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Come-cotas: o que é e como funciona a tributação dos fundos

Você já ouviu falar em come-cotas? Esse é o apelido engraçado de um fator que você deve levar em conta ao aplicar em um fundo de investimentos. Ele pode fazer uma grande diferença no seu resultado final e comprometer parte de seus rendimentos.

Come-cotas é o nome que se dá para uma antecipação no recolhimento do Imposto de Renda em fundos de investimento de diversos tipos, como multimercados e renda fixa.

Apesar da descrição amena, é preciso cuidar com o seu peso: no longo prazo, esse rendimento que deixa de gerar juros sobre juros pode representar um montante considerável.

Por isso, você deve fazer bem as contas. E nós vamos ajudar a tirar suas dúvidas:

  • Como funciona na prática o come-cotas
  • Qual é a alíquota do come-cotas
  • Como ocorre o recolhimento antecipado
  • Quais fundos estão sujeitos ao come-cotas
  • O come-cotas pode atrapalhar investimentos de longo prazo?
  • Como deve ser o planejamento da aposentadoria considerando todos os custos envolvidos em fundos
  • Qual é a principal desvantagem do come-cotas
  • Quais são os outros impostos dos fundos?

Ficou interessado? Então, siga a leitura.

O que é come-cotas?

 

Come-cotas é um apelido curioso dado à antecipação do recolhimento do Imposto de Renda em alguns fundos de investimentos. Esse sistema é chamado assim por deduzir semestralmente cotas dos fundos, em alíquotas de 20% a 15%. Parece confuso? Na verdade, é mais simples do que você imagina. Mas, para entender, é melhor explicar como se dá toda a tributação dos fundos.

O come-cotas aparece na vida de todos os investidores que aplicam em fundos classificados como de longo prazo ou curto prazo, como os cambiais, renda fixa e multimercados.

Nesses fundos, há cobrança de imposto sobre todos os rendimentos. Ela segue uma tabela regressiva conforme o tempo de aplicação.

Fundos de Curto Prazo

  • 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias
  • 20,0% em aplicações que permanecem 181 dias ou mais.

Fundos de Longo Prazo

  • 22,5% em aplicações que permanecem por até 180 dias
  • 20,0% em aplicações que permanecem de 181 dias a 360 dias
  • 17,5% em aplicações que permanecem de 361 dias a 720 dias
  • 15,0% em aplicações que permanecem por 721 dias ou mais.

Bom, o come-cotas entra na história ao antecipar esse imposto retido na fonte. A cada seis meses, no último dia de maio e no último dia de novembro, há uma redução no número de cotas (que, no extrato, parece um resgate) equivalente ao percentual do imposto sobre os rendimentos.

O tamanho da embocadura do come-cotas é o da menor alíquota de Imposto de Renda em cada tipo de fundo. Em fundos de curto prazo, a cobrança é de 20% dos ganhos, e nos de longo prazo, 15%.

No fim das contas, na hora do resgate, ocorre o cálculo da diferença entre valor antecipado pelo come-cotas e a alíquota do Imposto de Renda em que o investimento se enquadra, de acordo com a classificação apresentada ali em cima.

Para a devida projeção de valorização do seu dinheiro, você precisa saber em qual tipo de fundo está querendo investir, se é de um de longo ou curto prazo.

Para isso, basta se informar na sua corretora ou banco de investimentos ou ler o regulamento completo do fundo, que vai lhe fornecer todos os detalhes de funcionamento e a política das aplicações.

Entendeu um pouquinho melhor? Neste próximo tópico, vamos explicar tudo com mais detalhes, para não ficar dúvida.

Como funciona o come-cotas

 

O funcionamento do come-cotas é simples e não depende da interferência do investidor. Automaticamente, a cada seis meses, no fim de maio e no fim de novembro, ocorre uma redução no número de cotas que equivale ao percentual do Imposto de Renda cobrado sobre os rendimentos.

