Investimentos

7 Maneiras de Investir seu Dinheiro em 2018 além da Poupança

Existem maneiras de investir que contemplam qualquer objetivo e perfil.

Quem prioriza a segurança, encontra boas opções.

Quem mira rentabilidades maiores, também.

E aqueles que focam no equilíbrio da carteira ou na sua diversificação não ficam de fora.

Então, como escolher a aplicação financeira que mais combina com você?

Como veremos neste artigo, além de entender seu próprio modo de enxergar os investimentos, a definição de uma meta clara faz toda a diferença.

Será a partir dela que você vai construir uma estratégia para poupar – e que não tem nada a ver com a famosa caderneta de poupança.

Quer conhecer boas maneiras de investir dinheiro ainda neste ano?

Então, siga a leitura!

Tenha Metas de Curto, Médio e Longo Prazo Bem Definidas

Nosso primeiro passo nessa empreitada é direcionar o seu perfil de investidor.

É importante conhecê-lo antes de definir quais serão as metas de curto, médio e longo prazo.

Só há um jeito de saber o seu perfil, que é realizando um teste de perfil de investidor.

Para isso, a dica é que experimente esta ferramenta: o simulador do BTG Pactual.

Basta responder a algumas perguntas e o simulador irá entender o que você espera da aplicação, qual risco tolera e como vê as possibilidades de rendimento.

Tendo essa definição bem clara, é hora de passar às metas.

Fazer perguntas do tipo “como?”, “quando?”, “onde?” e “até quanto?” podem ajudar a medir suas necessidades.

Você quer um retorno para amanhã? Para o ano que vem? Ou pensa lá na frente, na aposentadoria?

Afinal, para que pretende utilizar o retorno do valor investido?

Até onde está disposto a investir e arriscar para obter uma melhor rentabilidade?

Ao alinhar seu perfil aos objetivos, você se aproxima da solução mais adequada.

Por exemplo, um conceito que faz toda diferença aqui é o de liquidez.

Significa a capacidade que um determinado ativo tem para se transformar em dinheiro.

A liquidez é o que leva muita gente a se manter presa à caderneta de poupança, já que ela permite saques diários.

No entanto, essa liquidez não é absoluta, como muitos pensam.

O que acontece é que, para ter rendimento, um depósito na poupança precisa ficar lá, intocável, por 30 dias.

É apenas no “aniversário” da aplicação que ela recebe juros.

Se você depositar hoje R$ 500 e sacar em duas semanas, será o mesmo que ter deixado o dinheiro parado na carteira – ou no colchão.

O fato é que há muitas maneiras de investir dinheiro com segurança e liquidez melhores que a caderneta.

E quando se fala que poupar para investir é importante, não necessariamente estamos falando dessa que é a aplicação financeira preferida dos brasileiros.

Vamos entender melhor essa relação?

Estabeleça uma Meta para Poupar Mensalmente

Você não precisa de altas quantias para fazer um investimento.

No Tesouro Direto, por exemplo, que é uma aplicação muito mais atrativa que a poupança, é possível iniciar investindo apenas R$ 30.

Obviamente, se fizer isso, terá, depois de um ano, um ganho pequeno.

Veja que a questão central não está na ausência de maneiras de investir, mas no quanto e de que forma você está disposto a aplicar.

Ainda que seu perfil seja mais conservador, rentabilidades atrativas existem, porém exigem maiores esforços financeiros.

Não faz ideia de como alcançar isso?

O caminho é poupar, se possível mensalmente.

Quando você estabelece uma meta, como uma importante aquisição, um carro, uma casa ou uma viagem de férias, tudo se torna mais fácil.

Será essa meta que vai servir como motivação para poupar.

Persegui-la e alcançá-la dependerá do seu esforço para guardar dinheiro, gastando menos e gastando bem.

Acompanhe o raciocínio do educador financeiro Reinaldo Domingos, um dos mais conceituados do país, nesta entrevista ao jornal Folha da Manhã:

“É preciso reestruturar o hábito das famílias, fazer com que elas conversem sobre finanças, criem planos, e que os pais ensinem aos filhos que o dinheiro usado de maneira correta permite realizar sonhos. Por isso, é importante saber como poupar, investir e gastar.”

Vale destacar este trecho: o dinheiro usado corretamente permite realizar sonhos.

