Investimentos

Investimentos financeiros para iniciantes: 6 opções para aplicar hoje

Quer aprender a investir sem medo de errar e com riscos controlados?

Os investimentos financeiros para iniciantes têm uma característica em comum: eles são menos complexos e possuem um risco mais controlado que aqueles destinados a investidores mais experientes.

Afinal, você não quer ter uma experiência de risco na sua estreia como investidor, certo?

Muitas pessoas têm interesse em deixar a poupança, pois seus rendimentos não são muito expressivos, mas não sabem por onde começar. Esse é o seu caso? Então conheça as possibilidades de investimentos financeiros para iniciantes.

Se você quiser aprender mais sobre planejamento financeiro, leia esse outro texto completo do nosso blog.

Para explicar os tipos de investimentos disponíveis para o seu perfil, vamos abordar neste artigos seguintes tópicos:

  • Por que investir?
  • O que é renda fixa/variável?
  • CDB
  • LCI/LCA
  • LC
  • Tesouro Direto
  • Fundos de investimento em renda fixa
  • COE
  • Previdência Privada
  • Tributação

Se interessou? Leia até o final e deixe um comentário em caso de dúvidas.

Por que investir?

Investir é um dos fatores que diferenciam as pessoas com educação financeira das que não conseguem planejar suas finanças.

Assim, investir é o melhor caminho para construir um patrimônio sólido e crescente.

Se você deseja alcançar a sua liberdade financeira, é importante começar a aplicar o seu dinheiro o quanto antes.

Pode ser difícil saber por onde começar. Assim, por ter medo de perder dinheiro, o deixamos na poupança. Mas, deixá-lo na caderneta faz com que renda muito pouco comparado ao que outras opções podem proporcionar.

Há muitos modos de investir o seu dinheiro fazendo com que renda mais que a poupança, mas com um risco muito baixo ou até igual ao da poupança.

Os investimentos de renda fixa são todas as aplicações que possuem alguma previsibilidade de rendimento.

Ou seja, no momento da aplicação, você já sabe como será o comportamento da aplicação.

É difícil ter alguma surpresa negativa na renda fixa. Assim, essa categoria é uma das mais indicadas para novos investidores.

Se você busca investimentos financeiros para iniciantes, uma boa sugestão é começar por produtos de renda fixa!

Além disso, essa categoria é muito simples para começar a aplicar.

O que é renda fixa?

Como dito, essa é uma categoria de investimentos que pagam uma remuneração que pode ser determinada no momento da aplicação ou no resgate.

É um dos tipos de investimentos que podem ser indicados para aqueles investidores mais conservadores, aqueles que se preocupam com a possibilidade de perda de patrimônio.

Fique sempre atento ao perfil de risco dos produtos nos quais deseja investir para não ser surpreendido por variações inesperadas!

A maioria dos investimentos de renda fixa funcionam como “títulos de dívida”.

Para entender melhor o que é um título de dívida, imagine como fosse um empréstimo comum.

Uma pessoa precisa de dinheiro para algum objetivo e por isso pede emprestado para outras pessoas. Alguém decide emprestar, mas cobra uma taxa de juros em troca.

A relação é muito parecida.

Essa ‘pessoa’ que pede emprestado são os emissores do investimento. Podem ser empresas, bancos ou o próprio governo.

Todas as vezes que você compra um título de renda fixa, está emprestando dinheiro para o emissor do título.

Assim, o investidor recebe uma remuneração por ter “emprestado” o valor do título, enquanto o emissor o utiliza para captar recursos e financiar seus empreendimentos ou projetos.

Esses títulos são atraentes por conta de sua previsibilidade, portanto é ideal para investidores com perfis mais conservadores.  

Os títulos de renda fixa podem ser classificados segundo dois critérios.

  • Tipo de emissor: podendo ser público (Governo) ou privado (empresas e bancos)
  • Quanto ao modo de remuneração: prefixados ou pós-fixados.

Prefixados

São títulos que no momento da aplicação já se conhece o retorno exato. Portanto, será recebido exatamente o valor estabelecido, se mantido até o vencimento, claro.

Pós-Fixados

Títulos pós-fixados são aqueles que o valor da remuneração será conhecido apenas no final da aplicação. Normalmente, são títulos que pagam a remuneração de acordo com a variação de um índice.

Os índices mais utilizados são o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo), SELIC (taxa básica de juros), IGP-M (taxa inflação) e DI (taxa de juros interbancária).

O que é renda variável?

