Investimentos

Como se proteger de consequências potencialmente drásticas para seus investimentos

Num passado não muito distante, educação financeira era um tema que ficava praticamente restrito ao universo dos bancos e especialistas no assunto.

O investidor comum, como você e outros milhões de brasileiros, simplesmente não sentia a necessidade de se aprofundar no assunto, quando mais facilmente poderia conseguir um rendimento anual líquido de dois dígitos em aplicações bastante simples e seguras, como era o caso da poupança.

Por que um médico ou um advogado, por exemplo, dedicaria seu valioso tempo a estudar alternativas de investimento bem mais arriscadas que, na melhor das hipóteses, gerariam um retorno levemente acima das aplicações mais acessíveis e conservadoras disponíveis no mercado?

Não fazia sentido, certo?

De alguns anos para cá, porém, este cenário se transformou.

O que quero que você tenha em mente agora é que estamos diante de uma mudança econômica bastante singular no nosso país.

E que, querendo ou não, este novo mundo que estamos adentrando terá que ser desbravado, pois só quem fizer direitinho a lição de casa será capaz de fazer suas finanças prosperarem em um ambiente muito mais desafiador.

Não entendeu? Calma que eu te explico…

Para isso, vamos voltar à meados de 2016, quando a Selic estava em 14,25% ao ano.

Naquela época, quem havia aplicado dinheiro num fundo DI, modalidade das mais conservadoras no mercado, conseguia facilmente um retorno líquido de 1% ao mês.

Quem tivesse optado pelo Tesouro Selic, por sua vez, era recompensado com uma rentabilidade ainda maior. E praticamente sem correr nenhum tipo de risco!

Era um cenário que deixava a balança entre renda fixa e variável bastante desequilibrada, dado que o investidor demandava um prêmio alto pelo risco que ele teria que correr ao investir em ações.

Em outras palavras, era muito difícil abrir mão de um rendimento praticamente garantido de 1% ao mês em troca da incerteza de aplicar em uma ação que, por uma série de motivos, podia não só gerar um retorno inferior, como até fazer o investidor perder dinheiro.

Mudanças no cenário do país

Acontece que o tempo passou, muita coisa aconteceu no Brasil desde então e hoje o cenário descrito acima mudou.

A título de comparação, o mesmo fundo DI que rendia 1% ao mês há menos de três anos, hoje rende pouco mais de 0,3%, penando para superar a inflação – lembrando que, quando seu investimento não supera a inflação, você está na verdade perdendo dinheiro, pois seu poder de compra será reduzido.

Além disso, a aposta majoritária no mercado é de que o Copom deve reduzir ainda mais a Selic dos atuais 5,50%, renovando o menor patamar histórico da taxa.

Com o juro básico a 5,50%, por exemplo, a poupança, ainda de longe a modalidade mais popular de investimento entre os brasileiros, está rendendo 3,85% ao ano, contra 3,4% do IPCA, nosso principal índice de inflação.

Depois de anos, acostumado com um retorno muito maior na renda fixa, você está com satisfeito com essa rentabilidade 0,3% ou 0,4% ao mês?

Imagino que não…

Felizmente, temos boas alternativas para que você busque igualar ou até mesmo superar a rentabilidade que era facilmente conquistada durante a era de ouro para a renda fixa no Brasil.

Obviamente, isso vai forçar o investidor mais conservador a sofisticar seus investimentos, a pensar mais no longo prazo e a montar uma carteira muito mais diversificada e balanceada, migrando parte de seus recursos para as ações.

Na verdade, apenas nos aproximaremos do cenário observado lá fora, já que a baixa penetração em renda variável (nem 1% da população) é uma verdadeira jabuticaba.

Dito isso, e sabendo que nem todos possuem uma disposição ao risco, a dica é iniciar a transição de forma gradual, sempre baseando suas decisões em opiniões de especialistas.

Se o objetivo é encontrar uma aplicação conservadora que busque a melhor relação risco x retorno, o fundo Tesouro Selic Simples do BTG Pactual digital aparece como uma grande opção.

Quer saber mais detalhes sobre o Tesouro Selic Simples? Clique aqui!

Uma alternativa que merece atenção

Primeiro fundo do tipo no mercado a oferecer taxa zero de administração, o BTG Pactual digital Tesouro Selic Simples FI RF, permite ao investidor uma exposição ao Tesouro Selic (a antiga LFT), a um custo menor do que quem compra o título diretamente pelo Tesouro Direto.

Mas, se você possui um apetite maior ao risco, também derrubamos a taxa do fundo indexado ao Ibovespa para apenas 0,10% ao ano, facilitando a travessia do universo da renda fixa para o mundo das ações.

Por fim, como sabemos da importância de se construir um portfólio diversificado e equilibrado, reduzimos também para 0,10% as taxas de nossos fundos de ouro e dólar, ativos essenciais para proteção do patrimônio em tempos de incerteza global.

Medidas importantes e verdadeiramente transformadoras, mas que ainda refletem uma pequena parte de tudo que estamos fazendo aqui para melhorar a vida de pessoas como você.

Com uma plataforma de investimentos focada no varejo, queremos ajudá-lo a cuidar melhor de seu valioso patrimônio, otimizando seu retorno ao longo do tempo.

Tudo de maneira fácil e segura, sem cobrança de taxa de abertura, manutenção e encerramento da conta.

Gabriel Casonato

Gabriel Casonato:

Gabriel Casonato é formado em Administração com habilitação em Comércio Exterior pela Universidade Mackenzie e foi sócio da maior publicadora de conteúdos de investimentos do Brasil. Hoje, é analista CNPI do BTG Pactual digital.

 

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    1. Olá, Erinelson! A B3, Bolsa de Valores brasileira, não determina valor mínimo para começar a investir. Contudo, o ideal é que você comece com um valor que consiga cobrir os custos e ainda obter lucros. Já conhece o nosso canal do Youtube? Temos diariamente uma live com o Analista Lucas Claro. Essa live pode te ajudar em sua jornada de investimento em ações. Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCE5Uu3nZlVbTur6xwhdoKhg?view_as=subscriber

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