Investimentos

Os 10 principais desafios do investidor que você precisa superar

 

Existem alguns desafios que o investidor precisa enfrentar para obter sucesso em suas aplicações financeiras no longo prazo.

A decisão de realizar investimentos não é tomada de um dia para o outro. Geralmente, envolve muita pesquisa e conversa, com momentos carregados de empolgação, mas também de muitas dúvidas.

Os desafios que o investidor tem para conseguir os resultados desejados podem ser grandes:

  • Será que estou tomando a melhor decisão para o meu dinheiro?
  • Será que conseguirei os ganhos desejados?
  • O que estou perdendo por não optar por outro caminho?
  • Qual é o risco que estou correndo neste momento?
  • Qual é o valor que estou disposto a investir e com o qual não precisarei contar no curto prazo?

Essas e muitas outras perguntas certamente irão passar pela cabeça do interessado em modalidades de investimento.

Por isso, decidimos responder algumas das questões que precisam ser superadas ao longo da jornada em busca de ganhos altos e sustentáveis.

Os 10 principais desafios do investidor

 

Os principais desafios do investidor são aqueles que envolvem seus primeiros passos da jornada de aplicações financeiras.

A seguir, vamos entender essas dificuldades e como superá-las.

1. Saber quais conselhos seguir

Depois de alguma pesquisa sobre as opções, pedir conselhos é provavelmente a primeira coisa que o investidor fará. Seja para o parente, amigo ou colega que sabe tudo de aplicações financeiras, é certo que você o fará. E aí mora o perigo.

Para realizar investimentos, é preciso conhecer bem o perfil de investidor e ter muito claro quais são os seus objetivos.

Com exceção dos especialistas financeiros, que provavelmente farão uma análise aprofundada em cada caso, aceitar um conselho qualquer sem avaliação pode ser o primeiro passo para frustrações e perda de dinheiro.

Aquela dica de aplicação em renda fixa pode ser frustrante para quem tem um perfil menos conservador e o oposto também é válido.

Aplicar na bolsa de valores pode gerar um profundo desconforto se o cliente é mais afeito a modalidades que pregam segurança, como os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) ou os títulos do Tesouro Direto.

Então, nada de seguir às cegas qualquer conselho.

Colete o máximo de opiniões e visões sobre o assunto, vá atrás das fontes primárias de informação, leia os jornais de economia e, depois, tome uma decisão bem embasada.

Resumindo: ouça tudo, pesquise, mas sempre tome decisões que respeitem os seus interesses e características.

2. Cuidar com a empolgação

O dinheiro economizado após um longo período de trabalho ou aquele recurso inesperado que entra em conta empolgam qualquer um. E sim, é muito positivo buscar opções diversificadas para investir esses recursos. Mas cuidado com o excesso de empolgação.

Aquela modalidade que está em “alta” no momento, com ganhos que fazem brilhar os olhos e que todos os seus conhecidos embarcaram, pode conter entrelinhas que nem sempre sabemos ao certo o que podem gerar.

Jogar de olhos fechados todos os recursos em apenas uma aplicação é outro erro comum feito por investidores empolgados em excesso com a possibilidade de ganhar dinheiro.

Lembre-se sempre: todo e qualquer investimento exige um esforço inicial do cliente para conhecer os prós e contras do movimento. Decisões precipitadas podem gerar frustrações e perdas significativas de recursos.

3. Não exagerar na confiança

Confiança é bom e essencial no mundo dos investimentos financeiros. Mas, como tudo na vida, exagerar também pode ter resultados não tão positivos assim.

Em um país como o Brasil, com um histórico de instabilidade política e econômica, excesso de confiança pode significar dores de cabeça em um futuro não tão distante.

Assim como em qualquer ação na vida, a confiança cresce a partir das experiências e do conhecimento que acumulamos.

No caso de um investidor inicial, tome bastante cuidado ao realizar o primeiro passo com tudo aquilo que já falamos aqui: busque informação e faça uma avaliação baseada em seu perfil e nos seus objetivos.

Mesmo assim, não deixe de investir, pois dinheiro parado não significa apenas uma perda de valorização, mas uma redução do poder de compra, devido à inflação.

E para garantir que você não vai exagerar, uma boa alternativa é aplicar também em fundos de investimento, para usufruir da estratégia de um gestor profissional, que vai selecionar, de acordo com os riscos, modalidades e regulamentos, os ativos que mais se adequem à estratégia e dentro dos limites do fundo.

4. Não ficar pessimista quando algo não vai bem

 

Assim como você não deve abusar da confiança, também não deve se abalar por resultados ruins no curto prazo.

Sim, aquele recurso aplicado na bolsa de valores teve uma perda grande ou aquele valor aplicado em um fundo sofreu uma desvalorização.

É normal ficar preocupado quando algo que planejamos toma um rumo não desejado, no entanto, no mercado de investimentos, essa é uma possibilidade e de maneira nenhuma deve levar a uma onda de pessimismo.

