Investimentos

Educação Financeira: o que é, por que é importante e dicas

A educação financeira é essencial para quem busca valorizar o seu trabalho. Isso porque, você se esforça para obter o dinheiro a partir do seu esforço diário e não quer desperdiçá-lo deixando o salário parado embaixo do colchão ou em uma caderneta de poupança.

Por isso, a educação financeira ensina como atingir seus objetivos de vida a partir de dois pilares básicos: a organização dos gastos e a alocação desses recursos.

Se você não tem limites em seus gastos mensais, não há salário ou renda que aguente: cedo ou tarde, a fatura vai chegar mais alta do que sua condição suporta, e aí todo o seu esforço cai por terra.

E, igualmente, se você não investe corretamente os recursos que sobram todo mês, eles são corroídos pela inflação.

Então, neste artigo, você vai aprender sobre os seguintes tópicos:

  • Como começar a organizar suas finanças
  • A importância da educação financeira em todas as etapas da vida
  • Dicas práticas de organização financeira
  • Destinos interessantes para o seu dinheiro.

Ficou interessado? Siga a leitura.

Por que a educação financeira é importante

Imagine uma vida em que todas as pessoas são conscientes sobre o quanto ganham, sabem economizar, não compram bens por impulso ou que são desnecessários para os seus objetivos.

Saiba que esse cenário está longe de ser a realidade da grande maioria dos brasileiros.

E o resultado disso é nítido no dia a dia: descontrole financeiro e um crescente em dívidas mesmo para aqueles que têm uma renda confortável.

Pois bem, educação financeira é a resposta para evitar todos as questões citadas acima. Em um contexto de classe média, no Brasil, o tema ainda é tratado como um tabu.

Seja em casa ou na escola, falar sobre dinheiro normalmente só é abordado quando o contexto é de dificuldade, o que cria uma ideia equivocada sobre o assunto.

Na prática, esse tema precisa vir à tona muito antes, para que a dificuldade financeira não apareça..

Ao tratar de dinheiro, de finanças e de investimentos, não se está falando apenas sobre ambição e lucros, e sim sobre proteção e segurança.

Se você sabe lidar direito com sua vida financeira, tem menos chances de passar por apuros no futuro.

O que significa educação financeira?

Quando se fala em educação financeira, muitos pensam apenas na ideia de economizar. Está errado.

Educação financeira é muito mais do que só economizar por economizar.

Esse tema está relacionado à forma como compreendemos o dinheiro e todas as informações relacionadas a ele.

O objetivo de uma educação financeira consistente é o de tornar o indivíduo consciente para todas as decisões que envolvam dinheiro, ou seja, que ele esteja ciente das oportunidades e riscos de todas as ações que pode tomar.

Uma educação financeira é importante por conta da segurança que ela proporciona.

Pessoas bem sucedidas e independentes financeiramente muito provavelmente tiveram uma boa educação quando o tema é finanças pessoais.

E quando falamos isso não estamos nos referindo apenas a casos de pessoas ricas. Muito longe disso.

Educação financeira é importante para pessoas em qualquer faixa de renda, que buscam tranquilidade e segurança material para poder aproveitar a vida da maneira que acharem mais conveniente.

Saber ganhar, economizar e investir os seus recursos é a melhor maneira de garantir essa segurança e somente uma boa educação financeira pode proporcionar esse benefício.

Dicas de educação financeira

Apenas a consciência da importância da educação financeira não é o suficiente. Seguem abaixo algumas dicas para melhorar sua relação com o dinheiro.

Ganhe, economize e invista

É bastante provável que as pessoas que você conhece que são bem sucedidas sem ganhar na loteria ou por herança milionária sejam conscientes sobre estes três passos.

Ter consciência sobre o valor que se levanta com o trabalho todo o mês é o primeiro passo.

Parece óbvio, mas muitos profissionais, mesmo os com salário fixo, se perdem com os valores ganhos em meio a pagamento de empréstimos e pagamento de dívidas.

