20 Termos do Mercado de Investimentos que você precisa conhecer

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Existem tantos termos sobre investimentos, que é fácil se confundir. Para o investidor de primeira viagem, o ingresso nesse novo universo dá até medo, já que é grande a quantidade de expressões específicas, em inglês e português, bem distantes do vocabulário do cotidiano.

Mas isso não é motivo para pânico.

Apesar de haver muitos termos de investimentos, existem alguns deles, mais recorrentes, que ajudam a entender todo o resto.

Neste artigo, você vai entender mais sobre os seguintes tópicos:

  • O que é o benchmark
  • O que significa FGC
  • O que é o CDI
  • Qual é a diferença entre renda fixa e variável
  • Como se dá a marcação a mercado nos títulos
  • O que é a Selic
  • Como usar os conceitos de ativo e passivo
  • Qual é o impacto do come-cotas nos fundos de investimento.

Ficou interessado? Então, confira, abaixo, nosso pequeno dicionário de termos sobre investimentos.

20 termos sobre investimentos que você deve dominar

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Muitos termos e expressões que antes ficavam restritos ao noticiário de economia passam, cada vez mais, a fazer parte do dia a dia dos brasileiros.

Dominar o significado de algumas siglas e palavra representa um passo importante na jornada de qualquer investidor principiante.

Veja, a seguir, alguns desses termos sobre investimentos:

1. Alíquota

Começamos com um termo bastante presente no cotidiano.

Provavelmente, você já ouviu a palavra alíquota vinculada a diversos tributos cobrados pelos governos, como o Imposto de Renda, o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

E sim, uma alíquota é um percentual ou um valor fixo, dependendo do que está sendo cobrado, aplicado para calcular o valor de algum imposto.

Por exemplo, o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) recolhido legalmente pelo empregador obedece uma alíquota fixada pelo governo, no caso, 8% do salário.

Outro exemplo é o do ICMS, Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, que também tem alíquotas estabelecidas pelos governos estaduais para cada tipo de produto ou serviço.

No universo dos investimentos, você precisa sempre ficar por dentro da alíquota do Imposto de Renda, que varia, na renda fixa, de 22,5% a 15%, de acordo com o tempo de aplicação.

2. Ativo e passivo

Os ativos são todos os bens e direitos que uma instituição ou mesmo um indivíduo possui. Ou seja, tudo que pode ser atribuído valor.

Os ativos podem ser classificados em ativos permanentes (por exemplo títulos, bônus e ações), ativos fixos (por exemplo prédios, terrenos e direitos autorais), ativo diferido (aplicações em pesquisas e projetos, por exemplo), entre outros.

Na linha oposta, passivos representam todas as obrigações e dívidas da instituição ou pessoa física e podem ser classificados em passivo circulante (por exemplo, contas e impostos a pagar), passivos a longo prazo (hipotecas e letras de câmbio, por exemplo), Resultados de Exercícios futuros (dinheiro que possa ser recebido adiantado), entre outros.

3. Benchmark

Termo muito utilizado no dia a dia empresarial, benchmark nada mais é do que a busca pelo que é considerado o padrão em qualquer tipo de prática.

Em outras palavras, é um processo continuado de comparação de performances que visa a equiparação dos processos ao que são consideradas as melhores práticas do mercado e também a superação destes patamares.

Normalmente, o benchmark é usado em fundos de investimento para definir uma meta de performance, que pode ser um percentual do CDI, por exemplo.

Em alguns casos, se o gestor do fundo atinge ou ultrapassa o benchmark estabelecido, ele pode ser premiado com a taxa de performance, que varia de acordo com o fundo. A informação da existência dessa taxa estará no regulamento dos fundos, por isso é importante ler todos os materiais disponibilizados sobre os produtos específicos para conhecer todas as suas principais características antes de realizar a aplicação.

4. CDI

Quem aplica em títulos de renda fixa como os Certificados de Depósito Bancário (CDB) ou as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) deve estar familiarizado com esse termo.

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) é um dos principais indexadores do mercado financeiro.

Com um indicador que acompanha de perto o valor da Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia, o CDI é usado como referência para a rentabilidade dos CDBs, LCI/LCAs, entre outras aplicações.