Como dissemos aqui, ter segurança sobre quais os objetivos da sua aplicação e dos riscos que ela pode ter está na primeira página da cartilha do bom investidor.

Por isso, de acordo com o tamanho dos recursos envolvidos, de forma geral recomenda-se a divisão das aplicações entre curto, médio e longo prazos.

Então, caso o resultado momentâneo não seja o mais animador, não esmoreça.

5. Saber aceitar uma derrota

Ok, passou o tempo e o investimento desejado não gerou os resultados esperados. Mesmo com toda a preparação e planejamento. Pois é, acontece.

No entanto, assim como em qualquer empreendimento na vida, uma “derrota” pode ensinar lições valiosas para as futuras ações.

Uma decisão que poderia ter sido diferente, um movimento no momento inadequado, a leitura incorreta do cenário econômico são experiências que serão levadas para o próximo investimento, porque sim, ele vai existir.

Resumindo: aceitar a baixa e avaliar as razões que levaram àquele resultado tornam o investidor mais preparado para a próxima ação em que, possivelmente, não repetirá os mesmos erros.

Derrotas levam às vitórias.

Especialmente na renda variável, uma flutuação negativa no curto prazo pode significar, em pouco tempo, uma variação muito positiva.

6. Não tomar decisões por impulso

 

Empolgação e confiança em excesso podem gerar decisões por impulso. Acontece a todo momento na vida e também no universo dos investimentos. Mas e por que não agir com agilidade se há certeza de retorno favorável?

Primeiramente, tirando algumas aplicações em renda fixa e com rentabilidade prefixada, é muito difícil ter certeza do tamanho do retorno.

Nas opções de renda variável, essa certeza simplesmente não existe. Por isso, comprar aquela ação só porque está com valor baixo ou aplicar em um fundo mais arrojado não significa que resultará em ganho imediato.

A recomendação de especialistas financeiros sempre passa pelo levantamento de informações e de planejamento.

Um planejamento bem feito permite inclusive a liberdade de tomar decisões consideradas mais arriscadas. Tudo dentro de uma margem permitida e estudada com antecedência.

E nessa organização, o diferencial é vislumbrar o longo prazo.

Na renda variável, você pode até ter perdas momentâneas, mas deve encará-las como um potencial de retorno, já que a volatilidade representa também a oportunidade de crescimento de patrimônio.

Assim, faz sentido contar com um fundo de investimento multimercado ou de ações, por exemplo, no qual você tem a gestão de um especialista para garantir que seus recursos sejam aplicados nos melhores papéis disponíveis.

7. Ter metas claras e objetivas

Essa é a chave de um bom investidor. Conhecimento. Ter metas claras e objetivas, saber o que buscar no momento de aplicar os recursos que estão sobrando é um dos segredos de ganhos.

E essa é uma avaliação muito particular. Não tem regra.

O caso do familiar, amigo, colega ou conhecido não vai ser igual ao seu. Ou seja, as soluções que cada um encontra para investir, mesmo que sejam alardeadas como muito positivas e rentáveis, podem não se encaixar no seu perfil ou ainda pior, gerar angústia e sofrimentos desnecessários pela falta de resultados concretos.

Se a meta é gerar rentabilidade para a compra de um imóvel, investir massivamente na caderneta de poupança provavelmente vai deixar a desejar para a conquista desse objetivo.

Se o objetivo é retirar os recursos no curto prazo, uma aplicação prefixada com prazo de vencimento longo estará longe de auxiliar. São muitos os exemplos que poderiam ser dados aqui, por isso, tenha claro o que você quer até para saber como e para quem pedir ajuda.

De nada adianta a ajuda de um especialista financeiro se você não sabe o que quer como resultado.

8. Saber viver dentro de suas possibilidades

 

Viver dentro das suas possibilidades pode, em um primeiro momento, parecer uma ação extremamente cautelosa, mas, você vai ver, ela é essencial para uma vida com mais alternativas. Mas o que significa essa afirmação?

O princípio básico da formação de reservas é gerar mais receitas do que despesas. A partir desse saldo positivo gerado todo o mês é que você poderá planejar investimentos adequados à sua realidade financeira.

E quando se fala aqui em ganhar mais do que se gasta não estamos falando em voto de pobreza.

Ninguém precisa se privar de tudo que gosta ou gera prazer em troca de uma economia cega.

Para cada caso, é preciso analisar os objetivos e o histórico do comportamento financeiro da família para poder definir metas factíveis. E a partir dos valores disponíveis é que será possível definir um plano de ações a tomar.

Certamente, com R$ 100 mil disponíveis as possibilidades serão maiores do que com R$ 10 mil, mas ambos podem gerar opções e rentabilidade que auxiliem no curto, médio e longo prazos.

9. Avaliar corretamente determinados riscos

Ressaltamos sempre a necessidade de avaliação correta dos riscos antes de investir. Não podemos superestimar e nem subestimar as desvantagens de uma determinada aplicação.