No caso de trabalhadores autônomos, um controle sobre os recursos que entram todo o mês é ainda mais importante.

Para esses, os ganhos entram na conta aos poucos, o que ao final de 30 dias, se não bem contabilizados, podem gerar uma ideia irreal sobre a renda.

Tendo consciência sobre a renda mensal é o momento de conhecer a quantidade e a qualidade dos gastos feitos todo o mês.

Colocar no papel as despesas fixas (como aluguel, prestação da casa, luz, água e internet) e as variáveis (passeios, lazer e viagens, por exemplo) é essencial para conhecer a sua realidade financeira e os gastos.

A partir deste movimento é que o interessado poderá refletir sobre os seus hábitos e perfil de consumo e de quebra identificar onde poderá gerar economia de recursos para o próximo passo.

Investir o dinheiro economizado é um passo fundamental para quem busca segurança financeira.

Os recursos deslocados para a carteira de investimentos serão essenciais para dar o suporte financeiro necessário para atingir os seus objetivos.

E o melhor, o dinheiro aplicado trabalha por você sem a necessidade de acompanhamento constante.

Após a reflexão sobre quais as melhores alternativas, a sua renda estará crescendo de forma constante e planejada.

Faça aplicações mensais

Sim, conhecendo o seu orçamento e gastos é possível reservar uma parcela mensal dos ganhos para investir. E aqui investir passa longe de colocar o dinheiro na caderneta de poupança.

A aplicação mais que tradicional foi por muito tempo, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, referência quando o assunto era preservar o valor do dinheiro do dragão inflacionário.

Felizmente, esse tempo passou e agora ela está longe de representar a melhor forma de rentabilizar as economias.

Na hora de escolher as melhores aplicações, tudo dependerá do seu perfil de investidor.

Para quem está começando a ter mais consciência sobre o orçamento e quer aliar segurança e rentabilidade acima da média da poupança, modalidades como o Certificado de Depósito Bancário (CDB), o Tesouro Direto, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e mesmo fundos de investimento estão entre as mais populares no mercado.

Estipule metas

Objetivos e metas são necessários para qualquer planejamento.

São eles que motivarão o interessado a promover as mudanças necessárias na rotina para levantar os recursos necessários.

Por exemplo, uma viagem desejada por toda a família provavelmente exigirá recursos extras e motivará o interessado no caminho de educar-se financeiramente.

Pode ser uma viagem, um carro, qualquer objetivo que gere motivação real do investidor.

Viva um degrau abaixo

Esta dica é simples. Se você tem uma renda média mensal em torno de R$ 5 mil, busque viver com o padrão proporcionado por uma renda de até R$ 4 mil.

Parece bobo, mas esta dica permite um planejamento com mais tranquilidade, gera recursos para investimentos periódicos e amortece o impacto em caso de algum imprevisto financeiro.

E quando se fala em viver um grau abaixo, não se fala em voto de pobreza.

Alterando produtos e serviços, fazendo pequenas intervenções na rotina diária já é possível economizar sem ter queda na qualidade de vida.

Tenha objetivos de curto, médio e longo prazo

Objetivos de curto, médio e longo prazos são essenciais para motivar o interessado.

Por exemplo, definir um plano único para ser alcançado em cinco anos pode gerar desmotivação no meio do caminho.

Por isso, definir objetivos que possam ser alcançados em prazos pequenos, outros no horizonte de médio prazo até outros mais distantes mantém a motivação.

As pequenas vitórias do curto prazo levarão até o médio e assim consequentemente.

Esteja preparado para imprevistos financeiros

Planos são perfeitos na teoria e ajudam muito a guiar a ação prática, mas, sim, muitas vezes imprevistos acontecem e podem colocar a perder uma longa jornada.

E como evitar que isso desmotive e faça reiniciar do zero uma jornada?

Quando falamos em economizar, um dos passos para o bom planejamento financeiro, destinar recursos para o caso de algum imprevisto está entre eles.

