Taxa Selic: o que é, atual, mensal, anual e acumulada

Você provavelmente já ouviu no noticiário o apresentador anunciando que a Taxa Selic subiu. Na verdade, em outras palavras, o que ele acaba de afirmar é que o Banco Central aumentou a taxa básica de juros da economia.

Se você não está familiarizado com esse termo, não tem problema. Neste artigo, vai aprender tudo o que precisa sobre o assunto e como ele impacta no seu dia a dia e nos seus investimentos financeiros.

 

O que é Taxa Selic?

A Taxa Selic é um índice que baliza as taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras no Brasil. Ela é utilizada pelos bancos – públicos e privados – para o cálculo de juros. Também objetiva regular a inflação e garantir o controle da emissão, compra e venda de títulos públicos.

Selic é uma abreviação de Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Conforme definição do próprio Banco Central, é a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados nesse sistema para títulos federais.

Simplificando bastante, o valor da Selic indica quanto o governo paga de juros para as instituições financeiras que compram títulos públicos do Tesouro Nacional.

Ficou mais claro? Vamos agora entender quem a define e como isso acontece.

 

Como a Selic é definida?

A Taxa Selic serve como uma ferramenta de política monetária utilizada pelo Banco Central do Brasil, O objetivo é atingir a meta de juros estabelecida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que é o órgão que define o valor da taxa.

Isso significa que só existe um índice, definido por uma única instituição. Ao pesquisar por Taxa Selic oficial, Taxa Selic atual ou Taxa Selic 2017, por exemplo, você encontrará o percentual estabelecido em ata pelo Copom.

O comitê surgiu em 1996, justamente com o propósito de definir a taxa de juros básica da economia e estabelecer as regras da quantidade de dinheiro em circulação no país.

Para definir a Taxa Selic, esse comitê se reúne a cada 45 dias. No total, são realizadas oito reuniões por ano, cada uma delas dividida em dois dias.

Mas por que esse comitê se reúne para subir ou baixar a taxa de juros? Basicamente, para controlar, proteger e fomentar a economia de acordo com o mercado. Para entender isso um pouco melhor, é preciso avançar até o próximo tópico, onde falaremos do funcionamento da Taxa Selic.

 

Como funciona Taxa Selic?

Para manter a máquina pública em andamento (construir estradas, hospitais, escolas), o governo precisa de verba, certo?

Além dos impostos, outra alternativa para a captação de recursos é o Tesouro Nacional (o caixa do governo), que emite títulos públicos. Eles são dívidas do governo que garantem entrada de dinheiro nos cofres públicos e renda fixa para investidores, sejam instituições financeiras ou indivíduos.

Embora os títulos públicos possam ser adquiridos por pessoas físicas através do Tesouro Direto, seus maiores compradores são os grandes bancos brasileiros, como o Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal, Santander e Bradesco.

A Selic, então, é a taxa média de juros que o governo brasileiro paga pelo dinheiro tomado dos bancos.
Agora, voltamos à questão essencial: por que o Banco Central decide subir ou baixar essa taxa? Bem, ele faz isso de acordo com as movimentações na economia do país.

Por exemplo: se a Selic aumenta, os bancos preferem emprestar ao governo, porque os juros pagam bem e há risco pequeno de calote. Já quando a Selic cai, os bancos são estimulados a emprestar dinheiro ao consumidor, para garantir um lucro maior.

Assim, a Selic se torna um mecanismo de controle da inflação, já que afeta diretamente o poder de compra de acordo com o crédito disponível ao consumidor.

Sobre isso, vamos falar um pouquinho mais adiante. Mas, primeiro, é importante que você entenda alguns outros conceitos relacionados à taxa.

 

Taxa Selic Over x Taxa Selic Meta

Neste universo de investimentos e empréstimos, existem algumas variáveis. Na verdade, quando falamos simplesmente em Taxa Selic, estamos nos referindo à Taxa Selic Meta.

É a mesma que você ouve nos noticiários: ela determina a taxa de juros da economia, aplicável a empréstimos, financiamentos e outros tipos de crédito.

A Taxa Selic Over, por sua vez, é um pouquinho mais complexa. Ainda que os bancos comprem títulos públicos, eles têm uma obrigação diária de depositar uma porcentagem dos depósitos feitos por seus clientes em uma conta no Banco Central.

Essa medida, chamada de Depósito Compulsório, tem por objetivo controlar o excesso de dinheiro em circulação na economia (evitando um eventual aumento descontrolado da inflação) e regular o mercado (garantindo que as instituições tenham lastro para suas operações).

O que acontece, porém, é que em meio às milhões de transações bancárias que ocorrem diariamente, é comum que alguns bancos cheguem ao final do dia com uma porcentagem maior ou menor do que necessária na conta do Banco Central.

