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Investimentos de Curto Prazo: opções para resgatar em até 1 ano

Você está procurando pelos melhores investimentos de curto prazo? Então você chegou ao lugar certo. Neste post, vamos apresentar algumas das principais aplicações que podem ser feitas para quem deseja resgatar o dinheiro em até um ano.

Vamos tirar suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Como garantir valorização no curto prazo
  • Quais são as melhores aplicações de curto prazo
  • Qual é a tributação em prazos curtos
  • Quando há incidência de IOF?
  • Desvantagens de aplicar apenas no curto prazo
  • Por que sua carteira de investimentos deve mirar o longo prazo.

O que é curto prazo

Curto prazo no universo dos investimentos significa, em geral, uma aplicação que será resgatada em menos de um ano. Pode ser um CDB de um mês, uma LCI ou LCA de seis meses, um título Tesouro Selic vendido em 12 meses, entre outros.

Normalmente, quem mira apenas o curto prazo se preocupa em precisar do dinheiro para emergências e eventualidades e não quer se comprometer por períodos muito longos com uma única aplicação.

Mesmo que esse seja o seu caso, você deve ter em mente que, embora possa aplicar no curto prazo em um ou outro investimento, seu portfólio de aplicações (ou seja, sua cesta de investimentos) deve mirar o longo prazo.

Dessa forma, mesmo que você tenha títulos com vencimento pequeno ou uma aplicação em Fundo DI, seu planejamento deve ser para dois, três, cinco, 10 anos.

Essa perspectiva ampla de suas finanças atuais permitirá que você invista de forma segura e sustentável no longo prazo, pois há muitas aplicações que se beneficiam de períodos mais longos de investimento.

Um dos principais motivos para isso é a tributação do Imposto de Renda, que respeita uma tabela regressiva, de 22,5% a 15% da valorização do investimento.

Para quem deixa o dinheiro aplicado em renda fixa por menos de seis meses, a alíquota é de 22,5%. Já quem o mantém investido por mais de dois anos tem alíquota menor, de 15%.

E essa não é a única razão para mirar sempre o longo prazo. Outra é que a perspectiva de retorno será maior, quase sempre, quanto maior for o vencimento do título.

A seguir, vamos nos aprofundar mais nesses aspectos.

Existe lucro no curto prazo?

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Sim, pode haver lucro e valorização no curto prazo. Mas para isso é preciso planejar devidamente o seu investimento. Uma aplicação inferior a 30 dias na renda fixa sofre a incidência do Imposto de Operações Financeiras, o IOF.

E a tabela do IOF pode assustar:

Dias Após AplicaçãoIOF (em %)Dias Após AplicaçãoIOF (em %)
1550%300%
1
96%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

Assim, é recomendado mirar um prazo superior a 30 dias, pelo menos, para fugir do IOF.

Depois de driblar o IOF, sua preocupação será o Imposto de Renda, que não é uma tributação tão alta, em comparação com essa cobrança do IOF.

O Imposto de Renda também segue uma tabela regressiva, de acordo com o tempo de aplicação:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Como você está pensando no curto prazo, a alíquota do IR ficará entre 22,5% e 20% do rendimento (e não de todo o valor do investimento).

É importante ter essa tabela e as tributações em mente antes de planejar qualquer aplicação inferior a dois anos, quando a alíquota do IR cai para 15%.

Uma alternativa para investir no curto prazo é encontrar uma LCI/LCA que tenha um bom retorno e uma carência pequena, já que as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio não pagam Imposto de Renda.

Como investir a curto prazo?

Para investir no curto prazo, você precisa primeiro fazer um planejamento financeiro para identificar quanto dinheiro de fato você tem para aplicar e por quanto tempo poderá ficar longe dele.

Essa organização é importante porque muitos dos investimentos têm um prazo de carência antes do qual não se pode negociar o título, ou seja, não se pode convertê-lo em dinheiro a qualquer momento.