Os ativos de renda variável levam esse nome porque seu retorno não pode ser dimensionado no momento da aplicação. São títulos que podem variar positivamente ou negativamente, de acordo com a perspectiva do mercado.

No mercado de ações, por exemplo, o investidor pode comprar uma ação no valor de R$ 30 reais e, em pouco tempo, poderá valer tanto R$ 40 reais quanto R$ 20 ou 15 reais. Varia de acordo com a expectativa do mercado para aquela ação.

Os riscos desse tipo de aplicação são maiores do que da renda fixa, no entanto, sua rentabilidade pode ser muito maior. Assim, se trata de um tipo de investimento para quem está disposto a correr maiores riscos.

Sou iniciante, por onde devo começar a investir?

Os investimentos de renda fixa são interessantes para duas categorias de investidores: aqueles que querem balancear a sua carteira de investimentos, assim uma parte do seu capital fica alocado em ativos de menor risco.

E para investidores que começaram a pouco e estão à procura de ativos com risco controlado para conhecer a dinâmica do mercado.

Separamos então alguns investimentos financeiros para iniciantes, assim você pode se familiarizar antes de começar a investir.

CDB

A sigla significa: Certificado de depósitos bancários, como seu nome indica é emitido por Bancos que o utilizam para captar recursos. Eles podem ser prefixados ou pós-fixados.

Além disso, o CDB rende juros que são maiores que os da poupança.

Porém, ao contrário dela, a remuneração do investimento dependerá da instituição financeira escolhida.

Quando prefixado, os juros são anuais e definidos antes da compra. Assim, se a taxa determinada no momento da aplicação for de 10% ao ano, independente de qualquer alteração econômica no país, a rentabilidade será essa até o final da aplicação.

Já o pós-fixado é, normalmente, atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), nome dado aos empréstimos que os bancos fazem diariamente, entre si, para manter seus níveis de caixa positivos.

O vencimento do CDB é a data na qual o valor da aplicação será devolvido ao investidor, acrescido dos juros. Algumas instituições financeiras não permitem o resgate antecipado, por isso é importante ficar atento ao fazer a aplicação.

Para o CDB, há a incidência de IOF quando o resgate for feito antes de 30 dias e de Imposto de Renda, o qual varia de acordo com o tempo investido.

O risco desse investimento está no caso de a instituição financeira quebrar e não honrar com seus compromissos. No entanto, no Brasil, existe o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que ressarce o investidor até R$ 250 mil por CPF e por instituição. Recentemente, o FGC incluiu um “teto” de proteção de R$ 1 milhão por CPF no período de 4 anos.

LCI/LCA

LCI e LCA são siglas que se referem às Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio. Por possuírem características muito similares são, normalmente, citadas em conjunto.

Esses títulos são emitidos para a captação de recursos, que têm seu destino predefinido, ou seja, a instituição que pega esses recursos têm como obrigação utilizar para a sua correta finalidade, o agronegócio e mercado imobiliário.

Assim como o CDB, esses títulos remuneram de forma pré ou pós-fixada.

Quando prefixado o investimento rende conforme a taxa acordada no momento da compra do título. Já o pós-fixado está normalmente atrelado ao CDI. Outra característica similar ao CDB é que esse investimento também é garantido pelo FGC nos mesmos moldes que o CDB e a poupança.

A grande diferença para o investidor entre o CDB e a LCI/LCA está no fato que tanto o crédito imobiliário quanto o do agronegócio são áreas essenciais para a economia e, portanto, contam com a isenção do Imposto de Renda.

Mesmo assim, é importante comparar o rendimento de todas opções. Não é incomum investimentos isentos de tributos renderem menos do que não isentos.

LC

Letras de Câmbio são títulos oferecidos por financeiras que são sociedades de crédito, investimento e financiamento. Este tipo de investimento pode apresentar uma rentabilidade alta.

Como a maioria dos títulos de crédito privado, a LC possui uma aplicação mínima. Normalmente, o investidor não poderá resgatar o valor antes do vencimento do investimento.

Algumas letras ainda possuem liquidez diária. Neste caso, o resgate antecipado é permitido.

Há variação de prazos de vencimento e carência que podem variar consideravelmente.

Quanto menor o tempo da aplicação, provavelmente menor será a rentabilidade. Esse é um princípio que a maiorias dos investimentos financeiros para iniciantes seguem.

Por isso, é importante verificar todas as condições que a financeira oferece. Verifique os prazos, forma e taxas para remuneração e o valor mínimo de investimento.

Além disso, há a incidência de IR, de acordo com a tabela regressiva, na qual quanto maior o prazo da aplicação menor o imposto calculado sobre o lucro.

