Investimento em COE: descubra aqui como funciona

Se você está de olho em uma aplicação que pode unir a segurança da renda fixa com o potencial de retornos da renda variável, uma opção de investimento é o COE (Certificado de Operações Estruturadas).

O COE surgiu há pouco tempo e é um instrumento financeiro complexo, que envolve uma diversidade de aplicações em um único papel.

A ideia é buscar um bom potencial de rendimento podendo ou não ferir o capital inicial aplicado, o que atrai investidores de um espectro amplo de risco, do moderado ao arrojado.

Neste artigo, tire suas dúvidas sobre as seguintes questões:

  • Como é possível investir em COE?
  • Que tipo de risco envolve essa aplicação?
  • Como funciona a tributação desse investimento?
  • Quais são as vantagens e desvantagens de um COE?
  • O investimento em COE é bancado pelo Fundo Garantidor de Crédito?
  • Para quais perfis de risco é recomendado?
  • Todo COE tem capital protegido?

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

Investimento em COE vale a pena?

 

O investimento em COE pode valer a pena para quem busca diversificação de aplicações, a segurança de ter um risco controlado e a praticidade do papel, que não exige monitoramento diário e constante do mercado financeiro.

Para descobrir se faz sentido no seu caso, porém, é importante entender o que é, de fato, esse Certificado de Operações Estruturadas.

O COE é um investimento relativamente novo, disponível no Brasil desde 2014.

Trata-se de uma ferramenta complexa, que envolve características de renda fixa e variável.

É uma opção para quem procura diversificação de portfólio e estruturação de operações com derivativos, investindo em um produto desenhado por profissionais e que seja composto por diferentes ativos.

Esse papel é uma adaptação das Notas Estruturas, bastante populares nos Estados Unidos e na Europa.

Ele foi regulamentado pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) do Banco Central em 2013 e pela Instrução 569 da CVM em 2015, após ser criado pela Lei 12.249/10, aquela mesma que designou a criação das Letras Financeiras.

As duas principais maneiras de aplicar em COEs são as seguintes:

  • Com capital protegido: nesse caso, há a devolução do valor inicialmente aplicado
  • Sem capital protegido: investimento não conta com essa garantia, e o investidor pode perder uma parte ou até todo capital investido.

Nessas duas modalidades, é preciso observar também o custo de oportunidade, que é o quanto você deixa de ganhar por não destinar os recursos a outro investimento naquele momento.

Com a perspectiva atual de redução da Taxa Selic (juros básicos da economia), os COEs podem ganhar contornos ainda mais interessantes em termos de rendimento, já que podem chegar a ter rentabilidades superiores ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, que é a taxa de juros entre as instituições financeiras e um parâmetro de rendimento para qualquer aplicação).

Uma vantagem importante a ser mencionada de uma COE na comparação com um fundo de investimento (que também oferecem essa diversificação de portfólio e acesso a instrumentos financeiros sofisticados) é a cobrança do Imposto de Renda (22,5% a 15%, de acordo com o tempo) apenas no resgate.

Em muitos fundos de investimentos, há a incidência recorrente de um elemento tributário adicional, chamado de come-cotas, que se responsabiliza por recolher antecipadamente o Imposto de Renda a cada semestre, o que prejudica a rentabilidade final da aplicação.

Além de não sofrerem essa antecipação do recolhimento do IR, os COEs não têm taxas de administração, performance ou custódia. Assim como os fundos de investimento, o COE não conta com a garantia do FGC.

Para compreender bem como pode funcionar a rentabilidade do investimento em COE, imagine um instrumento financeiro que tenha um objetivo específico, como superar o Índice Bovespa (principal índice da bolsa de valores brasileira) ou proteger contra a alta do dólar.

Assim, o emissor do título estabelece uma estratégia que pode envolver ativos e derivativos em renda fixa e variável para tentar alcançar o objetivo.

Esse título tem um vencimento (que pode variar, por exemplo, de alguns meses a alguns anos), um valor mínimo para a aplicação, um indexador e o cenário de ganhos e perdas, com ou sem capital inicial protegido.

A premissa de um COE com capital inicial protegido é interessante: a busca por retornos altos, mais comuns em renda variável, sem o risco de que a aplicação inicial sofrerá perdas, característica mais associada à renda fixa.