Como, por lei, eles são obrigados a respeitar a porcentagem estipulada, acabam pegando empréstimos entre si.

Os empréstimos interbancários não são longos: eles costumam ser de curto prazo, para um período de 24 horas. E a garantia desses empréstimos são alguns títulos públicos adquiridos pelo banco em questão, comprados no Banco Central.

Sobre essas transações, é aplicada a chamada Taxa Selic Over (praticada quando um banco empresta dinheiro para outro).

 

Taxa Selic Atual

O valor real da Selic varia todos os dias, mas, em média, ele fica próximo à meta (mensal e anual), definida nas reuniões periódicas do Copom. Para saber em que percentual está a taxa no momento em que estiver lendo este artigo, consulte este link do Banco Central.

 

Taxa Selic Mensal

Para consultar a taxa mensal da Selic no mês em vigência, é possível acessar as tabelas do site da Receita Federal. Em fevereiro de 2017, a Taxa Selic ficou em 0,87%. Ela já decaiu em relação a janeiro, quando estava estipulada em 1,09%. O motivo? A inflação está mais controlada.

 

Confira na tabela abaixo a evolução histórica da Taxa Selic Mensal desde 2010:

Mês/Ano20102011201220132014201520162017
Janeiro0,66%0,86%0,89%0,60%0,85%0,94%1,06%1,09%
Fevereiro0,59%0,84%0,75%0,49%0,79%0,82%1,00%0,87%
Março0,76%0,92%0,82%0,55%0,77%1,04%1,16%-
Abril0,67%0,84%0,71%0,61%0,82%0,95%1,06%-
Maio0,75%0,99%0,74%0,60%0,87%0,99%1,11%-
Junho0,79%0,96%0,64%0,61%0,82%1,07%1,16%-
Julho0,86%0,97%0,68%0,72%0,95%1,18%1,11%-
Agosto0,89%1,07%0,69%0,71%0,87%1,11%1,22%-
Setembro0,85%0,94%0,54%0,71%0,91%1,11%1,11%-
Outubro0,81%0,88%0,61%0,81%0,95%1,11%1,05%-
Novembro0,81%0,86%0,55%0,72%0,84%1,06%1,04%-
Dezembro0,93%0,91%0,55%0,79%0,96%1,16%1,12%-

Taxa Selic Anual

Conforme destacamos, em suas reuniões o Copom define uma meta para a taxa de juros anual. Desde o último encontro, a meta anual para 2017 está estipulada em 12,25%, conforme indica o Banco Central.

Taxa Selic Acumulada

A Taxa Selic acumulada é simplesmente a soma do valor das taxas a cada mês, indicando o valor da taxa acumulada ao ano. Também pode ser consultada no site da Receita Federal.

Evolução da Taxa Selic

Veja no gráfico abaixo a evolução da Taxa Selic desde a primeira reunião do Copom, em 26 de junho de 1996.

 

Como a Selic é calculada?

Para o cálculo da Taxa Selic, conforme o Banco Central, “são considerados os financiamentos diários relativos às operações registradas e liquidadas no próprio Selic e em sistemas operados por câmaras ou prestadores de serviços de compensação e de liquidação”.

Se você quiser saber mais sobre a metodologia aplicada no cálculo da Selic, sugerimos que consulte este link do Banco Central. Ele explica em detalhes a fórmula utilizada. Mas já adiantamos que o cálculo é bastante complexo.

 

Taxa Selic x Taxa CDI

Antes de irmos adiante e falarmos um pouquinho mais sobre as aplicações da Selic, vamos abordar algumas siglas que podem ser úteis (e com os quais você provavelmente vai se deparar) ao tratar de investimentos e juros. Uma delas é a Taxa CDI.

A Taxa CDI é estipulada pelos bancos, mas geralmente é quase igual à Selic. Mas por que eles têm uma taxa própria de juros, então? Especialmente para um cenário semelhante aquele em que é aplicada a Selic Over: empréstimos interbancários.

Ocorre o seguinte: quando um banco necessita de um empréstimo de outro banco, ele também pode oferecer como garantia, ao invés de títulos públicos, seus próprios títulos privados (baseados na solidez do próprio banco), chamados de Certificado de Depósito Interbancário, ou CDI.

Sobre essas transações, é aplicada a Taxa CDI – e não a Selic.

 

Selic x INPC

Enquanto o Selic é um índice determinado para o controle da inflação, o INPC – sigla para Índice Nacional de Preços ao Consumidor – é um índice que de certa forma reflete o impacto que a inflação tem para as famílias brasileiras. Ele é produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Basicamente, o INPC mede a variação dos preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos por famílias de baixa renda (com remuneração mensal de um a cinco salários mínimos), entre os dias 1º e 30 de cada mês do ano.

