Investimentos

Custo de Oportunidade: o que é, tipos e como calcular

Se você está se informando sobre investimentos em renda fixa e variável, já deve ter lido o termo custo de oportunidade.

Ele se refere ao processo de escolha das aplicações: você investe seu dinheiro no ativo A, mas deixa aproveitar o ativo B.

Assim, se o cenário de rendimentos projetado para o investimento A não se confirmar, você terá um custo de oportunidade.

Na prática, não é uma multa, nem um desfalque financeiro com o qual você terá que arcar, mas sim um potencial inexplorado de valorização do seu dinheiro.

Para entender como aplicar esse conceito na prática, preparamos um artigo para que você aprenda mais sobre os seguintes tópicos:

  • Como identificar o custo de oportunidade
  • Em quais situações o custo de oportunidade se aplica
  • Tipos de custo de oportunidade
  • Por que avaliar o custo de oportunidade
  • Exemplos cotidianos desse conceito
  • Exemplos desse custo nos investimentos.

Ficou interessado em saber mais sobre o assunto? Então, siga a leitura.

O que é custo de oportunidade?

 

Custo de oportunidade é o preço que se paga por renunciar a um investimento. Você pode ter esse custo por aplicar seu dinheiro em um outro ativo ou por não investi-lo. Assim, essa oportunidade perdida é o potencial inexplorado de valorização.

Ficou confuso?

Pode-se falar de custo de oportunidade como um termo novo, mas, você vai ver, esse é um conceito que usamos todos os dias sem mesmo perceber.

Imagine que, após um grande período de trabalho, você consegue alguns dias de folga.

A primeira ideia que vem à sua mente é uma viagem para descansar. Ao iniciar o planejamento, no entanto, você lembra de um evento familiar importante no mesmo período.

O que fazer?

Você avalia os prós e contras de cada oportunidade.

Viajar vai proporcionar descanso e novas paisagens, mas o fará perder a chance da companhia dos familiares queridos.

Abortar a viagem representará um ótimo tempo em família, mas adeus descanso.

Resumindo: você abdicou dos benefícios de uma em favor de outra. Isso é custo de oportunidade.

Saindo da perspectiva individual e passando para o social, pode-se pensar no custo de oportunidade como a escolha da alocação dos recursos disponíveis.

Ao pensarmos em um recurso natural não-renovável, como o petróleo e o granito, por exemplo, e um processo de transformação irreversível, como a queima do petróleo e sua transformação em combustíveis, percebe-se que a alocação dos recursos na produção de algum bem ou serviço levará à renúncia de várias outros.

Isso vale também para qualquer bem finito. Se tomarmos os terrenos cobertos por mangue ou floresta nativa e decidir-se realizar uma obra no local, um bem será gerado ao mesmo tempo que algumas renúncias.

Transferindo para economia, o custo de oportunidade é importante na elaboração do planejamento seja de uma aplicação financeira, uma compra familiar ou na gestão de uma empresa.

Por exemplo, ao comprar um automóvel o interessado abre mão de aplicar o dinheiro em qualquer outro investimento, como uma aplicação financeira, em troca dos benefícios que aquele bem proporciona.

É a eterna avaliação que devemos fazer antes de tomar qualquer decisão.

Como não há desembolso de valores, costuma-se dizer que o custo de oportunidade é “invisível”.

Por isso, ao decidir realizar ao realizar um investimento qualquer, deve-se ficar atento se a expectativa de retorno excede o custo de oportunidade, para decidir se é financeiramente viável ou não.

Obviamente, mesmo com as formulações em mão, a decisão sobre qualquer investimento é pessoal, mas avaliar o custo de oportunidade auxilia fortemente na tomada de decisões.

Tipos de custo de oportunidade

 

Normalmente, são quatro os tipos de custo de oportunidade:

Custo de Oportunidade Escondido

O custo de oportunidade escondido é o custo que não está exposto. A consciência do conceito de custo de oportunidade leva à percepção o custo camuflado em cada decisão de investimento.

