Se você está atrás de dicas de Tesouro Direto, chegou ao lugar certo: neste artigo, vamos entender como fazer os melhores investimentos em títulos públicos.

Para quem ainda não pesquisou muito sobre o assunto, um alerta: há uma grande variedade de títulos à disposição, com muitas datas de vencimento e formas de remuneração.

Mas isso não é entrave para quem está procurando boas alternativas em renda fixa.

Com um pouquinho de calma, você domina o tema e leva seus investimentos para o próximo nível.

Neste artigo, você vai aprender mais sobre os seguintes tópicos:

  • Como escolher os títulos mais adequados para o seu perfil
  • Como e quando vender os papéis
  • Como calcular o Imposto de Renda
  • Como entender o rendimento final.

Ficou interessado? Então, acompanhe a leitura.

Investir em Tesouro Direto é uma boa?

A opção do Tesouro Direto tem crescido nos últimos anos como alternativa de investimento seguro. É não é por menos.

Criado há 15 anos pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é um dos investimentos mais seguros do mercado já que quem garante a remuneração dos títulos é nada mais nada menos do que o Tesouro Nacional, ou o governo do país.

Uma das grandes vantagens do Tesouro Direto é o baixo risco para o investidor além da facilidade para aplicação, uma vez que títulos podem ser adquiridos por valores a partir de R$ 30.

Assim como os conhecidos Certificados de Depósito Bancários (CDBs), os títulos do Tesouro podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos.

Os rendimentos podem ser vinculados à Selic, a taxa básica de juros da economia, ou ao IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial.

Além dessas rentabilidades, há a opção do rendimento prefixado, que paga um juro fixo anual.

20 dicas para investir em Tesouro Direto

Como você viu, motivos para investir no Tesouro Direto não faltam. Abaixo seguem 20 dicas para o interessado tomar as melhores decisões.

1. Escolha o título certo

É importante entender que os títulos vinculados à inflação e os títulos prefixados sofrem marcação a mercado, ou seja, sofrem alterações em seu valor antes do vencimento.

Por isso, se você não vai manter o título até a data final, precisa se certificar de seu valor atual antes da venda, para não ter prejuízo.

Essa alteração de preços acontece o tempo todo e reflete a economia brasileira. Uma mudança na taxa de juros, por exemplo, afeta os juros oferecidos nos papéis.

Uma maneira de evitar essa flutuação de preços é investir apenas nos títulos Tesouro Selic, que não têm essa volatilidade.

Eles pagam a variação da taxa Selic. Trata-se de um dos investimentos mais seguros, pois, além da garantia do Tesouro Nacional, a rentabilidade é atrelada à taxa básica de juros.

2. Respeite seu prazo

De olho na rentabilidade dos títulos, muitos investidores, especialmente os iniciantes, ignoram o prazo do investimento, ou seja, o período que devem deixar o dinheiro destinado à aplicação.

Casos de venda do título antes do vencimento podem ocorrer em momentos desfavoráveis do cenário econômico, gerando prejuízo ao titular.

Por isso, tentar respeitar o prazo é, de modo geral, uma recomendação a ser seguida, principalmente por aqueles investidores iniciantes que não tem tanto conhecimento no produto e no mercado para saber os melhores momentos para venda antecipada de algum título.

3. Não seja ansioso

Essa é uma regra que vale para qualquer modalidade do mercado de investimentos.

Muitas vezes uma valorização inesperada dos papéis ou uma oscilação negativa levam a movimentos de compra e venda sem reflexão por parte do cliente.

No caso do Tesouro Direto, a recomendação é manter a calma antes de agir, uma vez que os preços variam ao longo dos primeiros meses.

A análise no longo prazo é que vai ser a referência para qualquer movimento.

4. É um dos investimentos mais seguros do Brasil

Sim, essa é uma das principais vantagens dos títulos do Tesouro Direto. Diferente de outros investimentos em renda fixa, o Tesouro Direto não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito, o conhecido FGC.

Esta entidade privada é a responsável por garantir ao cliente o retorno do investimento feito em aplicações como o CDB em caso de falência da instituição financeira escolhida em valores de até R$ 250 mil. Uma mudança recente incluiu um teto na proteção do FGC, de até R$ 1 milhão por investidor durante o período de 4 anos.

No entanto isso está longe de significar insegurança a quem investe no Tesouro Direto.