Trata-se de um indicador da variação do custo de vida para as famílias e das alterações mensais dos custos dos principais itens utilizados por elas.

 

Selic x IPCA

O IPCA, sigla para Índice de Preços ao Consumidor Amplo, tem o mesmo propósito do INPC e é levantado na mesma periodicidade.

A única diferença é que este abrange as famílias com rendimentos mensais compreendidos entre um e 40 salários mínimos.

 

Impacto da Selic na economia

Bem, agora que você já sabe o que é a Selic, provavelmente começou a entender melhor de que forma ela afeta a economia do país e, simultaneamente, a situação financeira da população.

Em termos econômicos, a taxa pode ter diferentes propósitos. Vamos falar um pouquinho mais sobre eles abaixo.

 

Selic e inflação

Conforme explicamos brevemente antes, a Taxa Selic tem um papel importante no controle da inflação.
O Banco Central trabalha com uma meta de inflação e, sempre que o limite corre o risco de ser ultrapassado, eleva o valor dos juros. Isso porque juros mais pesados representam uma inibição ao consumo, o que diminui a pressão de alta sobre os preços.

Em síntese: quando o governo precisa estimular a oferta de empréstimos, ele reduz a Selic. Assim, consegue incentivar o consumo e movimentar a economia.

Quando a economia está bem aquecida, para evitar que os preços saiam de controle, o governo aumenta a Selic. Isso faz as pessoas gastarem menos e leva o comércio a diminuir os preços dos produtos para a inflação recuar.

A Selic, portanto, é a arma do governo para combater diretamente a inflação. Se a taxa é alta, isso significa que há menos crédito no mercado e, com isso, menos dinheiro circulando e menos procura por produtos e serviços à venda.

Se a demanda é menor, os preços caem. Mas, eventualmente, quando o governo precisa reduzir a taxa para obter crescimento econômico, ele aceita pagar o preço pela inflação.

Então, por que a maioria das pessoas reclama quando a Selic está alta e, consequentemente, os juros sobem? Bem, não é difícil entender.

Quando o valor da taxa se encontra elevado, as instituições financeiras emprestam dinheiro a juros maiores, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Com o crédito caro, há uma retração na economia: no fim das contas, menor consumo e maior desemprego.

Quem pensa em comprar um carro, por exemplo, poderá adiar essa meta – o que fará tanto o cidadão que sonhava com seu novo automóvel chateado, quanto a empresa responsável, que verá suas vendas diminuírem.

Com menos vendas, há mais demissões e a economia encolhe. Só que, para abrir caminho para a redução de juros, é necessário primeiro que a inflação esteja sob controle.

Importante: é válido lembrar que a Selic representa a taxa básica de juros da economia, mas ela serve apenas como referência pelos bancos para empréstimos e financiamentos aos seus clientes.

Os juros que você terá que pagar ao fazer um empréstimo, por exemplo, são estipulados pelo banco em questão, que se baseará na taxa de referência para definir o valor. Assim, eles podem ser maiores que a Selic.

 

Selic e câmbio

A Selic também tem influência direta sobre o câmbio e, por isso, também é considerada quando o governo deseja aumentar a força da nossa moeda.

O que acontece é que, quando a Taxa Selic está alta, muitos investidores externos fazem aplicações no Brasil atreladas aos juros. Assim, entram e circulam mais dólares na nossa economia, o que faz essa moeda se desvalorizar, enquanto o real ganha força.

 

Como a Taxa Selic influencia seus investimentos?

Bem, agora você já tem uma noção bem ampla do quanto a Selic impacta no universo econômico. Já pode imaginar, portanto, que ela também reflete diretamente nos investimentos.

A boa notícia é que, para os investidores, nem sempre um aumento na taxa significa queda nos rendimentos. Depende de onde você vai aplicar o dinheiro.

Para quem investe na bolsa de valores, por exemplo, uma elevação na Selic geralmente significa prejuízo. Isso porque, com juros altos e consequente queda no consumo, a produção e o lucro das empresas vão cair e o valor das ações de quem investe nelas, como resultado, será desvalorizado.

Em um contexto de Selic em alta, portanto, a alternativa mais segura é investir nos fundos de renda fixa, atrelados aos juros. É o que acontece, por exemplo, em títulos públicos que acompanham a taxa, como é o caso do Tesouro Selic.

Nesse cenário, o investidor obtém um rendimento maior com um risco considerado baixo para a aplicação.

 

Taxa Selic e LFT

Como fica claro, quando os juros estão altos, é uma estratégia mais eficaz investir nos chamados títulos LFT, as Letras Financeiras do Tesouro, que em 2015 passaram a se chamar Tesouro Selic.

Isso porque esses títulos públicos rendem exatamente a mesma variação da taxa. Portanto, se ela subir, seus rendimentos serão maiores.