Pode ser uma demissão, uma obra de reparo emergencial em casa, uma oportunidade de curso imperdível.

Se fizermos o dever de casa, economizarmos e investirmos os recursos, em caso de uma necessidade imprevista eles estarão lá e ajudarão a amortecer o impacto.

Saiba a diferença entre preço e valor

Esta é uma diferença importante para quem busca conhecer melhor o seu perfil e mudanças na rotina em busca de economia e investimentos.

O preço de algum produto é o quanto se paga por ele.

Um sapato, uma roupa, um carro, esses e qualquer outro objeto custam algo. Valor é o quanto aquele produto adquirido tem no longo prazo.

Por exemplo, uma compra por impulso de um sapato de marca que vai se somar a outras dezenas de pares já adquiridos têm um preço, mas o valor dele no longo prazo provavelmente não será muito grande, ou seja, aquela compra perderá o sentido em pouco tempo.

Compreender esta diferença será fundamental na hora de economizar.

De modo geral, se o preço for maior que o valor do produto, esta é uma compra que pode ser reavaliada.

Busque informações

Aprender sobre finanças passa pela busca de informações. E aqui essa busca é ampla.

Buscar textos na internet, conversar em casa, com a família, com amigos e também com especialistas profissionais, são boas maneiras de ficar em contato com o assunto.

Essa busca não deve ser algo penoso.

Assim como qualquer outro tema, a educação financeira pode e deve ser parte das conversas do dia a dia.

Tornar o assunto natural é uma parte do processo.

E você vai ver: ao iniciar a conversa com qualquer pessoa, todos sempre terão algo a contribuir, seja uma experiência boa ou uma experiência ruim.

Ouvir todos os lados é muito positivo para formar uma consciência financeira positiva.

Aprenda a investir

Aprender a investir é muito importante para quem começa a organizar suas finanças. Se você fizer a lição de casa, vai começar a sobrar dinheiro.

E aí não adianta apelar para a velha caderneta de poupança: ela compete apenas com a inflação.

Para aprender a investir, é preciso, antes de tudo, conhecer-se bem. Qual o seu perfil de investidor? Quais os seus objetivos no curto, médio e longo prazo?

Tendo estas duas informações em mente, fica mais fácil estabelecer uma estratégia de ação.

Quanto ao perfil de investidor, normalmente ele se caracteriza entre o conservador e o que está disposto a tomar mais risco para buscar maiores rentabilidades.

Para o primeiro, como já dissemos aqui, aplicações como CDBs, LCI e LCA, Tesouro Direto podem ser as mais indicadas.

Para os que se encaixarem no segundo perfil, modalidades do mercado de ações podem ser mais atrativas, ao mesmo tempo que exigem maior dedicação e conhecimento por parte do interessado. Por isso, fique sempre muito atento ao seu perfil de investidor!

Conheça um pouco mais sobre as modalidades mais comuns de investimento:

CDB

O Certificado de Depósito Bancário está entre as opções mais populares de investimento do Brasil devido à garantia de baixo risco, facilidade de aplicação e rendimento maior na comparação com a caderneta de poupança.

Ao contrário da poupança, que conta com uma rentabilidade fixa determinada pelo Governo Federal, o CDB conta com uma remuneração variável de acordo com o emissor escolhido.

Tradicionalmente, são três os tipos de CDB oferecidos:

  • Prefixado: em que o cliente sabe exatamente em quanto será remunerado já no momento da contratação.
  • Pós-fixado:com remuneração normalmente atrelada ao valor do CDI.
  • Híbrido: com rentabilidade associada a uma taxa fixa de juros e à variação de um índice de inflação.

Tem IOF para aplicações inferiores a 30 dias, Imposto de Renda que varia de acordo com o prazo de aplicação (22,5% para menos de 180 dias a 15% para mais de 720 dias), isenção de tarifas administrativas e liquidez variável conforme o título.

