Investimentos

Onde investir até R$ 10 mil? Confira alternativas para a Poupança

 

Você quer investir R$ 10 mil e busca alternativas para a poupança? Então, chegou ao lugar certo: neste artigo, vamos apresentar opções interessantes sem elevar os riscos.

Primeiro, você vai entender quanto perde ao deixar esse valor parado, sem aplicar.

Depois, vai perceber que há caminhos mais rentáveis do que a poupança.

E, por fim, vai descobrir como projetar sua estratégia de investimento com prazos distintos, para garantir um colchão de liquidez, que vai protegê-lo no curto prazo e libertá-lo para mirar aplicações com retornos mais interessantes.

Tire suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Por que não deixar R$ 10 mil parados?
  • Onde aplicar esse montante?
  • Como encontrar aplicações tão seguras quanto a poupança que paguem rendimentos mais vantajosos?
  • O que é o colchão de liquidez e como criá-lo adequadamente?

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

Quanto você perde deixando R$ 10 mil parados?

Quem tem apenas R$ 10 mil para investir não deveria, inicialmente, se preocupar tanto em quanto pode ganhar, e sim em quanto pode perder.

Deixar esse montante parado significa redução mensal de seu poder de compra, devido aos efeitos da inflação.

Mas aplicar mal esse dinheiro pode ser prejudicial quanto o deixar escondido embaixo do travesseiro ou mais.

Isso porque, em finanças pessoais, é preciso pensar, primeiro, na manutenção do seu capital e em eventuais emergências que vier a enfrentar.

Para ter acesso a serviços e produtos essenciais, você precisa de dinheiro, e esse dinheiro vem de suas reservas e do seu salário.

Em um evento extraordinário (acidente, perda de emprego, entre outros), você precisa estar preparado para arcar com despesas com as quais não contava.

Por isso, recomenda-se manter, a qualquer tempo, uma reserva financeira equivalente a seis meses do seu custo de vida.

Essa reserva, chamada também de colchão de liquidez, é a plataforma sobre a qual você se apoia para poder mirar em investimentos mais interessantes.

Ela serve para fazer resgates diários e, no curto prazo, para garantir que você tenha sempre liquidez, que é a capacidade de conversão de um investimento em dinheiro sem perda de valor.

Muitas pessoas usam a poupança como uma das aplicações desse colchão, mas essa não é uma boa saída, já que ela paga muito mal.

Alternativas potencialmente mais interessantes são os Fundos DI (que perseguem a taxa CDI, índice de rentabilidade), o CDB com prazo de vencimento curto ou com liquidez diária (tomando cuidado com a tributação), a LCI/LCA com prazo de vencimento curto (que tem isenção de Imposto de Renda) e os títulos e fundos do Tesouro Selic.

Então, é recomendado que esses R$ 10 mil sejam destinados a aplicações como essas acima, que não oferecem ganhos estratosféricos, mas garantem uma previsibilidade de retornos e uma segurança acima da média.

Se você hoje mantém um valor como esse parado na conta, está perdendo poder de compra e, também, deixando de ganhar um pouquinho. No fim do ano, essa valorização faz diferença.

Em 1 mês

Em junho de 2017, por exemplo,o CDI foi de 0,81%. Se os R$ 10 mil fossem investidos em um fundo DI, que tenha apresentado uma variação exatamente igual à do CDI durante esse período, o rendimento seria um pouco inferior a R$ 81 ao mês.

Esse valor não traz o desconto do Imposto de Renda, que vai de 22,5% a 15% ao ano (dependendo do tempo de aplicação), e da taxa de administração, que pode variar dependendo do fundo.

Mesmo que você não fique impressionado com a valorização, precisa entender que, nessa faixa de investimento, do seu colchão de liquidez, o mais importante é não perder seu poder de compra e garantir resgates rápidos.

A ideia é que, a partir desse colchão, você possa, mais tarde, construir um portfólio com títulos mais longos, menos líquidos e, potencialmente, mais rentáveis.

Em 1 ano

Em 2016, os R$ 10 mil investidos em um aplicação que oferecia 100% do CDI renderam aproximadamente 14% no ano, ou seja, R$ 1.400,00 (antes do Imposto de Renda e de possíveis de taxas).

Já a poupança teve rendimento nominal de 8,3% no ano, uma rentabilidade líquida de aproximadamente 1,9% (considerando o desconto da inflação).

Quanto rende R$ 10 mil na poupança?