5. Carteira de ativos/investimentos

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Uma boa carteira de ativos é a meta de todo o investidor, independente do patamar financeiro.

De forma resumida, é o conjunto de aplicações de um indivíduo. Ao analisar o perfil de cada cliente é possível formar a melhor cesta de aplicações, ou seja, que permitam o rendimento dentro da expectativa do interessado, de acordo com os seus objetivos de vida.

A recomendação usual dos especialistas financeiros é que a carteira deve ser diversificada. Dessa forma, se o investidor não alocar todos os seus recursos, ou boa parte deles, em apenas um produto, ele deverá ter maior segurança nos seus investimentos e manter uma carteira mais sustentável no longo prazo.

Essa diversificação deve ocorrer em diferentes níveis. Veja algumas possibilidades:

  • Aplicar em ativos com diferentes formas de rentabilidade na renda fixa: pós-fixada (atrelada a um indicador, como o CDI), prefixada (com juro fixo anual) e híbrida (com juro fixo mais a variação da inflação do período)
  • Aplicar parte menor do portfólio em renda variável, como o mercado à vista de ações, fundos de investimentos de ações, fundos multimercados, mercado de derivativos, entre outros
  • Aplicar o dinheiro considerando diferentes prazos e vencimentos: um colchão de liquidez para o curto prazo, com aplicações de fácil resgate, um nível intermediário, de dois anos de prazo, e um nível com melhores retornos e horizonte mais distante, a partir de cinco anos.

6. CETIP

A Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP) é conhecida como instituição integradora do mercado financeiro.

Ela é uma companhia de capital aberto que oferece serviços de registro, central depositária, negociação e liquidação de ativos e títulos.

Entre os seus clientes estão fundos de investimento, bancos comerciais, múltiplos e de investimento; corretoras e distribuidoras; financeiras, consórcios, empresas de leasing e crédito imobiliário; cooperativas de crédito e investidores estrangeiros; e empresas não financeiras, como fundações, concessionárias de veículos e seguradoras.

Para o cliente comum, entre os serviços prestados pela Cetip, estão o processamento de TEDs e a liquidação de DOCs, além do registro de títulos de renda fixa, ações que muitas vezes não atentamos, mas que são essenciais para o funcionamento seguro do mercado.

7. Come-Cotas

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O nome é de assustar e deve estar na lista de conhecimentos exigidos em caso de aplicações em fundos de investimentos. Come-cotas é o nome dado à antecipação no recolhimento do Imposto de Renda em fundos como multimercados e renda fixa.

Na prática, o sistema recolhe a cada seis meses cotas dos fundos em alíquotas que variam entre 15% a 20%. A mordida do Leão se dá no último dia de maio e no último dia de novembro.

A incidência do come-cotas deve ser levada em conta no cálculo de rentabilidade líquida, já que ele retira antecipadamente um valor que, em outras aplicações, continuaria se valorizando.

8. Cotação

Quem acompanha o mercado de câmbio já está acostumado com este termo, mas ele também pode ser visto relacionado a ações e títulos negociados na bolsa de valores.

Em palavras simples, cotação é um valor, um preço estipulado, pelo qual são negociadas mercadorias e diversos produtos e serviços.

No mercado de investimentos é muito comum ouvir falar em cotação de títulos, ações, fundos, moedas, entre outros.

9. Custódia

Quando falamos em custódia no mercado financeiro, falamos na guarda e no exercício de direitos sobre títulos e valores depositados em nome de investidores.

As chamadas Centrais de Custódia são empresas autorizadas pelo Banco Central e associadas às bolsas de valores para atividades com este fim.

Por exemplo, ao se cadastrar na bolsa de valores para realizar operações com ações, o investidor recebe um código que representa o número de sua conta de custódia na CBLC, a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia.

10. FGC

Quando falamos em segurança das aplicações de renda fixa, muito se fala no Fundo Garantidor de Créditos.

O FGC é uma instituição privada que oferece proteção aos clientes em caso de falência, liquidação ou alguma intervenção no banco contratado.

Garantidor de modalidades como poupança, LCI, LCA, CDB, RDB e Letras de Câmbio, o FGC permite ao correntista o retorno de até R$ 250 mil em caso da ocorrência de alguma das situações acima citadas.

