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O que é Gestão Ativa e Passiva, vantagens, desvantagens e diferenças

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É importante entender o que é gestão ativa e passiva ao escolher um fundo de investimento.

Essa distinção serve para separar aqueles fundos que buscam superar um índice de referência (gestão ativa) dos que querem replicar o desempenho do índice de referência (gestão passiva).

Fundos multimercados, por exemplo, miram, normalmente, a superação de um benchmark, ou seja, têm gestão ativa.

Além de oferecerem maior risco e maior potencial de ganho, esse tipo de fundo também cobra usualmente uma taxa mais elevada, tanto de administração quanto de performance (esta é cobrada apenas quando de fato supera a referência predeterminada).

Ficou interessado por entender melhor a diferença entre esses fundos e como escolher o melhor tipo de gestão para o seu dinheiro?

Então, confira o que você vai aprender neste post:

  • Características da gestão passiva e ativa de um fundo de investimento
  • Como são cobradas as taxas de acordo com cada tipo de fundo
  • Quais são os riscos da gestão ativa?
  • Quais são os riscos da gestão passiva?
  • Por que é cobrada a taxa de performance?

Gestão Ativa e Passiva nos fundos de investimento

Os fundos de investimento estão, cada vez mais, na mira de brasileiros que buscam uma alternativa à poupança.

A possibilidade de maior rentabilidade para as aplicações chama a atenção, ao mesmo tempo em que elas exigem um maior conhecimento por parte do interessado.

Para o investidor iniciante, os fundos de investimento podem ser uma alternativa para dar um primeiro passo no mercado acionário. Uma dica para esses casos é sempre ficar atento ao risco do produto e, claro, ao seu perfil de investidor, para que não tenha nenhuma surpresa.

Os fundos reúnem os valores destinados por diversas pessoas, que são chamados de cotistas. O responsável pela alocação desses valores investidos é o gestor, que irá decidir os melhores produtos para que o fundo obtenha o resultado esperado.

As decisões do gestor devem sempre respeitar o que foi estabelecido no regulamento do fundo. Por isso, é muito importante que, antes de aplicar, os investidores leiam todos os documentos dos fundos para saber se aquele é o produto adequado ao seu perfil.

Como há profissionais que cuidam da gestão e da “prestação de contas”, investir em fundos de investimento pode facilitar a vida de quem não tem tanto tempo para acompanhar as altas e baixas do mercado.

O que é gestão ativa?

O regulamento do fundo indica um índice de referência, o chamado benchmark.

Ele serve como um guia para o trabalho do gestor, sendo uma espécie de meta de rentabilidade que deve atingir para prestar contas aos cotistas.

Uma estratégia de gestão ativa de um fundo de investimento é aquela que dá ao gestor maior liberdade para selecionar os ativos e ter, como resultado final, uma rentabilidade superior à do índice de referência.

Nesse caso, o regulamento trará limites de categorias de investimento que poderão fazer parte da carteira dos fundos.

É um trabalho desafiador buscar investimentos que remunerem acima da média do mercado, uma vez que rendimentos assim são geralmente acompanhados de maiores riscos e exigem ainda mais atenção dos gestores.

Os fundos de gestão ativa estão entre os que mais contam com analistas e gestores no mercado, uma vez que exigem uma grande dedicação na busca contínua pelas melhores oportunidades.

Exemplos de fundos de gestão ativa estão nos fundos multimercados.

Esse tipo de fundo pode utilizar estratégias diversas como, por exemplo, o objetivo de proteger o capital investido e trazer maior rentabilidade à carteira de investimentos.

O resultado aqui é que o gestor pode alcançar lucros acima da média, mas também perder recursos devido às oscilações do mercado.

O que é gestão passiva?

A gestão passiva de um fundo não tem a mesma pressão de um fundo de gestão ativa, uma vez que a meta aqui é simplesmente buscar a mesma rentabilidade do índice usado como referência.