Mesmo nesses papéis com proteção do capital inicial, não há um retorno específico definido, como no caso de CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) ou LCIs/LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio).

O que existem são condições/cenários que podem levar a diferentes rendimentos, de acordo com o desempenho do indexador ao longo do período de aplicação.

Dessa forma, títulos como esse podem fazer parte de seu portfólio como um elemento mais arriscado, dentro de sua cota de renda variável (para iniciantes, sugerimos não mais do que, 5% a 15% da carteira).

Para definir então qual COE escolher e se esse tipo de investimento faz sentido para você, é preciso analisar as possibilidades oferecidas pelo papel, pois a rentabilidade depende de todas as condições impostas pelo emissor.

A operação estruturada é apresentada considerando cenários futuros.

Por exemplo, uma COE pode oferecer as seguintes condições:

  • Se o Ibovespa cai ou fica estável, você tem apenas o investimento inicial de volta;
  • Se o Ibovespa sobe até 30%, você ganha rendimento proporcional a essa valorização;
  • Se o Ibovespa acelera mais de 30%, você tem rendimento fixo de 30%.

Nessa configuração de título, você não corre risco de perder seu dinheiro aplicado inicialmente, mas vê um teto para o seu potencial de valorização.

Um Certificado de Operações Estruturadas também pode apresentar condições baseadas no dólar:

  • Se o dólar cai na comparação com o real, você recebe a aplicação inicial de volta;
  • Se o dólar se eleva até 15%, você ganha a valorização proporcional;
  • Se o dólar sobe mais de 15%, você fica com o rendimento máximo de 15%.

Nesse papel acima, você não vai perder seu investimento inicial, mas tem um rendimento máximo de 15%.

É importante lembrar que, considerando um cenário ruim, receber seu dinheiro investido de volta, sem qualquer remuneração, depois de um ou dois anos não pode ser considerado um bom negócio.

Afinal, o poder de compra será reduzido pela inflação e você terá o custo de oportunidade de não ter aplicado os recursos em outro ativo e recebido, por isso, o rendimento daquele papel.

Ainda está um pouco confuso com o funcionamento do COE? Calma, trata-se mesmo de um investimento mais complexo, que demanda algum estudo para entender suas características básicas.

Os próximos tópicos vão ajudá-lo nessa tarefa.

Perfil do investidor

 

O perfil do investidor que aplica em COE pode variar bastante, pois esse tipo de título, como já vimos, oferece condições diferentes dependendo do papel, do emissor e do cenário proposto. Para o conservador, não é indicado o Certificado de Operações Estruturadas que não garante o capital inicial.

Já o COE com capital inicial protegido pode servir para investidores menos arrojados, afinal apresenta uma proteção, ao menos, ao investimento original.

Mesmo assim, aqueles investidores que não toleram grandes riscos devem alocar percentual reduzido de suas reservas ao investimento em COE (sugerimos de 5% a 15%, no início).

Isso porque essa aplicação, embora possa trazer o investimento inicial de volta, acaba resultando em um possível custo de oportunidade, que ocorre ao não priorizar alternativas mais previsíveis de rendimento.

Para o investidor mais arrojado, porém, que já lida com as flutuações e volatilidade da renda variável, o COE apresenta-se como um caminho para arquitetar operações complexas com custo reduzido.

Como investir

 

Para investir em um COE, você deve antes pesquisar boas instituições financeiras que oferecem esse tipo de título.

Nessa hora, priorize bancos e corretoras sólidos, com boas taxas e excelente atendimento ao investidor.

Um exemplo é o BTG Pactual digital, que oferece todos os caminhos e auxílio para que você comece a investir em COEs.

Depois de escolher a instituição financeira, você deve passar para uma análise cuidadosa do título e de todas as suas condições.

Como já vimos, o COE é um título complexo e versátil, que pode conter ativos e derivativos em renda fixa e variável.

É interessante, nessa busca, avaliar o tipo de estratégia adotada pelo COE em consideração.

Nessa hora, de avaliação e análise de alternativas de investimento, não deixe de contemplar outros tipos de títulos para montar a melhor carteira de aplicações, com foco no longo prazo e os pés no chão, para que você tenha sempre um colchão de liquidez.