Sonhos, metas, objetivos…

Não importa como você quiser chamar, um bom começo é poupar 10% dos seus rendimentos visando um investimento futuro.

Assim, se o seu salário aumentar no período, ou sua renda for variável, você terá uma forma clara de guardar dinheiro.

Não existe um valor que seja considerado “uma boa quantia” para começar a sua aplicação. No BTG Pactual digital, por exemplo, você poderá encontrar opções como o Tesouro Direto, em que se pode realizar investimentos a partir de aproximadamente R$ 30, títulos de renda fixa a partir de R$ 1 mil e fundos de investimento a partir de R$ 3 mil!

7 Maneiras de Investir seu Dinheiro buscando um Rendimento Maior que a Poupança

Agora que você já tem bons motivos para poupar, vale se concentar sobre onde aplicar seu dinheiro.

Vamos mostrar algumas opções para facilitar a sua decisão.

Confira agora sete diferentes aplicações financeiras. Vale lembrar que, antes de investir em cada uma delas, você deve conhecer muito bem o produto e avaliar a compatibilidade com o seu perfil de investidor.

Certificado de Depósito Bancário

O CDB, Certificado de Depósito Bancário, é um produto financeiro fácil de entender. Ele é um título de renda fixa emitido por bancos.

Nessa modalidade, é você que “empresta” dinheiro ao banco. Por isso, ao final do período contratado, você recebe o valor que investiu acrescido de juros.

Na prática, o seu dinheiro é que financia outras pessoas, as quais buscam por crédito junto às instituições financeiras.

Podem ser três as modalidades de CDB: títulos pós-fixados, prefixados e híbridos.

Os títulos pós-fixados estão relacionados a uma taxa de mercado, podendo sofrer variações.

Em geral, a taxa de remuneração é atrelada ao CDI, o Certificado de Depósito Interbancário.

Seu valor fica muito próximo à Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira.

Com os títulos prefixados, por sua vez, você já fica sabendo no momento da contratação quanto irá receber ao final do investimento.

 

Já os títulos híbridos carregam um pouco das duas formas de rendimento.

Ou seja, eles associam a remuneração a uma taxa fixa de juros e também à variação de um índice de inflação, que é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Para investir em CDB é muito fácil: basta ter uma conta aberta e ativa, selecionar o título de acordo com o valor mínimo e prazos e realizar a aplicação.

Por suas características, o CDB costuma ser indicado a diferentes perfis, inclusive integrando uma estratégia de diversificação de investimentos.

É importante citar ainda que o CDB tem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

O instrumento banca o saldo da aplicação dentro de um limite de R$ 250 mil por CPF por conglomerado financeiro, caso ocorra a falência da instituição emissora.

Fique atento ao vencimento desses títulos. Alguns deles tem liquidez diária, mas em parte dos casos o valor deve ficar investido durante um intervalo de tempo, que pode variar de meses a anos. Antes de investir, certifique-se do prazo para não ter surpresas.

Além disso, verifique sempre o perfil de risco de cada produto.

Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio

Você já ouviu falar em LCI e LCA?

Essas modalidades de renda fixa podem proporcionar maiores rendimentos que a poupança e o melhor: não há incidência de Imposto de Renda sobre os ganhos do investidor.

Em ambas, você empresta dinheiro ao banco e ele devolve o valor aplicado somado a um rendimento.

Os dois investimentos são muito parecidos.

O que muda mesmo é o destino dado ao seu dinheiro.

Como os nomes indicam, a Letra de Crédito Imobiliário é um título que fomenta os empréstimos no setor imobiliário.

Já a Letra de Crédito do Agronegócio funciona da mesma forma, mas dessa vez os recursos são aplicados no setor de agronegócios.

Os custos de investimentos são restritos à sua aplicação.

Não há taxas administrativas e não é difícil encontrar opções que não cobram a chamada taxa de custódia.

Assim como no CDB, há proteção do FGC e a possibilidade de investir nas modalidades prefixada e pós-fixada. Contudo, não há LCI ou LCA híbridas.

Tesouro Direto

Se você vem cogitando a ideia de deixar a poupança para trás como investimento, certamente já ouviu falar que uma possibilidade é aplicar no Tesouro Direto.

Mas do que se trata?

O Tesouro Direto é um investimento de renda fixa criado pelo Tesouro Nacional para estabelecer a compra e venda de título públicos.