Custo de Oportunidade Aberto

O custo de oportunidade aberto não leva em consideração o conceito de camuflagem ou o embutimento de custos sob as diversas máscaras contábeis.

Custo de Oportunidade Contábil

O custo de oportunidade contábil é o planilhamento do custo aberto ou camuflado na forma contábil.

Custo de Oportunidade Ambiental

Custo de oportunidade ambiental é o máximo valor que poderia ter sido obtido pelo usufruto de um recurso natural.

Por exemplo, o custo de oportunidade de não desmatar uma reserva de preservação ambiental para a agricultura seria o que se deixa de ganhar com a atividade renunciada.

Exemplos de custo de oportunidade

 

Podemos dar inúmeros exemplos de custo de oportunidade para tornar o conceito mais palpável, mas uma questão precisa estar clara: por mais contas e contas que sejam feitas, a escolha da “melhor” alternativa será sempre subjetiva. Cada indivíduo sabe o que é melhor no seu contexto.

Vamos aprofundar um pouco os exemplos

1) Um cliente conta com capital suficiente para comprar um imóvel à vista, mas tem duas opções: adquirir a casa e ficar descapitalizado após a aquisição ou financiar o imóvel em boas condições e, com o recurso que restar, realizar aplicações e pagar as parcelas com o rendimento.

Assim, o comprador manteria a dívida, mas, ao mesmo tempo, criaria as condições para o pagamento da aquisição.

Como dito inicialmente, em cada oportunidade há vantagens e desvantagens e somente quem poderá definir o que é melhor é o próprio comprador. É preciso respeitar o perfil de cada um.

Ao optar por determinada posição, é necessário analisar o que não consta no contrato. Uma excelente forma de fazer isso é sempre se perguntar: o quanto eu posso ganhar se eu não fizer essa transação ou o quanto eu posso perder se eu fizer?

2) A decisão de adquirir um automóvel é outro exemplo bastante corriqueiro em que avaliamos o custo de oportunidade.

Ao investir R$ 50 mil em um modelo, o cliente não apenas imobiliza o valor das suas economias, mais o valor com combustível, seguro e demais custos.

Caso o valor fosse destinado a uma aplicação financeira, o valor proporcionaria um rendimento do qual os proprietários abre mão pelo período em que permanecer com o móvel.

3) Ao contratar ou demitir um funcionário, uma empresa precisa considerar o custo de oportunidade de mantê-lo, o que envolve muitos cálculos financeiros (produtividade x custos), mas também critérios bastante subjetivos, difíceis de serem mensurados, como, por exemplo, os relacionados à convivência no ambiente de trabalho.

Por que custo de oportunidade é importante?

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Você já pensou em tomar decisões na sua vida sem avaliação?

É possível até ter sorte em alguns casos, mas, provavelmente, na maior parte das vezes em que isso ocorreu o resultado não foi favorável.

Muitas vezes, fazemos muitas avaliações de custo de oportunidade sem planilha, mas para quem investe ou mesmo na vida cotidiana, para pequenas ou grandes movimentações, verificar a melhor alternativa e o impacto das decisões em todos os âmbitos é essencial.

Nos investimentos, calcular o custo de oportunidade significa pesar devidamente os prós e os contras de cada aplicação.

Você pode considerar os riscos envolvidos, o potencial de valorização e o que significaria deixar o dinheiro parado ou aplicado em um título mais líquido, mais seguro e menos rentável.

Como calcular o custo de oportunidade

 

Escolher entre diversas opções é um processo sem fim na vida. Mas e como calcular o custo de oportunidade? Existe fórmula para algo que pode ser, muitas vezes, tão subjetivo?