Ao fazer os cálculos de retornos, não esqueça de assinalar devidamente todos os custos dos investimentos.

Ao investir em Certificado de Operações Estruturadas, você arcará com um Imposto de Renda típico da renda fixa, que começa com uma alíquota de 22,5% (para aplicações inferiores a 180 dias). Depois de dois anos, a alíquota baixa para 15%.

Não existem taxas de administração (como em qualquer fundo de investimento), custódia (como no Tesouro Direto) ou performance (como em alguns tipos de fundos).

Rendimento

O rendimento do Certificado de Operações Estruturadas depende do título em questão, já que se trata de um investimento muito versátil e complexo, que pode envolver inúmeros fatores e cenários diferentes.

Como essa aplicação projeta ganhos de acordo com um movimento do mercado financeiro (como a valorização do Ibovespa ou do Dólar), a rentabilidade exata não é conhecida antes do vencimento.

Apesar disso, a opção de COE com capital protegido garante ao investidor um retorno mais agressivo sem a perspectiva de perder o dinheiro investido inicialmente.

Por não ser uma aplicação de rendimento previsível, é importante alocar recursos da renda variável para esse tipo de investimento.

No início, não concentre parcela significativa de seu portólio em COEs, já que o custo de oportunidade também pode pesar no resultado final.

Vantagens

 

As principais vantagens do Certificado de Operações Estruturadas são o acesso a novos mercados, a diversificação da carteira de investimentos, a redução de custos em aplicações complexas e o Imposto de Renda, de 22,5% a 15%, apenas no resgate.

Outras aplicações que investem em derivativos e buscam retornos altos, como fundos multimercados, costumam cobrar taxa de administração e taxa de performance e sofrem com a incidência do come-cotas, que recolhe semestralmente o Imposto de Renda (comprometendo, assim, a rentabilidade final).

No COE, os retornos em cada cenário estão definidos e o investidor arca apenas com o Imposto de Renda típico de aplicações da renda fixa, como CDB, nas alíquotas regressivas acima mencionadas.

Desvantagens

Uma das desvantagens do COE está relacionada à dificuldade de projeção dos retornos, que é uma característica da renda variável. Como se trata de uma aposta em um movimento do mercado, ela pode não se concretizar e, assim, não trazer o rendimento esperado.

Outra característica que pode ser considerada uma desvantagem é sua liquidez, normalmente baixa.

Em muitos COEs, não é possível fazer uma venda antecipada. Em outros, a negociação antes do vencimento acarreta em perdas para o investidor.

Por isso, trata-se de um investimento que deve ter foco no prazo específico determinado pelo título.

Ele só deve ser feito caso você já tenha um colchão de liquidez, formado por aplicações de resgate diário ou curto prazo, como Fundos DI, títulos Tesouro Selic, CDB com liquidez diária e LCI/LCA de três meses.

Há ainda um terceiro ponto importante para ser mencionado entre as possíveis desvantagens do título.

Esse papel não possui proteção do Fundo Garantidor de Crédito, aquele mecanismo que banca o saldo de algumas aplicações em renda fixa (poupança e CDB, por exemplo) em caso de quebra do emissor do título (em um limite de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira).

Imposto de Renda

 

Para descobrir qual é o possível rendimento da aplicação em COE, vale a pena checar como é cobrado o Imposto de Renda nesse tipo de investimento. Trata-se das mesmas alíquotas do IR que servem para títulos como o CDB.

O Imposto de Renda incide sobre os rendimentos auferidos líquidos do IOF, nas hipóteses em que couber a incidência deste imposto (apenas aplicações com prazo inferior a 30 dias). A tabela do Imposto de Renda é regida pelo prazo de aplicação, com alíquota que começam em 22,5% (menos de 180 dias) e reduzem para 15% (mais de 720 dias).

Tabela do Imposto de Renda:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Acima de 720 dias15%
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%

Lembre-se de que esse desconto da tributação não incide sobre o valor total do investimento. Para a maioria das Certificados de Operações Estruturadas, considerando o tempo total de aplicação, a alíquota do Imposto de Renda ficará entre 20% e 15% do rendimento.