Ele é fruto de um programa em parceria com a BMF&Bovespa, a qual existe desde 2002.

Os valores aplicados são utilizados pelo Governo Federal para financiar obras de infraestrutura, saneamento, educação, entre outros destinos.

Tudo pode ser feito pela internet, de forma fácil.

Isso contribui para que 1,5 milhão de pessoas tenham dinheiro aplicado na modalidade, conforme estimativas.

Além disso, como já explicamos, você pode começar investindo a partir de R$ 30,00.

Embora não conte com a proteção do FGC, o Tesouro Direto é uma das aplicações mais seguras do mercado financeiro quando se pensa em garantia do crédito.

Afinal, ele tem a garantia de pagamento do Governo Federal.

O risco, nesse caso, seria o país entrar em colapso e quebrar – o que é uma ameaça muito improvável.

Quanto à remuneração, caso mantido até o vencimento do título, há a garantia de que o investidor recebe de volta o valor aplicado acrescido de juros, o que varia conforme o tipo: prefixado, pós-fixado ou híbrido.

Para se tornar um investidor, é só ter um CPF e abrir a sua conta em uma instituição financeira credenciada.

Nessa escolha, considere que o Tesouro Direto possui uma taxa de custódia de 0,3% ao ano e que pode haver ainda a cobrança da taxa de administração, dependendo da instituição.

Há, no entanto, instituições que não cobram essa taxa de administração, como é o caso do BTG Pactual digital.

Quanto à tributação, o Tesouro Direto está sujeito à incidência do Imposto de Renda, que varia de 15% a 22,5%.

Os títulos do Tesouro Direto possuem alta liquidez, no entanto, tenha muito cuidado ao vender seus títulos antes do vencimento, dado que, à exceção do Tesouro Selic, os títulos sofrem a marcação a mercado.

Em outras palavras, eles possuem volatilidade, variação do valor pago pelo título.

Para conhecer mais sobre o investimento, visite o site do Tesouro e experimente o seu simulador.

Fundos DI

Os fundos de investimentos são formados por uma carteira de ativos financeiros que disponibilizam cotas para captação de recursos.

Vamos traduzir para termos mais simples.

É como se estivéssemos morando em um condomínio, onde cada morador adquire uma cota – que equivale a um apartamento.

As decisões de alocação dos recursos será feita por um profissional responsável pela gestão dos fundos, que irá sempre respeitar o seu regulamento. Por isso, é muito importante ler os regulamentos dos fundos antes de fazer seus investimentos.

No caso do Fundo DI, os recursos investidos serão destinados prioritariamente a títulos públicos, conforme previsto no seu regulamento.

Esse tipo de fundo é composto por títulos pós-fixados de renda fixa (95%), com parcela considerável aplicada em títulos do Tesouro.

A sua rentabilidade acompanha a taxa DI (expressão que designa o CDI, Certificado de Depósito Interbancário). Dessa forma, ela fica bem próximo da Selic.

Tudo isso faz do Fundo DI um investimento  sem grande volatilidade.

Em termos de liquidez, o Fundo DI é uma ótima aplicação, já que pode ser resgatado a qualquer momento.

No entanto, ele sofre incidência semestral do Imposto de Renda, através de um elemento chamado de come-cotas.

Além disso, se fizer o resgate antes de 30 dias, paga também IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras.

Outro ponto a ser destacado é que fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

Fundos multimercado

Esse é um tipo de fundo que resume bem o conceito de diversificação de investimentos.

Em fundos de investimento multimercado, é possível aplicar em qualquer tipo de ativo, seja ele de renda fixa ou de renda variável e até mesmo em moedas estrangeiras, claro que sempre respeitando o que for determinado em seu regulamento.

Dessa forma, ele pode mesclar tanto aplicações mais conservadoras quanto outras mais arrojadas.

O ponto negativo, no entanto, é que esses fundos costumam praticar taxas mais elevadas.

Além disso, além da taxa de administração, existe uma chamada taxa de performance, que é cobrada quando o rendimento obtido supera a referência anteriormente determinada. No entanto, pagar essa taxa de performance é um bom sinal! Significa que o fundo está performando bem!

Como já mencionamos anteriormente, vale ressaltar que fundos de investimento não contam com a garantia do FGC.

