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Liberdade Financeira: dicas para você alcançar a sua investindo

Se você quer liberdade financeira, é bom começar a planejar.

Um futuro mais confortável e livre de preocupações com dinheiro depende de um plano bem estruturado, focado no longo prazo e na diversificação de investimentos.

Neste artigo, vamos entender melhor o que é liberdade financeira e como obtê-la.

Nesse processo, responderemos a questões como estas abaixo:

  • Diferença de liberdade financeira e independência financeira
  • Qual é o melhor caminho para a liberdade financeira
  • Como criar um mecanismo de proteção que oferece liberdade financeira
  • Qual é o horizonte que você deve contemplar para investir na renda variável
  • Como fazer um diagnóstico inicial de suas finanças
  • Principais tipos de investimento para alcançar sua liberdade
  • Como começar a investir no BTG Pactual digital.

O que é liberdade financeira?

Não existe uma estatística sobre esse tema, mas é muito provável que o seu desejo e o de muitos no seu entorno quando o assunto é finanças pessoais seja a liberdade financeira.

Tendo este ou outro nome em mente, a liberdade financeira é o estado em que o indivíduo obtém a liberdade de fazer as suas escolhas na vida sem se preocupar com o dinheiro.

Sim, ao falar assim parece uma meta impossível de se atingir, mas com objetivos claros, planejamento e dedicação é possível alcançá-la.

Explicando melhor, a liberdade financeira dá àquele que a alcança a possibilidade de escolher sem restrições.

É quando o indivíduo não depende mais de um salário para pagar as contas do mês e tem a possibilidade de escolher um trabalho – ou mesmo não trabalhar.

O conceito de liberdade financeira muitas vezes é confundido com a independência financeira, mas elas são etapas diferentes.

A independência financeira é quando o indivíduo atinge um patamar de renda que consegue atender a todas as suas despesas por um tempo indeterminado.

Ainda assim, quando se atinge a independência financeira é preciso respeitar um padrão máximo.

A liberdade financeira está um passo adiante deste padrão, já que nela não é mais preciso se preocupar com um patamar: as rendas e investimentos acumulados permitem voos maiores.

Atingir esse patamar não acontece com um passe de mágica, obviamente, mas não está em um patamar inatingível.

Com conhecimento, planejamento e ações acertadas ela torna-se possível.

Faça um planejamento financeiro

Qualquer que seja a meta na vida que envolva dinheiro, a palavra planejamento nunca pode ser esquecida.

Ela é tão importante porque pressupõe vários movimentos.

O primeiro deles é conhecer a sua própria realidade.

Pode parecer uma ação óbvia, mas é muito comum desconhecermos a nossa organização financeira.

Quanto se ganha por mês? Quais as despesas? Como estes ganhos e gastos estão categorizados? Você sabe quanto do seu dinheiro é gasto com despesas fixas? E com as despesas variáveis? Quais os seus objetivos no curto, médio e longo prazos? Sobra algum dinheiro?

Se a resposta para esta última questão for não, então é momento de reavaliar tudo, pois não haverá liberdade financeira sem um movimento de poupar.

Se a resposta for sim, o que você faz com o dinheiro que sobra?

Está na caderneta de poupança? (Fuja dela).

Parece uma tarefa pesada e por vezes pode mesmo ser.

A forma como organizamos as nossas finanças diz muito sobre as nossas emoções e olhar para elas pode gerar desconforto no início do processo.

Mas uma coisa é certa: encarar a nossa vida de frente sempre terá um resultado compensador no longo prazo. Neste caso, a liberdade financeira!

Ao iniciar este movimento, pode até parecer para os outros que você está se tornando uma pessoa mesquinha (controlar cada real do gasto, que absurdo!) ou que não está aproveitando a vida plenamente.

Nada disso é verdade.

Conhecer e planejar as finanças é um passo para, justamente ao contrário, permitir que tudo seja vivido sem que se torne um pesar.

Defina em quanto tempo você quer alcançar sua liberdade financeira

Antes de dizer sobre idade é preciso alertar para uma questão: não existe um valor fixo para se alcançar a liberdade financeira.

