Finanças

IGP-M: o que é o índice, tabela anual, mensal e acumulado

Você está atualizado sobre o comportamento do IGP-M? Para quem é investidor, como você, essa informação tem grande importância.

Inscreva-se em nossa newsletter

Preencha com um e-mail válido

Inscrição concluída com sucesso!

À primeira vista, as siglas de economia podem parecer intimidantes. Mas entender seus significados é fundamental para ter sucesso no mercado financeiro.

Por isso, neste artigo vamos apresentar o IGP-M, como é chamado o Índice Geral de Preços do Mercado, cujo objetivo é medir a inflação na economia do país.

Para compreender o que é o IGP-M e como ele pode afetar sua vida financeira, inicialmente é preciso saber de que forma esse cálculo é feito.

Assim, você poderá entender melhor qual é o momento ideal para fechar um negócio ou dar sequência a um investimento mais arriscado, de acordo com as variações de mercado. Afinal, elas alteram diretamente o índice.

Nas próximas linhas, você está convidado a descobrir tudo o que precisa saber sobre a medição do IGP-M mensal, o histórico do índice e os reflexos do índice sobre os seus investimentos.

O que é IGP-M

O IGP-M é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP), que registra a variação de preços do mercado. Ele engloba desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais. É calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado mensalmente.

O índice tem como base os preços coletados entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês atual – também chamado de mês de referência. Nas pesquisas, são levados em consideração os preços de diversos itens, como vestuário, transporte e comida.

O objetivo é justamente monitorar a variação dos custos para verificar a movimentação dos preços. Quanto mais elevado estiver o valor desses itens em relação ao mês anterior, mais o indicador vai subir (e vice-versa).

Para os investidores, o aumento no IGP-M geralmente significa que seu dinheiro valerá um pouco menos – já que a maioria dos rendimentos não é corrigida de acordo com a inflação.

Ainda está um pouco confuso? Você já vai entender melhor.

Para que é usado o IGP-M?

Por apontar a variação dos preços de mercado, o IGP-M é um forte indicador da macroeconomia do país. Por meio dele, os investidores podem ter uma ideia de como está a inflação e o mercado.

Trata-se de uma informação importante na hora de estudar seus investimentos. Há títulos de renda fixa que são atrelados à inflação, por exemplo, e podem servir de proteção contra a desvalorização do seu dinheiro.

Além disso, o IGP-M tem a função de servir como referência para a correção de preços nos valores de alguns contratos, de acordo com a inflação.

Ele é o indicador para o reajuste de custos em contratos de aluguel ou energia elétrica – outro fator que denota sua importância.

Tabela IGP-M atualizada

Confira a tabela do IGP-M relativa aos últimos 12 meses, conforme divulgação da FGV:

Mês/anoÍndice do mês (%)Acumulado do ano (%)Acumulado em 12 meses (%)
Dez/20170,89-0,52-0,52
Nov/20170,52-1,40-0,86
Out/20170,20-1,91-1,41
Set/20170,47-2,10-1,45
Ago/20170,10-2,56-1,71
Jul/2017-0,72-2,65-1,66
Jun/2017-0,67-1,95-0,78
Mai/2017-0,93-1,291,57
Abr/2017-1,10-0,363,37
Mar/20170,010,744,86
Fev/20170,080,735,38
Jan/20170,640,646,65
Dez/20160,547,177,17

Como e quando o IGP-M foi criado?

O IGP-M foi concebido no final dos anos de 1940 pela FGV, instituição privada que o divulga até hoje.
Por se tratar de um índice divulgado por uma instituição de muita credibilidade, hoje serve de base para os reajustes de contratos de aluguel, tarifas do setor de energia elétrica e, eventualmente, até de alguns planos de saúde, seguros e mensalidades escolares.

IPCA x IGP-M

IGP-M: o que é o índice

Se você pesquisar sobre índices que monitoram a inflação, além de se deparar com o IGP-M, provavelmente descobrirá um outro indicador chamado IPCA. A sigla significa Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo e tem um propósito bem parecido: mensurar as variações nos valores de mercado.