No extrato, você pode até estranhar um aparente resgate de cotas cuja operação você não efetuou. Aí é possível se perguntar: “Mas quem mexeu nas minhas cotas?”. A resposta é engraçada, mas dói no bolso: o come-cotas.

Mas para começar a aplicar em fundos de investimento, é importante ter uma boa noção de como funciona o come-cotas. Esse conhecimento vai ajudar na sua decisão de onde alocar o seu dinheiro e a calcular qual será a valorização em um determinado período, já calculando todos os custos.

Fundos sujeitos ao come-cotas

 

Muitos dos fundos mais conhecidos estão sujeitos ao come-cotas, tanto os de longo prazo (para investimentos com perspectiva mais longa) quanto os de curto prazo (com prazo máximo de 375 dias). Entre eles, estão fundos DI, cambiais, renda fixa e multimercados.

Saiba um pouco mais sobre eles:

Fundos de renda fixa

Fundos de renda fixa precisam alocar pelo menos 80% de sua carteira em títulos do Tesouro Nacional, ativos com baixo risco de crédito ou sintetizados por derivativos. Podem ter alavancagem e grande diferença nos seus retornos, pois são bastante flexíveis em suas aplicações, como CDBs, debêntures, títulos do Tesouro prefixados e pós-fixados, entre outros.

Fundos multimercados

Os fundos multimercados diversificam aplicações em diferentes ativos, como títulos de renda fixa, ações e derivativos de vários tipos, como câmbio, commodities, tanto no mercado nacional quanto internacional. Atendem a investidores de perfil moderado a arrojado, que se dispõem a enfrentar riscos.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais montam uma carteira de títulos que aplicam em flutuações de moedas estrangeiras ou em variações nas taxas de juros. Normalmente, esses fundos escolhem o dólar e podem ser usados como forma de proteção em caso de negociação de contratos no exterior, para prevenir perdas em caso de grandes oscilações da moeda americana.

Fundos DI

Os fundos DI são aqueles que buscam acompanhar a variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), uma referência usada pelas instituições financeiras que costuma seguir de perto a Taxa Selic, que é a taxa de juros básicos da economia. Para isso, a cesta de ativos inclui títulos atrelados diretamente à Selic.

Fundos que não estão sujeitos ao come-cotas

 

Existem fundos de investimentos que não têm o come-cotas e cujo Imposto de Renda é cobrado apenas no resgate, como os de ações e de previdência. E existem alguns poucos fundos isentos de IR para pessoa física, como os de debêntures incentivadas e Fundos de Investimento Imobiliário, respeitadas algumas condições.

Os fundos de ações são uma das exceções mais visadas, já que neles o Imposto de Renda de 15% é cobrado apenas no resgate ou na amortização das cotas.

É uma simplificação interessante em relação às operações no mercado à vista na bolsa de valores, que exigem o recolhimento mensal, com alíquota que varia de 15% a 20% sobre os ganhos de capital no período.

Quando ocorre o come-cotas?

O come-cotas ocorre no último dia de maio e no último dia de novembro e incide sobre todos os rendimentos dos últimos seis meses naquele fundo.

No momento do resgate dos valores, é calculada a diferença entre as alíquotas de acordo com o período total de investimento.

É importante lembrar que não há come-cotas em fundos de ações, por exemplo. Nesse tipo de fundo, o Imposto de Renda é retido no resgate ou na amortização das cotas a uma taxa fixa de 15%, também apenas sobre os rendimentos.

Alíquotas do come-cotas

O come-cotas abocanha a menor alíquota de Imposto de Renda de cada tipo de fundo. Para os fundos de curto prazo, a cobrança semestral é de 20% em relação aos rendimentos, e para os de longo prazo, 15%.

No final, na hora do resgate há o cálculo de compensação para a diferença de alíquotas de acordo com o tempo de investimento.