Como todos temos padrões e objetivos distintos, números devem ser definidos a partir da análise da situação de cada pessoa.

Dito isto, não existe idade mínima nem idade certa para começar a investir, mas uma vez com os objetivos em mente não há porque perder tempo.

Definir um tempo para alcançar a liberdade financeira guiará a sua organização financeira.

Pode ser aos 40, 50, 60 anos. Não importa.

Mas uma vez definido é preciso seguir o plano para que todo o movimento de organização, planejamento e ação não termine em frustração.

Quando mais tempo você tiver, mais os investimentos poderão trabalhar por você e antes a meta será alcançada.

Calcule o quanto você terá que poupar e investir por mês

Com a meta de quando você quer atingir a liberdade financeira é possível voltar os olhos para o gasto mensal novamente.

Quanto será necessário para poupar todos os meses?

Para saber é preciso ter conhecimento sobre:

  • Quanto você já tem guardado: ou seja, o patrimônio que você já possui e que é possível ser investido
  • Rentabilidade real da aplicação: o quanto rendem ou podem render as aplicações escolhidas é ponto fundamental. E quando falamos em rentabilidade, é preciso descontar todos os impostos incidentes e a inflação Desta forma, o interessado terá conhecimento sobre a rentabilidade real. Além disso, deve-se escolher bem os produtos em que irá investir

Controle seus gastos

Essa pode ser a parte mais difícil para muitos, mas precisa ser encarada com seriedade.

Colocar no papel ou na planilha todos os gastos, dos mais básicos até aqueles que não podem ser descartados, é essencial para conhecer o terreno.

Não existe uma fórmula aqui para o corte (regular o cafezinho ou o pão na padaria) mas se ao final do mês a conta fica raspada, algum movimento deve ser feito.

Invista em conhecimento sobre investimento

Aprender sobre investimentos passa pela busca de informações. E aqui essa busca é ampla.

Buscar textos na internet, conversar em casa, com a família, com amigos e também com especialistas profissionais estão entre as melhores formas de estar em contato com o tema.

Para aprender a investir é preciso, antes de tudo, conhecer-se bem.

Qual o seu perfil de investidor? Quais os seus objetivos no curto, médio e longo prazo?

Tendo estas informações em mente, fica mais fácil estabelecer uma estratégia de ação e buscar informações sobre as diversas alternativas existentes hoje no mercado.

Quanto ao perfil de investidor, normalmente ele se caracteriza entre o conservador e o que está disposto a tomar mais risco para buscar maiores rentabilidades.

Para o primeiro, modalidades como os CDBs, a LCI e LCA e o Tesouro Direto podem estar entre as mais indicadas.

Para os que se encaixarem no segundo perfil, modalidades negociadas na Bolsa de Valores podem ser mais atrativas, ao mesmo tempo que exigem maior dedicação, apetite pelo risco e conhecimento por parte do interessado.

Diversifique seus investimentos

A diversificação dos investimentos é sempre a melhor recomendação para aliar segurança e rentabilidade à uma carteira de investimentos.

Ao aplicar as economias em diferentes modalidades é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem às metas pessoais de curto, médio e longo prazo.

Há inúmeros fatores que afetam papéis e títulos, e é impossível considerar todos.

Assim, um portfólio diversificado permite proteção em caso de atuação de um desses fatores fora do seu alcance.

Para o investidor, essa é a alternativa para lidar com a imprevisibilidade atrelada, por exemplo, ao mercado financeiro.

E não é difícil compreender a lógica por trás de tal estratégia.

A Bolsa de Valores está entre as alternativas que não permitem uma previsão de rentabilidade ao investidor, por isso aplicar a totalidade das economias aqui é bastante arriscado.

Investir em papéis do Tesouro Selic, por exemplo, são uma garantia de rentabilidade acima da caderneta de poupança com segurança e alta liquidez, ideal para a composição de uma reserva de emergência.

