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10 Possíveis erros do investidor ao aplicar no Tesouro Direto

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Muitos investidores cometem erros investindo no Tesouro Direto.

Mas se você se interessa por destinar seu dinheiro a uma das melhores opções de renda fixa do mercado, basta investir, antes, no seu conhecimento sobre o mercado financeiro.

Com alguns cuidados, você vai descobrir uma alternativa rentável e de baixíssimo risco.

A opção do Tesouro Direto tem se tornado popular entre investidores de perfis mais conservadores nos últimos anos.

Criado em parceria com a BM&FBovespa, o Tesouro Direto é considerado um investimento muito seguro, pois quem garante a sua remuneração é o Tesouro Nacional, ou seja, o Governo Federal.

Além do baixo risco, o Tesouro Direto oferece, como vantagens, a facilidade de aplicação, uma diversidade de títulos com vencimentos variados e valor mínimo de aproximadamente R$ 30,00.

Assim como os conhecidos Certificados de Depósito Bancários (CDBs), os títulos do Tesouro podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos.

Também são vinculados a diferentes taxas, como o Tesouro Selic (atrelado à taxa básica de juros da economia), o Tesouro Prefixado (com juro fixo) e o Tesouro IPCA (vinculado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, ou seja, a variação da inflação).

Se você se interessa por essa opção de investimento, veja o que você vai aprender neste artigo:

  • Os principais erros do investidor no Tesouro Direto
  • Como funciona a rentabilidade dos diferentes papéis
  • Passo a passo para acertar no investimento
  • O que é a marcação a mercado?
  • Como criar um colchão de liquidez?
  • Como investir em fundos de Tesouro com praticidade e baixo custo?

Como evitar erros no Tesouro Direto

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Ainda que o Tesouro Direto seja seguro e com rentabilidade maior do que a da tradicional caderneta de poupança, alguns erros podem afetar os ganhos do investidor.

Questões como a atenção às taxas, prazos, vencimento, perfil do cliente e planejamento financeiro devem receber atenção especial ao escolher o Tesouro Direto.

A parte boa de toda essa história é que esses erros podem ser facilmente evitados com ações simples. Confira como passar longe destas práticas:

1. Não checar custos e taxas

Mesmo que o desejo do investidor seja por comprar diretamente os títulos na plataforma do Tesouro, que é uma das grandes vantagens dessa modalidade, é preciso antes ter uma conta em um banco ou corretora.

Ao escolher o banco ou corretora, é muito importante checar os custos e as taxas cobradas, pois elas podem impactar nos ganhos futuros.

A BM&FBovespa cobra 0,30% ao ano de taxa de custódia sobre o valor dos títulos, enquanto os bancos e corretoras, habitualmente, um outro valor conhecido como taxa de administração.

Hoje, é cada vez mais comum que corretoras e alguns bancos ofereçam o investimento em Tesouro Direto sem taxas.

Mas fique atento às entrelinhas dos contratos. Algumas corretoras e bancos podem oferecer isenção temporária de taxas, visando a uma cobrança maior no futuro.

Por isso, para atenuar qualquer risco, a dica é sempre pesquisar, pesquisar e pesquisar.

Os sites dos bancos e corretoras normalmente disponibilizam os valores das taxas cobradas e são referências para antigos e futuros clientes.

2. Trocar de títulos com frequência

Este é um erro muito comum. Acompanhar as variantes na remuneração de um título e realizar a troca com a ilusão de uma maior remuneração imediata é uma ação bastante corriqueira, especialmente característica do investidor iniciante, sedento pelo lucro.

Os títulos públicos sofrem oscilações no seu valor, especialmente os com prazos mais longos de vencimento.

Por isso, mesmo que momentaneamente o título adquirido tenha um valor menor do que outro, é preciso acompanhar a movimentação no longo prazo.

Assim, analisar questões como o contexto econômico e a variação histórica do valor do título – mesmo que não seja garantia de rentabilidade futura, é sempre um indicativo importante – são ações fundamentais para o investidor.

Aliás, a recomendação em investimento caso você não seja um especialista é segurar o título até o vencimento, dado que a rentabilidade é garantida.

E se você sabe que não vai ficar com o papel até o fim, é indicado investir nos títulos Tesouro Selic, que não sofrem marcação a mercado e não têm volatilidade em seu preço.

3. Resgatar o título antes do vencimento

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Como adiantamos no tópico anterior, a rentabilidade dos títulos é garantida no vencimento.

Mas se você negociar os papéis atrelados à inflação ou prefixados antes da data final, vai notar, provavelmente, uma diferença em seu valor.

Nesse caso, você pode obter um lucro ou um prejuízo inesperado.

