para você.

Nessa busca, é preciso ir atrás de instituições que ofereçam segurança e bons retornos, e não se contentar com o banco com o qual você sempre fez negócios, apenas por comodidade.

E não se limite necessariamente aos mais tradicionais: para o CDB, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) do governo garante cobertura de até R$ 250 mil em caso de quebra ou dificuldade financeira da instituição financeira.

Ah, é importante prestar atenção, por fim, à liquidez do investimento, que nem sempre é diária. Isso significa que, em alguns casos, você precisa respeitar um prazo determinado antes de resgatar o dinheiro.

LCI e LCA: como investir?

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Investir em títulos de LCI e LCA – as letras de crédito Imobiliário e do Agronegócio, respectivamente -, significa apostar em modalidades de renda fixa que contam com isenção de Imposto de Renda. Por essa condição, pode valer a pena aplicar seu dinheiro neles.

Como seus nomes indicam, a LCI destina recursos para os financiamentos habitacionais, enquanto os valores aplicados na LCA são direcionados para fomentar o agronegócio no país.

Rendimentos, vantagens e desvantagens da LCI e LCA

No caso da LCA, a remuneração pode ser atrelada a um percentual do CDI, a uma taxa prefixada ou ainda pela inflação mais juros prefixados. Até aí, é semelhante ao CDB.

Mas o principal diferencial da LCA é a isenção do IR e também do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), tanto para pessoa física, quanto para pessoa jurídica.

Sem a aplicação da alíquota sobre os seus rendimentos, você terá mais dinheiro em mãos.

No entanto, é importante salientar que a LCA não possui liquidez diária: ou seja, o investimento é indicado para um período mais longo – e não para um resgate em curto prazo.

Portanto, a recomendação é não aplicar recursos destinados a reservas de emergência no LCA. Se um imprevisto ocorrer e você precisar do dinheiro, não será possível resgatar essa verba imediatamente.

No blog Quero Ficar Rico, o educador financeiro Rafael Seabra destaca que a LCA é um ativo financeiro destinado a médios e grandes investidores.

Ele assim justifica porque o valor mínimo para investimento em bancos de grande porte varia entre R$ 30 mil e R$ 1 milhão, embora seja possível aplicar a partir de R$ 10 mil.

Com a LCI, não é muito diferente. Os rendimentos estão atrelados ao CDI e isentos de IR para pessoas físicas, condomínios de edifícios residenciais ou comerciais.

No caso de pessoas jurídicas, porém, esse investimento pode ser menos vantajoso, pois ele é tributado no IR, começando com alíquotas 22,5% para aplicações de até 180 dias.

Outro aspecto destacado por Seabra é que a LCI exige um valor mínimo de investimento. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, que é conhecida por oferecer fundos de investimentos com valores mínimos inferiores, exige a aplicação mínima de R$ 30 mil na LCI.

Investir em Letras de Câmbio (LC)

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O investimento em Letras de Câmbio (LC) não está relacionado ao dólar ou outra moeda estrangeira, mas está atrelado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI). É mais uma das opções de títulos de renda fixa do mercado.

As LCs, na verdade, têm o mesmo propósito dos CDBs. Mas, ao invés de serem emitidas por bancos ou corretoras, são utilizadas por instituições financeiras de crédito para empréstimo de dinheiro.

Como essas instituições se mantêm fazendo empréstimos, geralmente oferecem taxas muito atraentes para seus investidores, chegando a até 120% do CDI.

No entanto, sempre existe alguma desvantagem. No caso das LCs, seus retornos financeiros serão tributados no IR.

Por conta da liquidez, há também o risco do investidor não poder resgatar o dinheiro antes do prazo, caso ocorra um imprevisto, por exemplo. Cabe a você colocar na balança e decidir o que vale mais a pena.

Como Investir no Tesouro Direto

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Para investidores que preferem segurança, o Tesouro Direto é uma excelente opção. Esse é um programa de negociação de títulos públicos a pessoas físicas através da internet. Ao investir nele, você estará “emprestando” dinheiro ao governo e, posteriormente, obterá rendimentos por essa concessão de crédito.

Uma característica do Tesouro Direto que agrada a diversos públicos, além do baixo risco, é a possibilidade de aplicar quantias mais baixas para “experimentar” a aplicação.

Mas como qualquer investimento, antes de aderir, é interessante conhecer as diferentes modalidades de títulos: assim como no caso das CDBs, é possível fazer um investimento prefixado ou pós-fixado.

Tesouro Prefixado

Ao investir no Tesouro Prefixado, a taxa de juros a ser aplicada sobre os seus rendimentos já é definida antes da aplicação. Isso significa que você saberá, antes de investir, quanto seu dinheiro vai render.

Como os títulos prefixados não acompanham a taxa básica de juros ou a inflação, e sim uma taxa determinada (pela expectativa de juros e inflação) antes de fazer a aplicação, você não corre o risco de ver seus rendimentos diminuídos por conta de uma queda mais acentuada da Selic, por exemplo.