 

Neste momento, R$ 10.000,00 na poupança rendem pouco mais de R$ 50,00 ao mês. A rentabilidade é de 0,5% ao mês mais a TR (Taxa Referencial, de cálculo complexo e pequena diferença no resultado final).

A poupança é, normalmente, a primeira opção de investimento lembrada pela grande maioria dos brasileiros. Uma pesquisa de 2016 divulgada pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro apontou a modalidade como a preferida de 76% dos entrevistados.

Por longo período associada a rendimentos seguros e garantia de proteção contra as altas taxas de inflação da economia, a modalidade está longe de ser a mais rentável entre as opções disponíveis atualmente.

Hoje, a rentabilidade da poupança é um percentual fixo, independente do banco escolhido, congelado em 0,5% mais o valor da Taxa Referencial (TR), que em 2016 ficou, em média, em 0,15% ao mês (mas com a Selic em queda, a TR também se reduz).

Pegando o exemplo de 2016 (8,3% a.a), se os R$ 10 mil fossem aplicados na poupança em janeiro, no final do ano o investidor garantiria um ganho de R$ 830. Descontado o valor da inflação, o rendimento real da poupança marcou 1,89%.

Esse cálculo de rentabilidade muda quando a Taxa Selic cai para patamares de 8,5% ao ano ou menos, patamar que pode ser atingido ainda em 2017.

Quando isso ocorre, a poupança passa a remunerar com 70% da Selic mais a TR.

Ou seja, os valores pagos pela poupança são referenciais mínimos para o interessado em investir.

Onde investir e ter um rendimento acima da poupança?

 

A boa notícia é que muitos investimentos podem render valores acima da poupança, mesmo considerando a incidência de Imposto de Renda. Conheça algumas delas:

Fundos de investimento

O fundo de investimento é oferecido por bancos e corretoras. De uma forma genérica, podemos dizer que os gestores do fundo irão gerir o valor nele aplicado de acordo com uma estratégia, que é definida e detalhada nos materiais desse fundo, como o seu regulamento.

Em palavras simples, um Fundo de Investimento reúne os valores destinados por diversas pessoas e o seu gestor, a partir da alocação desse dinheiro em modalidades do mercado financeiro de acordo com a estratégia de cada fundo, busca superar uma meta de rentabilidade.

Cada investidor possui uma parte do fundo, chamado de cota.

De forma geral, é uma forma prática de investir as economias, uma vez que profissionais habilitados estarão cuidando da administração e da gestão e buscando a melhor forma de rentabilidade.

Existem quatro tipos de Fundos de Investimentos: os Fundos de Renda Fixa, os Fundos de ações, os Fundos Multimercado e os Fundos Cambiais.

Para quem dispõe de R$ 10.000,00 e está começando a compor seu colchão de liquidez, a dica é investir em fundos que apliquem no Tesouro Direto ou em fundos DI, ambos alocam os recursos principalmente em ativos de renda fixa.

Nesses dois tipos de fundos, a rentabilidade está diretamente relacionada aos títulos públicos e a liquidez, em geral, é bastante alta e o investimento mínimo não é alto.

Ao pesquisar sobre fundos, porém, é importante lembrar o come-cotas, que é a antecipação do recolhimento do Imposto de Renda, que ocorre a cada seis meses, e da taxa de administração.

Os fundos de investimento não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos.

CDB

 

O CDB é uma modalidade muito popular de investimento em renda fixa.

Com baixo risco e rendimento normalmente maior do que o da caderneta de poupança, o Certificado de Depósito Bancário é oferecido por bancos e corretoras.

Nessa aplicação, o cliente faz uma espécie de empréstimo ao emissor do título, que determina o valor e fixa um período de carência em que o papel não pode ser negociado. Durante a aplicação, a instituição remunera com juros o recurso depositado.

De forma geral, regra que vale para diversas modalidades de investimento, quanto maior o período em que o valor não poderá ser movimentação, maior a possibilidade de melhores taxas de rentabilidade. Aqui, ao contrário da poupança, a remuneração não é fixa, ou seja, a instituição escolhida pode oferecer uma taxa diferente.

Tradicionalmente, são dois os tipos de CDB: o prefixado é o pós-fixado.

CDB prefixado

Nesse tipo de CDB, o investidor sabe o valor final do rendimento já no momento da contratação.

Sendo assim, se no momento do acerto foi fixada taxa de 10,5% ao ano, essa será a remuneração ao final do período determinado, independente de qualquer alteração no contexto econômico do país ou na situação da instituição financeira.