O conceito de riscos em investimentos está ligado a diversas variáveis, que podem atingir um maior ou menor grau.

Por exemplo, ao comprar um imóvel, é provável que o interessado busque uma alternativa em uma área valorizada, de modo que em pouco tempo a casa ou apartamento esteja valendo mais do que o valor investido.

Para surpresa, pouco tempo depois o imóvel está valendo menos, por conta de uma desvalorização do bairro.

A questão mostra com clareza uma pesquisa pouco precisa, uma vez que a desvalorização de uma região em um curto espaço de tempo é um movimento pouco provável de acontecer.

Os tipos de riscos são diversos: de mercado, de conjuntura, de liquidez, de crédito, operacional e legal são alguns deles.

A regra vale para qualquer modalidade de aplicação: todos podem proporcionar ganhos, mas mudanças no cenário econômico podem gerar um efeito contrário ao desejado. Por isso, atenção na medida.

10. Cuidado com os “gurus” do investimento

Aqui é um cuidado extra. Provavelmente, você já foi exposto a especialistas que vendem certas mágicas de ganhos.

“Ganhe R$ 1 milhão até os 30 anos”, “Economize R$ 50 mil apenas cortando os gastos supérfluos”, ou outras coisas do tipo são vendidas como verdades absolutas, mas, muitas vezes, não são realizações tão simples assim.

Determinados especialistas vendem fórmulas que podem funcionar apenas em casos muito específicos, por isso, deve-se olhar com cautela para todas essas soluções mágicas.

Mas mesmo se o caso não for de consulta a um desses “gurus”, é bom estar sempre com olhos atentos ao especialista consultado. Pesquisar e ouvir mais de uma análise é sempre recomendado, mas, antes das consultas, é preciso fazer o dever de casa.

Metas claras e objetivas, segurança sobre o valor inicial e aportes financeiros periódicos, retornos desejados no curto, médio e longo prazos são algumas das informações que devem estar na ponta da língua e que ajudarão, e muito, a não se deixar levar por conselhos mágicos e impossíveis de serem realizados.

Principal desafio do investidor

 

Como vimos, existem muitos desafios que você precisa enfrentar para chegar aos melhores retornos da renda fixa e variável. Mas um deles não foi abordado ainda e merece uma atenção especial: o colchão de liquidez.

Esse termo se refere a um montante que serve de proteção em caso de emergência.

É recomendado que você tenha o equivalente a, pelo menos, seis meses do seu custo de vida aplicado em investimentos de alta liquidez, como LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio) de curto prazo, CDB com liquidez diária, títulos do Tesouro Selic, fundos do Tesouro Direto, fundos DI.

Com essa reserva, você pode ficar tranquilo: você terá uma plataforma de sustentação para poder mirar mais alto em seus retornos.

Isso porque os melhores ganhos da renda fixa estão em investimentos de prazo mais longo, como em LCIs/LCAs e CDBs superiores a dois anos, três e quatro anos.

Dessa forma, você pode dividir suas aplicações em diferentes níveis de acordo com seus vencimentos, para que você tenha retornos interessantes e, ao mesmo tempo, liquidez a qualquer momento.

Esse é o primeiro passo para dar início a uma carteira de ativos diversificada em renda fixa e variável.

Invista com o BTG Pactual digital

 

Gostou das dicas para superar os maiores desafios do investidor? Então abra uma conta no BTG Pactual digital.

Quer ver como é fácil? Você não precisa nem sair de casa.

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Aguarde um retorno por e-mail.
  2. Descubra seu perfil de investidor: responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos especialistas: você terá o auxílio de um especialista que o orientará passo a passo em suas aplicações.
  5. Acompanhe os investimentos: através do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Ganhe relatórios personalizados: periodicamente, você vai receber relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações, sugestões de investimentos e comparações com outras opções do mercado.

Conclusão

 

Se esses desafios parecem intransponíveis neste momento, não tenha medo. Tudo fica mais fácil com o tempo.

Em um universo como o de investimentos, há muitos termos técnicos e dúvidas para quem está começando.

Parece informação demais, não?

E é. Por isso, vale a pena ficar ligado no nosso blog e acompanhar, toda semana, mais dicas de investimentos em renda fixa e variável, tanto para o investidor iniciante quanto para o mais experiente.

Ao longo dos textos, você terá muitas ideias e insights que podem ajudá-lo a aplicar seus recursos com maior embasamento e tranquilidade.

No fim das contas, na ponta do lápis, todos esses desafios terão valido a pena, já que você poderá mirar um futuro mais tranquilo e confortável para sua família.

E nessa jornada de investimentos, não esqueça de contar com o BTG Pactual digital, que vai auxiliá-lo em todos os seus passos para investir em busca da concretização dos seus sonhos.

Gostou de conhecer melhor os desafios do investidor? Deixe um comentário contando quais são as suas incertezas e dificuldades sobre o assunto.

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  1. Excepcional explicação, muito esclarecedora e didática ! Parabéns ao autor pelo conhecimento sensacional.

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