É importante lembrar que a alíquota incide apenas sobre o rendimento no período, ou seja, apenas sobre a valorização do seu dinheiro, e não sobre o total investido.

Não ficou claro? Sem problema, essa questão será revisada com mais exemplos nos próximos tópicos.

IR nos fundos de investimento

A cobrança do Imposto de Renda nos fundos de investimento segue uma tabela regressiva, que varia de acordo com o tempo total de aplicação.

A alíquota máxima é de 22,5%, e a mínima, de 15%. O IR incide apenas sobre a valorização (juros), e não sobre o total aplicado.

Esta tabela de Imposto de Renda é regressiva, conforme o tempo total de aplicação:

Tempo de InvestimentoAlíquota do IR
Até 180 dias22,5%
De 181 dias a 365 dias20%
De 366 dias a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Para um título como um CDB, por exemplo, essa mesma tabela é usada para calcular o imposto devido. A diferença é que ele será pago, no caso do CDB, apenas no resgate dos valores, também apenas sobre os rendimentos.

Já nos fundos com come-cotas, o recolhimento é antecipado. Assim, no dia 31 de maio e no dia 31 de novembro, os rendimentos dos últimos seis meses (ou de todo o período, caso o primeiro aporte seja mais recente) são tributados em 20% para fundos de curto prazo e em 15% para fundos de longo prazo.

Lá no fim da aplicação, quando você decidir realizar o resgate dos valores, será calculada a diferença de alíquotas conforme o tempo total da aplicação, de acordo com a tabela. Se você quiser resgatar antes dos 720 dias, por exemplo, você pagará mais do que os 15%.

Abaixo, vamos ilustrar essa história do come-cotas com um exemplo de investimento de R$ 5.000,00. Essa cobrança ficará mais clara.

Exemplo de come-cotas

 

Ainda não está 100% seguro de como o come-cotas influencia o seu fundo de investimento? Então vamos a um exemplo.

Para entendê-lo, é bom lembrar aquela tabelinha regressiva do Imposto de Renda, que também vale para CDBs e outros investimentos, que você pode conferir ali no tópico anterior.

Bom, a tabela mostra o percentual de Imposto de Renda que incide sobre os rendimentos obtidos com investimentos de diversos tipos. Nos fundos, o come-cotas exerce a função de antecipar, a cada seis meses, esse recolhimento, como vimos anteriormente.

Para os fundos de curto prazo, o come-cotas é de 20%, e para os de longo prazo, 15%. Esse “prazo” a que nos referimos é determinado pelo tipo de investimento, que pode visar ao curto prazo (máximo de 375 dias) ou ao longo prazo (média superior a 365 dias).

Há, por exemplo, fundos multimercados de curto e de longo prazo. Para ter certeza do prazo do fundo que você tem na mira, é bom consultar o regulamento ou conversar com a assistência do banco ou da corretora para tirar todas as suas dúvidas.

Agora que você tem os elementos necessários para tomar sua decisão, vamos finalmente ao exemplo? Ele vai ilustrar bem como funciona o come-cotas.

Digamos que você aplique R$ 5.000,00 em um fundo de investimentos de renda fixa de longo prazo no dia 3 de janeiro e receba pela aplicação 5.000 cotas (ou seja, cada cota valia R$ 1,00 nesse dia).

No próximo come-cotas, no dia 31 de maio, cada cota do seu fundo já está valendo 1,20. Até aí, você tem R$ 6.000,00.

Então, misteriosamente, somem 125 cotas do seu extrato. Opa, para onde elas foram?

Como você está bem informado, já sabe que é fácil calcular: com uma valorização de R$ 1.000,00 no período e uma alíquota de 15%, você vai sofrer um revés de R$ 150,00 do Imposto de Renda. E como cada cota está custando R$ 1,20, são 125 cotas a menos.

