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Investimento a Longo Prazo: vantagens e onde investir

Você está pensando em investimento a longo prazo? Excelente!

Esse é o melhor caminho a seguir se você pretende fazer o seu dinheiro render sem sobressaltos, de forma sustentável, de olho nos próximos 5, 10, 20 ou 30 anos.

Neste artigo, você vai tirar todas as suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Definições dos prazos de investimentos
  • Por que investir a longo prazo dá mais retorno
  • Como unir o longo prazo à diversificação do portfólio
  • Como o investidor de renda variável se beneficia do longo prazo
  • Qual é a alíquota de Imposto de Renda sobre investimentos de longo prazo.

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

Longo prazo: quanto tempo é isso?

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Um investimento de longo prazo é aquele que supera cinco anos. Até dois anos, trata-se de curto prazo. E de dois a cinco anos, médio prazo.

Além de contar com aplicações pontuais de longo prazo, é importante que o investidor tenha uma estratégia que mire cinco, 10, 20, 30 anos no futuro.

Com essa visão, ele terá menor chance de reagir a impulsos emocionais diante de pequenas perdas momentâneas e saberá que uma boa diversificação de investimentos proporcionará a maximização dos resultados e a minimização dos riscos envolvidos.

Diante dessa perspectiva, não é necessário que todas as suas aplicações tenham foco no longo prazo. É perfeitamente possível que haja certos objetivos distintos nesse planejamento, alguns para períodos menores e outros para períodos maiores.

Um exemplo é a aplicação na bolsa de valores. Um investidor iniciante deve comprar ações pensando no longo prazo, mas não precisa ficar refém de um papel cuja perspectiva não lhe agrada mais.

Ou seja, o portfólio de ações deve ter um escopo superior a cinco anos, mas, pontualmente, cada uma delas pode ser vendida bem antes desse tempo.

Vantagens do investimento a longo prazo

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Existem muitas vantagens no planejamento de investimentos a longo prazo. O maior deles é que a organização para um período maior permite uma melhor diversificação de sua carteira e, com isso, maiores ganhos e menos riscos.

Pontualmente, diversos investimentos com prazo maior tendem a cobrar menos Imposto de Renda e oferecer taxas de retorno superiores.

A seguir, vamos entender passo a passo como montar uma carteira de longo prazo e não apenas quais títulos oferecem bons retornos em períodos mais longos.

Opções de investimentos a longo prazo

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Existem muitos investimentos interessantes para quem busca o longo prazo, especialmente em renda fixa, que paga bem apesar da tendência de queda da Selic, a taxa de juros básicos da economia brasileira.

A seguir, vamos conhecer algumas aplicações que podem figurar no seu portfólio de investimentos de longo prazo:

Fundos de investimentos

Os fundos de investimentos permitem que investidores iniciantes tenham acesso à capacidade técnica e aos conhecimentos de mercado de um gestor, que decide onde alocar o dinheiro dos cotistas. Existem muitos tipos de fundos, como de ações, de renda fixa e multimercados.

Lembre-se, nesse tipo de investimento, de verificar todos os custos envolvidos, como Imposto de Renda, come-cotas (uma antecipação semestral do tributo), taxa de administração (valor pago para a gestão do dinheiro) e taxa de performance (acréscimo à taxa de administração em caso de rendimentos superiores à meta estabelecida cobrado por alguns fundos).

Fundos de renda fixa

Oferecidos por bancos e corretoras, os fundos de renda fixa oferecem uma estrutura que pode ser considerada uma cesta de aplicações. Diferentes fundos se direcionam a variados tipos de investidor, considerando perfis de risco, alocação mínima, liquidez, entre outros aspectos.

Esse é um daqueles casos em que não vale ficar refém daquela instituição financeira com a qual você mantém vínculo há muito tempo. O que vale é procurar banco ou corretora que ofereça as melhores condições, os melhores produtos, os melhores retornos, a melhor assistência e o melhor sistema.

Fundos de renda variável

Os fundos de investimento em renda variável são interessantes para quem ainda não deixou a renda fixa e está dando seus primeiros passos nesses novos cenários de aplicações.

Ao optar por um fundo, você pagará, na prática, a um gestor para tomar as decisões sobre os melhores papéis, ativos e derivativos a reunir no portfólio.

Com investimentos no mercado de ações, tudo pode acontecer. Não há garantia de que você não vai perder dinheiro, mas, por outro lado, o potencial de aumentar os rendimentos torna essa aplicação bem interessante, especialmente para uma pequena parte de suas reservas.