Como dissemos anteriormente, os títulos do Tesouro nada mais são do que os títulos da dívida do país.

Estes títulos são negociados com compradores. A sua remuneração é uma garantia dada ao mercado da solidez da economia do país.

Em outras palavras, em caso de quebra geral, provavelmente o último investimento a ser afetado será o Tesouro Direto, pois significa a falência do governo do país, o que está muito longe de acontecer no caso do Brasil.

5. Rende mais que a poupança

Se segurança é o principal atrativo da tradicional caderneta de poupança, já vimos aqui que o Tesouro Direto também é um investimento garantido.

Quando falamos em rendimento, no entanto, a diferença pró Tesouro Direto é esmagadora.

Enquanto a poupança tem rendido entre 7% a 8% ao ano na última década, os títulos do Tesouro Direto apresentam rentabilidade variável.

A referência para a remuneração da grande maioria dos títulos é o CDI, o Certificado de Depósito Interbancário.

Esta taxa acompanha de perto o valor da Selic, que é a taxa de juros básica da economia brasileira.

No Tesouro Direto, a grande maioria dos títulos paga, pelo menos, mais que o rendimento da caderneta de poupança.

6. É acessível

Esta foi uma das finalidades para a qual o Tesouro Direto foi criado: ser acessível a grande parte da população.

Na prática, esta modalidade permite que o interessado inicie investimentos com valores a partir de R$ 30.

Comparada com outras modalidades do mercado, é uma modalidade muito mais inclusiva.

7. Possui boa liquidez

Quem não gostaria de ter em sua carteira de investimentos um título com garantia de pagamento e rentabilidade garantida?

Essas características tornam o Tesouro Direto muito atrativo no mercado de investimentos, o que garante uma alta liquidez.

Além disso, o Banco Central se compromete em recomprar os títulos a qualquer momento.

Se você vende hoje, pode contar com o dinheiro na conta em um dia útil.

8. É possível transferi-los

É um grande ponto a favor do investidor.

Ao comprar um título do Tesouro Direto, a instituição financeira escolhida pelo cliente zelará pela guarda dos papéis.

No entanto, caso haja a vontade do cliente, este mesmo título pode ser transferido para outra instituição sem a necessidade de resgate do valor.

E o melhor, isso pode ser feito sem nenhum ônus ao interessado.

9. Alguns títulos rendem a taxa Selic

Os títulos do tesouro conhecidos como Tesouro Selic remuneram os seus compradores a partir do rendimento da taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

Mas mesmo no momento de maior baixa da taxa de juros, ela nunca permitiu uma remuneração aos títulos menor do que a paga na caderneta de poupança.

Para aqueles investidores com perfil menos arrojado, esta é uma aplicação muito indicada que alia segurança e rentabilidade.

Outro ponto positivo do Tesouro Selic é o de que ele não apresenta uma oscilação de valores que prejudique o investidor, sendo o título mais recomendado para aqueles investidores que não irão conseguir manter o título até o seu vencimento e não querem correr riscos de desvalorização ao realizar venda antecipada.

10. Outros podem ser prefixados

Os títulos do tesouro prefixado, como dizem o nome, oferecem uma taxa prefixada de rentabilidade.

Ou seja, o interessado sabe exatamente qual será o seu rendimento na data do vencimento do título já no momento da compra, independentemente de qualquer oscilação, positiva ou negativa, na economia do país.

Normalmente estes títulos são indicados a investidores em momentos de perspectiva de queda da taxa Selic.

De qualquer forma, como se trata de papéis de longo prazo, os ativos prefixados oferecem maior risco do que os atrelados à inflação ou vinculados à taxa Selic.

11. Incidência de impostos

No Tesouro Direto, a cobrança do Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos irá incidir sobre os rendimentos no momento do vencimento sobre o valor total ou sobre o valor resgatado, em caso de resgate antecipado.

Esse diferencial é importante, pois permite que a totalidade do dinheiro ofereça rendimentos, o que não é possível nas aplicações com cobrança semestral de IR.

No caso de títulos que pagam juros semestrais, que detalharemos abaixo, há incidência de IR sobre os rendimentos financeiros auferidos no recebimento de juros semestrais.

Quanto ao Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), há incidência para resgates da aplicação em menos de 30 dias. Fora isso, importante saber que o IOF não incide sobre os juros semestrais, somente o IR.

