Comprar ações pode ser uma boa alternativa para investir o seu dinheiro. A bolsa de valores já enriqueceu muitos investidores.

Uma prova disso é o Warren Buffett, que é o segundo homem mais rico do mundo em 2017.

Ao adquirir estes ativos, você passa a fazer parte do negócio e tem a possibilidade de obter retornos além da valorização das cotações.

Uma das maiores vantagens de comprar ações é que você pode investir sem sair de casa. O acompanhamento do desempenho dos papéis ocorre na internet, em tempo real, durante os pregões.

Hoje, há diversas formas de aplicar o seu dinheiro em ações. Então é necessário entender sobre cada uma delas e analisar qual é a mais adequada para os seus objetivos.

Quer saber mais? Então continue lendo este artigo. Hoje, vamos tirar as suas dúvidas respondendo os seguintes tópicos:

  • O que são ações?
  • Quais são os tipos de ações?
  • Quais são as formas de compras ações?
  • Como comprar ações na bolsa de valores?
  • Quais são os riscos de comprar ações?
  • Qual é a forma mais indicada para os iniciantes?

 

O que são ações?

As ações são frações de uma empresa listada na bolsa de valores. O objetivo delas é captar dinheiro para financiar projetos e novas aquisições.

Estes papéis possibilitam a obtenção de dinheiro de forma mais barata do que um empréstimo bancário, então eles são vantajosos para os emissores.

Ao comprar ações, você se torna um sócio da empresa escolhida. Assim, é possível se beneficiar quando ela obtém bons resultados e também dos lucros distribuídos, que são os dividendos.

A negociação das ações ocorre diariamente na bolsa de valores. Elas estão sujeitas às variações por conta das condições do mercado e da própria companhia.

 

Tipos de ações

Antes de comprar ações, você precisa conhecer os seus tipos e características. Assim, você pode decidir qual deles é o mais apropriado para os seus objetivos como investidor.

Saiba mais sobre cada um:

  • Ordinárias (ON): as ações ordinárias permitem que o investidor tenha poder de voto nas assembleias da companhia. Elas recebem percentual de dividendos mais baixo e possuem tag along, que por sua vez, representa o reembolso de parte do valor investido, caso o controle da empresa emissora seja vendido. Ex: ITUB3.
  • Preferenciais (PN): estes papéis têm prioridade no recebimento dos dividendos que vêm em maior percentual do que as ordinárias. Eles não conferem direito ao voto nas assembleias. Ex: PETR4.
  • Units: são ações compostas, ou seja, elas podem ser uma ação ordinária e uma preferencial. A formação delas depende do emissor. A identificação é feita por meio do número 11 contido no papel. Ex: SAPR11.

Os papéis também podem ser classificados de acordo com a capitalização. Ela representa o nível de negociação que eles possuem.

 

Veja como funciona a categorização:

  • Small Caps: elas são ações com menor liquidez no mercado de ações. Assim, os preços podem sofrer variações mais bruscas, portanto, riscos elevados. Esses papéis também são conhecidos como Ações de Segunda Linha. Ex: CARD3.
  • Mid Caps: estes ativos têm maior volume de negociação que as Small Caps. Porém, ainda apresentam oscilações significativas. Elas são emitidas por empresas de médio porte. Ex: WEGE3.
  • Blue Chips: são ações que possuem alta liquidez na bolsa de valores. Geralmente, elas transmitem mais segurança aos investidores, porque são originadas de companhias reconhecidas no mercado. Esses papéis são conhecidos como Ações de Primeira Linha. Ex: ITSA4.

 

Diferentes formas de comprar ações

A bolsa de valores permite comprar ações de diversas formas. Então você precisa entender a forma de funcionamento delas, para definir a mais apropriada para a sua carteira.

Entenda mais sobre cada uma:

Fundos de investimento em ações

Dentre os tipos de fundos de investimento, existem aqueles que tem em ações boa parte de suas carteiras. Os fundos de investimento em ações (FIAs) devem ter pelo menos 67% de seu portfólio aplicado ações. Em geral, eles apostam na diversificação para trazer retornos aos cotistas.