Atenção: esse limite se refere ao total aplicado por CPF e por instituição financeira emissora do título no conglomerado financeiro afetado. Ou seja, se você tiver um valor superior a esse, é bom diversificar aplicações para outros emissores.

De uma forma geral, a função do FGC é contribuir pela estabilidade do Sistema Financeiro e proteger os depositantes e investidores. Por isso, além da proteção dos recursos aplicados pelos investidores, o FGC pode também prover liquidez aos bancos.

11. Home Broker

Essencial para o investidor do mercado acionário, o Home Broker é uma plataforma digital que permite a compra e a venda de ações e pode ser acionado tanto por computador, smartphone ou tablet. Cada corretora tem a sua própria plataforma e orienta seus clientes a operar.

O Home Broker é considerado um dos responsáveis pela grande ascensão de investidores no mercado acionário devido à facilidade de acesso.

12. IGPM

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Importante indicador macroeconômico do país, o Índice Geral de Preços de Mercado é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e serve basicamente para medir a inflação do país.

O índice tem como base os preços coletados entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês atual, o chamado mês de referência, e são levados em conta itens como vestuário, transporte e alimentação. Serve ainda como referência para o reajuste de diversas produtos e serviços, entre eles o aluguel.

13. IPCA

Assim como o IGPM, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também serve para medir a inflação do país. Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA é o índice levado em conta pelo governo federal para o cálculo da inflação oficial do país.

O IPCA abrange as famílias com rendimentos mensais entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos, e residentes nas áreas urbanas de 13 regiões metropolitanas do país.

14. Lastro

Ao investir os seus recursos em uma modalidade de aplicação, o sistema financeiro exige a garantia de o banco ou instituição escolhida tenha em caixa o valor (ou parte) aplicado, uma garantia de segurança para o cliente. Essa garantia dada é o que chamamos de lastro.

Nas operações no nosso mercado financeiro, lastros são os títulos dados em garantia de uma operação, garantia de que as cédulas e moedas que circulam na praça têm valor.

15. Liquidez

Em palavras simples, liquidez é a facilidade com que um ativo financeiro pode ser convertido em dinheiro sem perda de valor.

Quanto mais rápida for essa conversão, maior é a liquidez do investimento. Entre os investimentos mais comuns do mercado, a poupança é um exemplo de aplicação com alta liquidez, uma vez que o resgate pode ser feito de forma muito ágil.

Imóveis são bens com baixa liquidez, já que pode demorar algum tempo para a venda. Alguns títulos e fundos de investimento são considerados de média liquidez, pois podem demorar alguns dias para serem negociados e transformados em dinheiro.

É importante lembrar também que a liquidez é essencial para o investidor, principalmente para o iniciante. Você deve montar um colchão de liquidez, com aplicações de fácil resgate, considerando um valor de cinco ou seis meses de custo de vida, para garantir recursos em caso de situações de emergência.

16. Marcação a Mercado

Conceito importante quando o tema é gestão de recursos, marcação a mercado é um termo comum para negócios em fundos de investimento e carteiras administradas e significa atualizar um preço para o valor mais recente.

Ou seja, os preços dos papéis que compõem um fundo são estipulados com base no valor a mercado desses títulos a cada instante.

17. Renda Fixa

Muito popular no mercado de investimentos, a renda fixa é uma modalidade normalmente recomendada, geralmente, para investidor com perfis mais conservadores, que buscam aliar segurança e boas rentabilidades.

Mas nem todos os títulos de renda fixa são recomendados para clientes conservadores! Alguns títulos de renda fixa, por possuírem uma liquidez menor, por exemplo, podem possuir classificações menos conservadoras.

São diversos os títulos públicos e privados de renda fixa disponíveis no mercado para investimento, todos com diferentes características e vantagens.

Entre os mais conhecidos, podemos citar o Certificado de Depósito Bancário (CDB), as Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), a Letra Financeira, a Letra de Crédito, o Tesouro Direto e a tradicional caderneta de poupança.