Identifique seu perfil de investidor

No simulador do BTG Pactual digital, você pode descobrir seu perfil de investidor e ainda conhecer algumas opções de investimento adequadas a ele.

Essa informação é importante para garantir que você obtenha o que realmente quer dos seus investimentos, e a liberdade financeira passa por essa certeza de estar no controle de suas aplicações.

Exemplo: de nada adianta ter um retorno alto em dois anos se você precisa comprar um carro daqui a seis meses.

E não adianta investir em renda variável se você não tiver um mínimo de tolerância a oscilações dos seus rendimentos e flutuações nos papéis comprados.

Por isso, o teste ajuda a entender que tipo de perfil você é.

Comece a investir hoje mesmo bom o BTG Pactual digital

Investir com o BTG Pactual digital é muito fácil. Com ele, você tem excelentes taxas de renda fixa, fundos de investimentos de grande renome e uma assistência completa para guiar seus primeiros passos em renda fixa e variável.

Veja como é fácil abrir uma conta:

Confira como é fácil se cadastrar:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois, aguarde o e-mail de confirmação de abertura de conta.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor de investimentos

Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor de investimentos, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Receba relatórios

A cada mês, você vai ganhar um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando, inclusive com comparações a indicadores do mercado e a outras aplicações.

Depois de abrir sua conta, ao começar a pesquisar as melhores opções para mirar sua liberdade financeira, você vai encontrar títulos como estes aqui, alguns dos mais populares da renda fixa:

CDB

O Certificado de Depósito Bancário está entre as opções mais populares de investimento do Brasil devido à garantia de baixo risco, facilidade de aplicação e maior rendimento na comparação com a poupança.

Ao contrário da caderneta, que conta com uma rentabilidade fixa determinada pelo Governo Federal, o CDB conta com uma remuneração variável de acordo com o banco escolhido. Tradicionalmente são três os tipos de CDB oferecidos:

  • Prefixado: nesta opção o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação. Por exemplo, se no momento da compra foi acertada uma taxa de 10,5% ao ano, independente de qualquer alteração na economia do país, o cliente garante esse rendimento
  • Pós-fixado: o CDB pós-fixado é o tipo mais popular de CDB. Essa modalidade tem a taxa de remuneração geralmente atrelada ao valor do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, que é uma taxa de juros que tem valor próximo à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira
  • Híbrido: modalidade menos comum. O CDB híbrido tem também o rendimento associado a um índice de inflação. Há uma taxa fixa somada ao índice de variação dos preços, normalmente o IPCA.

LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário, a LCI, e a Letra de Crédito do Agronegócio, a LCA, são títulos de renda fixa criados para apoiar o crédito imobiliário e do agronegócio no Brasil.

Similares ao CDB, tanto a LCI quanto a LCA são emitidas pelos bancos com o objetivo de captar recursos para destinar a empréstimos, que serão oferecidos tanto para o setor imobiliário quanto para o agronegócio.

As duas aplicações têm características bastante semelhantes para o investidor e contam com isenção do Imposto de Renda para pessoa física.

Também oferecem rentabilidades prefixadas e pós-fixadas.

Tesouro Direto

Criado no início da década de 2000 pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é uma das modalidades mais seguras do mercado, pois quem garante a sua remuneração é o governo do país.

Entre as vantagens do Tesouro Direto, estão a facilidade para aplicação, uma vez que títulos podem ser adquiridos por valores a partir de R$ 30, é a segurança do investimento.

Os títulos do Tesouro Direto podem ser classificados em prefixado, pós-fixados ou híbridos.

Prefixado

O título prefixado do Tesouro Direto é conhecido como Letras do Tesouro Nacional, a LTN, ou simplesmente Tesouro Prefixado.

Ao adquiri-lo o comprador já sabe no momento da contratação qual rendimento terá na data do vencimento.

No caso dos investimentos prefixados, ele é recomendado para quem não precisará utilizar os recursos economizados no curto prazo.

A totalidade da rentabilidade acertada na contratação só será paga se o investidor levar a aplicação até a data do vencimento. Em caso de retirada antecipada, o interessado pode ter perdas na rentabilidade.