Não, não existe fórmula mágica, mas, caso a caso, especialmente quando envolvemos recursos financeiros nas decisões, é possível especular algumas maneiras para estimá-lo. Por exemplo:

  • Se houve financiamento na transação escolhida, o custo de oportunidade pode ser dado pelos juros pagos.
  • Em um COE (Certificado de Operações Estruturadas), por exemplo, você deve considerar o pior cenário possível e compará-lo com outros investimentos de renda fixa. Se o pior acontecer, qual foi o custo de oportunidade?
  • Em renda variável em geral, o mínimo que você precisa fazer é comparar potenciais de valorização com títulos seguros de rendimento projetável. Assim, se a ação ou fundo não der a resposta esperada, o que você estará perdendo?
  • Se for um volume alto de recursos e restringir a sua capacidade de investimentos para outras operações, essa limitação deve ser levada em conta. O que você deixará de fazer para investir nesse ativo que está na mira? Leve em consideração todas as escolhas possíveis.
  • O dinheiro poderia ser aplicado sem risco? Em caso positivo, quais os investimentos que poderiam ser realizadas?
  • Observe o Retorno sobre Ativo da empresa. Caso a perspectiva de retorno com a aquisição de determinado ativo for inferior à média da empresa, é possível que a decisão não seja a mais propícia para a melhoria dos negócios.

Para investidores, duas métricas são importantes quando se avalia o custo de oportunidade: a Taxa Selic e o CDI.

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira.

Os títulos de renda fixa são pautados por essa taxa de juros, que em julho de 2017 se encontra no patamar de 10,25% ao ano.

Uma comparação possível de rendimento ao considerar o custo de oportunidade é o título Tesouro Selic, oferecido pelo Tesouro Nacional. Esse ativo tem a rentabilidade atrelada à Selic.

Ou seja, se você opta por destinar seu dinheiro à renda variável e sua projeção de retornos não se confirma, você pode comparar o rendimento obtido com o que alcançaria com o título Tesouro Selic. Esse será o custo de oportunidade.

Já o CDI é o Certificado de Depósito Interbancário, taxa que acompanha de perto as oscilações da Selic e serve como referência para a remuneração de conhecidos investimentos de renda fixa, como o CDB e a Letra de Câmbio.

Vamos, agora, usar, como exemplo, aquele investidor que prefere manter o dinheiro na poupança, com retorno de 0,5% ao mês mais a TR (Taxa Referencial, de cálculo complexo e pequena diferença no resultado).

Ao considerar o custo de oportunidade, calcule o rendimento da poupança em um certo período com a rentabilidade que você teria com um investimento pós-fixado em renda fixa, como o CDB.

Há CDBs que pagam mais de 115% do CDI, enquanto a poupança nunca alcança esse patamar de retorno.

Para fazer essas comparações, uma ferramenta interessante é a Calculadora do Cidadão, oferecida gratuitamente pelo Banco Central.

Vale sempre considerar, também, os descontos em impostos. CDB, por exemplo, apresenta dedução do IR, enquanto LCI e LCA não sofrem essa tributação.

A seguir, vamos entender como, exatamente, isso pode ser aplicado aos investimentos financeiros:

1. Examine o custo da oportunidade de liquidez

O custo de oportunidade relacionado à liquidez é aquele em que você deixa de usar dinheiro em alguma nova aplicação por ele estar aplicado em um investimento que só poderá ser resgatado no vencimento.

Dessa forma, você não pode aproveitar um potencial de lucros por ter um título sem liquidez.

O maior custo de oportunidade quando se trata de liquidez tem relação com a chance de perder um investimento muito bom, porque você não consegue colocar suas mãos em seu dinheiro.

Nessa projeção, porém, é essencial levar em conta que as melhores taxas de retorno da renda fixa se encontram normalmente nos títulos mais longos, sem liquidez total.

Por isso, investir com diferentes vencimentos é uma ótima saída.

2. Compare o custo de oportunidade de investir seu dinheiro em vez de gastá-lo

Em última análise, o dinheiro vale apenas o que pode fazer por você. Se você não cobrar por bens ou serviços, ou doá-lo a uma instituição de caridade que pode fazê-lo, é efetivamente inútil.

Isso nos leva uma questão interessante: quando é hora de gastar dinheiro em detrimento de deixá-lo aplicado?

Como dissemos desde o início, essa é uma questão particular. Nessa hora, você precisa simular os cenários de benefícios que vão afetar a sua vida.