Tesouro Direto

Criado no início da década de 2000 pelo Tesouro Nacional em parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é uma das modalidades mais seguras do mercado, pois quem garante a sua remuneração é o governo do país.

Entre as vantagens do Tesouro Direto estão a facilidade para aplicação, uma vez que títulos podem ser adquiridos por valores a partir de R$ 30, é a segurança do investimento.

Os títulos do Tesouro Direto podem ser classificados em prefixados, pós-fixados ou híbridos.

Os seus rendimentos podem ser vinculados à Selic ou ao IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.

Também possui IOF para aplicações inferiores a 30 dias, incidência do Imposto de Renda de acordo com o prazo de aplicação (22,5% para menos de 180 dias a 15% para mais de 720 dias).

A liquidez aqui é alta, já que o Tesouro Nacional se compromete a comprar os títulos a qualquer momento, com remuneração em um dia útil.

Atenção: os títulos Tesouro Selic não têm marcação a mercado, enquanto os outros podem se desvalorizar ou valorizar antes do vencimento.

Há ainda uma taxa de custódia, de 0,3% ao ano sobre o investimento total, que deve ser considerada no seu cálculo de rentabilidade.

Além dessa taxa, alguns bancos e corretoras cobram uma taxa de administração (cada vez mais rara).

Fundos de investimento

O fundo de investimentos é uma aplicação em que o investidor faz um aporte inicial, adquire cotas e esse dinheiros se soma ao patrimônio líquido para a aplicação em diferentes títulos.

Com um gestor profissional dedicado à administração dos recursos, o objetivo é mirar rendimentos superiores ao que o investidor obteria por conta própria. Para fazer isso, o gestor terá como base um regulamento, que o indicará os limites de cada tipo de ativo na carteira do fundo.

Cada investidor que destina recursos possui uma parte do fundo, chamado de cota, que segue uma série de normas para obter a remuneração.

Em geral, é uma forma prática de investir as economias, já que profissionais habilitados estarão cuidando da administração e buscando sempre a melhor forma de rentabilidade para o cliente.

Os fundos podem ter IOF, Imposto de Renda (com come-cotas, antecipação do recolhimento a cada seis meses), taxa de administração (que remunera a gestão) e taxa de performance (que premia o bom desempenho do fundo). Leia sempre todos os materiais informativos do fundo para obter todas as informações necessárias antes de realizar qualquer aplicação.

Existem fundos de diferentes tipos, que podem atender a investidores de todos os perfis.

Há aqueles mais arrojados (por exemplo, multimercados com derivativos) e existem também aqueles mais conservadores (por exemplo, fundos de renda fixa de Tesouro Direto).

Invista com o BTG Pactual digital

Para auxiliar em sua jornada de educação financeira, nada melhor do que contar com uma instituição financeira sólida e confiável, como o BTG Pactual digital, que oferece um time de profissionais que auxiliarão em todos os seus investimentos em renda fixa e variável.

Veja como é fácil abrir uma conta:

  1. Cadastro sem sair de casa: Basta acessar o site do BTG Pactual digital, preencher alguns dados e enviar comprovante de residência, foto do RG e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail para confirmar a abertura da conta.
  2. Descubra seu perfil de investidor: responda a um pequeno questionário para desvendar sua tolerância ao risco e o tipo de investimento que mais combina com você.
  3. Transfira o dinheiro: Envie o dinheiro de sua conta bancária para sua nova conta do BTG Pactual digital.
  4. Consulte um dos assessores de investimento: você terá o auxílio de um assessor de investimentos que o orientará passo a passo em suas aplicações.
  5. Acompanhe os investimentos: por meio do site do aplicativo, você pode consultar a qualquer momento suas posições e rendimentos.
  6. Tenha acesso a relatórios personalizados: periodicamente, você vai ter acesso a relatórios completos com todos os resultados de suas aplicações, sugestões de investimentos e comparações com outras opções do mercado.

Conclusão

A educação financeira é tida, por muitas pessoas, como algo chato, técnico e de difícil acesso.