A administração deste ativo é feita por um gestor especializado, que compra e vende os papéis visando lucratividade superior ao desempenho geral do Ibovespa.

Uma das vantagens dos fundos de investimentos em ações é que todos os seus cotistas recebem os retornos de forma igualitária e proporcional à quantidade de cotas que possuem.

Eles podem ser boas opções para quem não tem muito tempo para acompanhar a performance das aplicações.

Os custos de investimentos costumam ser acessíveis. Há fundos com aportes mínimos bastante reduzidos. Então eles podem ser alternativas para diversificar sua carteira com ações.

A desvantagem desta aplicação é que você não pode escolher os papéis que fazem parte da carteira, dado que essa escolha cabe ao gestor.

Clubes de investimento

Os clubes de investimento têm características semelhantes aos fundos. Uma das diferenças é que eles devem ter de 3 a 50 participantes.

A composição da carteira deve ser de, no mínimo, 67% em ações, debêntures conversíveis em ações, cotas de fundos de índices de ações, recibos de subscrição e certificados de depósitos de ações.

Assim como os fundos de investimentos, os clubes possuem gestores que administram as aplicações. Então, você não pode escolher os papéis nos quais deseja investir.

O sistema de condomínio é uma das vantagens desta alternativa. Ele permite que os custos sejam divididos de forma igualitária entre todos os cotistas.

Na maioria dos casos, os custos são mais baixos do que para a aquisição independente.

Então, o clube de investimento pode ser uma maneira mais barata e segura de comprar ações na bolsa de valores.

 

ETFs

A sigla ETF significa Exchange Traded Funds. Ele é um portfólio diversificado de ações.

O objetivo é obter rentabilidade semelhante a um índice da bolsa de valores como, o Small Cap (SMLL) e o Ibovespa (IBOV).

Os ativos são alocados conforme o desempenho do indicador escolhido. Então você não tem controle da composição da aplicação.

De forma geral, os ETFs são investimentos de baixo custo e que podem apresentar uma boa taxa de rendimento.

A recomendação deles costuma ser feita para aqueles que querem comprar ações e investir em um índice, mantendo baixa exposição na bolsa de valores.

 

Montar uma carteira de ações

Uma das opções para comprar ações é montar a sua própria carteira. Geralmente, essa é a alternativa mais indicada para investidores mais experientes, pois, é necessário conhecer o mercado financeiro a fundo.

Desta forma, você tem a liberdade de escolher os papéis de sua preferência e a exposição desejada para cada um deles.

A desvantagem desta alternativa são os custos envolvidos. Para os investidores independentes, eles costumam ser mais elevados. Portanto, os rendimentos obtidos podem ser comprometidos.

Para minimizar esse fator, é recomendável montar a sua carteira com investimento acima de R$ 10 mil.

 

8 passos para comprar ações na bolsa de valores

Agora que você já sabe o que são as ações e as formas de como você pode investir nelas, chegou a hora de conhecer as nossas dicas para acertar em cheio no momento de escolha.

Veja agora oito pontos que você deve considerar antes de investir o seu dinheiro em ativos na bolsa de valores:

 

1 – Conheça seu perfil de investidor

Antes de investir na bolsa de valores, o primeiro passo é conhecer o seu perfil de investidor.

Ele determina as aplicações mais adequadas, de acordo com a sua tolerância aos riscos.

De forma geral, a compra de ações é mais indicada para os investidores mais arrojados, pois, a possibilidade de perdas a curto prazo é maior do que nos ativos da renda fixa.

Aqui no BTG, disponibilizamos o nosso Simulador de Investimentos. Ele é um teste simples e rápido que poderá indicar o seu perfil de investidor!

Basta inserir os seus dados pessoais, informar o seu principal objetivo ao investir e responder algumas perguntas relacionadas ao seu conhecimento sobre o mundo dos investimentos.

 

2 – Estabeleça seus objetivos

Depois de descobrir o seu perfil de investidor, a próxima etapa é estabelecer os seus objetivos financeiros. A partir deles, você poderá comprar ações com mais consciência.

Se a sua meta é investir para a aposentadoria, os papéis podem ser mais voltados para o longo prazo com empresas sólidas, como os grandes bancos.