A liquidez dos CDBs prefixados, assim como a dos pós, é determinada pelo banco emissor, e pode ser diária, o que permite o resgate em qualquer período, ou no vencimento, em que é permitida a retirada somente ao final do período determinado em contrato.

CDB Pós-fixado

Este é o tipo mais popular de CDB. Essa aplicação tem a taxa de remuneração atrelada ao valor Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa de juros com valor próximo ao da Taxa Básica de Juros, a Selic.

Por exemplo, se um CDB pagar 110% do CDI, quando este for de 10%, a remuneração anual ficará em 11%.

O CDB, assim como algumas das outras opções que apresentaremos aqui, conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), organização que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores e garante o ressarcimento dos recursos aos clientes em caso de falência da instituição no valor de até R$ 250 mil por pessoa por instituição emissora do título.

Entre as desvantagens dessa modalidade está a obrigatoriedade no pagamento de Imposto de Renda, que varia de 22,5% a 15% de acordo com o tempo de aplicação, e de IOF, para aplicações inferiores a 30 dias.

Não há taxas de administração. Certifique-se da liquidez antes de fazer a sua aplicação caso tenha necessidade de contar com esse valor em um curto intervalo.

LCI/LCA

 

Com rendimentos que competem com os do CDB, a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são títulos criados para apoiar a criação de crédito imobiliário e do agronegócio no país. Ambas são emitidas por instituições financeiras para captar recursos e destinar a empréstimos no setor imobiliário e agronegócio.

O diferencial da LCI/LCA está na isenção do Imposto de Renda. Entre as desvantagens, está a liquidez menos elevada.

Mesmo assim, com algum valor dentro do orçamento de R$ 10.000,00, para o seu colchão de liquidez, você pode investir em títulos de LCI ou LCA de curto prazo, como três meses.

Oferecem a mesma proteção do Fundo Garantidor de Crédito que o CDB, citado acima.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é considerado um dos investimentos mais seguros do mercado. E a explicação para isso é simples. Criado pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, essa aplicação conta com a garantia de remuneração do Tesouro do país, ou seja, do Governo Federal.

Além disso, a diversidade de títulos, a remuneração competitiva e o baixo valor inicial solicitado (de aproximadamente R$ 30 reais) estão entre os grandes atrativos do investimento.

Da mesma forma que os CDBs e a LCI/LCA, os títulos do Tesouro podem ser prefixados,
pós-fixados ou híbridos, vinculados a diferentes taxas, como o Tesouro Selic (atrelado à taxa básica de juros da economia), o Tesouro Prefixado (com juro fixo) e o Tesouro IPCA (vinculado à variação da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Previdência Privada

 

Os planos de previdência privada também estão entre as opções para investidores com perfil mais conservador que buscam rendimento maior na comparação com a caderneta de poupança.

São duas as modalidades de previdência privada: o Plano Gerador de Benefício livre (PGBL) e a Vida Gerador de Benefício livre (VGBL).

Ambos se diferenciam das demais aplicações em renda fixa por unir benefícios de um investimento financeiro com algumas vantagens fiscais asseguradas por lei para aplicações de longo prazo.

O PGBL é mais adequado para quem tem renda tributável e declara o Imposto de Renda no formulário completo, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual. Neste tipo o imposto recai sobre o total acumulado no plano.

Já o VGBL é indicado para quem declara o Imposto de Renda no formulário simplificado ou já atingiu os 12% num plano PGBL. Neste tipo de aplicação, o imposto recai sobre os lucros e não sobre o principal aplicado.

A previdência privada não deve ser sua opção para o colchão de liquidez, já que se trata de uma aplicação de longo prazo.

Por isso, antes de partir para a previdência, direcione seu olhar para investimentos com resgate mais fácil.

COE

Uma outra opção de investimento que pode ser recomendada para investidores um pouco mais experientes é o Certificado de Operações Estruturadas, o COE.

O COE pode ser considerado um investimento novo, foi regulamentado pelo Banco Central apenas em 2013 e pela CVM em 2015, e envolve renda fixa e variável. Ele é um título que pode assumir diferentes formas de atuação.

A partir de um único investimento é possível ter acesso a novos mercados com a vantagem dos custos baixos.

Existem duas formas de aplicação: com valor nominal protegido (expectativa de, no mínimo, devolução do valor inicial) ou com valor nominal desprotegido (sem a garantia).