Um CDB, por exemplo, pode ter uma carência de três meses ou mais.

A poupança, por outro lado, pode ser resgatada a qualquer momento. Mas ela é quase sempre o pior destino possível para o seu dinheiro, já que rende muito pouco (bate de frente com a inflação).

Além disso, mesmo a poupança não tem uma liquidez real diária, já que sua remuneração ocorre apenas uma vez por mês, no dia do aniversário do depósito. Ou seja, se você não souber quando ocorre o pagamento dos juros, poderá perder todo o rendimento das últimas semanas.

Assim, fica claro que você precisa ter uma ideia bastante precisa de qual é a sua situação financeira atual.

Crie uma planilha e comece a anotar: quanto você gasta por mês, qual é a sua renda mensal, quais são custos e entradas extraordinárias que podem ser projetadas ao longo dos próximos meses, etc.

Depois de fazer esse pequeno diagnóstico de suas finanças, você deverá separar um valor equivalente a quatro ou cinco meses de despesas para aplicar em investimentos bastante líquidos, ou seja, com alta capacidade de conversão em dinheiro.

Dessa forma, você pode buscar aplicações de curto prazo para esses valores mais imediatos e investimentos mais interessantes para o restante de suas economias.

Entre as aplicações mais líquidas, estão CDBs de curto prazo (há títulos desse tipo com liquidez diária ou de um ou três meses), fundos DI (fundos de investimento com resgate diário), LCI/LCA de curto prazo e títulos Tesouro Selic (títulos do Tesouro Direto atrelados à variação da Selic, com resgate para o próximo dia útil).

A seguir, vamos conhecer mais sobre cada uma dessas opções.

Como escolher o melhor investimento em curto prazo

O melhor investimento de curto prazo é aquele que oferecerá o maior retorno dentro do prazo desejado. E esse rendimento deve ser calculado considerando todas as despesas que você terá para aplicar: possíveis taxas (administração, custódia), alíquota do Imposto de Renda, IOF, etc.

Esse cuidado com os custos deve ser uma das principais preocupações de quem vai investir, especialmente em períodos mais exíguos.

Um come-cotas (antecipação do Imposto de Renda) que você deixar de calcular pode representar um revés na sua simulação de retornos.

Investimentos no curto prazo

A seguir, vamos conhecer em detalhes os principais investimentos que podem ser usados no curto prazo.

LCI/LCA

LCI e LCA significam Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio. São investimentos com retorno superior ao da poupança e têm uma vantagem em relação ao CDB: não sofrem a incidência do Imposto de Renda.

Normalmente, essas aplicações têm rendimento pós-fixado, atrelado ao CDI. Também podem ter juros já prefixados. A taxa de retorno bruta é inferior ao CDB, mas pode compensar por não sofrer tributação.

Essa é uma vantagem interessante especialmente no curto prazo, já que a alíquota imposta sobre CDB e outras aplicações da renda fixa são reduzidas conforme a duração do investimento.

Esses papéis têm proteção do Fundo Garantidor de Crédito até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição emissora, ou seja, a mesma garantia da poupança.

CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um dos investimentos mais interessantes na renda fixa.

Só que ele costuma ser uma alternativa ainda melhor no médio ou longo prazo, a partir de dois anos.

Isso porque ele sofre a incidência do Imposto de Renda, cuja alíquota cai para o seu mínimo, de 15%, após 720 dias de aplicação.

Esse título oferecido por corretoras e bancos de investimento tem rentabilidade prefixada, com juros anuais, ou pós-fixada, atrelada normalmente ao CDI.

A atratividade desse título é maior em tempos de Selic alta. Quanto maiores os juros básicos, mais esse investimento rende.

Neste momento, a perspectiva é que a Selic caia ainda mais até o fim do ano. Mesmo nesse cenário, há bastante espaço para valorizações no CDB.

Além disso, essa aplicação tem o aval do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo do investimento de até R$ 250 mil por CPF por instituição emissora em caso de quebra da corretora ou do banco, assim como os LCIs e LCAs e a poupança.

