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Os 17 principais erros do investidor iniciante

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Quer evitar os erros mais comuns dos investidores iniciantes?

O primeiro passo é justamente este: buscar conhecimento sobre a renda fixa para estudar devidamente os principais conceitos e características do mercado financeiro e assim tomar decisões mais bem embasadas.

Mas tenha calma ao fazer suas primeiras pesquisas.

Você vai ver que há muitos termos novos, muitas palavras desconhecidas e um monte de siglas com as quais você não está familiarizado.

Neste artigo, vamos explicar os principais erros que investidores principiantes cometem e como evitá-los.

Entre eles, estão:

  • Confundir investimento com aposta
  • Colocar todo dinheiro em uma só aplicação
  • Planejar pensando em curto prazo
  • Excesso de confiança
  • Ausência de metodologia
  • Esquecer que os riscos existem.

O assunto interessa a você? Então, siga a leitura.

O primeiro erro do investidor

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O primeiro erro é manter todos os seus recursos na caderneta de poupança.

Possivelmente você já cometeu o erro de deixar seu dinheiro aplicado por lá.

Não tem problema: o senso comum sempre fala em “poupar”.

Mas imagine se o gerente fizesse a seguinte propaganda da poupança: se você deixar seu dinheiro na caderneta, em dois anos o seu poder de compra vai aumentar… pouco (se aumentar).

Você faria o investimento?

É uma decisão pouco melhor do que deixar o dinheiro embaixo do colchão.

Em 2015, quem investiu na poupança perdeu 2,28% de seu poder de compra. Ou seja, a poupança rendeu tão pouco, que ficou 2,28% abaixo da inflação, que corrói o valor do dinheiro.

Em 2016, a situação melhorou um pouquinho, e a caderneta teve um resultado positivo (já com o desconto da inflação) de 1,9%.

Então, o que se conclui do investidor que fez um grande esforço para “poupar” entre 2015 e 2016 e manteve o dinheiro todo aplicado na caderneta? Que ele errou.

No mesmo período, investimentos igualmente seguros, como CDBs e LCIs/LCAs podem render bem mais, de acordo com o título específico.

O primeiro erro do investidor, portanto, é deixar o dinheiro na poupança.

Agora, confira os outros principais erros de quem está iniciando nesse universo de investimentos.

17 erros do investidor iniciante

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Uma vida financeira tranquila é o objetivo de grande parte dos brasileiros.

Decidir quais os melhores investimentos tem papel fundamental nesta meta, uma vez que permite fazer com que as economias “trabalhem” por nós mesmo quando não estamos em alguma atividade.

Mas mesmo entre os que estão conscientes de que investimentos bem escolhidos são a chave para auxiliar a atingir os objetivos definidos, muitos erros são cometidos no momento de colocar todos os pensamentos em prática, especialmente quando este é um investidor iniciante

Conheça aqui alguns erros comuns cometidos por investidores iniciantes. Eles são a chave para melhores resultados na carteira de investimentos.

1. Não saber qual seu perfil de investidor

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Esse é um erro clássico cometido por investidores novos.

Se aventurar pelo mercado acionário sendo que a segurança das aplicações é a sua principal meta pode trazer muitas dores de cabeça. O contrário também promete chances de complicações.

Se a busca por lucros altos é o objetivo principal do investidor, a caderneta de poupança ou outros títulos de renda fixa serão, muito provavelmente, modalidades que trarão sofrimento ao invés de empolgação.

Por tudo isso, conhecer o seu perfil de investidor é o requisito número um antes de iniciar qualquer empreitada. E isso não é difícil de descobrir.

O investidor provavelmente já tem uma noção de como se comporta diante do risco, mas existem diversos testes que podem ajudar a fazer uma sintonia fina.

Além disso, uma boa conversa com o seu gerente de conta é uma boa alternativa para refletir sobre qual a forma de investir que mais se ajusta ao perfil.