Para evitar surpresas, se você não pretende carregar o título até o vencimento, prefira os títulos Tesouro Selic, que remuneram de acordo com a taxa básica de juros e não sofrem marcação a mercado.

A falta de um colchão de liquidez, ou seja, de reservas imediatas, é um dos motivos mais comuns para o resgate antecipado dos títulos.

Para criar essa reserva técnica, some seus gastos mensais e separe o equivalente a, pelo menos, seis meses de custo de vida.

Esse dinheiro deve ser destinado a aplicações altamente líquidas, como Fundos DI, CDBs com liquidez diária, LCIs/LCAs de curto prazo e títulos Tesouro Selic.

4. Ignorar o prazo de investimento

Falta de conhecimento aliada à falta de planejamento levam o cliente a este erro, também bastante comum entre os investidores iniciantes.

De olho na rentabilidade dos títulos, muitos ignoram o prazo do investimento, ou seja, o período que devem deixar o dinheiro destinado à aplicação.

A regra geral em Tesouro Direto, assim como em grande parte das modalidades de aplicação, é a de quanto mais distante o vencimento do papel, melhores as taxas oferecidas. Obviamente, podem ocorrer exceções, positivas ou negativas, mas essa é a regra geral.

Para evitar prejuízos aqui, atente para a sua realidade financeira, avaliando com atenção o período o qual você pode deixar o dinheiro investido.

Com isso em mente, ignorar o prazo de investimento será uma ação que não passará pela sua cabeça.

5. Não reaplicar o título após seu vencimento

Se ignorar o prazo do investimento, esquecê-lo também pode gerar dores de cabeça desnecessárias aos clientes.

O trabalho de investir em Tesouro Direto não acaba ao comprar o papel, é preciso estar atento aqui ao vencimento do título para reinvestir.

Caso o título adquirido chegue à data do vencimento e nada seja feito com o recurso, o dinheiro será depositado na conta do banco ou corretora escolhida para operar a aplicação, ou seja, sem nenhuma perspectiva de rendimento e, ainda pior, sem segurança, pois o governo só protege os valores investido quando estão aplicados no Tesouro.

Então, não perca tempo para reaplicar.

6. Especular sem avaliar o cenário econômico

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Especular é uma atividade normalmente relacionada à renda variável, mas é possível especular também em renda fixa, no Tesouro Direto, já que alguns dos títulos têm marcação a mercado e sofrem volatilidade.

Para especular usando o Tesouro Direto, é preciso conhecimento do mercado financeiro.

Em um cenário de tendência de queda de juros, por exemplo, o investidor pode comprar papéis prefixados que não tenham embutidos, em sua totalidade, os juros futuros.

Assim, confirmando a expectativa do corte da Taxa Selic mais acentuado do que o já previsto nos juros prefixados, o investidor pode vender os papéis com lucro, antes do vencimento.

Os ganhos podem subir consideravelmente, mas, por outro lado, as chances de grandes prejuízos também crescem.

Ainda assim, caso seja esse o interesse do cliente, é preciso ter um objetivo claro, ser um espectador atento do cenário econômico e analisar com cautela e frieza os papéis.

 7. Não ligar para as finanças

Avaliar as finanças pessoais é um passo importantíssimo antes de investir em qualquer modalidade, e com o Tesouro Direto não seria diferente. Ligar para as finanças é uma ação que deve levar em consideração diversos pontos.

Por exemplo, apostar todos os cartuchos em um mesmo investimento é um equívoco muito comum do investidor, que, dependendo da característica da modalidade escolhida, pode ficar sem a liquidez necessária para os gastos do dia a dia ou para um imprevisto.

No caso do Tesouro Direto, se o cliente adquirir somente títulos de longo prazo e precisar de parte da reserva no curto prazo poderá ter sua rentabilidade muito prejudicada.

Por isso, diversificar as aplicações e formar o chamado colchão de liquidez são objetivos que devem estar no horizonte do investidor em Tesouro Direto para ter mais tranquilidade.

8. Vender título antes do 30º dia

Este erro é um clássico da falta de planejamento financeiro pessoal e serve como lição não apenas para esta modalidade de investimento.

Assim como em diversas aplicações de renda fixa, os títulos de Tesouro Direto têm seus rendimentos sujeitos ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), até o 30º dia da compra, que somado a outras taxas pode gerar o efeito oposto ao da esperada rentabilidade.

Mesmo que a rentabilidade não seja muito vantajosa, a recomendação aqui é manter o título ao menos por mais de 30 dias.

9. Uso errado dos títulos com cupons

Os chamados “cupons de juros” são definidos como o pagamento antecipado, a cada seis meses, de parte da rentabilidade dos títulos.