 

Taxa Selic e Poupança

Para quem investe na poupança, o aumento na Taxa Selic também é sinônimo de maiores rendimentos, pois ela é aplicada para determinar os lucros.

Pelas regras atuais, a poupança garante um rendimento equivalente a 70% da Taxa Selic mais a TR (Taxa Referencial – usada para definir o rendimento da caderneta de poupança e os juros finais de alguns contratos de empréstimos).

Ainda assim, é unanimidade entre os especialistas que a poupança está entre os investimentos menos rentáveis que você pode fazer.

 

Taxa Selic e CDB

O CDB, sigla para Certificado de Depósito Bancário, é outra opção de investimento com bons rendimentos nos tempos de Selic em alta.

Além de proporcionar rendimentos equivalentes à taxa de juros estipulada, ele possui liquidez diária.

 

Taxa Selic, LCI e LCA

Outros dois investimentos atrelados à Selic são a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Mas eles podem ser menos interessantes porque não têm liquidez diária.

Em outras palavras, isso significa que o capital fica preso por um determinado prazo estipulado no momento da aplicação. Na prática, se você precisar do dinheiro aplicado em uma situação emergencial, não poderá retirá-lo.

 

Como ganhar mais que a Selic?

Como você acaba de descobrir, a renda fixa tem investimentos interessantes em um período de alta da Selic. Mas você já imaginou um cenário ainda mais promissor: lucrar muito além da taxa de juros? Pois saiba que isso é possível.

Se você sonha com altas rentabilidades, investir na bolsa de valores é o melhor caminho. É claro que colocar seu dinheiro no mercado de ações sempre envolve algum risco. Mas isso faz parte quando você deseja potencializar os lucros.

Mesmo assim, é bom deixar os sonhos de lado e focar na realidade. As ações podem se valorizar muito ou ir a zero. Por um lado, os ganhos são ilimitados – não há limite máximo para a valorização. Por outro, a perda é limitada. Só que o limite pode doer: todo o capital investido.

Por isso, se você pensa em se aprofundar na bolsa de valores, essa é uma ótima medida. Mas ela deve ser acompanhada de bastante estudo e cautela.

No início, dedique boa parte de seu portfólio para a renda fixa e apenas uma parcela ínfima, como 5% ou 10%, para as ações. E mesmo assim, apenas aquele dinheiro do qual você não vai precisar no curto ou no médio prazo.

 

Conclusão: onde investir em 2017?

Se você jogar a palavra “Selic” no Google, vai se deparar com uma série de notícias sugerindo um provável recuo na taxa.

Sim, as previsões para 2017 indicam que a taxa de juros vai cair. Mas, então, será que ainda vale a pena manter seus investimentos de renda fixa (mais lucrativos quando as taxas estão altas)?

Na opinião da maioria dos especialistas, sim. Em entrevista ao portal UOL, Rodrigo Assumpção, planejador financeiro pelo IBCPF (Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros), salienta que a renda fixa ainda será atraente – mesmo que a Selic seja reduzida a 11% em 2017, conforme prospectam os economistas.

“Se a inflação cair para 5% e a Selic cair a 11%, ainda assim o investidor terá um ganho real [descontando a inflação] de 6%, é muita coisa”, afirma Assumpção.

Esse entendimento parte da ideia que a renda fixa segue em alta porque os juros continuam elevados. Nos Estados Unidos, por exemplo, não chegam a 1%.

Mas e o mercado de ações? Será que o momento é propício para começar a investir novamente em empresas?

Em artigo publicado no portal Administradores, o consultor financeiro Marcio Placedino confirma que sim. Para ele, o ano de 2017 reserva um cenário muito atrativo para investimentos em renda variável.
Sobre a bolsa de valores, ele acredita que investidores de diferentes perfis podem encontrar oportunidades muito boas tanto no mercado futuro quanto em ações. “Ao contrário do que muitos pensam, é nos cenários de adversidade que surgem oportunidades de grandes investimentos”, frisa ele.

Placedino destaca, ainda, alguns dos setores que apresentam ativos com tendências positivas para 2017: bancário, de infraestrutura e consumo, especialmente.

Inclusive, o especialista cita algumas empresas englobadas nessas áreas, como a Rumo Logística, a CCR Rodovias, o Banco do Brasil, o Itaú, a Ambev, a Hering e as Lojas Americanas.

Portanto, é hora de tirar o dinheiro da poupança e começar a estudar aplicações mais rentáveis. Como agora você já conhece a Selic e o cenário atual, está preparado para isso.

Bons negócios!

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Deixe seu comentário 5

  1. Penso que a redução da taxa selic deve ser feita com muito cuidado, pois quando muito baixa, aumenta o consumo e eleva a inflação.