É importante ficar atento, porém, em relação à liquidez do CDB, que pode não ser tão grande. Por isso, observe seu vencimento e ao prazo de carência, um período em que o título não pode ser negociado.

Fundos DI

Existe um fundo referenciado de renda fixa que é bastante popular por sua alta liquidez. Trata-se do Fundo DI, que busca seguir a variação do CDI diariamente.

Em regra, ele tem risco baixo, aloca recursos majoritariamente em títulos do Tesouro Nacional e pode ter resgates diários.

Por isso, é uma boa opção para quem quer manter um fundo de reserva, para eventualidades, sem um prazo específico para retirada.

É importante lembrar, porém, que esse tipo de fundo sofre com a ação do come-cotas, uma antecipação do Imposto de Renda a cada seis meses.

O BTG Pactual digital, por exemplo, oferece um fundo com aplicação mínima de R$ 3.000,00.

Confira: lista de fundos de investimento do BTG Pactual digital

Vale lembrar que os fundos de investimento não contam com a garantia do FGC. Fique atento também quanto à rentabilidade, dado que rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura!

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma plataforma para negociação de títulos do governo, que têm rentabilidade diretamente ligada à taxa de juros.

Os títulos podem ser pós-fixados (atrelados à Selic ou ao IPCA) ou prefixados (um juro de 10% ao ano, digamos).

Para quem mira o curto prazo, pode ser uma opção interessante, já que o Banco Central se compromete a adquirir qualquer título antes do vencimento, com resgate no dia útil seguinte.

Mas, como estamos falando de títulos, pode haver oscilação de valores para negociação antes do vencimento.

Um título prefixado, por exemplo, pode ter seu valor de mercado alterado com uma mudança na trajetória da Selic.

Então, para o curto prazo, a sugestão é ficar com títulos Tesouro Selic, que sofrem oscilação menor, acompanham a taxa de juros básica e garantem valorização positiva mesmo com a venda antecipada.

Caso você queira trazer o valor do seu título para o momento presente, você pode usar a Calculadora da Renda Fixa, oferecida pela Cetip.

Poupança

Você já leu em diversos lugares que deve se manter longe da poupança, não? Ela é um investimento que compete de igual para igual com a inflação, e nem sempre se sai melhor nessa disputa.

Por isso, pode-se até dizer que a poupança é um investimento arriscado.

Quem aplicou na poupança em 2015 teve seu poder de compra reduzido em 2,28%, quando consideradas a valorização do investimento no período e a inflação oficial do país.

Em 2016, quem manteve essa aplicação obteve retorno positivo no fim do ano, com uma valorização real de 1,9%.

Há um investimento que você pode usar como comparação agora mesmo: o Tesouro Direto, sobre o qual falamos no tópico anterior.

No fim de abril de 2017, podem ser encontrados títulos com retornos superiores 5% de

Além do rendimento baixo, a poupança também é menos líquida do que se apregoa, já que sua remuneração ocorre apenas uma vez por mês, no aniversário do depósito.

Esse detalhe, que pode parecer insignificante, quer dizer que, se você decidir sacar toda a sua poupança de uma hora para a outra, sem planejar, poderá perder o rendimento inteiro das últimas semanas, dependendo do dia que o fizer.

Quem deve investir no curto prazo?

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É preciso entender que ninguém deve investir apenas no curto prazo. Cada aplicação deve fazer parte de uma estratégia de investimentos de longo prazo, que pode conter ativos e derivativos e renda fixa e variável com resgate em diferentes períodos.

Investir apenas no curto prazo seria uma medida pouco saudável financeiramente, já que não ofereceria uma perspectiva de valorização maior do seu dinheiro e não aproveitaria os melhores recursos para seus rendimentos.

A principal dica é montar uma carteira com diferentes prazos de resgate e sempre respeitando o seu perfil de investidor.