Nesses casos, o regulamento do fundo determina os ativos que deverão compor a carteira do fundo, como, por exemplo, determinados títulos do Tesouro Direto e o índice que será o objetivo de rentabilidade desse fundo.

Com uma menor pressão por resultados acima da média, os fundos de gestão passiva contam com um custo menor de administração.

Um exemplo de índice para esses fundos é o CDI ou, até mesmo, o Ibovespa. Dessa forma, nem sempre esse tipo de gestão pode garantir que haverá baixa volatilidade nos seus investimentos, dado que o próprio índice pode apresentar uma grande oscilação num curto intervalo de tempo.

Qual a diferença de gestão ativa para passiva?

Bom, como explicado acima, a gestão ativa de um fundo pode fazer com que o gestor tenha que adotar diferentes estratégias ou alterar a carteira de ativos com alguma frequência em busca de maiores rentabilidades.

Ou seja, é preciso uma maior atenção às movimentações do mercado e análises mais precisas do contexto político e econômico. A escolha das aplicações provavelmente será diferente.

A gestão passiva não demanda uma análise do mercado tão intensa. Em alguns casos de fundos de renda fixa, a gestão se resume a comprar um número bem limitado de papéis de títulos públicos, sem movimentações na bolsa de valores ou de outros produtos de renda variável.

Já a gestão ativa pode envolver alguns papéis do governo, ações de empresas, derivativos diversos (como opções de compra ou venda de ações), contratos futuros de diferentes tipos, entre outros, tudo para proteger os recursos e, ao mesmo tempo, maximizar os ganhos, sempre respeitando o disposto no regulamento do fundo.

Qual a importância da gestão de fundos de investimento?

A gestão de um fundo de investimento é essencial para a alocação devida dos recursos.

Por isso, é muito importante verificar o histórico e lembrar que ganhos passados não são garantia de rendimentos futuros.

Abaixo, vamos entender um pouquinho do papel da gestão em diferentes tipos de fundos de investimento:

  • Fundos de renda fixa: têm um percentual alto predeterminado de investimentos em aplicações de renda fixa, como, por exemplo, títulos públicos. Essa característica faz com que os rendimentos nesta modalidade sejam relativamente previsíveis.
  • Fundos de ações: são fundos formados com o objetivo de investir no mercado de ações. Eles têm como principal fator de risco a variação de preços dos papéis no mercado.
  • Fundos multimercados: têm como principal característica operar diferentes ativos, entre eles renda fixa, ações, moedas e derivativos. A flexibilidade permite a adoção de diferentes estratégias, adaptáveis de acordo com as influências do mercado financeiro.
  • Fundos cambiais: são fundos que se relacionam diretamente à variação de moedas estrangeiras. Podem ser interessantes para quem possui obrigações financeiras em outra moeda.

Normalmente o investidor opta pelo fundo de investimento em busca de uma gestão profissionalizada, e é isso que ele encontra.

Mas como em todo o tipo de aplicação, é sempre preciso ter clareza sobre os objetivos e metas como investidor.

De nada adianta aplicar em um determinado fundo para contar com a experiência de seu gestor se o investidor não sabe o que busca como resultado.

Além disso, é importante entender que, mesmo com uma gestão qualificada, os fundos de investimento podem oferecer riscos. De forma geral, fundos de renda fixa apresentam menor volatilidade do que fundos de ações e multimercados.

Assim, é possível investir em mais de um tipo de fundo, de acordo com o objetivo de cada parcela de suas reservas para tentar proteger a sua carteira de investimentos e obter rendimentos mais constantes e sustentáveis.

Para o colchão de liquidez, aquele valor de fácil resgate e alta previsibilidade de ganhos, você deve aplicar em um fundo de renda fixa, como o fundo DI, que persegue a variação do CDI (índice de rentabilidade e taxa de juros interbancária).

Já para um percentual menor, de renda variável, você pode analisar opções em fundos multimercados e de ações, a fim de obter ganhos mais elevados.

Lembre-se que é muito importante que você verifique o perfil de risco dos fundos e o seu perfil de investidor para entender se é um produto adequado a você.

