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11 Pegadinhas ao Investir que podem prejudicar o Investidor

Se você está pensando em aplicar seu dinheiro e não sabe por onde começar, tome cuidado: existem pegadinhas de investimento que podem prejudicar sua rentabilidade.

A primeira pegadinha está na premissa de que qualquer investimento é melhor do que deixar o dinheiro parado.

Na verdade, não é bem assim: aplicar sem planejamento pode ser até perigoso.

O primeiro passo para o iniciante é analisar adequadamente suas finanças e verificar quanto tem, de fato, para investir.

Além disso, você precisa saber por quanto tempo poderá manter o investimento sem obter retorno. Lembre-se: os grandes ganhos estão no longo prazo.

Só que, se você aplicar em títulos longos, não pode contar com aquele recurso.

Então, uma das pegadinhas é justamente essa: investir sem planejamento e depois precisar resgatar a aplicação com perdas, por precisar do dinheiro antecipadamente ou, até mesmo, não conseguir resgatar.

Mas não se preocupe: existem vários caminhos para evitar esse problema.

Neste artigo, você vai aprender alguns deles e ainda tirar suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:

  • Como começar a investir?
  • Qual é o seu perfil de investidor?
  • Como dar os primeiros passos na bolsa de valores?
  • Quais são os riscos e as garantias dos principais investimentos?
  • Qual é a importância da liquidez?

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

11 pegadinhas de investimento que você deve evitar

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A seguir, vamos conhecer as principais furadas em que você pode se meter se não planejar adequadamente as suas aplicações e não projetar com cuidado o destino do seu dinheiro.

1. Não saber qual será o destino do dinheiro

Para iniciar a tarefa de investir, é preciso conhecer bem o perfil de investidor e ter muito claro quais são os seus objetivos. Conhecimento é a chave para um bom investidor.

No entanto, antes de pensar quais as modalidades mais vantajosas de aplicação é preciso saber para que o dinheiro será usado.

Ter claro qual o destino do dinheiro permite desenhar com mais precisão os passos e definir as estratégias adequadas que permitirão um maior rendimento dos recursos acumulados.

Por exemplo, se o objetivo do investimento é pagar uma viagem de férias em um ano, é possível pensar em uma modalidade de médio prazo, com resgate apenas no vencimento, o que pode significar possibilidade de melhores taxas de rentabilidade.

No entanto, essa possibilidade é inadequada caso o objetivo seja utilizar o dinheiro no curto prazo para situações emergenciais, já que não conta com liquidez diária.

2. Acreditar que o único investimento seguro é a poupança

Um equívoco histórico. A caderneta de poupança é tradicionalmente a primeira modalidade lembrada pelo brasileiro quando o assunto é investimento.

Ela esteve por longo tempo em destaque nos noticiários econômicos durante o período de alta inflação, registrada ao longo das décadas de 1980 e 1990, como sinônimo de proteção contra as perdas provocadas pela alta dos preços.

Sim, a poupança é um investimento seguro, mas está muito longe de ser a única alternativa.

Outras opções de renda fixa que contam com o aval do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), como os Certificados de Depósito Bancário (CDB) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), oferecem segurança e rentabilidade superior na comparação com a tradicional poupança.

Outra desvantagem diz respeito à taxa fixa de rentabilidade.

Independente do banco escolhido, a taxa de remuneração da poupança segue um percentual determinado pelo Governo Federal.

Em 2016 a poupança apresentou rentabilidade de 8,3% ao ano, com apenas 1,89% de rendimento real, menos que qualquer outra opção em renda fixa, também consideradas conservadoras no mercado financeiro.

Ou seja, mesmo escolhendo um investimento com perfil mais conservador, é possível garantir ganhos acima do da poupança.

3. Investir em ações sem saber nada do mercado financeiro

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O mercado de ações está ganhando cada vez mais popularidade entre os investidores e o principal atrativo é a possibilidade de ganhos acima dos títulos de renda fixa.