Vantagens

Investir no curto prazo significa obter resultados mais rapidamente do que em aplicações com horizonte mais estendido de tempo. Ou seja, você vai ter o retorno mais cedo e poderá logo definir outros destinos para seu dinheiro.

Desvantagens

Há muitas desvantagens em aplicar no curto prazo, especialmente se você não tem grande conhecimento sobre investimentos.

Uma aplicação de curto prazo tem incidência de uma alíquota maior do Imposto de Renda, na maior parte dos títulos de renda fixa.

Além disso, boa parte dos títulos oferecem rendimentos progressivamente melhores, de acordo com o tempo previsto de investimento.

Investimento no curto prazo: 3, 9 e 12 meses

Aqui estão algumas sugestões para aplicações em três prazos diferentes, todos dentro de uma perspectiva de um ano apenas.

3 meses

Procure CDBs, LCIs e LCAs que aceitem investimentos menores do que R$ 50 mil e que tenham prazos menores, de vencimento e carência.

Muito cuidado aqui para não comprar um título com vencimento muito longo e com prazo de carência que ultrapasse essa perspectiva de tempo.

Considere também a aplicação de uma parte do dinheiro em um fundo DI, com liquidez diária. Dessa forma, você terá uma reserva de emergência para resgate a qualquer momento.

Lembre que, no caso do CDB, você vai pagar a maior alíquota do Imposto de Renda, de 22,5% sobre a valorização (e não sobre o valor total). Já as LCIs e LCAs não pagam IR.

9 meses

Com esse prazo, a oferta de títulos de LCIs, LCAs, CDBs, entre outros, é maior. Verifique opções que ofereçam bons retornos e possibilidade de resgate dentro desse período.

Pesquise também títulos do Tesouro Selic, que acompanham a variação dos juros básicos. Nesse caso, você os terá que vender antes do vencimento, mas o Banco Central garante a compra, pelo valor de mercado.

Como reserva, deixe parte do dinheiro em um fundo DI, com liquidez diária.

É importante lembrar que Tesouro Direto e CDB pagam Imposto de Renda de 20% nesse prazo de resgate. Já o Fundo DI não paga o imposto apenas no resgate, mas a cada semestre. Por outro lado, LCI e LCA não sofrem a incidência do IR.

12 meses

Com o prazo de 12 meses, a alíquota do Imposto de Renda cai para 17,5%. Assim, sua aplicação em CDB, Tesouro Direto e fundos de renda fixa vão dar maior retorno.

A partir desse prazo, títulos de CDB podem se tornar mais atraentes do que LCIs e LCAs, dependendo do caso.

Não esqueça de deixar uma reserva em Fundos DI, para resgate imediato.

Consulte diferentes opções de investimento no catálogo de produto BTG Pactual digital.

Conclusão

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Você viu que os melhores investimentos de curto prazo são aqueles que dão retorno superior à poupança e à inflação sem prejudicar seu fluxo financeiro.

Por isso, o primeiro passo nessa jornada de investimentos é planejar com atenção as suas finanças: quanto você ganha mensalmente, quanto gasta e quais são as despesas e rendas extras que você terá ao longo do próximo ano.

Com esse pequeno exercício, você terá uma boa noção do quanto tem de fato para investir.

E essa certeza o ajudará a definir a alocação exata de recursos, porque você saberá quanto precisará em cada momento, podendo escolher títulos com diferentes vencimentos, como CDBs, LCIs, LCAs e títulos do Tesouro, além de uma margem de segurança em Fundos Di, com liquidez diária.

Além dessa projeção de curto prazo, não esqueça de criar um planejamento de investimentos que contemple o longo prazo: dois, cinco, 10, 20 anos.

Como você quer que seja o seu futuro?

Esse planejamento rigoroso pode levá-lo ao patamar com o qual você sonha.

Para isso, basta que você faça as contas, economize todo mês, explore alternativas interessantes em renda fixa e variável e use os juros compostos a seu favor.

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