Vale destacar, também, que nenhum fundo de investimento conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos.

Gestão vs. alocação

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Entender a forma de gestão de um fundo é importante, mas tão importante quanto saber os conceitos de gestão ativa e gestão passiva é refletir sobre a alocação dos recursos investidos, ou seja, onde eles serão empregados.

Essa questão é importante pois, como dito anteriormente, tudo vai depender dos objetivos e metas do cliente.

Um investidor pode perfeitamente combinar investimentos com gestão ativa e passiva, o que certamente proporcionará resultados mais eficientes, especialmente se forem pensados objetivos no médio e longo prazo.

Essa alocação vai depender, basicamente, do tipo de fundo escolhido.

Ou seja, primeiro, você deve pensar no seu objetivo como investidor, se é manter uma reserva de liquidez, preservação do capital ou buscar maiores lucros e estar sujeito a maiores oscilações desse valor investido, inclusive perdas.

Os fundos multimercados são extremamente dinâmicos e podem aplicar em praticamente tudo, dependendo do que estiver disposto no seu regulamento.

Para entender em detalhes as alocações de cada fundo, você deve examinar com cuidado e calma o regulamento antes de investir para não ter surpresas indesejadas.

A corretora ou banco deve fornecer todas as informações e dados sobre o fundo desejado e, entre esses dados, está o tipo de alocação feita pelo gestor.

Vantagens dos investimentos de gestão passiva

Para quem está acostumado à previsibilidade dos resultados típica dos títulos em renda fixa, os investimentos de gestão passiva são os que mais se aproximam dessa característica.

Desvantagens dos investimentos de gestão passiva

O que pode ser uma vantagem para um perfil de investidor pode ser uma desvantagem para outro.

O fato de apenas buscar uma rentabilidade semelhante ao índice de referência torna as opções de gestão passiva menos atrativas para quem busca rendimentos acima da média.

O próprio índice de referência desses fundos pode sofrer uma grande oscilação. Por isso, se você escolher a gestão passiva, faça uma seleção criteriosa do fundo.

Vantagens dos investimentos de gestão ativa

A possibilidade de ganhos acima dos índices de referência é a grande vantagem dos investimentos de gestão ativa.

No entanto, essa tarefa não é tão simples, uma vez que exige uma equipe qualificada, atenta às mudanças e oportunidades do mercado e disposta a, até mesmo, correr riscos.

Para quem busca retornos mais altos, fora dos títulos do Tesouro Direto ou da renda fixa privada, os fundos de gestão ativa podem ser boas opções.

Tratam-se de uma iniciação no mundo da renda variável, sem que o investidor precise tomar todas as decisões.

Desvantagens dos investimentos de gestão ativa

Além de ser um investimento que pode apresentar uma volatilidade mais alta, o que significa que o cliente pode ganhar ou perder parte do valor investido em um curto espaço de tempo, a taxa de administração e a taxa de performance podem ser mais altas.

Estar atento às oportunidades e capturar o melhor momento para investir não é uma tarefa fácil, por isso o gestor que usualmente consegue resultados satisfatórios também pode cobrar mais caro por isso.

Os pagamentos de taxas para desempenhos acima do esperado podem fazer desse investimento uma modalidade mais cara para o investidor.

Mesmo assim, é importante entender que a taxa de performance deve ser celebrada, e não condenada, já que premia o bom desempenho de um gestor, que escolheu os melhores destinos para o seu dinheiro e, assim, o fez ter rendimentos maiores.

A taxa de administração e a taxa de performance

A taxa de administração é o valor cobrado ao consumidor pelo banco ou instituição financeira que administra o fundo para pagar por todos os serviços prestados – é o preço para gerir e operacionalizar o fundo.

As taxas variam de acordo com a instituição e o serviço prestado.

Muitos são os que investem em fundos de investimentos, mas as promessas de bons rendimentos fazem com que poucos pesquisem a taxa de administração cobrada.