Vamos a um exemplo:

Se a COE tiver um vencimento de 18 meses, você pagará 17,5% de Imposto de Renda sobre o ganho com o título. Para um retorno de R$ 30.000,00, digamos, o valor do IR será de R$ 5.250,00.

Considerando a complexidade do investimento, pode-se dizer que esse é um desconto baixo.

Em fundos de investimento multimercados, que também aplicam em ativos e derivativos sofisticados em renda fixa e variável, existe a cobrança de imposto seguindo a mesma tabela – só que com a inclusão do come-cotas, que antecipa o recolhimento a cada seis meses, e as taxas de administração e performance, que também abocanham percentuais relevantes da rentabilidade final.

Possível venda antecipada do COE

A venda antecipada do COE é possível em alguns casos, mas não é recomendada, já que pode acarretar perda para o investidor. Se você não tiver condições de carregar o papel até o vencimento, é melhor não fazer esse tipo de aplicação.

Para garantir que você não tenha sobressaltos nessa jornada de investimentos, lembre de montar um colchão de liquidez para garantir uma reserva de curto prazo para qualquer emergência.

Esse tipo de reserva deve ser feita após um diagnóstico de suas finanças, que vai considerar qual é o seu custo de vida mensal e todas as despesas extraordinárias que você vislumbra nos próximos meses.

Depois de fazer as contas, você deve destinar a esse colchão de liquidez, para garantir que qualquer contratempo será solucionado com esses valores.

Entre as aplicações que podem entrar nesse tipo de investimento, estão Fundos DI, títulos Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária e LCIs/LCAs com vencimento de três meses.

Depois de formar essa reserva técnica, você terá mais tranquilidade para investir em aplicações com retornos mais elevados, incluindo aí o COE e outras possibilidades interessantes em renda fixa e variável.

Invista em COE no BTG Pactual digital

 

Se você está interessado em aplicar em um título flexível e ter acesso a novos mercados sem arcar com alto custo e sem precisar arquitetar operações por conta própria, então o investimento em COE é uma alternativa interessante.

O BTG Pactual digital oferece diferentes títulos de COE, contando com diferentes cenários, que se adequam a diferentes perfis de investidores.

Abaixo, você encontra um passo a passo para abrir sua conta no BTG Pactual digital e dar os primeiros passos nesse novo universo de aplicações, que une o melhor da renda fixa e variável:

1. Faça o cadastro no site

Primeiro, acesse o site do BTG Pactual digital, preencha alguns dados e envie comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Aguardem um retorno por e-mail.

2. Descubra seu perfil de investidor

Este é o momento de descobrir seu perfil de investidor, uma informação importante para determinar, mais tarde, quais serão os melhores investimentos para as suas necessidades e para a sua tolerância ao risco.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um dos especialistas do time

Neste momento, você pode tirar suas dúvidas sobre COE e outros investimentos com o time de especialistas do BTG Pactual digital, que fica à disposição para orientá-lo em todos os seus passos para obter os melhores rendimentos.

5. Acompanhe seus investimentos

No BTG Pactual digital, você pode monitorar diariamente suas posições no site e no aplicativo de smartphone, em um ambiente fácil e intuitivo.

6. Receba relatórios

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você receberá periodicamente um relatório personalizado com todos os números que interessam, como a rentabilidade de seu investimento em COE, comparações com outras opções do mercado e sugestões para os próximos aportes.

Conclusão

 

O investimento em COE não é mágica nem milagre, mas se trata de uma combinação que pode ser vantajosa para todo tipo de investidor, do mais conservador ao mais arrojado.

Por um lado, você tem à disposição um espectro amplo de operações complexas com bom potencial e um baixo custo.

Por outro, em alguns casos você recebe a garantia de que seu investimento inicial, pelo menos, está garantido.

Ou seja, a única perda possível seria o custo de oportunidade de ter alocado recursos em outras aplicações.

Lembre-se, porém, de que esse tipo de título não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Por isso, é importante escolher uma instituição financeira sólida, que vai aplicar os recursos com êxito, sem sobressaltos no caminho.

Mesmo assim, é bom começar aos poucos nesse tipo de investimento, destinando a ele um percentual pequeno, como 5% a 15% de suas reservas (sugestão).

