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Planejamento financeiro: do que abrir mão para prosperar

A ideia de enriquecer encanta muitas pessoas, mas poucas se dedicam a construir um planejamento financeiro de forma consciente e consistente. Para dar início a isso, é preciso refletir a respeito do que podemos abrir mão para prosperar. Um dos cuidados a serem tomados nesse sentido é não fazer cortes que poderão comprometer a felicidade no curto prazo.

Neste artigo, vou tratar de percepções de riqueza. Quem reflete sobre essa questão tem mais facilidade para saber do que abrir mão para prosperar, e essa é uma etapa importante do planejamento financeiro.

Se você deseja construir um patrimônio mais robusto, provavelmente terá de fazer certos sacrifícios. A questão é: o que sacrificar?

Do que você NÃO deve abrir mão

Pensar no que podemos abrir mão para prosperar, certamente, é mais simples do que o caminho inverso. Recomendo que você faça uma reflexão a respeito dos elementos que são verdadeiramente importantes na sua cesta de consumo.

Sacrifícios podem ser necessários em nome de uma condição de maior conforto, mas é preciso ter sabedoria nessas escolhas.

Fazer cortes muito radicais em gastos que representam muito para o seu bem-estar não é a opção mais inteligente.

Quem adota essa estratégia pode se ver infeliz em questão de meses e desistir do esforço de poupança. Em última análise, o plano fracassa antes de sair do berço.

Percepções de riqueza

O que quero dizer com percepções de riqueza é que cada pessoa deve pensar individualmente seu conceito de riqueza. Trata-se de algo muito particular, por isso a influência externa pode ser negativa.

Se você considera que uma ida ao salão de beleza representa riqueza em sua rotina, talvez não seja uma boa ideia abrir mão disso.

Nesse exemplo, o gasto vai muito além do resultado prático: não se limita à contratação de um serviço; existe uma experiência de consumo envolvida. Cortar esse gasto de forma abrupta pode ser traumático, mesmo que seja um trauma não perceptível de início.

Minha orientação é que o corte de gastos seja feito de forma mais cuidadosa. Se alguém lhe disser que determinada escolha de consumo é fútil ou desnecessária, reflita individualmente.

Certos gastos com lazer podem ser reduzidos, mas cortá-los de forma radical não é recomendável.

Meu exemplo pessoal com automóveis

Voltemos às percepções de riqueza. Eu sou um grande fã de automóveis, mas nem por isso faço questão de trocar de carro a cada ano.

Entendo que seria um gasto desnecessário e já não vejo a mesma utilidade de outrora em um carro próprio. Essa análise racional não exclui, no entanto, minha paixão por automóveis.

A minha percepção de riqueza em relação aos carros está na experiência que eles podem me proporcionar. Não se trata de possuir o carro do ano, mas de ter momentos especiais.

Gosto, por exemplo, de pilotar sempre que tenho oportunidade. Isso, naturalmente, envolve gastos, mas os incluo em meu orçamento porque essas experiências me trazem felicidade.

Tive a oportunidade de realizar o sonho de pilotar um carro de competição no lendário circuito de Daytona. Não foi exatamente uma experiência muito cara, mas significou demais para mim. Melhor pilotar um dia no autódromo, do que dirigir um carro sofisticado durante um ano. Para outras pessoas, poderia ser algo banal, ou até uma experiência ruim, dados os efeitos da velocidade sobre o corpo. Veja como a percepção de riqueza é algo relativo e pessoal.

Do que abrir mão para prosperar?

A grande conclusão a respeito do que abrir mão para prosperar é que se trata de uma escolha essencialmente pessoal. Cabe a cada um saber quais elementos que não podem ser cortados por representarem muito.

Como em qualquer esfera, as escolhas devem ser feitas com inteligência. Somente assim é possível construir um planejamento financeiro sólido e pavimentar um caminho de prosperidade. Veja agora como evitar os pontos fracos de um planejamento.

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