Investimentos

Conheça alternativas para a poupança

Existem inúmeros produtos de investimento que você pode escolher para abandonar de vez a poupança.

E não precisa colocar tudo em uma cesta só: com uma diversificação maior, você valoriza devidamente seu dinheiro em qualquer momento da economia.

Mas por onde começar?

Como decidir em quais aplicações você deve investir?

Como sair da zona de conforto para abrir conta em uma instituição financeira que ofereça destinos mais interessantes para seu dinheiro?

É o que vamos descobrir em seguida.

Siga a leitura!

O que um investimento deve ter para substituir a poupança?

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Fugir da poupança é mais fácil do que você pensa.

O brasileiro tem começado a perceber a necessidade de abandonar a poupança e buscar investimentos mais rentáveis.

Isso se deve, em certa medida, à desmistificação de determinadas questões relacionadas a aplicações financeiras.

Essas pessoas têm se dado conta de que não é necessário ser um expert em finanças ou mercado financeiro para dar este tipo de destinação ao dinheiro.

A internet foi uma grande ajuda nesse sentido, ao proporcionar a difusão de conhecimento nessa área.

Dito isso, é importante destacar que, ao migrar recursos da poupança para outro tipo de investimento, as pessoas não querem abrir mão da segurança.

Esse é o fator mais importante da equação.

Ou seja, a fórmula ideal para investir seria combinar rentabilidade maior que a das cadernetas de poupança e, ao mesmo tempo, ter segurança de que o capital investido estará resguardado de perdas significativas.

Ao lermos essa descrição, é impossível não pensar em investimentos em renda fixa.

Afinal, ao aplicar recursos por essa modalidade de investimento, o investidor conhece a forma como o seu capital será remunerado no momento da aplicação, o que confere alguma tranquilidade para quem está dando os primeiros passos nessa área.

Além da renda fixa, vamos apresentar opções de renda variável, que oferece riscos controlados no longo prazo e serve muito bem para diversificação portfólio.

CDB

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O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um investimento muito popular de renda fixa.

Costuma oferecer alguns dos melhores retornos dessa modalidade, mas perde parte da atratividade por ter incidência do Imposto de Renda, seguindo a tabela da renda fixa.

Uma de suas características mais interessantes é que ele conta com a mesma proteção da poupança, o Fundo Garantidor de Crédito.

Esse mecanismo garante o saldo da aplicação em caso de quebra do banco e devolve ao investidor até R$ 250 mil por CPF por conglomerado financeiro.

Os rendimentos podem ser prefixados (juros fixos), pós-fixados (atrelados ao CDI, que segue de perto a Selic) ou híbridos (juro fixo mais variação da inflação).

Algumas instituições oferecem CDBs com liquidez diária, outras apenas com liquidez no vencimento do título. Fique atento a esses detalhes antes de aplicar para evitar surpresas negativas!

Tesouro Direto

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O Tesouro Direto é uma plataforma de negociação de títulos do Governo Federal.

A emissão desses títulos fica por conta do Tesouro Nacional e tem o objetivo de financiar as atividades e pagar as dívidas do governo.

Pessoas físicas podem adquirir esses papéis facilmente, com alta segurança, praticidade e liquidez.

No que se refere ao risco de crédito, o Tesouro Direto vence a poupança, já que o investimento é garantido pelo Governo Federal.

Em termos de liquidez, esses títulos públicos podem ser vendidos a qualquer momento, com a transferência do valor para a corretora em um dia útil.

No quesito rentabilidade, a caderneta fica bem para trás.

Há diferentes tipos rendimentos possíveis: o prefixado, o pós-fixado e o híbrido.

Assim como CDB e outros investimentos de renda fixa, o Tesouro Direto sofre a incidência do Imposto de Renda, cuja alíquota parte de 22,5% para períodos inferiores a 180 dias e se reduz para 15% para períodos superiores a 720 dias.

Fundo DI

O fundo DI pode ser um excelente substituto para a poupança.

Possui liquidez diária (retirada a qualquer momento), geralmente oferece rendimento superior à caderneta e não tem qualquer complicação para o aporte: basta colocar o dinheiro e deixar rendendo.

Os recursos dos Fundos DI são 95% aplicados em títulos públicos fixados pela SELIC.

Entre as opções disponíveis no mercado, o Yield do BTG Pactual é um excelente exemplo desses fundos.