No entanto, ao contrário da segurança oferecida por esses investimentos, o mercado de ações envolve a tomada de muitos riscos.

Ele é complexo e exige uma atenção especial. Ou seja, é preciso conhecimento e orientação para uma aventura neste mar. Caso contrário é grande a possibilidade de perdas e frustrações para o investidor.

Especialmente ao investidor iniciante, a recomendação é buscar auxílio profissional até estar confortável com o ambiente.

Investir em ações é também um ótimo exemplo de como conhecer o perfil de investidor pode evitar dores de cabeça.

Se o perfil do cliente é mais conservador, esta não é a sua área, já que esta alternativa exige, além de experiência e perfil compatível, paciência para os altos e baixos das cotações.

4. Investir todo o dinheiro no mesmo ativo, sem diversificar

Diversificar, diversificar e diversificar. Uma vez com objetivos definidos, a diversificação dos investimentos é sempre a melhor das opções para aliar segurança e rentabilidade a uma carteira de investimentos.

Ao aplicar as economias em diferentes modalidades é possível construir rentabilidades e prazos que se adequem às metas pessoais de curto, médio e longo prazo.

inúmeros fatores que afetam papéis e títulos, e é impossível considerar todos. Assim, um portfólio diversificado permite proteção em caso de atuação de um desses fatores fora do seu alcance.

Para o investidor, essa é a alternativa para lidar com a imprevisibilidade atrelada, por exemplo, ao mercado financeiro.

E não é difícil compreender a lógica por trás de tal estratégia.

A bolsa de valores está entre as alternativas que não permitem uma previsão de rentabilidade ao investidor, por isso aplicar todos os recursos nessa modalidade é bastante arriscado.

5. Planos de previdência com altas taxas de carregamento e administração

Os planos de previdência privada são alternativas para diversificação da carteira de investimentos, especialmente quando o foco é o longo prazo.

Entre as modalidades oferecidas estão o Plano Gerador de Benefício livre (PGBL) e a Vida Gerador de Benefício livre (VGBL).

Eles se diferenciam das demais aplicações em renda fixa pelas vantagens fiscais que possuem. Mas caso o interessado não fique atento, esse benefício pode ser corroído por altas taxas de carregamento e administração.

Entre as opções, o PGBL é considerado mais adequado para aquele cliente com renda tributável e que declara o Imposto de Renda no formulário completo, pois permite a dedução das contribuições até 12% da renda bruta anual.

O VGBL é recomendado para quem declara o IR no formulário simplificado ou já atingiu os 12% num plano PGBL.

Consulte sempre diferentes opções no mercado. O BTG Pactual digital, por exemplo, não cobra taxas de carregamento e pode ser uma opção bastante interessante. Consulte o plano de previdência do BTG Pactual digital clicando aqui.

6. Não saber quais os custos da aplicação

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A perspectiva de uma rentabilidade acima da média, de ganhos no curto, médio e longo prazos podem tirar a atenção do investidor para os custos das aplicações.

Para administrar qualquer quantia de dinheiro os bancos e instituições financeiras podem cobrar variadas taxas, que caso não sejam bem avaliadas pelo interessado podem vir a reduzir de forma considerável o rendimento prometido.

Por isso, fique atento às entrelinhas e esclareça à exaustão este ponto antes de contratar qualquer modalidade. Como os custos podem variar entre instituições para um mesmo tipo de aplicação, a dica é pesquisar, pesquisar e pesquisar.

7. Achar que desempenho passado é garantia

Essa é uma ideia bastante comum no mercado de investimentos. E faz sentido. Sempre se busca vender um produto com base no que ele já ofereceu aos clientes.

No entanto, o mercado financeiro está sujeito à influência de diversas variáveis, que não seguem uma lógica totalmente previsível.

No Brasil, é muito comum essas variações, uma vez que os resultados econômicos do país e as mudanças políticas influenciam de forma bastante importante o cenário de investimentos.