Caso o seu objetivo seja utilizar o mercado financeiro para conquistar a sua liberdade financeira, as ações mais arriscadas costumam trazer rendimentos mais atrativos.

Para metas de curto prazo, por exemplo, uma viagem de férias, os ativos podem oferecer exposição menor como, os fundos de investimentos e os ETFs.

Note que cada tipo de objetivo influencia no momento da escolha dos papéis. Então você deve fazer esse levantamento com cuidado.

 

3 – Analise o mercado

Para acertar no momento de comprar ações, você deve fazer uma análise do mercado. Ele pode indicar os pontos de entrada para cada ativo.

De acordo com os papéis escolhidos, a avaliação precisa ser do cenário interno e externo. Um exemplo disso são as empresas que também exportam os seus produtos.

Neste caso, as cotações dos ativos são influenciadas pelos movimentos do mercado brasileiro e pelo comportamento do câmbio.

Com a queda de juros, a bolsa de valores se tornou mais atrativa. Assim, os preços dos papéis subiram em relação à 2015. Para você ter ideia, a Ibovespa valorizou cerca de 70% nos últimos dois anos.

Além de analisar o mercado em busca de momentos para comprar ações, o ideal é continuar com esse acompanhamento por meio de notícias e artigos, como os do nosso blog.

Assim, você poderá identificar a hora de vender os ativos e também os períodos de turbulência que devem ser suportados.

 

4 – Escolha a instituição financeira

Para comprar ações, você precisa escolher uma instituição financeira, que por sua vez, pode ser um banco ou uma corretora.

Ela tem a função de intermediar a sua ordem para que ela chegue até a bolsa de valores. Para isso, é oferecido um ambiente de negociação, que é o home broker.

No momento da escolha da instituição, verifique se ela está autorizada para atuar nesta função. A consulta pode ser feita por meio do site da BM&F Bovespa.

Analise também a visão de mercado sobre esta empresa e a opinião dos usuários. Lembre-se de que ela deve oferecer um ambiente seguro e estável para as suas negociações.

 

5 – Verifique a corretagem

Depois de escolher a instituição financeira, você precisa verificar as condições dos preços das corretagens. Os valores variam bastante, então é necessário pesquisar.

A corretagem é cobrada quando uma ordem de compra ou venda é executada. Ela incide sobre todas as operações que ocorrem na bolsa de valores.

Geralmente, a taxa para Day Trade é mais baixa, porque o volume de negociação é elevado.

Muitas pessoas têm preferência pelas instituições que cobram taxa menores. Porém, deve-se analisar se a relação custo-benefício é vantajosa.

 

6 – Não esqueça dos custos operacionais

Além da corretagem, analise os custos operacionais. As cobranças influenciam diretamente nos lucros obtidos nas operações.

Antes de comprar ações, considere a taxa de emolumentos. Ela vem da BM&F Bovespa e corresponde a um percentual do capital investido.

Por fim, temos o Imposto de Renda. Em geral a alíquota é fixada em 15% sobre os rendimentos obtidos na venda das ações.

 

7 – Envie o dinheiro para a instituição

Para comprar ações, você precisa ter margem de capital suficiente. Então você tem que enviar o dinheiro para a sua instituição financeira.

O envio pode ser feito da sua conta bancária por meio do internet banking. A opção de TED permite que o valor depositado esteja disponível para a utilização em poucos minutos.

 

8 – Use o Home broker para comprar e vender as ações

Chegou a hora de colocar a mão na massa e comprar ações na bolsa de valores. Para isso, basta acessar o seu home broker.

Ele contém todas as informações necessárias para que você consiga fazer as operações com os papéis escolhidos.

Para comprar ações, é só selecionar os ativos, informar a quantidade e a cotação desejada e enviar a ordem.

Assim que a cotação for atingida, ela será executada e os papéis entram para o seu portfólio.

A venda de ações ocorre da mesma maneira. Basta você escolher a quantidade e a cotação e fazer uma oferta.

No Day Trade, essas duas atividades ocorrem no mesmo dia. O montante dos papéis comprados e vendidos devem ser iguais.

 

Riscos

Os riscos existem e devem ser analisados. Assim, é possível definir a alocação de capital mais adequada segundo o seu perfil de investidor.