De modo geral, a maioria dos títulos são oferecidos ao cliente nas versões Prefixada (em que o cliente sabe desde a contratação o rendimento final da aplicação) e a Pós-fixada (que acompanha os valores do CDI).

18. Renda Variável

Se com alguns títulos de renda fixa o cliente pode contar com maior segurança no investimento, as modalidades em renda variável podem apontar para a possibilidade de maior rentabilidade.

O custo disso é o risco tomado, que pode também gerar resultados negativos. A bolsa de valores e os fundos de renda variável (fundos de investimento) são algumas das opções para quem tem o perfil para se arriscar.

Antes de se arriscar em investimentos de renda variável, a recomendação é sempre conhecer bem o perfil do investidor e também não dedicar a totalidade dos recursos disponíveis nesta modalidade, uma vez que podem gerar perdas significativas.

19. Rentabilidade

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Tão desejada por investidores, independente do porte da movimentação financeira, a rentabilidade pode ser explicada como o retorno sobre o investimento realizado.

A rentabilidade pode ser definida de várias maneiras, seja por taxas prefixadas, pós-fixadas, vinculadas a índices de inflação, ou baseadas em valorização – como é o caso dos investimentos no mercado acionário.

De forma geral, a rentabilidade é apresentada ao cliente em forma de percentuais (por exemplo, 8% a.a).

20. Selic

A Taxa Selic, abreviação de Sistema Especial de Liquidação e Custódia, é figura certa no noticiário econômico.

Ela é a taxa básica de juros do país, cuja meta é definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Essa taxa é importante para o país, pois tem impacto em todo o crédito e na inflação, já que norteia os juros do mercado interbancário.

Por que é importante conhecer os termos de investimentos

Viu como existem siglas e palavras sobre investimentos que não estão no radar da maioria das pessoas?

Mas para quem decide cuidar bem do dinheiro, é imprescindível entrar em contato com esse universo de novos termos.

Só assim você vai entender com clareza como se dá a remuneração dos títulos, como ocorre o investimento em bolsa de valores, como se estabelecem as perspectivas de juros e de inflação, quanto perde quem deixa o dinheiro parado e quais são os principais caminhos para a aplicação dos seus recursos.

Esses 20 termos sobre investimentos citados acima são alguns dos mais importantes, mas você vai notar, ao dar mais alguns passos nessa jornada, que há muitas outras palavras técnicas que merecem sua atenção.

Por isso, ler blogs como o do BTG Pactual digital é um passo essencial na construção do seu conhecimento de finanças e investimentos.

A cada semana, novas publicações ajudam o leitor a entender melhor seu perfil de investidor e, passo a passo, criar uma estratégia de aplicação que funcione de forma sustentável no longo prazo.

Nessa hora, é imprescindível lembrar: você pode dar sorte e ganhar dinheiro no curto prazo, mas, no longo prazo, você ganhará apenas se contar com conhecimento, cautela e organização.

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Gostou das dicas de termos de investimentos e está disposto a dar mais um passo rumo a um futuro mais confortável e tranquilo? Então, abra uma conta no BTG Pactual digital.

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Conclusão

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Com esse pequeno dicionário de termos de investimentos, você tem uma base para avançar nessa jornada de aplicações financeiras.

Agora é o momento de seguir o caminho. Para isso, você precisa:

  • Descobrir seu perfil de investidor
  • Fazer um diagnóstico de suas finanças, para entender quanto você tem de fato para investir e com qual prazo de retornos pode contar
  • Aplicar no seu colchão de liquidez, formado por aplicações de fácil resgate (CDB com liquidez diária, LCI/LCA de curto prazo, fundo DI, fundo do Tesouro Direto, títulos Tesouro Direto), um valor equivalente a seis meses de custo de vida, para garantir recursos em qualquer emergência
  • Nos prazos mais longos, mirar aplicações com retornos melhores, tanto em renda fixa quanto variável
  • Em qualquer movimentação financeira, entender, antes de tudo, onde você está colocando seu dinheiro e ter absoluto cuidado com a projeção de rentabilidade, os custos e a tributação.

Preparado para dar mais um passo nessa jornada de investimentos? Conte com o BTG Pactual digital para guiar todos os seus passos em renda fixa e variável.

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