Tudo isso para dizer que desempenho passado não é garantia de rendimento futuro.

O histórico de rendimento de uma modalidade pode oferecer um indicativo importante, especialmente se analisado em um prazo maior, mas – e sempre há um mas – não garante uma rentabilidade específica ao investidor.

Para não ficar totalmente refém desse tipo de mudança, é importante diversificar a carteira de investimentos. Com a aplicação em mais de uma modalidade é menor a possibilidade de perdas.

8. Não prestar atenção na taxa de administração dos fundos

De forma resumida, a taxa de administração é o valor cobrado pelo banco ou instituição financeira que administra o fundo para pagar por todos os serviços prestados – ou seja, é o preço pago pela gestão e operacionalização do fundo.

As taxas podem variar de acordo com a instituição e o serviço prestado.

Muita gente investe em fundos de investimentos, mas as promessas de bons rendimentos fazem com que poucas pessoas pesquisem a taxa de administração cobrada.

A parte complexa aqui é que nem sempre há uma relação entre o valor da taxa e o desempenho do fundo, por isso é preciso uma análise detalhada para saber se há vantagem no investimento.

9. Não prestar atenção na taxa de performance

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A taxa de performance é a taxa cobrada do cotista de um fundo de investimento quando a rentabilidade supera a do indicador de referência utilizado, chamado de benchmark.

É a remuneração por uma boa administração do fundo, ganha o cliente e a administração.

Mas o que ocorre com alguma frequência é o investidor não entender ou não ficar sabendo da existência dessa cobrança, o que gera surpresa e possível descontentamento.

São exemplos de benchmark o CDI para fundos em renda fixa, o índice Ibovespa para fundos de ações e a cotação de moedas para fundos cambiais.

Para o cliente, uma dica importante é prestar atenção ao histórico do fundo escolhido.

Como dissemos antes, não é uma garantia de saber qual será o desempenho no futuro, mas permite analisar o comportamento do gestor do fundo, acertos, erros e os riscos assumidos em busca de uma maior rentabilidade.

10. Venda Casada

Esta já foi uma prática bastante comum, quando uma instituição vincula a venda de um produto à compra de outro.

Essa é uma ação proibida pelo Código de Defesa do Consumidor brasileiro e o cliente deve estar atento.

Clareza no momento da negociação e um conhecimento dos objetivos e metas para os investimentos são a chave para escapar dessas ofertas nas entrelinhas.

11. Instituições menores não têm garantia

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Com exceção da caderneta de poupança, que tem rendimento idêntico em qualquer banco que a ofereça, as demais alternativas de investimento podem oferecer diferentes taxas de rentabilidade, dependendo da instituição financeira.

Algumas são exclusivas dos grandes bancos e outras podem ser oferecidas por instituições menores, como financeiras. E é muito comum no imaginário popular que apenas os grandes bancos oferecem garantia aos investidores, um pensamento equivocado.

As modalidades que contam com o aval do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), entre eles os CDBs e a LCI/LCA, têm a mesma garantia do FGC independentemente do local em que é oferecida.

Para quem não sabe, o FGC é uma instituição privada que oferece proteção aos clientes em caso de falência, liquidação ou alguma intervenção no banco contratado.

O FGC permite ao correntista o retorno de até R$ 250 mil em caso da ocorrência de alguma das situações que citamos acima. Ou seja, se o banco ou corretora oferece a aplicação, ela está garantida.

O que ocorre com muita frequência é que para concorrer com os grandes bancos as instituições menores oferecem taxas mais atrativas de rentabilidade.

Tudo aqui vai depender da disposição do interessado em pesquisar, pesquisar e pesquisar.

Como driblar as pegadinhas de investimento

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A seguir, vamos dar seis dicas simples que vão ajudar você a não cair nas pegadinhas citadas acima.