Além disso, verifique com cautela o vencimento do título, já que você deverá carregá-lo até o final para obter os rendimentos desejados.

Nessa hora, não esqueça de compor, com rigor, o seu colchão de liquidez, para bancar qualquer emergência de curto prazo.

E depois, para fazer esse investimento com segurança e facilidade, conte com a assistência do time de especialistas do BTG Pactual digital, que vai te mostrar diversas opções de produtos adequados ao seu perfil, inclusive os melhores Certificados de Operações Estruturadas do mercado.

E aí, gostou do conteúdo sobre o investimento em COE? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário.

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O RECEBIMENTO DOS PAGAMENTOS DESTE CERTIFICADO ESTÁ SUJEITO AO RISCO DE CRÉDITO DO SEU EMISSOR. ESTE CERTIFICADO NÃO CONTA COM GARANTIA DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. A DISPONIBILIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO NÃO IMPLICA GARANTIA DE VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS, OU JULGAMENTO SOBRE A QUALIDADE DO COE OU DE SEU EMISSOR. O Emissor e Investidor declaram, individualmente, que: (i) estão agindo por conta própria, tendo tomado de forma independente a decisão quanto a realizar a presente operação, bem como quanto à adequação e conveniência da mesma, com base em critérios próprios e, na medida em que cada uma considerou necessária, na opinião de seus próprios consultores; (ii) estão cientes dos riscos inerentes à operação e têm conhecimento e experiência dentro do mercado de derivativos, suficientes para entender a estrutura da operação e os critérios determinados neste instrumento, com os quais concordam sem restrições; (iii) tiveram prévio acesso a todas as informações que julgavam necessárias à sua decisão independente de celebração desta operação. Esse material é um breve resumo de cunho meramente informativo, preparado e distribuído pela área Structured Products do Banco BTG Pactual S.A. (“”BTG Pactual””), não configurando análise de valores mobiliários nos termos da Instrução CVM Nº 388, de 30 de abril de 2003, e não tendo como objetivo a recomendação para a compra ou venda de qualquer investimento ou produto específico. Embora as informações e opiniões expressas neste documento tenham sido obtidas de fontes confiáveis e fidedignas, nenhuma garantia ou responsabilidade, expressa ou implícita, é feita a respeito da exatidão, fidelidade e/ou totalidade das informações. Todas as informações, opiniões e valores eventualmente indicados estão sujeitos à alteração sem prévio aviso. Esse material não deve servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). É importante ressaltar que rentabilidade passada não representa nenhuma garantia de desempenho futuro. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. Ressaltamos que as opiniões e projeções aqui apresentadas representam a opinião da área Structured Products do BTG Pactual, mas não necessariamente a opinião institucional do BTG Pactual, podendo o BTG Pactual, suas subsidiárias e/ou seus empregados podem, eventualmente, possuir uma posição comprada ou vendida, atuar em nome próprio e/ou como coordenador ou agente em operações envolvendo ações ou demais investimentos relevantes. Além disso, podem prestar serviços inclusive de consultoria ao emissor de número significativo de ações ou a companhia a ele ligada. Apesar do presente material refletir as condições econômicas da época em que foi elaborada, não há segurança de que uma transação possa, de fato, ser contratada nos níveis aqui especificados.

O Banco BTG Pactual S.A. não fornece qualquer tipo de aconselhamento tributário para seus produtos de investimento. Clientes devem, portanto, buscar informações, se acharem necessário, junto a provedores confiáveis. As informações sobre tributação incluídas nesta apresentação abarcam apenas uma visão geral das consequências tributárias desse produto para fins de IRFonte/ IR Ganhos líquidos, e podem não ser aplicáveis a todos os tipos de Investidores, que deve estar ciente que a legislação tributária pode ser alterada no decorrer da operação. Nem tudo o que é mencionado está disponível em todas as jurisdições. Algumas categorias de serviços e produtos financeiros podem apresentar restrições legais para residentes e cidadãos de certos países. Aprovado e veiculado pelo BTG Pactual, esse material não deve ser reproduzido ou ter suas cópias circuladas sem sua prévia autorização. Leia o Documento de Informações Essenciais para informações adicionais.

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