O primeiro fator é o risco da corretora. Ele representa a possibilidade de falência dela. Caso isso aconteça, os papéis são mantidos no seu nome pela CBLC (Câmara de Ações), já o dinheiro disponível em conta poderá ser perdido.

Outro ponto a ser analisado é o risco associado à empresa emissora. De acordo com os resultados do período, as cotações e a visão de mercado serão influenciadas.

No momento de comprar ações, você deve estudar as demonstrações financeiras. Elas contêm informações como, lucros obtidos, endividamento e Ebitda.

O risco de liquidez também é afetado pelo emissor. Este fator demonstra a facilidade em vender uma ação. Resumidamente, quanto maior a liquidez, mais rápido ela será negociada.

As empresas reconhecidas e consolidadas no mercado movimentam grandes volumes de papéis diariamente, por exemplo, Petrobras, Banco do Brasil e a Vale.

Se você precisar do dinheiro investido com urgência, então os ativos de alta liquidez costumam ser recomendados.

O risco de liquidez é importante também para o Day Trade. Geralmente, as operações são feitas com papéis de fácil negociação, porque os movimentos do mercado são rápidos.

Além destes fatores, temos o risco de mercado. Ele representa as condições dos cenários interno e externo que podem mexer nas cotações.

De acordo com a situação do país, as agências como o Moody’s podem diminuir a nota e gerar aversão aos ativos da renda variável.

Já a queda de juros pode aumentar a atratividade do mercado de ações, pois, o crédito fica mais acessível e barato, as empresas listadas em bolsa tendem a se endividar menos e a economia estará mais aquecida.

O risco de mercado é alto diante de crises, como a de 2008. Nestes períodos, o investidor perde boa parte da rentabilidade da renda variável e a exposição costuma ser diminuída.

Portanto, ao comprar ações você deve diversificar uma parte do seu patrimônio de forma a manter a sua carteira com bons retornos.

 

E para você que não tem experiência?

Se você não tem experiência no mercado de ações e quer incluir esses produtos em seu portfólio, uma alternativa de investimento é o fundo de investimento em ações.

O fundo de ações pode ser uma alternativa para os iniciantes na bolsa de valores, pois a exposição aos ativos é mais baixa.

Assim, o investidor pode se proteger um pouco mais da volatilidade dos preços do que se aplicasse apenas em alguma ação específica. Caso contrário, a tendência é que a venda ocorra na primeira queda.

Os riscos também são reduzidos, pois, há diversos papéis na carteira do fundo. O seu dinheiro ficará mais distribuído. Caso uma ação “caia”, uma outra pode “subir” e os retornos totais poderão ser equilibrados.

Com essa aplicação, você poderá entender melhor sobre o mercado financeiro e, posteriormente, poderá passar a investir nos ativos isoladamente.

No momento da escolha de um fundo de ações, você deve analisar os seguintes pontos:

  • Carteira de ativos
  • Taxas e tributos
  • Período de liquidação
  • Riscos
  • Gestão do fundo
  • Nota de rating da instituição

 

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Conclusão

Comprar ações na bolsa de valores pode ser uma boa alternativa para os investidores de perfil moderado e agressivo, pois, eles toleram riscos mais elevados.

Hoje, há diversas formas para fazer essa aquisição como, os ETFs e os clubes de investimento. No momento da escolha, você deve analisar os seus objetivos em relação às características destas aplicações.

Se você está iniciando na bolsa de valores, os fundos de ações costumam ser indicados. Eles têm grau de exposição e riscos mais baixos.

Assim, é possível diversificar a sua carteira de forma segura, porque há um gestor especializado que acompanha o desempenho do fundo diariamente.

Continue aprendendo a investir melhor por meio destes outros artigos do blog:

Conforme você adquirir experiência, será possível montar a sua própria carteira de ações. Com ela, você escolhe todos os ativos desejados e a exposição mais vantajosa para obter retornos atrativos.

Para começar, o primeiro passo é conhecer o seu perfil de investidor. Então a dica é utilizar o nosso Simulador de Investimentos. O teste é simples e rápido. Aproveite e faça o seu agora mesmo!

 

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