Como objetivo, ele busca oferecer rentabilidade que acompanhe a variação da taxa de juros no mercado interbancário (CDI).

Para isso, utiliza instrumentos no mercado à vista e no mercado de derivativos, conforme as restrições previstas na legislação vigente.

Fique atento: fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos.

Fundos de Renda Fixa

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Os fundos de renda fixa têm 80% de sua carteira composta por títulos do Tesouro Nacional ou ativos de baixo risco, fixados.

Na prática, isso significa mais liberdade para as gestoras que administram esses fundos, uma vez que existe um maior percentual para empregar em outros tipos de ativos quando comparado aos fundos DI.

Os gestores tem sempre que respeitar o regulamento dos fundos, por isso é muito importante que os investidores leiam esse documento antes de aplicar.

Quem, portando, está em busca de investimentos mais rentáveis e, ao mesmo tempo, está disposto a correr riscos limitados, os fundos de renda fixa podem ser uma opção interessante.

E, para otimizar seus ganhos, procure sempre por fundos com as menores taxas de administração.

Lembre-se: fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

LCI e LCA

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LCI é a sigla para Letra de Crédito Imobiliário, enquanto LCA representa Letra de Crédito do Agronegócio.

A grande vantagem desse tipo de investimento diz respeito a não incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos dos investidores.

Esses ativos podem ser tanto prefixados ou pós-fixados.

O investimento mínimo depende do título e da instituição financeira.

O ponto negativo fica por conta da baixa liquidez desse investimento.

As letras de crédito imobiliário e do agronegócio só podem ser resgatadas no momento de seu vencimento, nunca antes disso.

Dessa maneira, planeje-se para não precisar movimentar o recurso investido, caso você opte por um LCI ou LCA na hora de aplicar seu dinheiro.

Esses títulos contam com a proteção do FGC nos mesmos moldes que o a poupança e o CDB.

Fundos Multimercados

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Os Fundos Multimercados são os fundos mais dinâmicos, aqueles em que os gestores têm maior liberdade de atuação.

Os gestores desses fundos podem aplicar em diferentes produtos, desde que previstos no regulamento. Por isso, é muito importante que o investidor leia os regulamentos dos fundos antes de aplicar.

Muitos desses ativos são de rendimento variável e, portanto, representam maior risco.

Dessa maneira, essa opção de aplicação é reservada para aqueles investidores de perfil mais arrojado, que pretendem obter maiores ganhos, ainda que, para isso, os riscos no curto prazo sejam também mais elevados.

Para os Fundos Multimercados também há cobrança de taxas de administração, que variam de fundos para fundos.

Há também a cobrança de uma taxa de performance voltada a gratificar os gestores do fundo quando a rentabilidade do capital empregado fica acima das expectativas.

Vale ressaltar que os fundos de investimentos não contam com a garantia do FGC.

COE

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O Certificado de Operações Estruturadas (COE) é um tipo de investimento que combina características de renda fixa e renda variável.

Por um lado, oferece potencial mais elevado de ganhos.

Por outro, conserva a possibilidade de que o investimento inicial nominal seja preservado mesmo que o cenário desejado não se concretize. Fique atento: esta garantia existe apenas na modalidade de valor nominal protegido!

A opção de maior risco e também de maior possibilidade de rentabilidade é chamada de valor nominal em risco.

Por esse arranjo, você pode perder todo o capital investido, por isso ele é recomendado apenas para investidores mais experientes e de perfis mais arrojados.

Previdência Privada

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Nesses últimos tempos, em que tanto se fala de mudanças nas regras da previdência pública, é preciso estar atento para garantir uma fonte de renda segura para a aposentadoria.

Nesse sentido, a previdência privada é uma opção para quem não quer correr riscos de depender apenas da previdência social.

E, para quem pensa em adquirir um plano de previdência privada os principais pontos que merecem atenção dizem respeito a duração do investimento e a regime de tributação.

A previdência privada configura como uma opção de obter uma fonte de renda complementar na aposentadoria.

Afinal, com as mudanças constantes de regras na previdência pública, não convém contar apenas com os recursos de uma aposentadoria regular concedidas pelo INSS.

Com os recursos dos investidores, essas instituições aplicam o capital a fim de obter algum rendimento.

No momento do resgate, é possível optar por receber todo o valor investido ao longo do tempo ou diluir o montante de recursos em parcelas, de modo a se receber uma espécie de salário mensal.