1. Faça um diagnóstico de suas finanças e crise uma reserva

Essa reserva, também chamada de colchão de liquidez, deve corresponder a seis meses de custo de vida e ser aplicada em investimentos de fácil resgate, como CDBs com liquidez diária, fundos DI, fundos do Tesouro Direto, títulos Tesouro Selic e LCIs/LCAs de curto prazo.

2. Crie uma estratégia de longo prazo com diversificação

Além do seu colchão de liquidez, seu portfólio deve conter diferentes ativos com diferentes prazos de vencimento, incluindo um percentual pequeno para a renda variável.

Para garantir maior segurança, aplique em diferentes formas de rentabilidade, como títulos pós-fixados (atrelado ao CDI), prefixados (juro fixo anual) e híbridos (juro fixo mais a variação da inflação). Dessa forma, você pode ganhar em qualquer cenário econômico.

3. Invista apenas no que você entende

Essa é uma regra importante, pois vai garantir que você não aplique sem ter certeza do destino do seu dinheiro e de como ele será tratado.

Antes de investir, você deve ter absoluta certeza do tipo de rentabilidade, de como será a remuneração, dos custos totais (taxas de administração, custódia, performance, emolumentos), do tipo de tributação (IOF, Imposto de Renda) e da incidência ou não do come-cotas (antecipação do recolhimento do Imposto de Renda).

Assim, você diminui o risco de surpresas e reduz a margem de erro.

4. Compreenda o impacto da inflação

A inflação corrói o poder de compra do dinheiro parado e compete de igual para igual com a poupança.

Por isso, para títulos de longo prazo, considere a possibilidade de se blindar desse efeito corrosivo com papéis atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial do país).

Com eles, você ganha um juro fixo anual mais a variação da média de preços, ou seja, você tem um ganho real já conhecido no momento da aplicação.

Os papéis prefixados, por outro lado, são mais arriscados no longo prazo, já que ficam completamente reféns de reviravoltas na economia.

5. Entenda o poder da Selic

Se você ainda não sabe o que é essa Selic da qual todo mundo fala, então, abra o olho. Ela é responsável, direta ou indiretamente, pela rentabilidade de toda a renda fixa.

Para simplificar bastante, essa taxa é a remuneração que o Governo se dispõe a pagar pelos seus próprios títulos de dívida.

Como esses títulos são os pilares de todo o sistema financeiro, já que são detidos principalmente pelos bancos, os juros cobrados e oferecidos pelas instituições financeiras dependem deles.

Assim, se a Selic sobe, a rentabilidade da renda fixa se eleva, e se a Selic cai, o rendimento da renda fixa se reduz.

6. Fuja da poupança

Não existe possibilidade de a caderneta se tornar a melhor solução para o seu investimento, ok?

Não há cenário, dentro das regras atuais, que leva a poupança a um patamar digno de contar com o seu dinheiro.

Mas também não vale tomar conhecimento disso e colocar seu dinheiro em qualquer canto pensando que está fazendo um grande negócio.

Como alternativa à poupança, procure opções em renda fixa que sejam bastante seguras e com alta liquidez, como títulos Tesouro Selic, fundos do Tesouro Direto, fundos DI e CDBs com liquidez diária.

Conclusão

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A jornada de conhecimento do investidor iniciante tem muitos desafios. As pegadinhas citadas neste artigo são apenas alguns dos problemas que você pode enfrentar nesse caminho.

Mas esse ingresso em um mundo novo de investimentos não deve ser temido.

É hora de olhar para um futuro mais tranquilo e confortável para sua família e não depender do troco pago pela poupança.

Assim, o primeiro passo já está dado: você está buscando informações relevantes para seus primeiros investimentos.

Agora, quem sabe é o momento de dar o segundo passo e começar a fazer suas aplicações de olho no longo prazo e na diversificação da carteira?

Para isso, conte com o BTG Pactual digital, que pode auxiliar em todos seus investimentos em renda fixa e variável.

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