Certificado de Operações Estruturadas

Temos aqui, mais uma vez, a combinação de renda fixa com renda variável.

Essa modalidade foi lançada há pouco tempo no Brasil, tendo sido regulamentada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) do Banco Central no segundo semestre de 2013.

Ainda assim, pode integrar a carteira de quem busca diversificar investimentos, sempre dependendo do perfil do investidor e do produto.

São duas as formas de aplicação: com capital protegido ou com capital em risco.

A diferença é que só a primeira tem a garantia de devolução do valor nominal inicial.

O título é emitido por um banco ou corretora, que define seu vencimento, valor mínimo para a aplicação, um indexador e o cenário definido de ganhas e perdas.

Apesar disso, não há como precisar qual será o rendimento final alcançado.

Com a queda nos juros, o Certificado de Operações Estruturadas (COE) se torna mais atrativo por poder contar com a rentabilidade da renda variável.

Além disso, ele cobra Imposto de Renda apenas no resgate, seguindo para isso a tabela regressiva da renda fixa, que vai de 22,5% a 15% da valorização no período.

Outra vantagem é que não possui come-cotas (antecipação do Imposto de Renda) e também não há taxas de administração, performance ou custódia.

Mas atenção: o COE não possui proteção do FGC.

Previdência Privada

Se uma aposentadoria tranquila está entre os seus objetivos, uma das melhores maneiras de investir é na previdência privada.

Alternativa de fonte de renda complementar, ela cresce com o aumento nos debates a respeito de mudanças nas regras da previdência pública.

O valor aplicado é reinvestido para gerar rendimento e liberado conforme o prazo acertado.

A previdência privada pode pagar tanto de forma integral o valor investido quanto em parcelas.

Há duas modalidades.

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é mais apropriado para investidores com renda tributável e que declaram o Imposto de Renda no formulário completo, que tenham rendas elevadas, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual.

Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda pelo formulário simplificado.

Nesse caso, a tributação incide somente sobre o rendimento obtido pelo beneficiário.

Fique atento às taxas para investir, como administração e carregamento.

Sobre essa última, vale destacar que ela não é cobrada pelo BTG Pactual digital.

Diversifique seus investimentos

Agora que conhece diferentes maneiras de investir, a dica é que não se restrinja a apenas uma delas.

Uma estratégia inteligente é ter um portfólio que contemple investimentos diferentes.

É muito importante que as suas aplicações variem em risco, em rentabilidade e ainda em vencimento.

Isso aumenta a proteção do seu patrimônio e investimentos contra as oscilações da economia.

O primeiro passo é criar o chamado colchão de liquidez, que funciona como uma espécie de reserva financeira contra qualquer imprevisto ou emergência.

Conforme chegar a esse montante, pode buscar maiores rentabilidades, que geralmente estão associadas ao longo prazo.

Assim, ao construir a sua carteira, pense em renda fixa e variável, cogite prazos variados de vencimento (um ano, cinco anos, dez anos, etc.) e ainda rentabilidades prefixadas, pós-fixadas e híbridas.

Invista com o BTG Pactual digital

Veja como é fácil se cadastrar no BTG Pactual digital e ter esse parceiro em seus investimentos:

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail.
  2. Descubra seu perfil de investidor: depois de aberta a sua conta, responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos assessores: você terá o auxílio de um assessor que o orientará passo a passo em suas aplicações informando quais são os produtos mais adequados ao seu perfil e facilitando a sua escolha.
  5. Acompanhe os investimentos: por meio do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Tenha acesso a relatórios personalizados: periodicamente, você terá acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações.

Conclusão

Poupar nem sempre está relacionado à caderneta de poupança.

Outros produtos, como os que apresentamos a você, podem representar um padrão de rentabilidade bem mais atrativo.

A pergunta que não quer calar: qual produto vale mais a pena?

Claro que tudo depende de seu perfil e de seus objetivos, mas fica claro que existem melhores investimentos que a poupança.

O importante é que agora você tem as informações que precisa para mirar cenários mais rentáveis, sem abandonar seu apreço pela segurança.

Poupe, mas invista bem o seu dinheiro.

Siga estudando o assunto, visite nosso blog e leia mais sobre investimentos.

E se precisar contar com uma instituição sólida para guiar suas aplicações financeiras, tenha o apoio do BTG Pactual digital.

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Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

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