Uma característica é a agilidade que ele proporciona ao investidor para receber o benefício, uma vez que os recursos não são incluídos no inventário em caso de morte, o que não ocorre no caso de fundos de investimento.

Existem dois tipos de previdência privada, o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O PGBL, em geral, é considerado mais adequado para aqueles investidores com renda tributável e que declaram o Imposto de Renda no formulário completo, que tenham rendas elevadas, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual.

A economia de impostos no curto prazo é outra vantagem para o investidor.

Já o Vida Gerador de Benefício Livre é uma forma de investimento que não pode ser abatida para os contribuintes que declaram o Imposto de Renda no modelo simplificado, para profissionais autônomos que não possuem recolhimento na fonte ou para quem busca aplicar um percentual maior do que 12% da renda anual na previdência.

Neste tipo de aplicação, o imposto recai sobre os lucros e não sobre o principal aplicado.

Diversifique seus investimentos

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A diversificação dos investimentos significa não apenas correr menos riscos diante de mudanças na movimentação da economia, mas também colher retornos maiores por poder investir parcelas pequenas em ativos com assimetrias convidativas.

Por isso, diversificar é a palavra-chave de todo investidor sábio.

Mas como diversificar?

O primeiro passo é abrir sua conta em uma instituição financeira sólida e confiável, que ofereça os melhores títulos e fundos, além de uma assistência que vai guiar todos os seus passos em renda fixa e variável.

Para se cadastrar no BTG Pactual digital, veja como é fácil:

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail.
  2. Descubra seu perfil de investidor: responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos assessores: você terá o auxílio de um assessor que o orientará passo a passo em suas aplicações, mostrando as opções mais adequadas ao seu perfil para facilitar a sua escolha.
  5. Acompanhe os investimentos: por meio do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Tenha acesso a relatórios personalizados: periodicamente, você terá acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações.

Depois desse passo inicial, é interessante entender alguns dos principais fatores para a decisão dos investimentos: o risco, os tipos de rentabilidade e a liquidez.

Assim, você pode criar um portfólio que combine investimentos extremamente seguros com algumas aplicações que ofereçam riscos maiores no curto prazo.

Essa volatilidade de curto prazo é característica da renda variável e não deve ser temida, desde que seja condizente com o seu perfil de investidor e que você encare o seu portfólio como uma estratégia de longo prazo.

Dessa forma, é possível aplicar, por exemplo, em fundos DI e fundos do Tesouro Direto para o curtíssimo prazo, em LCIs/LCAs para títulos de até dois anos, em CDBs para aplicações de longo prazo e em fundos multimercados e ações para horizontes superiores a cinco anos.

Lembre-se: respeite sempre o seu perfil de investidor ao escolher os ativos em que irá investir. Essa escolha é muito importante para evitar surpresas desagradáveis, como a grande volatilidade de alguns produtos mais arrojados.

Conclusão

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Como vimos, existem muitos investimentos rentáveis que superam com folga a poupança.

Se você ainda sente algum apego pela caderneta, dê um pulo no simulador de investimentos do BTG Pactual digital, que oferece um olhar aguçado para opções de aplicações que se encaixam no seu perfil de investidor.

Ali você vai entender quais caminhos pode seguir para manter a segurança e a praticidade da poupança e acrescentar uma boa dose de rentabilidade.

CDB e LCI/LCA são dois dos investimentos sobre os quais você mais ouvirá falar, mas a verdade é que você deve montar seu portfólio considerando diferentes prazos.

De nada adianta colocar todas as suas reservas financeiras em um ativo com vencimento para cinco anos e precisar do dinheiro em seis meses.

Esse risco, da falta de liquidez, decorre principalmente da falta de planejamento.

Portanto, fazer o dever de casa é essencial: quanto você gasta todo mês?

Quanto ganha?

Como ficam seus próximos seis meses de vida se houver algum problema no seu emprego?

Pense nisso ao investir no seu colchão de liquidez, que é aquela camada de aplicações que serve como uma reserva de emergência.

Ali, mire em CDBs com liquidez diária, fundos DI, fundos do Tesouro Direto, papéis do Tesouro, LCIs/LCAs de curto prazo, entre outros.

Gostou das dicas para encontrar os investimentos mais rentáveis? Deixe um comentário e compartilhe o artigo!

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Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

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