Esse é um dos casos em que vale reforçar o aviso: não é recomendável investir em fundos de renda variável visando ao curto prazo. As oscilações de um mês para o outro podem deixá-lo abalado, mas mantenha a calma: no longo prazo, a tendência é o incremento do valor aplicado.

Não esqueça também de considerar todas as despesas que você terá nos fundos, como impostos e taxas de administração e, em alguns casos, performance.

LCI e LCA

O LCI (Letra de Crédito do Agronegócio) e a LCA (Letra de Crédito Imobiliário) são mencionados em conjunto por apresentarem características bastante semelhantes entre si, pelo menos para o investidor.

São ativos com rendimento normalmente atrelado ao CDI, sem taxa de administração e isentos de Imposto de Renda.

Na LCI, o dinheiro do investimento é aplicado para fomentar habitação. Na LCA, os recursos são investidos em agronegócio.

Nos dois casos, o rendimento pode ser prefixado, com um juro anual definido na hora da aquisição, ou pós-fixado, de forma atrelada ao CDI. Os investimentos iniciais costumam iniciar em R$ 10 mil a R$ 25 mil.

De qualquer maneira, é importante ter em mente que se trata de investimento com período de carência, normalmente não inferior a três meses – e há algumas bem superiores do que esse prazo.

Ou seja, você precisa ter uma boa noção de suas condições financeiras para saber se precisará desse dinheiro ou não no curto e médio prazo.

Não se engane, porém, pensando que a isenção do Imposto de Renda vá tornar esse investimento automaticamente melhor do que um CDB (Certificado de Depósito Bancário), cujo IR vai de 22,5% a 15% dos rendimentos.

Antes de tomar uma decisão, é preciso comparar o rendimento e os custos totais da aplicação, para descobrir o que vale mais a pena.

Esses títulos possuem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante cobertura de até R$ 250 mil por CPF e por emissor em caso de quebra ou dificuldade financeira da instituição

CDB

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário. São títulos bastante procurados por pessoas físicas que desejam dar seus primeiros passos para fora da poupança e para um universo com rentabilidade maior.

Eles podem ser prefixados, com juro anual definido na hora da aquisição, ou pós-fixados, normalmente atrelados ao CDI.

A diferença entre o CDB prefixado e o CDB pós-fixado é que, no primeiro caso, você sabe exatamente qual será o seu rendimento total ao final do período de aplicação.

No segundo, você vai ter uma ideia de acordo com as perspectivas econômicas, mas não tem certeza de qual será a valorização, que poderá ser maior ou menor, dependendo da meta Selic definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, que se reúne periodicamente.

Quem está pensando em investir em CDB deve lembrar que, embora a perspectiva seja de queda acentuada dos juros básicos até o patamar de 9% ou 8% ao ano, a aplicação nesse título ainda pode ser interessante, especialmente para quem quer passar longe da renda variável ou vai alocar o mínimo de capital para a bolsa de valores.

Para definir se o CDB vale a pena, analise todos os custos desse título específico no banco ou na corretora. Não há taxas de administração, mas existe a cobrança de Imposto de Renda sobre toda a valorização do capital.

O Imposto de Renda segue uma tabela regressiva, que varia de acordo com o tempo total de aplicação. A alíquota máxima é de 22,5%, e a mínima, de 15%. O IR incide apenas sobre a valorização (juros), e não sobre o total aplicado.

Esta tabela de Imposto de Renda é regressiva, conforme o tempo total de aplicação:

Tempo do investimentoAlíquota do Imposto de Renda
Até 180 dias 22,5%
De 181 dias a 365 dias20%
De 365 dias a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Se você se interessou pelo CDB, precisa comparar taxas de retorno dos títulos de diferentes bancos de investimentos e corretoras.

Nessa procura, é bom ir atrás de instituições financeiras que ofereçam rendimentos interessantes e solidez, e não se contentar com o banco com o qual você sempre fez negócios apenas por comodidade.

Mesmo para quem segurança é a palavra-chave, não é preciso ficar apenas nos bancos tradicionais, como aquele em que você tem conta desde criança.

No CDB, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante cobertura de até R$ 250 mil por CPF e por emissor em caso de quebra ou dificuldade financeira da instituição.

Tesouro Direto

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O Tesouro Direto é um programa de negociação de títulos públicos, do Tesouro Nacional, que facilita a operação para pessoas físicas, através de uma parceria com a BM&FBovespa.