Neste momento, prefira os títulos prefixados de longo prazo, já que a expectativa é de uma inflação em queda (e já se fala em meta de inflação ainda mais restrita).

Considerando uma possível aprovação da Reforma da Previdência e a continuidade da equipe econômica até 2018, a tendência é de economia nos trilhos, Selic reduzida e inflação sob controle nos próximos anos.

Tesouro Pós-fixado

Os títulos do Tesouro Pós-fixado, como você já pode imaginar, são aqueles atrelados às variações na Selic e no IPCA.

Nessa categoria, é possível mencionar o Tesouro Selic (atrelado à Selic) e o Tesouro IPCA (atrelado ao IPCA, índice que mede a inflação no país). No caso desses investimentos, seus rendimentos vão depender da variação nas taxas mencionadas.

Para quem não confia no cenário político atual e quer ter certeza de que a inflação não será sua inimiga, basta considerá-la na equação de investimento e escolher um título atrelado a ela, que vai pagar a variação do IPCA e mais juros.

Fundos de Renda Fixamelhores-investimentos-fundos-de-renda-fixa-btg-pactual

Os fundos de renda fixa são opções de investimentos oferecidos por bancos ou corretoras. Eles contêm uma cesta de aplicações para diferentes tipos de investidor, considerando variados títulos, perfis de risco, alocação mínima e liquidez.

Nesse caso, você não precisa ir atrás das informações sobre cada um dos títulos, como os apresentados acima – CDB, LCI, LCA, LC, Tesouro, etc.

Você define apenas o perfil de risco desejado, monitora a performance recente da carteira, descobre se tem o capital necessário e, aí, define se o fundo atende à sua necessidade.

Os fundos de renda fixa são oferecidos por bancos e corretoras. Como já alertamos, esse é mais um caso em que vale a pena pesquisar as melhores opções de retornos para não ficar refém daquela instituição financeira com a qual você está acostumado, apenas por comodidade.

Melhores Investimentos em Renda Variável

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Se você se enquadra no perfil menos conservador ao fazer investimentos, provavelmente tem interesse em obter ganhos maiores – ainda que para isso tenha que correr mais riscos.

Nesse caso, é interessante conhecer as possibilidades de aplicação em renda variável. Ao contrário da renda fixa, ela lhe permite opções de lucros muito mais significativos. Mas, ao mesmo tempo, também pode render perdas e prejuízos consideráveis.

Antes de optar – ou não – por fazer um investimento de renda variável, vale a pena conhecer algumas modalidades e conferir a opinião dos especialistas quanto às possibilidades para fazer bons negócios em 2017.

Bolsa de Valores

O ano de 2016, marcado pela crise política e econômica, foi de grande risco para investimentos no mercado acionário, por conta da alta volatilidade na economia do país.

Os índices atuais, porém, já apontam uma recuperação. Com a queda dos juros, a tendência é que os consumidores voltem a comprar mais e as empresas, consequentemente, passem a vender mais, valorizando suas ações.

É o que explica o assessor de investimentos Juliano Custodio, no blog Eu Quero Investir. Para ele, a indústria vem recebendo investimentos, as projeções de lucros têm subido e as ações passam a se valorizar pela demanda dos investidores, que estão de olho nos lucros.

“Quem também favorece as ações são os juros mais baixos, já que os dividendos e lucros gerado pelas empresas passam a ser mais atraentes para os investidores, e essa demanda pelas ações pressiona seus preços para cima”, completa.

Sem dúvidas, a perspectiva mais positiva para a bolsa é a redução na Selic. Primeiro, pelo lado das empresas, já que a queda na taxa de juros significa uma grande economia na tomada de crédito.

Segundo, pelo fato de que uma redução na taxa torna os investimentos em renda fixa atrelados a ela, automaticamente, um pouco menos atraentes.

Na hora de escolher em que tipos de ações investir, porém, ainda é preciso considerar o valor e a durabilidade da aplicação que você deseja fazer.

Sobre isso, vamos falar um pouquinho mais adiante. Antes, porém, é interessante que você conheça outra forma de investir: os fundos de renda variável.

Fundos de Renda Variável

Os fundos de investimento são uma opção para quem deseja diversificar suas aplicações, ou simplesmente prefere terceirizar a gestão do dinheiro, deixando-a a cargo de um especialista.

Mas vale lembrar que, para tomar decisões estratégicas por você, o gestor do fundo cobrará uma taxa de administração.

Por um lado, isso pode reduzir sua rentabilidade em comparação a outros investimentos. Por outro, pode ser positivo, caso você não tenha muito tempo para monitorar o mercado de ações e acabe perdendo boas oportunidades de lucrar por conta disso.

Nos fundos de renda variável atrelados ao mercado de ações, tudo pode acontecer. De fato, não há garantia de que você não vai perder dinheiro, mas o potencial de elevar seus lucros torna esse tipo de investimento muito mais interessante – especialmente com a retomada da economia.