As instituições financeiras disponibilizam um questionário para que o investidor responda e identifique o seu perfil, o que o auxiliará na decisão de alocação dos seus investimentos, dado que indicará quais são os produtos mais adequados a ele.

2 . Não estudar sobre investimentos

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Você já conseguiu algo na vida sem fazer ao menos um pouco de esforço?

Alguns privilegiados podem até dizer que sim, mas provavelmente a resposta para a maior parte das pessoas será um não.

Obter um retorno vantajoso para o capital investido é um processo que exige conhecimento e busca por informações sobre as formas que mais se adequam ao perfil e também aos objetivos de cada pessoa.

Mesmo os produtos que podem delegar a outros a formação da composição, como os fundos de investimentos, ainda assim é preciso ter de forma clara em mente as metas desejadas para poder avaliar periodicamente as escolhas feitas.

Todas as modalidades de investimento exigem estudo, sejam as alternativas em renda fixa ou em renda variável. Se a busca do investidor for pelo mercado de ações, o olhar deve ser ainda mais atento, pois é um mercado onde a imprevisibilidade impera.

3 – Confundir investimento com aposta

Erro muito comum. São muitos os casos em que ao ouvir algum conhecido, amigo ou “especialista” o investidor aposta em uma modalidade devido aos seus lucros “fora do padrão”.

A maior parte dos casos são ouvidos de investidores em bolsa de valores.

Ao comprar a ação de uma empresa que supostamente passa por um bom momento na busca por um lucro alto em um curto espaço de tempo na grande maioria das vezes não se confirma, causando frustração.

Desconfiar sempre de ofertas milagrosas é o primeiro passo para escapar desta armadilha. Não existe milagre no mercado dos investimentos.

Existe, sim, estudo e busca por conhecimento para tomar as melhores decisões.

Por isso, evite o termo “aposta”.

Em investimentos, se você está apostando, geralmente já começa perdendo.

4. Pressa nas operações

Especialmente no mercado de renda variável, a pressa é inimiga do lucro.

O investidor iniciante, muitas vezes sedento por resultados, acaba sendo surpreendido pelas oscilações do mercado, ou seja, perdas.

Buscar, por exemplo, o mercado de ações como única forma de rentabilizar as economias é um erro que pode e deve ser corrigido com a diversificação da carteira de investimentos.

5. Colocar todo dinheiro em uma só aplicação (não diversificar)

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Seja no mercado de ações ou em qualquer outra alternativa de investimento, diversificar é sempre a palavra de ordem.

Só a diversificação é capaz de criar uma carteira de investimentos sólida, segura e que ao mesmo tempo busca as maiores rentabilidades.

Ao aplicar as economias em diferentes modalidades é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem às metas definidas pelo investidor no curto, médio e longo prazos.

Mesmo em caso de oscilações, que podem acontecer com muita frequência, um portfólio diversificado permite a proteção em caso de alguma ocorrência que fuja a cartilha da previsibilidade.

6. Não levar em conta os impostos

Sim, ver um lucro satisfatório é incrível, porém não se pode esquecer que na maior parte das modalidades é preciso pagar impostos sobre a rentabilidade da aplicação.

No momento de escolher alguma modalidade é preciso atentar para quais são as alíquotas que precisam ser pagas, especialmente com relação ao Imposto de Renda.

No mercado de ações, por exemplo, operações com vendas no mês em um limite de até R$ 20 mil são isentas de IR, mas qualquer valor superior é preciso declarar e pagar 15% de toda a valorização e 20% para operações “day trades”.

Muita gente esquece dessa etapa ao projetar os rendimentos não apenas no universo da renda variável, mas também no da renda fixa.

Aí, além de projetar erroneamente o melhor destino para o seu dinheiro, também pode cometer o erro de aplicar em um investimento cujo saque em pouco tempo vai prejudicá-lo.

Um CDB, por exemplo, tem IOF que parte de 96% para menos de 30 dias e alíquota inicial de Imposto de Renda de 22,5% para aplicações de até 180 dias. Depois de 720 dias, a mordida do IR se reduz para 15%.