Para quem pensa em longo prazo, é uma excelente opção, já que há opções de papéis com vencimento superior a 20 anos.

Além disso, há títulos com rendimentos atrelados à Selic (para acompanhar a variação dos juros básicos), atrelados à inflação oficial (pagando a variação do IPCA mais um percentual ao ano) e prefixados (com juro anual predefinido).

O Tesouro Direto não tem o selo do FGC, mas conta com o aval do governo, que se responsabiliza pelo pagamento. Ou seja, o risco é o mais próximo possível de zero.

Para quem gosta de começar com valores menores, é possível comprar títulos fracionados a partir de R$ 30,00.

Assim como no CDB e nos fundos de investimento, é importante conhecer todos os custos envolvidos.

No Tesouro Direto, há cobrança do Imposto de Renda, exatamente como no CDB, e uma taxa de custódia de 0,3% ao ano do valor investido. Dependendo da corretora, é possível que haja outras taxas.

Mesmo que esse seja um título negociado “direto” com o governo, não é necessariamente aquele com melhor rendimento. Antes de aplicar, consulte outras opções, como o CDB, a LCI e a LCA.

Vamos entender em detalhes os tipos de rendimentos oferecidos pelo Tesouro Direto?

Tesouro Prefixado

Nesse caso, a taxa de juros já é definida antes da aplicação. Isso significa que você saberá qual será o resultado final de seu investimento no momento de alocar ali o dinheiro. Essa taxa é definida por um consenso de mercado, que projeta ali as perspectivas de Selic e IPCA.

Tesouro Pós-fixado

Títulos pós-fixados são aqueles atrelados a um indicador. No caso do Tesouro Direto, há duas opções aqui, aquelas que acompanham as variações da Selic e aquelas que acompanham as variações do IPCA.

Os títulos atrelados ao IPCA são muito interessantes para quem investe mirando o longo prazo, já que é possível projetar rendimentos por décadas, sempre superando a inflação e tendo ganho real.

LC

A LC é a sigla de Letras de Câmbio, que não devem ser confundidas com papéis relacionados a moedas estrangeiras. O termo “câmbio”, nesse caso, funciona como “troca”, e não moeda.

Elas têm o mesmo objetivo dos CDBs. Só que, em vez de serem emitidas por corretoras ou bancos, são emitidas por financeiras de crédito, para empréstimo de dinheiro.

Normalmente, oferecem taxas de retorno bastante interessantes na comparação com outros investimentos desse tipo.

Para você, o risco é parecido com o da poupança, da LCI, da LCA e do CDB, já que esse investimento conta com o aval do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo da aplicação de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira no caso de falência, quebra ou interdição judicial.

Aqui, assim como no caso do CDB, há cobrança de Imposto de Renda de 22,5% a 15% sobre a valorização do capital.

Ações

Em um momento de retomada da economia brasileira e redução nas taxas de juros, é normal que a bolsa de valores atraia maior interesse dos investidores. As ações mexem com o imaginário de quem já não aguenta a poupança, mas ainda suscita muitas dúvidas.

No Brasil, menos de 1% da população investe em ações. Antes de tudo, então, precisamos explicar o que são essas aplicações.

Ações são papéis que representam pequenas parcelas de uma empresa de capital aberto. O investidor que adquire ações de uma companhia torna-se “sócio” com uma participação mínima – e pode até ter direito a dividendos, dependendo da ação.

A oscilação das cotações das ações reflete o interesse dos investidores nos papéis. Se muitos investidores estão comprando a ação X, essa ação se valoriza. Se muitos investidores estão vendendo a ação Y, essa ação se desvaloriza. É a lei do mercado.

Muitas vezes, esse interesse pelas ações não é óbvio. Ou seja, mesmo que você estude muito o assunto e tenha grande conhecimento sobre a bolsa, é possível ter prejuízo.

Por envolver muitos fatores, alguns deles imprevisíveis, a bolsa de valores é um mercado que deve ser visto para aplicações de longo prazo. Não que você tenha que manter uma certa ação para sempre, mas o seu portfólio de papéis deve visar a um horizonte superior a cinco anos.

Além disso, é importante considerar, especialmente no início, um percentual bem pequeno de suas reservas para a bolsa de valores, algo como 5% do total. Depois, com maior conhecimento e experiência, você pode investir mais.

Plano de Previdência Privada

No plano de previdência privada, você decide quanto quer investir todo mês. Trata-se de uma boa forma de disciplina financeira, para que você “se obrigue” a alocar parte de suas reservas periodicamente a esse fundo. Isso só trará vantagens a sua rentabilidade final, mas não é uma obrigatoriedade no BTG Pactual digital.