A criação de uma COE depende de um banco ou de uma corretora, que emite esse título com um vencimento (variável), um valor mínimo para a aplicação, um indexador e os cenários definidos de ganhos e perdas, com ou sem capital inicial protegido.

É definitivamente mais complexo que as opções em renda fixa e exigem maior atenção do investidor. Os COEs sofrem a incidência do Imposto de Renda nas mesmas taxas do CDB, porém não contam com a cobrança das taxas de administração, performance ou custódia.

Para essa aplicação, direcione um percentual de seu portfólio que não seja o mais conservador. Essa aplicação não conta com a garantia do FGC!

Ações

 

Falar em ações ainda pode assustar muitos investidores, mas se você está longe do perfil conservador, investir no mercado acionário pode ser uma forma de buscar rendimentos mais elevados, ainda que com maiores riscos de perdas.

As ações são papéis que representam pequenas fatias de uma empresa, que as emitem com o objetivo de levantar recursos para seus investimentos.

Elas são negociadas na bolsa de valores e, ao comprá-las, o interessado torna-se de uma forma sócio da empresa escolhida.

As ações podem ser ordinárias, ou seja com direito a voto, ou preferenciais, que, como o nome sugere, garante a prioridade no recebimentos dos dividendos.

Não há como estimar um ganho no mercado de ações, uma vez que depende de uma série de fatores para estimar o desempenho dos papéis de uma empresa.

Na prática, pode render tanto valores altos ao investidos como perdas grandes. É um mercado que exige prática e atenção, por isso, especialmente aos iniciantes, recomenda-se muita cautela e estudos. Depois de adquirir um certo conhecimento do mercado, é recomendável investir apenas uma pequena parcela dos recursos economizados. Investimentos maiores, proporcionalmente, deverão se feitos apenas após adquirir experiência.

Considerando os R$ 10.000,00 do nosso exercício de simulação, a aplicação em ações não deverá ser feita se você precisar desse valor no curto ou no médio prazo. Na bolsa de valores, sua estratégia deverá contemplar cenários superiores a cinco anos.

Invista com o BTG Pactual digital

 

Se você quer começar a investir com seriedade e dar adeus à poupança, é hora de conhecer o BTG Pactual digital, uma instituição sólida, ágil e totalmente digital, que oferece excelentes opções em renda fixa e variável.

Com ela, você conta com o serviço de assessoria de investimentos de um time de especialistas que vai guiá-lo nos seus primeiros acessos à plataforma e apresentar as melhores opções de acordo com o seu perfil de investidor.

Veja como criar uma conta sem sair de casa:

1. Abra uma conta

Basta preencher os dados e enviar uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail!

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a definir o destino de suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um especialista

No BTG Pactual digital, você não estará sozinho. Assim que fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um especialista, que o auxiliará a definir os seus primeiros passos em investimentos e irá lhe apresentar opções de investimento compatíveis com o seu perfil de investidor.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Receba relatórios

A cada mês, você vai ganhar um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando, inclusive com comparações a indicadores do mercado e a outras aplicações.

Conclusão

 

Viu como dinheiro parado é perigoso? No longo prazo, a inflação vai fazer um estrago nas suas economias.

Por isso, investir aqueles R$ 10 mil que você tem parado não é apenas uma questão de valorização, mas de proteção do seu patrimônio e de sua segurança.

Para começar a aplicar, não esqueça de fazer seu colchão de liquidez, que vai permitir uma reserva imediata para qualquer evento extraordinário.

Ninguém está livre de surpresas negativas, e muitas delas representam gastos inesperados.

Com aplicações líquidas, seu dinheiro rende, fica protegido e ainda está a postos para ser utilizado a qualquer momento.

É nesse tipo de investimento que você deve mirar para criar sua reserva técnica.

Uma sugestão é que essa reserva deverá ser composta por um valor que equivale a seis vezes o seu custo de vida mensal.

Ou seja, descubra quanto você gasta a cada mês, multiplique por seis e considere esse montante o seu colchão.

Todos os seus melhores investimentos estarão acima do colchão, mas é ele que protegerá o investidor e absorverá qualquer impacto.

Nessa lista de aplicações, entram opções como fundos DI e fundos do Tesouro Direto, títulos do Tesouro Selic, CDB com liquidez diária ou vencimentos de curto prazo e LCI/LCA de curto prazo.

Gostou das dicas para investir R$ 10 mil e dar seus primeiros passos rumo a um futuro mais tranquilo e confortável? Compartilhe.

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