Escolher um título público que paga cupom para reaplicar semestralmente esses cupons em outros títulos públicos não é recomendável, uma vez que há incidência do Imposto de Renda sobre o valor dos cupons e há a cobrança de uma taxa anual pela corretora para a compra de títulos.

Caso seja do interesse do investidor utilizar cupons para reinvestimento, a forma recomendada e por meio de títulos com vencimento curto.

Ainda assim, a compra de títulos que pagam cupons não deve ser a principal forma de rentabilidade do cliente.

10. Não diversificar a carteira

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Assim como na escolha das aplicações financeiras pessoais, diversificar é a palavra de ordem também no momento de escolher os títulos do Tesouro Direto.

Aliás, o Tesouro Direto permite a compra de diversos títulos com características diferentes e essa é uma das grandes vantagens dessa modalidade.

São três os tipos de títulos disponíveis no mercado:

Títulos Pós-fixados

O único título público pós-fixado é o Tesouro Selic. É uma boa alternativa para quem pode precisar resgatar o dinheiro a qualquer momento, pois não tem oscilações negativas.

É a melhor alternativa do Tesouro Direto para quem quer possuir uma reserva de emergência e ainda contar com uma boa rentabilidade. O Tesouro Selic tem o seu rendimento justamente atrelado à taxa de juros básica da economia, a Selic.

Dentre os títulos do Tesouro Direto, trata-se do melhor papel para aquele colchão de liquidez. Em apenas um dia útil, você pode resgatar o dinheiro.

Títulos Prefixados

O Tesouro Direto oferece dois tipos de títulos públicos prefixados – O Tesouro Prefixado e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais.

Como em qualquer aplicação prefixada, os títulos permitem ao cliente saber exatamente o valor do rendimento no momento do resgate, desde que, obviamente, o resgate seja realizado no prazo acertado inicialmente.

Não se trata, como muitos acreditam, do título mais seguro apenas por oferecer uma previsão exata de retorno.

No longo prazo, esse papel pode sofrer muito com um aumento da inflação, já que o ganho não será alterado nem que o Banco Central eleve a Selic.

Títulos Híbridos

Existem dois tipos de título públicos mistos, ambos indexados ao IPCA, que é o índice oficial utilizado pelo Governo Federal para a medição das metas inflacionárias.

Entre as opções de títulos mistos estão o Tesouro IPCA+ e o Tesouro IPCA+ com juros semestrais.

A grande vantagem desses títulos é que contam com a garantia de um ganho real, uma vez que o rendimento sempre irá superar a inflação. Por conta das oscilações na economia, é recomendado como investimento de longo prazo.

Como acertar no Tesouro Direto

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Informar-se sobre a modalidade escolhida é sempre o primeiro passo para acertar em um investimento financeiro.

E o Tesouro Direto tem uma grande vantagem sobre as demais opções de renda fixa no mercado, pois, entre outras questões, têm baixo risco e custo, previsibilidade dos rendimentos, liquidez garantida, diversidade de opções e baixo investimento inicial – a partir de aproximadamente R$ 30.

Além disso, é possível realizar todo o processo de compra pela internet, de onde o cliente estiver.

Por isso, conhecer o seu perfil de investidor, escolher a melhor forma de inserção no mercado, conhecer a situação das finanças pessoais e ter um objetivo de investimento são passos essenciais e que garantem a tranquilidade na hora de rentabilizar as economias.

Veja, abaixo, um passo a passo para acertar na compra dos papéis do Tesouro Direto:

  1. Antes de tudo, é necessário fazer um diagnóstico completo de suas finanças para descobrir qual é o seu custo de vida
  2. Com esse valor em mente, utilize o equivalente a, pelo menos, seis meses de custo de vida para aplicações bastante líquidas, como títulos Tesouro Selic, Fundos DI, CDB com liquidez diária e LCI/LCA de curto prazo.
  3. Depois de criar esse colchão de liquidez, você pode partir para títulos mais longos. Em horizontes distantes de prazo, vale a pena considerar os papéis que pagam juros mais a variação do IPCA, já que eles servem para blindar o investidor da ação corrosiva da inflação.
  4. Para encontrar os títulos ideais, verifique as opções com os juros atualizados no site do Tesouro Direto
  5. Se pensar em vender o título antes do vencimento, verifique o valor atualizado com a calculadora da Cetip.

Invista com o BTG Pactual digital

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Você sabia que pode investir em Tesouro Direto por meio de fundos de investimento?

Com os fundos da Família Tesouro do BTG Pactual digital, isso é possível.

A proposta é garantir praticidade, agilidade, baixo custo e menor volatilidade para o investimento.

Esses fundos de investimento aplicam em títulos do Tesouro com variados vencimentos e rendimentos, para obter o melhor retorno para cada perfil.