Assim, você tem, no final do dia 31 de maio, um total de 4.875 cotas, que equivalem a um valor de R$ 5.850,00. É estranho à primeira vista: você perdeu cotas, mas, como elas se valorizaram, o saldo é maior do que o original.

O nome “come-cotas” faz bem mais sentido agora, não?

Para reforçar, vamos entender bem por que o come-cotas tem uma péssima fama? Este próximo tópico vai explorar esse assunto.

Desvantagens do come-cotas

 

O come-cotas é uma desvantagem por tirar semestralmente os rendimentos da valorização do investimento. Aquelas cotas que somem da conta ficariam valorizando por meses ou anos até o resgate final, caso houvesse a incidência de Imposto de Renda apenas na hora do saque.

Por esse motivo, é muito importante levar em conta o come-cotas ao fazer seus cálculos de valorização e rendimento. De nada adianta pensar apenas no rendimento bruto de um fundo sem considerar seus custos, que envolvem tributos e taxas de administração.

Para descobrir exatamente qual será o seu lucro líquido com o investimento, você precisa conhecer todas as despesas que terá com ele. E sabe como ter certeza de cada uma delas? Leia o regulamento do fundo. Está tudo lá delimitado, delineado e descrito.

Abaixo, vamos tratar de uma estratégia de investimento de longo prazo, visando à aposentadoria. Neste próximo tópico, vamos delinear todos os custos que você terá ao aplicar em fundos de investimentos. Assim, vai ficar mais fácil fazer suas escolhas.

Fundos de investimentos x aposentadoria

 

Quem pensa em usar fundos de investimentos como aplicações visando à aposentadoria deve tomar bastante cuidado. Há muitos custos que reduzem a valorização real dessas aplicações.

Pensando no longo prazo, os efeitos podem ser ainda maiores. Por isso, planejar com cuidado e cautela é essencial.

Todos os fundos de investimentos possuem uma taxa de administração, que varia normalmente de 1% a 4% ao ano. Normalmente, quanto mais trabalho o gestor tem para alocar os recursos e decidir quais ativos e derivativos vão entrar na cesta, mais cara é a taxa de administração.

Isso não é uma regra, porém. Para não ter surpresas negativas ao longo do investimento, é importante consultar o regulamento do fundo no qual você está de olho. Ele vai ter lá todos os custos e riscos envolvidos.

Nessa busca pelos melhores retornos, vale conferir diferentes instituições financeiras e não ficar refém daquele banco onde você tem conta desde criancinha. Lembre-se: no universo dos investimentos, não há muito espaço para apego.

Você vai ver logo nas primeiras pesquisas que há grande diferença de custos entre pequenas, médias e grandes instituições financeiras.

Para calcular os melhores retornos, coloque todos os números na conta: solidez, histórico de rendimentos, perspectivas para aquele mercado (no caso de fundos específicos), taxa de administração, taxa de performance, longo prazo ou curto prazo (que implica na alíquota do come-cotas), entre outros.

Essa taxa de performance, que nem sempre é cobrada, não deve necessariamente ser encarada com desconfiança.

Ela significa que, se o gestor atingir determinado benchmark (meta, digamos), ele terá uma premiação, que pode variar bastante e está bem descrita no regulamento.

Ou seja, se você tiver que pagar uma taxa de performance, é porque o fundo valorizou mais do que o previsto.

Bom, nesses custos todos, ainda não nos concentramos nos impostos. Além do Imposto de Renda (22,5% a 15%, para até seis meses a mais de dois anos de investimento), antecipado semestralmente em certos fundos pelo come-cotas, há o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Opa, por que não falaram nesse imposto antes? Calma. Você não precisa pagar IOF se mantiver o dinheiro no fundo por mais de 30 dias. E esse é o indicado, a menos que você seja um profissional da área e tenha grande conhecimento sobre o assunto.

Isso porque o IOF também é cobrado de forma regressiva, de acordo com o tempo de investimento. Mas além de ser regressivo, ele é agressivo. Duvida?