12. Existem títulos que pagam juros semestrais

Algumas modalidades de títulos do Tesouro Direto pagam juros semestrais aos compradores, os chamados cupons.

Ao optar por uma destas modalidades, o investidor receberá pelo principal os valores atualizados de acordo com a inflação enquanto os juros são pagos semestralmente.

Pode ser vantajoso para clientes que busquem recursos garantidos em conta de tempos em tempos.

13. Você pode comprar frações de títulos

Como dissemos aqui, a possibilidade de investir no Tesouro Direto com valores a partir de R$ 30 é um dos grandes atrativos desta modalidade.

Com este valor, o interessado poderá adquirir uma fração de título, ou seja, uma parte do seu total.

14. Pode ser usado para aposentadoria

Quando se fala em aposentadoria, os planos de previdência privada são normalmente a alternativa que vem à memória do investidor.

Além da previdência privada, o Tesouro Direto também pode ser uma opção quando o assunto é poupar para o período de vida pós-trabalho.

As duas opções têm pontos positivos e podem ser interessantes para todos os investidores. Para saber mais precisamente qual é a melhor alternativa para o seu perfil, converse com um assessor de investimentos especializado, que poderá esclarecer todas as suas dúvidas sobre liquidez, rentabilidade e incidência de impostos sobre ambas.

15. É possível solicitar operações nos finais de semana

A plataforma de títulos do Tesouro Direto não limita as negociações ao horário comercial dos dias úteis.

Caso seja do interesse do investidor, é possível fazer operações de compra e venda em qualquer momento do fim de semana, após o horário comercial de sexta-feira.

Basta lembrar que os preços de referência utilizados serão os da abertura do mercado na segunda-feira seguinte, às 9h30.

16. Possui amplo horário de negociação

Além dos finais de semana, os horários durante a semana também são bastante amplos.

De acordo com o Tesouro Nacional, a possibilidade para compra e venda com as taxas daquele momento segue das 9h30 às 18h.

Para os outros horários, o valor de referência será o da abertura do mercado no dia útil seguinte.

17. Você pode programar seus investimentos

Esta é uma das grandes facilidades dos investidores em títulos do Tesouro Direto.

A partir da plataforma de investimento é possível agendar a compra e venda de títulos.

O agendamento pode ser feito pelo próprio investidor ou pelo agente custodiante. Tudo online, diretamente no site do Tesouro Nacional.

18. Não possui come-cotas

Este nome é de assustar e por vezes assusta mesmo.

O come-cotas é o nome dado à antecipação no recolhimento do Imposto de Renda em fundos como multimercados e renda fixa.

Na prática, o sistema recolhe a cada seis meses cotas dos fundos em alíquotas que variam entre 15% a 20%.

A mordida do Leão se dá no último dia de maio e no último dia de novembro.

Mas quem investe no Tesouro Direto não precisa de assustar como o come-cotas pois ele não é a referência para o pagamento de impostos.

19. Pode ser mais rentável que outros investimentos como um CDB ou LCI/LCA

É bastante comum encontrarmos títulos do Tesouro Direto que paguem juros competitivos, inclusive que podem superar aqueles pagos por CDBs e LCI/LCAs.

No caso desses títulos, a rentabilidade varia bastante de acordo com cada instituição e com os prazos de cada um dos títulos.

Ainda assim, a probabilidade de um título do Tesouro Direto ser mais rentável na comparação com eles é grande.

Mas é importante ficar atento aos títulos de CDB e LCI/LCA oferecidos não pelos bancos comerciais, mas por instituições como o BTG Pactual digital, que apresentam taxas de retorno, em muitos momentos, superiores aos dos títulos públicos.

20. Os títulos apresentam diversos vencimentos

Uma das recomendações mais recorrentes dos educadores financeiros é, primeiro, conhecer com clareza qual o objetivo do cliente ao fazer um investimento e o segundo é criar um plano diversificado para rentabilidades no curto, médio e longo prazos.

A possibilidade de adquirir títulos com diversas datas de vencimento é um diferencial do Tesouro Direto e auxiliam nesse plano.

Invista com o BTG Pactual digital

Gostou da ideia de aplicar com segurança no Tesouro Direto?