Antes de aplicar, porém, é importante deixar claro ao seu gestor o tipo de risco que você está disposto a correr.

Os especialistas recomendam que só comece a investir nesses papéis e diversificar sua carteira de ações quando tiver certeza de que não vai precisar do dinheiro em curto prazo – e já tiver adquirido certa experiência no mercado acionário.

Melhor investimento a curto prazo

Ok, agora você está decidido a aplicar o seu dinheiro em algo mais rentável do que a poupança em 2017. A próxima pergunta é: qual é o melhor investimento a se fazer em curto e longo prazo?

Em curto prazo (um ano ou menos, por exemplo), a alternativa mais indicada ainda é o Tesouro Direto.

Apesar da queda na Selic, os juros ainda estão altos e você pode resgatar o dinheiro quando precisar.

Não é recomendado entrar na bolsa de valores para investir a curto prazo. Mesmo quem opera em Day Trade (ou seja, com uma operação de compra e venda no mesmo dia) tem em vista o longo prazo.

Melhor investimento a longo prazo

Na lista de investimentos a médio e longo prazo (maiores que um ano), o Tesouro IPCA, os CDBs, as LCIs, LCAs e LC estão entre as opções mais vantajosas para obter bons rendimentos.

Agora, com a economia novamente encontrando a estabilidade, investir no mercado acionário também pode ser interessante, considerando um ciclo de aquecimento da economia.

Para operar na renda variável, uma dica dos especialistas é investir em ações no setor bancário. Grandes bancos devem permanecer com tendências de alta e trazer retornos interessantes aos seus investidores.

Já no setor de consumo, as Lojas Renner (LREN3) e as Lojas Americanas (LAME4) também estão entre as recomendações.

Melhores investimentos no Exterior

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Se a ideia de criar um fundo de investimentos lhe agrada, é interessante ficar por dentro das possibilidades de aplicar dinheiro em ativos no exterior.

Para isso, porém, é preciso ter uma quantia elevada para operar: segundo os especialistas, esses produtos exigem, em média, aporte mínimo de R$ 25 mil.

No Brasil, muitos investidores ainda ficam inibidos em aplicar dinheiro no exterior – já que estão mais familiarizados com as empresas e o mercado daqui.

No entanto, atualmente, podemos usufruir da internet para rastrear com facilidade a economia internacional. No blog Investidor Internacional, você pode conferir as ações em alta na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania.

Nos Estados Unidos, por exemplo, entre as empresas mais negociadas na bolsa de valores estão a Apple (NAS:AAPL), a Alphabet Inc Class C (NAS:GOOG) e a Microsoft (NAS:MSFT).

Mas há um porém: a crise política não assola apenas o Brasil. Em território americano, com a vitória de Trump, e na Europa, com o Brexit, o mercado também ficou mais instável.

Esse pode não ser o melhor ano para se arriscar em investimentos no exterior.

O que pode mudar os melhores investimentos?

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O que pode mudar os melhores investimentos de 2017 é, essencialmente, o fator político. Isso porque a economia é sempre uma caixinha de surpresas, influenciada por uma série de questões internas e externas, que vão muito além dos números.

Por isso, é difícil afirmar com convicção qual é o melhor investimento para o ano, considerando que o cenário pode mudar.

O que compartilhamos com você nesse artigo é uma previsão de quais investimentos têm boas perspectivas. Para evitar perdas, porém, é preciso acompanhar de perto os fatores que podem ter impacto direto no mercado.

A política, conforme mencionamos, é um fator central: o impeachment ainda é muito recente e o presidente Michel Temer não conquistou integralmente o apoio popular.

A continuidade da Operação Lava Jato também pode ter desdobramentos que vão impactar diretamente diversos setores públicos e privados do país.

E a economia, que está rumando para o caminho certo, depende da política. Há fatores de risco nessa retomada que vão promover instabilidade até as eleições de 2018.

Conclusão: os melhores investimentos em 2017

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Depois de conferir tantas informações, é hora de processar tudo para definir seu planejamento financeiro neste ano.

A boa notícia é que 2017 promete boas surpresas: o mercado deve ficar mais estável e os investidores, mais confiantes. Isso certamente tornará a bolsa de valores atraente para muitas pessoas.

Por outro lado, mesmo com as perspectivas de queda na Selic, os juros brasileiros ainda vão demorar a cair para taxas verdadeiramente significativas.

Portanto, os títulos de renda fixa e fundos vinculados ao Tesouro Nacional permanecerão garantindo lucros muito mais significativos do que a poupança.

Se você já tem certa experiência com investimentos, talvez esse seja um bom momento para diversificar suas aplicações.

De todo o modo, a decisão cabe a você: o melhor investimento é aquele alinhado à sua necessidade, ao seu objetivo e ao seu perfil.

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