A análise dessa taxa vai mostrar se o retorno oferecido é condizente com o esforço para administrar.

A parte complexa aqui é que nem sempre há uma relação entre o valor da taxa e o desempenho do fundo, por isso é preciso uma análise detalhada para saber se há vantagem no investimento.

Já a taxa de performance é valor cobrado do cotista do fundo de investimento quando a rentabilidade supera à do benchmark. Ou seja, é a remuneração por uma boa gestão do fundo.

Ao contratar um fundo de investimento o cliente precisa estar atento, pois muitas vezes a promessa de maior rentabilidade faz com que a taxa de performance não seja abordada no momento de discutir a contratação do serviço.

Dito isso, prestar atenção ao histórico do Fundo escolhido é fundamental para o cliente.

Nunca haverá garantia sobre o desempenho da aplicação no futuro, mas o histórico permitirá analisar o comportamento do gestor do fundo, acertos, erros e o tipo de risco assumido.

Riscos de aplicar em Fundos de Investimento

Assim como toda modalidade de aplicação, sempre há um risco no momento de investir.

Normalmente uma maior rentabilidade vem acompanhada de maior risco. Com relação aos — tão falados aqui — Fundos de Investimento são três os principais tipos:

Risco de mercado

Relacionado às variações do dia a dia e suas oscilações de valores. Esse tipo de risco é muito influenciado pelo contexto econômico, político – nacional e internacional -, além do acontecimentos e desempenhos das empresas com operações no mercado financeiro.

Risco de crédito

É a possibilidade de uma das partes do negócio não cumprir com o que é esperado no quesito obrigações relacionada a pagamento dos juros ou do principal. Esse tipo de risco é tomado em busca de uma maior rentabilidade.

Além disso, os fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos, como alguns investimentos de renda fixa.

Risco de Liquidez

A liquidez é a facilidade de um investidor em transformar um ativo em dinheiro disponível em sua conta. Uma aplicação com risco de liquidez mostra a dificuldade do administrador em fazer essa conversão, mas isso não quer dizer que o fundo ou o gestor sejam melhores ou piores que outros simplesmente por conta da liquidez. A liquidez pode ser alta para dar ao gestor a possibilidade de investir em produtos que tenham liquidez mais elevada ou por uma escolha estratégica.

Invista nos fundos do BTG Pactual digital

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Ficou interessado em usar a gestão ativa ou passiva nos seus fundos de investimento? Para qualquer uma das opções, o BTG Pactual digital conta com excelentes alternativas.

Veja abaixo como é fácil fazer o seu cadastro sem sair de casa:

1. Preencha seu cadastro

Preencha os dados e envie uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail confirmando a abertura da conta.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir que um fundo é a melhor opção para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um assessor de investimentos

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que você fizer o cadastro e tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um assessor de investimentos, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos, sugerindo opções adequadas ao seu perfil.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Tenha acesso a relatórios

A cada mês, você vai ter acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo bem tratado e o quanto ele está se valorizando, inclusive com comparações a indicadores do mercado.

Conclusão

Como vimos, há uma série de particularidades nas gestões ativa e passiva dos fundos de investimento.

Na verdade, é adequado que o investidor defina uma estratégia de longo prazo que poderá contemplar aplicações mais previsíveis, alocadas em renda fixa, e aplicações com maior volatilidade, em renda variável, sempre, claro, respeitando o perfil do investidor.

Nessa formação de seu portfólio de investimentos, é importante que o investidor iniciante comece de forma cautelosa, priorizando a renda fixa em suas diferentes formas e, se estiver confortável, deixar a renda variável para uma fatia menor de sua carteira.

Verifique sempre o regulamento dos fundos de investimento em que pretende aplicar, procure conhecer melhor os diferentes produtos para, cada vez mais, se sentir confortável nesse universo de aplicações.

Se esse você está em busca de bons fundos de investimento, vale a dica de conhecer o BTG Pactual digital, que oferece excelentes produtos e tem uma equipe de profissionais que guiará todos os seus passos em renda fixa e variável.

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