7. Planejar pensando em curto prazo

Um bom planejamento financeiro irá estabelecer metas em todas as possibilidades, seja no curto, no médio e no longo prazos.

Focar no curto prazo é perigoso e irreal para a grande maioria dos investimentos.

Como já dissemos, não existe milagre quando o assunto é investimentos.

Em pouquíssimos casos, como a bolsa de valores, é possível ter rentabilidades muito acima da média, no entanto elas passam longe de qualquer facilidade: é preciso dedicação, conhecimento e um tanto de sorte.

O risco de perder dinheiro acompanha de perto essa investida.

O foco no curto prazo deve ter metas factíveis, que em geral sirvam para animar a busca por algum outro objetivo maior.

Consultar um assessor de investimentos e buscar toda a informação possível é o mais recomendado neste caso.

8. Falta de humildade

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Quando falamos em buscar conhecimento, a tarefa é exigente. Ler um artigo simplificado na internet ou a “orelha” do livro de finanças não transformam o interessado em expert do dia para a noite.

A informação é sempre a base para reflexões mais aprimoradas sobre os investimentos.

É preciso humildade e ir passo a passo em busca do objetivo.

9. Excesso de confiança

Prima-irmã da falta de humildade.

Confiança é bom e nos move em busca dos objetivos, no entanto o excesso de confiança nos leva a não enxergar as adversidades que muitas vezes estão pelo caminho.

Por exemplo, ao realizar qualquer investimento, analisar o cenário econômico e político é essencial para minimizar ao máximo o risco de perdas, assim como analisar o contexto da companhia escolhida para a compra de ações, se essa for a opção desejada.

Acreditar que os negócios terão resultado positivo é importante, desde que não se desconsidere o contexto real do mundo.

10. Falta de disciplina

A disciplina será sempre uma grande aliada do investidor para este atingir os objetivos e metas definidos para uma aplicação financeira.

Ter clareza nos critérios de análise de um investimento é essencial para perseverar.

De nada adianta um início entusiasmado e após pouco tempo desistir das análises. Disciplina é a chave para o sucesso do investidor.

11. Ausência de metodologia

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Ao operar um investimento é preciso método. Método para avaliar e método para agir. Mudanças contínuas na forma de agir e de interpretar os números e informações são um passo certeiro para perdas na rentabilidade e resultados abaixo do esperado.

Por exemplo, se você decidir investir em ações, é bom conhecer melhor a análise grafista e a fundamentalista.

Dificilmente você terá sucesso se misturar as duas sem método, então, é mais recomendado arregimentar uma estratégia e se focar nela, sem nunca deixar que a emoção guie suas decisões.

12. Comprar ações após forte alta

No mercado financeiro um movimento de alta em alguma ação sempre chama a atenção dos investidores.

No entanto, é preciso avaliar o desempenho dos papéis em um período mais longo de tempo para ver se a alta se sustenta.

E após um forte período de alta, normalmente, a tendência é pela realização de lucros, ou seja, venda de ações.

Esse movimento gera uma queda nos preços. Então, é preciso atenção.

13. Vender ações após forte baixa

O pânico de ver o valor de uma ação despencando leva muitos investidores, especialmente os iniciantes, a ações bruscas.

Assim como na avaliação de comprar após forte alta, em um momento de baixa é preciso também ver o contexto.

É comum o papel da empresa sofrer essas oscilações?

O valor está abaixo da média histórica?

Como foi a valorização após os períodos de baixa?

O contexto econômico e político está favorável?

Existem informações sobre o balanço da empresa que desabonem o valor de mercado da companhia?

Sim, é preciso pensar em tudo isso. Normalmente vender as ações em momentos de baixa representam uma perda maior.

14. Excesso de ganância

Lembram dos objetivos e metas que falamos no início?

Muitas vezes quando o contexto é favorável o investidor fica empolgado com os resultados positivos e quer ainda maior lucratividade sobre os investimentos.

É natural, mas atenção ao excesso de ganância.