Assim como os investimentos apresentados até aqui, a LC possui remuneração pré (taxa conhecida no momento da aplicação) e pós-fixada (atrelada ao CDI, geralmente). Outra característica similar é a garantia do FGC nos mesmos moldes que os exemplos acima.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um tipo de aplicação no qual o investidor adquire títulos da dívida federal, por meio da internet. É oferecido pelo Governo Federal em parceria com a BM&FBovespa.

 Essa com certeza é uma das escolhas mais populares e seguras entre os investimentos financeiros para iniciantes.

Os títulos do Tesouro Direto são dívidas emitidas para o financiamento do Governo Federal.

Os ativos podem ser prefixados, com juro anual conhecido no momento da aplicação, ou

pós-fixados, tendo um juro fixo anual mais a variação de um indexador, como o IPCA ou a Selic.

A opção de comprar títulos da dívida pública surgiu, conforme o próprio site oficial sugere, para “democratizar o acesso aos títulos públicos”, por isso o investimento mínimo é baixo, em torno de R$ 30 reais.

O Tesouro Direto não é garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Nos títulos do tipo CDB, LCI/LCA e Letra de Câmbio, há o risco de a instituição financeira falir, no caso dos papéis da dívida pública federal esse risco é muito remoto. No Tesouro Direto, sua aplicação é garantida pelo próprio Governo Federal.

Assim como a maioria dos investimentos de renda fixa, o Tesouro Direto possui a cobrança de Imposto de Renda.

Fundos de investimento em renda fixa

Fundo de investimento é um tipo de aplicação financeira, na qual os recursos são captados a partir de um conjunto de investidores, conhecidos como cotistas.

Esses recursos vêm do dinheiro que é aplicado de cada um dos investidores e cada um deles possui uma cota, proporcional ao valor investido.

Entre as vantagens de ser cotista de um Fundo de renda fixa está na gestão profissional da carteira de investimento. Quando bem geridos os fundos costumam ter remuneração maior que o CDI. Os prazos de resgate podem ser curtos ou longos.

Os chamados de Fundos “Renda Fixa” apresentam uma carteira diversificada, porém devem ter pelo menos 80% da carteira investida em ativos que estejam relacionados entre as aplicações de renda fixa (CDBs, LCIs, Tesouro Direto, entre outros).

No Brasil, os Fundos de investimento são muito regulados e possuem grande fiscalização. As principais instituições responsáveis são CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Assim como as outras modalidades de aplicações, os fundos de investimento também têm incidência de Imposto de Renda, além disso, os resgates com prazo inferior a 30 dias possuem IOF de acordo com o tempo de investimento.

Fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

COE

COE (Certificado de Operações Estruturadas) é um investimento que reúne as características de renda fixa e renda variável, por isso é um instrumento financeiro complexo que envolve uma diversidade de aplicações em um único papel.

Surgiu no Brasil em 2014, a princípio ele só era oferecido a clientes de alta renda dos bancos emissores desse produto.

A partir de 2016, após regulamentação da CVM, a oferta pública desse título passou a ser permitida. Desde então, é distribuído ao público em geral, por meio de corretoras e distribuidoras de valores.

Considerando a garantia do capital, podemos apontar dois tipos de COE no Brasil:

Capital garantido – independente do que ocorra, o investidor recebe, no mínimo, seu dinheiro de volta, o valor nominal, no vencimento da aplicação. . Esse é o tipo de COE mais facilmente encontrado.

Capital em risco – como indicado pelo nome, há a possibilidade de o investidor perder todo o dinheiro investido. Indicado para quem tem um perfis mais arrojados, com maior tolerância a risco, visto que há a possibilidade de perda de dinheiro.

Cada COE terá seu rendimento relacionado ao desempenho futuro de um ativo financeiro.

Como um índice, dólar, inflação, ações, entre outros. Para cada cenário relacionado ao COE, o banco emissor irá criar uma regra de rentabilidade diferente. Por isso, se trata de um produto complexo.

Assim, a vantagem do COE é que o investidor tem acesso a um produto estruturado, mas sem precisar estruturar sozinho a operação.

O COE não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito – FGC.

Conheça melhor as características desse produto aqui.

Previdência Privada

A previdência privada é um investimento de longo prazo, funciona como um plano de aposentadoria, sem qualquer ligação com o INSS.

Ideal para quem procura um futuro mais tranquilo, pois a Previdência Social normalmente não é suficiente para manter seu poder de compra durante a aposentadoria.