É recomendado na carteira de investimentos para auxiliar nos objetivos definidos pelo cliente para o médio prazo (entre 3 e 6 anos).

Pós-fixado

Os mais conhecidos títulos pós-fixados do Tesouro Direto são os títulos LTF, conhecidos como Tesouro Selic.

Estes títulos remuneram seus compradores a partir do rendimento da taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

É uma boa aplicação para quem busca baixo risco, alta liquidez e retornos ligados ao motor básico da renda fixa.

Mesmo sem saber o valor final da remuneração dos títulos, a LTF, assim como qualquer título do Tesouro Direto, garante ao comprador um rendimento mais atrativo quando comparado com a caderneta de poupança.

Outro ponto atrativo do Tesouro Selic é a sua alta liquidez.

Por essa característica, os títulos do Tesouro Selic são recomendados na composição de uma carteira de investimentos como aqueles recursos que podem ser usados em caso de emergência.

Híbrido

É uma alternativa menos popular entre os títulos do Tesouro Direto.

A opção híbrida tem o retorno definido por uma taxa fixa acrescida de um índice de inflação, o IPCA.

Funciona muito bem para projetar seu ganho real no longo prazo.

A taxa fixa que acompanha a variação do IPCA é justamente quanto o seu dinheiro vai se valorizar de verdade, após o desconto da inflação.

Há também opções interessantes em renda variável que vale a pena acompanhar:

Fundos de investimento

Um fundo de investimento é a aplicação que reúne os valores destinados por diversas pessoas e que conta com um gestor professional que, a partir da aplicação desse dinheiro em modalidades do mercado financeiro, busca uma maior remuneração para os seus clientes respeitando os limites determinados no regulamento do fundo e na categoria desse fundo.

Por isso, é importante que o investidor leia todos os materiais informativos para obter o maior número de informações antes de aplicar em um fundo de investimentos.

Cada investidor que destina recursos possui uma parte do fundo, chamado de cota, que segue uma série de normas para obter a remuneração.

Em geral, é uma forma prática de investir as economias, já que profissionais habilitados estarão cuidando da administração e buscando sempre a melhor forma de rentabilidade para o cliente.

É uma forma interessante de ingressar na renda variável, já que você não precisa tomar todas as decisões sobre a destinação dos recursos e deixa essa responsabilidade a cargo de um gestor profissional.

Conclusão

A liberdade financeira é um sonho que pode virar realidade, desde que você faça um planejamento adequado.

Tudo precisa começar pela sua organização financeira pessoal.

Quanto você ganha, quanto você gasta, quanto está disposto a economizar todo mês. Essas perguntas são essenciais para elevar seu patamar de investidor.

Depois de fazer esse diagnóstico inicial de suas finanças pessoais, você deve criar um colchão de liquidez, uma proteção para qualquer eventualidade, que vai ser uma camada de segurança para garantir, mais tarde, a sua liberdade financeira.

Lembre-se: você só terá liberdade financeira se estiver seguro de que pode mirar prazos longos, investir em aplicações em que realmente acredita e não estiver preocupado com o curtíssimo prazo.

Ficar sem dinheiro é o maior pesadelo e o maior risco – e isso você evita com essa construção do colchão de liquidez.

Para compor esse mecanismo de defesa, você deve investir em fundos DI, títulos do Tesouro Selic, fundos do Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária, entre outros.

Então, chega a hora de projetar o médio e o longo prazos.

Agora, sim, você está livre para tomar algumas decisões mais importantes, já que os títulos de renda fixa costumam recompensar quem mantém o dinheiro aplicado por mais tempo.

Além disso, é no longo prazo que você poderá considerar a renda variável.

Em ações, por exemplo, não é recomendado aplicar se você não tiver um horizonte de longo prazo.

Então, pouco a pouco, com uma carteira diversificada, de olho no longo prazo, sempre gastando menos do que ganha e investindo o que sobra, você pode dar um salto em direção a sua liberdade financeira.

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