Se a rentabilidade já alcançou o valor desejado inicialmente, não há por que buscar valores excepcionalmente acima.

Se estivermos falando no contexto do mercado financeiro, essa recomendação ganha ainda mais valor, uma vez que as oscilações lá registradas podem transformar em pó os lucros em um período curto de tempo.

Estabeleça metas. Mesmo se ao vender os papéis o valor da empresa continuar subindo, tenha em mente que essa é parte do jogo.

Às vezes se ganha, às vezes se ganha até mais do que o esperado, às vezes se perde e às vezes se perde muito.

15. Esquecer que os riscos existem

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Sim, você fez tudo certo. Definiu objetivos e metas, estabeleceu planos e metas, definiu os investimentos mais adequados, analisou contextos, mas ainda assim sofreu um revés na sua aplicação.

Sim, acontece.

Ao iniciar a aventura pelo universo dos investimentos é preciso ter consciência que ninguém está livre de um resultado negativo, de que os riscos existem e que a volatilidade é uma característica de algumas modalidades, especialmente se a busca é por lucratividades mais agressivas.

Se você almejar maiores rentabilidades, estar preparado para algum revés é preciso, mas isso não significa que você deve parar de investir.

Uma derrota sempre oferece lições a serem aprendidas e é quase sempre o passo necessário para muitas e muitas vitórias.

16. Viés de confirmação

Vocês já ouviram falar em bolhas nas redes sociais?

É mais ou menos assim, a teoria fala que nossa tendência é por apenas seguir ou ler materiais que confirmem as nossas ideias prévias.

No mundo dos investimentos, isso também acontece.

Por exemplo, ao analisar um contexto de uma empresa, uma busca na internet pode levar a uma esmagadora quantidade de informações de contexto negativo.

No entanto, ao vermos uma apenas que confirme as nossas expectativas acabamos por tomar decisões baseadas nela.

Esse é um sinal perigoso e o investidor precisa estar atento para não realizar negócios prejudiciais ao seu patrimônio financeiro.

17. Tomar decisões influenciado pelas emoções

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Com exceção da definição dos objetivos e metas, as emoções geralmente estão longe de auxiliar a tomada correta de decisões no mundo dos investimentos.

A explicação é simples: é muito fácil tomarmos decisões envolvidas por algum aspecto afetivo e normalmente levam a um resultado aquém do esperado.

Ao falarmos de investimento e aplicações no mercado financeiro uma boa dose de sangue frio é sempre bem-vinda.

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  6. Ganhe relatórios personalizados: periodicamente, você vai ter acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações.

Conclusão

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Viu como é fácil driblar os erros mais frequentes cometidos pelos investidores?

Então, mãos à obra: este é o momento de se debruçar sobre as leituras acerca de finanças e aplicações, entender os conceitos básicos e sair na frente na busca pelos melhores rendimentos da renda fixa e variável.

O primeiro erro, o erro mais básico, investir somente na poupança, você pode até já ter cometido, mas, se chegou até aqui, é porque não o repetirá.

E quais serão os seus caminhos agora, que a caderneta ficou de lado?

Primeiro, é importante montar seu colchão de liquidez, para garantir aquela reserva técnica de quatro a seis meses de seu custo de vida aplicado em investimentos de alta liquidez, como Fundos DI, fundos do Tesouro Direto, títulos do Tesouro Direto e CDBs com liquidez diária.

Depois, com o que sobrar, é que você pode mirar retornos mais altos.

Agindo assim, você começa acertando, por investir em planejamento e por aplicar em segurança.

E não esqueça, claro, de mirar o longo prazo.

Mesmo que uma ou outra aplicação sejam menores, de poucos meses, você precisa vislumbrar um horizonte de cinco anos, para garantir que pequenas flutuações não atrapalhem o seu caminho e os seus planos.

Nessa jornada, conte com o BTG Pactual digital, que pode auxiliar em todos os seus passos em renda fixa e variável.

Gostou de conhecer melhor os erros (e os acertos) do investidor iniciante? Deixe um comentário!

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