Existem dois tipos de previdência:

  • Plano Gerador de Benefício Definido (PGBL) que permite abater na declaração anual completa do imposto de renda
  • Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) que não permite o abatimento de IR e são mais indicados para quem não é assalariado ou faz a declaração simples do imposto de renda

Cada plano ou fundo de previdência privada possui uma rentabilidade, que irá depender da modalidade escolhida no momento da aplicação. No geral, as opções que existem no mercado costumam acompanhar o valor do CDI (Certificado de Depósito Interbancário)

Uma das grandes diferenças em relação aos outros tipos de investimentos é que, na previdência privada, o investidor pode decidir o modo como será feita a cobranças do IR. Há duas possibilidades:  tabela progressiva ou a tabela regressiva.

Tabela progressiva do Imposto de Renda, em 2016:

R$/MÊSALÍQUOTA IR
Até 1.903,98Isento
De 1.903,99 até 2.826,657,5%
De 2.826,66 até 3.751,0515%
De 3.751,06 até 4.664,6822,5%
Acima de 4.664,6827,5

Tabela regressiva para os planos de previdência privada está fixada em:

PRAZO DE INVESTIMENTOALÍQUOTA IR
Acima de 10 anos10%
Até 2 anos35%
2 a 4 anos30%
4 a 6 anos25%
6 a 8 anos20%
8 a 10 anos15%

Para aderir a um plano de previdência privada, procure uma instituição financeira confiável como o BTG Pactual Digital, que possui essa e outras aplicações com ótimos retornos.

Impostos sobre investimentos de Renda Fixa

Imposto de Renda

Os ativos de Renda Fixa têm seu IR retido na fonte pela instituição intermediária. Portanto, quando o investidor solicitar o resgate ou receber o pagamento dos cupons de juros, o valor creditado será o líquido do investimento, com o imposto descontado.

Os rendimentos de aplicações financeiras realizadas por Pessoas Físicas ou Pessoas Jurídicas serão tributados de acordo com a tabela de alíquotas regressivas. Sempre dependerá do prazo que o investimento ficou aplicado:

22,5% até 180 dias;

20% entre 181 e 360 dias;

17,5% entre 361 e 720 dias;

15% após 720 dias.

IOF

O IOF incide sobre o rendimento em aplicações com prazo menor do que 30 dias, conforme a seguinte tabela:

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

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Antes de começar a investir, é importante conhecer o seu perfil e os melhores investimentos financeiros para iniciantes. Os produtos de renda fixa são muito interessantes para ter uma remuneração sem grandes riscos.

O investidor iniciante não deve parar de aprender nunca. Veja esses outros artigos do nosso blog:

Portanto, ao iniciar o seu portfólio, fique atento aos seguintes tópicos:

  • Rentabilidade da operação – há diversos tipos de operação, cada uma delas oferece uma rentabilidade diferente, de acordo com o tempo e o modo prefixado ou pós-fixado.
  • Prazo do investimento – quando o resgate do investimento é feito antes do prazo, o investidor pode receber menos que o planejado. Existem investimentos que variam de dias até anos. Por isso, atente-se aos prazos!
  • Valor mínimo de investimento – os investimentos podem possuir um valor mínimo, que irá variar de acordo com as características do produto escolhido.
  • Risco – cada investimento possui um risco diferente. Fique atento aos riscos de cada um dos produtos. Alguns tipos de investimento são garantidos pelo FGC, conforme mostramos acima, ou pelo Governo Federal. Fique atento a isso antes de investir!
  • Impostos e taxas – em quase todos os investimentos, há incidência de imposto. Ele varia de acordo com o valor investido, o prazo e a rentabilidade. Alguns tipos de investimentos cobram taxas de administração e performance, então procure saber todas essas informações antes de investir.
  • Escolha um instituição financeira de sua confiança. Desse modo, você pode ficar tranquilo quanto à transparência da instituição. Aqui no BTG Pactual digital, por exemplo, oferecemos dicas e assessoria especializada para ter certeza que você está fazendo investimentos de acordo com o seu perfil e objetivos.

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Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. E recomendada a leitura cuidadosa do Formulário de Informações Complementares e Regulamento do Fundo de Investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

Ressaltamos que as opiniões e projeções referente COE, aqui apresentadas representam a opinião da área Structured Products do BTG Pactual, mas não necessariamente a opinião institucional do BTG Pactual, podendo o BTG Pactual, suas subsidiárias e/ou seus empregados podem, eventualmente, possuir uma posição comprada ou vendida, atuar em nome próprio e/ou como coordenador ou agente em operações envolvendo ações ou demais investimentos relevantes. COE NÃO CONTA COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.

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