Mas é muito importante ler com atenção o regulamento da previdência e se informar sobre os cenários tanto de taxas quanto de impostos.

Nos tributos, você tem as opções de tabelas progressiva e regressiva. A primeira é indicada para pessoas que preferem ter acesso ao dinheiro em um curto prazo, como por exemplo para uma emergência. A segunda opção é indicada para quem possui outras reservas de dinheiro emergenciais e não pretendem mexer em sua previdência dentro de um prazo mais longo (é indicado o período mínimo de 10 anos).
Nas taxas, é possível que sejam cobradas três tipos diferentes: o carregamento (sobre o valor de cada contribuição), a gestão (todo ano) e a saída (taxa para o resgate).

Na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), você pode consultar as instituições que oferecem esse investimento, divididas pelos dois tipos de previdência privada: VGBL e PGBL.

Diversifique sua carteira de investimentos

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A diversificação de investimentos é uma estratégia de redução de riscos e maximização de ganhos. Ela pode ser configurada para a aplicação em diferentes ativos, setores e categorias. É o que diz o ditado: “Não coloque todos os ovos na mesma cesta”.

Para quem quer lidar apenas com a renda fixa, a diversificação oferece uma rentabilidade média entre diferentes aplicações. Assim, você garante que terá bons rendimentos em qualquer cenário econômico.

Por exemplo: se você pensa em investir em Tesouro Direto, faz sentido que parte dos papéis sejam aqueles atrelados à Selic, já que eles têm menor oscilação de valor e podem ser vendidos sem sustos a qualquer momento. Mesmo assim, é possível que esse título não ofereça a melhor rentabilidade e que aquele papel prefixado tenha um desempenho melhor em certo período. Tudo bem, você está garantido.

Em outro cenário, é preciso considerar um fator importante nessa diversificação: a liquidez. Há investimentos mais líquidos do que outros. E essa diversificação ajuda, tanto em datas diferentes de vencimentos quanto em aplicações com menor período de carência para o resgate. A ideia é que você nunca fique refém dos ativos comprados.

Já considerando a renda variável, o principal objetivo dessa diversificação é que a aposta em um ativo não seja prejudicada por eventos extraordinários com os quais você não estava contando.

Na bolsa de valores, a diversificação se torna ainda mais clara. Se em 2007 você investisse todas as suas reservas em ações da Petrobras, você perderia o equivalente a 2,2% ao mês até janeiro de 2016.

E aí, hora de se abalar e vender tudo? Bem, depois de chegar quase ao fundo do poço, os papéis preferenciais fecharam o ano passado com alta de 121,94% em 12 meses.

Ou seja, durante esse período convulsionado, um investidor que tivesse todas as suas economias na Petrobras estaria arrancando os cabelos, no mínimo.

Já quem tinha investimentos em outras ações e ativos, podia contar com uma segurança maior de que aquele papel se recuperaria no longo prazo.

FGC para o longo prazo

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Quem pensa em investimentos de longo prazo deve decorar essa sigla: FGC, que significa Fundo Garantidor de Crédito.

Essa é uma organização não governamental formada por instituições financeiras que realizam aportes mensais em um fundo que protege bancos, corretoras e seus investidores em caso de insolvência ou falência da entidade.

Imagine que você tem um CDB com R$ 200.000,00 em uma corretora. Certo dia, você lê que ela está passando por dificuldades e tem perigo de quebrar.

Pronto, aí se vão suas economias? Não!

Como o CDB é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito, as suas reservas financeiras estão a salvo mesmo que a instituição entre com um pedido de falência ou seja interditada.

Nesse caso, você tem direito a ressarcimento de até R$ 250 mil por instituição financeira emissora do título. Ou seja, se tiver valores superiores, deve reparti-los em papéis emitidos por diferentes bancos e corretoras, para manter total segurança nas aplicações.

Entre as aplicações cobertas pelo FGC estão CDBs, LCIs, LCAs, poupança, LCs, saldo de conta corrente e outras.

Já o Tesouro Direto não conta com esse aval, mas tem risco mínimo devido ao compromisso do governo. Você só não receberá se o governo quebrar. E nesse caso, todos quebrarão.

Adapte seu planejamento sempre

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É importante monitorar o desempenho do seu portfólio de investimentos. A economia é muito dinâmica, e as perspectivas podem se alterar rapidamente, especialmente em um país como o Brasil, envolvido em escândalos de corrupção que abalam a confiança de qualquer investidor.