Cada vez mais, porém, as informações sobre organização financeira e investimentos podem ser encontradas em blogs como o do BTG Pactual digital, que oferece, toda semana, gratuitamente, conteúdos relacionados a esse universo de investimentos.

Por isso, se você se interessa pelo assunto e quer tomar melhores decisões para o seu dinheiro, acompanhe o nosso blog e abra sua conta no BTG Pactual digital.

O primeiro passo já foi dado, e agora basta que conteúdos como este o convençam da importância da educação financeira e da busca de informação de qualidade sobre aplicações e investimentos.

Gostou das dicas? Compartilhe.

Deixe seu comentário 0

Você está a um passo para investir com mais segurança e tranquilidade.
Crie sua conta agora


Preencha com seu nome

Preencha com seu e-mail

Preencha com seu telefone

Está com dúvidas? Entre em contato com a gente!

ENTRE EM CONTATO

O Grupo BTG Pactual (“BTG Pactual”) não fornece opiniões jurídicas ou tributárias. Sendo assim, essa apresentação não constitui aconselhamento legal de qualquer natureza. Essa apresentação é um breve resumo de cunho meramente informativo, não configurando análise de valores mobiliários nos termos da Instrução CVM Nº 598, de 03 de maio de 2018, e não tendo como objetivo a consultoria, oferta, solicitação de oferta e/ou recomendação para a compra ou venda de qualquer investimento e/ou produto específico. Embora as informações e opiniões expressas aqui tenham sido obtidas de fontes confiáveis e fidedignas, nenhuma garantia ou responsabilidade, expressa ou implícita é feita a respeito da exatidão, fidelidade e/ou totalidade das informações. Todas as informações, opiniões e valores eventualmente indicados estão sujeitos à alteração sem prévio aviso. Ressaltamos também, que as opiniões expressas neste material refletem a opinião do respectivo profissional convidado e não necessariamente expressam a opinião do BTG Pactual, não devendo ser tratadas como tal. As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). Para maiores informações, acesse www.btgpactualdigital.com

Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. E recomendada a leitura cuidadosa do Formulário de Informações Complementares e Regulamento do Fundo de Investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

Ressaltamos que as opiniões e projeções referente COE, aqui apresentadas representam a opinião da área Structured Products do BTG Pactual, mas não necessariamente a opinião institucional do BTG Pactual, podendo o BTG Pactual, suas subsidiárias e/ou seus empregados podem, eventualmente, possuir uma posição comprada ou vendida, atuar em nome próprio e/ou como coordenador ou agente em operações envolvendo ações ou demais investimentos relevantes. COE NÃO CONTA COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.

Os regulamentos completos dos Planos de Previdência da BTG Pactual Vida e Previdência S/A deverão ser lidos previamente a sua contratação. Os direitos e obrigações das partes estão definidos na Proposta e nos Regulamentos do plano contratado. É recomendada a leitura cuidadosa do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. O registro do plano na Susep não implica, por parte da autarquia, incentivo ou recomendação de comercialização. O Participante/Segurado poderá consultar a situação cadastral de seu corretor de seguros no site www.susep.gov.br, por meio do número de seu registro na Susep, nome completo, CNPJ ou CPF. BTG Pactual Vida e Previdência S/A - CNPJ: 19.449.767/0001-20. Processos SUSEP PGBL: 15414.901924/2014-44 e VGBL: 15414.901922/2014-55.

Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. Os investidores devem estar preparados para aceitar os riscos inerentes aos diversos mercados em que os fundos atuam e, consequentemente, possíveis variações no patrimônio investido. Os produtos e serviços aqui mencionados podem não estar disponíveis em todas as jurisdições ou para determinadas categorias de investidores. Adicionalmente, a legislação e regulamentação de proteção a investidores de determinadas jurisdições/países, pode não se aplicar a produtos e serviços registrados em outras jurisdições/países, sujeitos à legislação e regulamentação respectivamente aplicáveis, além de previsões contratuais específicas.

Anbima Anbima