Então, que tal fazer isso através de uma conta no BTG Pactual digital, uma instituição financeira sólida e confiável, que o auxilia nessa aplicação e ainda oferece várias alternativas interessantes em renda fixa?

Um atalho para quem ainda se sente inseguro em investir no Tesouro Direto é aplicar em fundos do Tesouro, como os oferecidos pelo BTG Pactual digital.

Com eles, você não precisa se preocupar com prazos e vencimentos – apenas deixa o dinheiro a cargo de um gestor, que o aplicará nos melhores títulos.

Veja detalhes:

Fundos da Família Tesouro

Para quem gostou da ideia de investir em Tesouro Direto e não quer ficar preocupado com volatilidades e em quais títulos escolher, uma boa opção é aplicar diretamente nos fundos da família Tesouro do BTG Pactual digital, nos quais você conta com alta liquidez e não sofre com flutuações dos títulos.

Esses fundos investem em títulos do Tesouro com variados vencimentos e rendimentos, para obter sempre os melhores retornos.

Nessa modalidade, o custo também é menor: em vez de pagar uma taxa de custódia anual de 0,3% no Tesouro Direto, você paga uma taxa de administração anual de 0,2%.

Veja os tipos de fundos da Família Tesouro do BTG Pactual digital:

IPCA Curto

O IPCA Curto apresenta rendimento atrelado ao IPCA e aplica em títulos Tesouro IPCA com prazo de até cinco anos. Tem bons rendimentos, blindados da inflação e com alta liquidez.

IPCA Longo

O IPCA Longo tem o objetivo de superar o índice IMA-B5+ e, para isso, investe em títulos Tesouro IPCA com prazos superiores a cinco anos. Tem a rentabilidade do Tesouro atrelada ao IPCA e serve para quem busca se proteger da inflação no longo prazo.

IPCA Geral

O IPCA Geral busca rentabilidade superior ao índice IMA-B, que representa o desempenho de uma carteira de títulos federais atrelados à inflação. O fundo aplica prioritariamente em títulos Tesouro IPCA com prazos distintos. É interessante para quem quer ter rendimentos reais superando a inflação a qualquer tempo.

Tesouro Selic

O fundo Tesouro Selic aplica em títulos Tesouro Selic, ou seja, na taxa de juros definida pelo Banco Central. É o fundo mais indicado para o perfil conservador e para quem precisa de liquidez total, já que você pode resgatar os valores no mesmo dia

É importante lembrar que, ao contrário dos fundos de previdência privada, o come-cotas aparece nos fundos de renda fixa.

Assim, a cada semestre, no fim de maio e no fim de novembro, é descontado o número de cotas equivalente ao pagamento da alíquota mínima do Imposto de Renda, de 15% a 20%, dependendo do tipo de fundo.

O que achou de dar esse passo extra nos seus investimentos? Para abrir sua conta, é muito fácil.

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o aplicativo do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail.
  2. Descubra seu perfil de investidor: responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos nossos assessores: você terá o auxílio de um assessor especializado que o orientará passo a passo em suas aplicações.
  5. Acompanhe os investimentos: por meio do site ou aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Tenha acesso a relatórios personalizados: periodicamente, você terá acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações.

Conclusão

Como vimos, o Tesouro Direto oferece bons caminhos para o investidor que deseja aliar segurança e boa rentabilidade.

Mas não há por que parar por aí: existem títulos de renda fixa de instituições privadas que são muito interessantes e oferecem ganhos, em muitos casos, mais elevados.

No caso do BTG Pactual digital, por exemplo, é importante consultar as opções de CDB, LCI/LCA e fundos do Tesouro Direto, que são alternativas bem atraentes para o investidor iniciante.

Nesses fundos, o investidor precisa apenas destinar seu dinheiro a um gestor, que faz a aplicação nos títulos de rentabilidade e vencimento mais apropriados para aquele perfil.

Além disso, a taxa de administração dos fundos, de 0,2% ao ano, é inferior à taxa de custódia cobrada pelo BMF&Bovespa.

Se não optar por um fundo, é essencial lembrar da marcação a mercado, aquele fenômeno que altera o valor de um título ao longo do tempo antes de seu vencimento.

Por conta dele, você pode comprar o título e esperar até o vencimento, vendê-lo apenas na alta ou se concentrar nos papéis do Tesouro Selic, que não sofrem volatilidade e pagam o valor da Selic.

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