3. Avalie cada decisão

Cada investimento tem seu próprio custo de oportunidade. Historicamente, investir em ações gerou um retorno maior do que investir em títulos, mas o custo de oportunidade é de flutuações de preços mais violentas no curto prazo.

As obrigações, por outro lado, tendem a ser mais estáveis no dia a dia, mas o custo de oportunidade é o risco de a taxa de inflação aumentar, fazendo com que seus títulos percam o poder de compra real.

Por isso, é importante ter em mente que não há investimento “perfeito”.

4. Diversifique

A diversificação é uma forma de não perder tantas oportunidades e restringir ao máximo suas perdas, em qualquer cenário. Ou seja, ela é importante para maximizar seus retornos e limitar seus prejuízos.

Para diversificar, considere as sugestões a seguir:

  1. Crie um colchão de liquidez, com valor equivalente a seis meses do seu salário.
  2. Esse montante deve ser destinado a aplicações altamente líquidas, como Fundos DI, títulos Tesouro Selic, CDBs, LCIs e LCAs de curto prazo.
  3. Para o restante de sua carteira, é importante mirar dois prazos. O primeiro deve ser de um a dois anos, preferindo títulos de renda fixa, como CDBs (acima de 100% do CDI) e LCIs/LCAs (acima de 90% do CDI). O segundo deve ser superior a dois anos, com títulos mais longos de renda fixa.
  4. A depender do seu perfil de investidor, você poderá reservar um percentual pequeno (5% a 15%, no início) de seu portfólio para investimentos que apresentem maior volatilidade. Se você ainda não tiver experiência, comece com fundos de investimento, por exemplo.

Dessa forma, de olho no longo prazo, com aplicações variadas para diferentes vencimentos, você vai ter sempre perdas pequenas e ganhos consistentes.

Invista com o BTG Pactual digital

 

Para tomar as melhores decisões financeiras e investir com consistência, de olho no longo prazo, é importante contar com a assistência de um banco de investimentos sólido e seguro como o BTG Pactual digital.

Com ele, você tem um time de especialistas à disposição, que vão auxiliá-lo em todos os seus passos em renda fixa e variável.

Dessa forma, você terá ajuda para calcular o custo de oportunidade de cada decisão de investimentos.

CDB

O CDB é o Certificado de Depósito Bancário, um dos investimentos de renda fixa com as melhores taxas de retorno.

Tem proteção do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o saldo de até R$ 250 mil em caso de quebra do emissor.

O Imposto de Renda é de 22,5% a 15%, de acordo com o tempo de aplicação, de menos de 180 dias a mais de 720 dias.

Consulte alguns títulos à disposição no BTG Pactual digital.

LCI/LCA

LCI e LCA são as Letras de Crédito Imobiliárias e do Agronegócio, alternativas muito interessantes para quem busca sair da poupança e aumentar sua rentabilidade com segurança.

Além de possuírem a mesma segurança do Fundo Garantidor de Crédito, não sofrem a incidência do Imposto de Renda ou qualquer outra taxa.

Conclusão

Como vimos, uma das melhores formas de enfrentar o custo de oportunidade na sua jornada de investimentos é diversificar suas aplicações.

Com essa diversificação, você terá condições de reduzir as perdas e maximizar os lucros, pois assim poderá enfrentar qualquer cenário.

Uma das dicas para construir essa diversificação de portfólio é contar com a assistência especializada do BTG Pactual digital, que vai auxilia-lo apresentando diversas opções de produtos considerando o seu perfil de investidor para que você defina onde investir seu dinheiro e mirar uma aposentadoria e futuro mais tranquilos e confortáveis.

Só não esqueça, nessa jornada, que o custo de oportunidade está presente em todas as suas decisões – não apenas de investimentos.

Qual é o custo de oportunidade de não acompanhar a apresentação escolar de sua filha?

De não celebrar o gol do seu filho?

Para estar lá nos momentos mais importantes e não sofrer com essas oportunidades perdidas, vale a pena se dedicar agora para organizar seus investimentos e mirar um horizonte de longo prazo, com a valorização adequada do seu dinheiro e do seu trabalho.

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