Assim, em vez de pagar uma taxa de custódia anual de 0,3% no Tesouro Direto, você paga uma taxa de administração anual de 0,2%.

Existem quatro fundos dessa família no BTG Pactual digital: o IPCA Curto, o IPCA Longo, o IPCA Geral e o Tesouro Selic.

Ficou interessado? Então, confira os detalhes sobre cada um:

IPCA Curto

O fundo IPCA Curto busca rentabilidade atrelada ao IPCA e coloca os recursos dos cotistas em títulos Tesouro IPCA com prazo de até cinco anos.

É uma maneira acessível e prática de obter bons rendimentos, protegidos da inflação e com alta liquidez.

Liquidez financeira: D+1 (em um dia útil).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Longo

O fundo IPCA Longo mira a superação do índice IMA-B5+ e coloca a maior parte dos recursos dos cotistas em títulos Tesouro IPCA com prazos superiores a cinco anos.

Ele oferece a rentabilidade do Tesouro atrelada ao IPCA e serve para quem busca se blindar da inflação no longo prazo.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

IPCA Geral

O fundo IPCA Geral busca proporcionar rentabilidade superior ao índice IMA-B, que representa o desempenho de uma carteira de títulos federais atrelados à inflação.

A alocação dos recursos se destina prioritariamente a títulos Tesouro IPCA com prazos variados. Serve para quem busca se proteger da inflação e alcançar bons rendimentos reais.

Liquidez financeira: D+2 (em dois dias úteis).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

Tesouro Selic

O fundo Tesouro Selic aplica em títulos Tesouro Selic, ou seja, na taxa de juros definida pelo Banco Central. É o mais indicado para o perfil conservador.

Liquidez financeira: D+0 (no mesmo dia).

Investimento mínimo: R$ 3.000,00.

Antes de optar por um desses fundos, lembre, porém, que eles recebem a cobrança do come-cotas, que é o responsável pela antecipação do recolhimento do Imposto de Renda a cada seis meses.

Com ele, há o pagamento da alíquota mínima, de 15% a 20% sobre o rendimento, no fim de maio e no fim de novembro.

Ou seja, você não vai pagar o IR só lá no fim, no resgate.

Mesmo assim, os fundos apresentam facilidades e taxas baixas que podem compensar a ocorrência do come-cotas.

Por isso, é importante analisar bem a sua situação financeira e os prazos em que precisará resgatar seus investimentos. Com isso em mente, você conseguirá planejar a sua vida financeira e escolher os produtos mais adequados ao seu perfil e às suas necessidades.

Para abrir uma conta no BTG Pactual digital e ter acesso a esses fundos e, além disso, poder também investir no Tesouro Direto, siga os passos abaixo:

1. Preencha seu cadastro

Preencha os dados e envie uma foto do seu RG, comprovante de residência e uma selfie. Depois disso, aguarde um retorno por e-mail para confirmar a abertura da conta.

2. Descubra seu perfil de investidor

Depois de responder um questionário bem simples e curtinho, você vai desvendar qual é o seu perfil de investidor, uma informação que o ajudará a garantir quais produtos são as melhores opções para suas economias.

3. Transfira o dinheiro

Transfira o dinheiro de sua conta bancária para sua conta do BTG Pactual digital.

4. Consulte um especialista

No BTG Pactual digital, você não precisa tomar todas as decisões por conta própria. Assim que sua conta estiver aberta e você tiver seu perfil em mãos, poderá consultar um especialista, que o auxiliará a definir melhor os seus primeiros passos em investimentos.

5. Acompanhe seus investimentos

Depois de fazer suas primeiras aplicações, você poderá monitorar diariamente suas posições em fundos e aplicações e suas rentabilidades no site do BTG Pactual digital e no aplicativo de smartphone.

6. Tenha acesso a relatórios

A cada mês, você vai ter acesso a um relatório completo e personalizado com todos os números que vão mostrar como o seu dinheiro está sendo tratado e acompanhar os rendimentos.

Conclusão

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Como vimos, um bom planejamento financeiro garante que você não precise tomar decisões temerárias e sofrer prejuízos com o Tesouro Direto.

Se você seguir nosso passo a passo, mirar o longo prazo e escolher com cautela vencimentos e rendimentos, pode obter bons retornos com segurança e previsibilidade.

Mas, se você prefere investir em um fundo que aplique no Tesouro, há, também, muitas vantagens à vista, como baixo custo de manutenção, necessidade menor de intervenção e atenção do investidor e resgates rápidos.

E nessa jornada de investimentos, você pode contar com o BTG Pactual digital, uma instituição sólida, com taxas muito competitivas e atendimento personalizado.

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