Para uma aplicação de apenas um dia em um fundo de curto prazo, por exemplo, o IOF é de 96%. Para 15 dias, 50%. Para 29 dias, 3%. E para 30 dias, 0%. Veja a tabela completa:

Dias após o investimentoIOF
196%
293%
390%
486%
583%
680%
776%
873%
970%
1066%
1163%
1260%
1356%
1453%
1550%
1646%
1743%
1840%
1936%
2033%
2130%
2226%
2323%
2420%
2516%
2613%
2710%
286%
293%
300%

Agora que você tem uma boa noção dos custos associados aos fundos de investimentos, é importante destacar que eles não devem ser encarados com temor, e sim com racionalidade.

Para uma aposentadoria, a melhor estratégia é montar um portfólio de investimentos que agregue diferentes ativos e derivativos, de diferentes áreas e segmentos, com foco na minimização dos riscos de longo prazo.

Para isso, você pode aplicar parte de suas reservas em fundos de investimentos e parte diretamente em títulos como CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), estes dois últimos isentos para as Pessoas Físicas.

E quando tiver um conhecimento maior sobre investimentos, considere investigar mais a renda variável, que oferece opções bem interessantes para quem está mirando o longo prazo.

Conclusão

 

Como vimos, o come-cotas tem um peso relevante no cálculo de lucro líquido dos fundos de investimento.

A cada seis meses, ele abocanha parte de suas cotas sem estardalhaço e, depois de alguns anos, deixa um rastro visível de todos os rendimentos que deixaram o seu bolso e migraram para a Receita Federal.

Se fosse apenas uma antecipação de imposto sem impacto direto na valorização do investimento, não seria um grande problema. Mas todo o dinheiro retirado da aplicação antes do resgate é um valor que deixa de contar com os efeitos benéficos dos juros sobre juros.

Aqueles R$ 200,00 do primeiro come-cotas parecem não fazer nem cócegas. Só que, em 20 anos, a uma taxa fixa hipotética de 10% ao ano, esses R$ 200,00 seriam quase R$ 1350,00. Ou, a uma valorização de 100% do CDI, seriam praticamente R$ 5.500,00.

E isso sem falar em todos os come-cotas ao longo desses 20 anos. Mesmo assim, esse elemento não deve assustar quem busca fundos de investimentos. Apesar dessa antecipação do recolhimento, há fundos com rendimentos muito interessantes, que valem a pena tanto para o pequeno quanto para o grande investidor.

No BTG Pactual digital, por exemplo, você encontra muitos fundos de investimentos. Há alguns deles com rendimentos superiores a 25% nos último 12 meses. Então, apesar do come-cotas, o importante é o resultado líquido, aquela valorização do seu dinheiro após todos os custos.

E esse tipo de raciocínio você deve manter para todos os seus investimentos, e não apenas para fundos. Há muito dinheiro que você já deve ter perdido por não ter prestado atenção em todos os detalhes da aplicação ou por não ter pesquisado o suficiente para tomar a melhor decisão financeira naquele momento.

Por isso, siga o nosso blog e leia outros textos relacionados, como o guia da bolsa de valores e o da Taxa Selic. Esse conhecimento sobre finanças e economia vai fortalecer seu poder de investimento e, no futuro, vai acrescentar um ou mais zeros ao seu saldo final.

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  1. Prezado amigo:
    Creio que faltou um exemplo mais esclarecedor sobre o cálculo do come-cotas. Esse exemplo deveria contemplar 3 momentos diferentes: data da plicação, data do primeiro come-cotas e data do resgate total (antes da data do segundo come-cotas). É fundamental mostrar (com um exemplo) qual o valor a ser pago no momento do resgate total especificando como foi obtido. Grato pela atenção.

    1. Concordo plenamente com o José, eu justamente estava procurando o cálculo do segundo em diante come-cotas.

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