Para tomar as melhores decisões, o mínimo é ficar de olho no noticiário. A cada reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, por exemplo, há uma decisão sobre os juros. A cada mês, saem pesquisas Focus com as perspectivas dos principais economistas do país. A cada semana, são divulgados novos relatórios de diferentes índices que medem a inflação.

Todas essas informações podem ser usadas para que você adapte e aprimore o seu portfólio.

Por isso, não deixe de atualizar a seus controles e fazer projeções periódicas. Dessa forma, você terá certeza de que está no rumo certo e terá condições de ajustar o caminho quando necessário (por exemplo, realocando certos ativos em outras aplicações).

E como você está de olho no longo prazo e, de preferência, considerando a exposição em renda variável, a disposição em monitorar resultados e adaptar sua estratégia é essencial.

Invista com o BTG Pactual digital

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É bastante simples investir para o longo prazo no BTG Pactual digital. Isso porque o banco de investimentos oferece uma experiência fácil, completa e segura. Do início ao fim, você não precisará sair de casa para se iniciar nesse universo de investimentos.

1. Abra uma conta no BTG Pactual digital

Para isso, você deve preencher os dados e enviar foto do seu RG ou CNH, comprovante de residência e uma selfie. Essas informações serão analisadas por nossa equipe e você receberá uma resposta em pouco tempo.

2. Descubra seu perfil de investidor

É hora de desvendar qual é o seu perfil de investidor, para definir sua percepção de risco. Responda um questionário simples e veja em qual perfil você se encaixa. Essa informação o ajudará a escolher onde colocar seu dinheiro.

3. Transfira o dinheiro

Pronto, o cadastro está feito. Agora basta transferir o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um especialista

Bem-vindo ao BTG Pactual digital! Assim que o seu cadastro estiver concluído, você poderá consultar um especialista do nosso time, que o ajudará mostrando diversas opções de investimentos compatíveis com o seu perfil. Seu assessor vai tirar as suas dúvidas!

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras escolhas, é hora de monitorar diariamente suas posições no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone. Os dados são atualizados sempre para que você possa tomar as melhores decisões, cuidando do seu dinheiro de forma segura e sustentável.

6. Receba relatórios

Mensalmente, você terá um relatório personalizado que lhe mostrará com clareza como os seus investimentos estão rendendo.

Conclusão

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Viu como há muitos caminhos para os investimentos de longo prazo? Então agora vamos rever os principais tópicos abordados nessa busca por um futuro de mais riqueza e segurança para você e sua família:

  • A poupança é sua inimiga
  • Em um país de juros altos, a renda fixa deve representar a maior parcela de sua estratégia de investimentos
  • Um portfólio de longo prazo se beneficia da conciliação de renda fixa e variável
  • Tesouro Direto oferece títulos vinculados ao IPCA, que protegem da inflação
  • Diversificação é uma palavra-chave de quem mira o longo prazo
  • Ao calcular rendimentos, nunca esqueça de custos, como taxas e impostos.

E por fim, fica a sugestão para você conhecer o BTG Pactual digital, um banco de investimentos que oferece as melhores soluções, um atendimento personalizado e uma plataforma fácil e segura para seu dinheiro crescer agora e no futuro.

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Deixe seu comentário 7

  1. Bom dia!
    Vou ser bem direto, tenho $5.000,00 para investir a longo prazo tipo 3, 5 anos Pergunto:
    Qual seria o melhor opção de investimento com ou sem resco?

    1. Jonas, tudo bem?

      Nossa equipe entrará em contato para ajudá-lo em seus investimentos!

      Muito obrigado 🙂

  2. Quero investir a longo prazo de 20 a 30 anos, vou investir mensalmente, R$ 100,00 a R$200,00 por mês, estou vendo alguns videos acompanhando alguns Blogs e lendo bastante a respeito de investimentos, fiz uma planilha de investimento no excel e deu um resultado excelente por isso acho que tem alguma coisa errada, então gostaria de saber como faço para calcular os resultados obtidos ao longo desse período de investimento, se puder me ajudar ficarei muito grato.
    E a respeito do texto acima de vocês ficou excelente, muito bem explicado e detalhado. Desde já Obrigado.

    1. Que bom que gostou, Filipe! Nossa equipe entrará em contato para ajudá-lo!

    1. Kelly, tudo bem? Alguém de nossa equipe entrará em contato com você! Estamos à disposição!

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