As principais diferenças entre o IGP-M e o IPCA são a cobertura (o IPCA cobre apenas os preços ao consumidor, enquanto o IGP-M cobre também preços no atacado e os custos de construção) e a fonte da informação (o IPCA é monitorado pelo IBGE, instituto oficial de estatística do governo, enquanto o IGP-M é calculado por uma instituição privada, a FGV).

Mas, então, em qual é melhor se basear?

Muitos investidores preferem buscar referências no cálculo da FGV por se tratar de uma avaliação mais ampla da realidade de mercado. Por outro lado, o IPCA indexa títulos públicos de maior liquidez, além de ser usado como referência para a meta de inflação do Banco Central. De qualquer forma, os dois costumam convergir ou, pelo menos, se aproximar bastante.

IGP-M x IGP DI x IGP-10

Outra sigla com a qual você poderá se deparar ao procurar índices de inflação é a IGP-DI. Na verdade, esse é um indicador bem semelhante ao IGP-M, pois mede alterações dos mesmos preços de mercado. A única diferença é o período de apuração.

Para fornecer uma atualização constante da economia, a FGV divulga o que chamamos de “variações do IGP”. E o IGP-DI é uma delas.

Ele faz um balanço dos preços no período compreendido entre o dia 1ª de janeiro ao dia 30 do mês em questão, enquanto o IGP-M, conforme destacamos anteriormente, é compreendido entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês atual.

Há, ainda, uma outra variação do índice: o IGP-10. Por meio dele, a coleta de informações é feita do dia 11 do mês anterior ao dia 10 do mês atual. A proposta é a mesma: avaliar as alterações nos preços de mercado. O que muda é o período do levantamento.

Bem, então agora você já sabe o que é o IGP-M. A próxima etapa é descobrir como ele é calculado e verificar de que forma ele pode atuar a favor (ou contra) os seus investimentos.

Como o IGP-M é calculado?

A FGV faz um balanço de diversos indicadores de mercado. O IGP-M é o resultado de um cálculo feito a partir de uma média aritmética ponderada de três índices:

  • IPA-M (Índice de Preços ao Produtor Amplo – Mercado)
  • IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor – Mercado)
  • INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção – Mercado).

Cada um deles possui um peso: 60%, 30% e 10%, respectivamente.

Para você entender melhor, vamos por partes. O IPA-M é o índice que monitora os movimentos dos preços recebidos pelos produtores domésticos no atacado (referente a produtos tanto industriais quanto agropecuários), para se ter uma ideia das variações que antecedem (e impactam) os preços de bens ao consumidor final.

Já o IPC-M mede o comportamento dos preços nas principais áreas que impactam no poder de compra do consumidor. Isso inclui setores como alimentação, habitação, vestuário, saúde, educação, leitura, recreação, transportes e diversas outras despesas.

Por fim, o INCC-M (coletado em sete capitais brasileiras), tem por objetivo avaliar a movimentação do custo para construir uma moradia no país, incluindo valores de mão de obra especializada.

Em resumo, o levantamento do IGP-M realiza um amplo balanço dos preços da economia do país, já que engloba seus principais setores.

Os pesos de cada índice são apresentados em percentual, e cada um deles indica uma parcela da despesa interna bruta, calculada com base nas Contas Nacionais.

O que é o IGP-M anual?

As alterações nos valores de contratos com base no IGP-M são calculadas a cada ano. Para que isso seja possível, a FGV realiza um balanço anual, que leva em consideração todas as alterações mensais do índice.

Como o IGP-M é um cálculo de inflação, ele é um demonstrativo de como anda a economia do país. Quando você ouve alguém reclamando que os produtos do supermercado estão muito caros, provavelmente se der uma espiada no índice do mês verificará que o percentual subiu.

Na prática, todos esses comentários que se ouve estão refletidos no índice IGP-M dos últimos anos.

Em 2015 e 2016, a palavra “crise” foi uma das mais proferidas. E, de fato, a inflação deu um salto. Para confirmar, basta observar o histórico anual do índice nos últimos 10 anos.

  • 2006: 3,83%
  • 2007:  7,75%
  • 2008:  9,81%
  • 2009:  -1,72%
  • 2010: 11,32%
  • 2011: 5,10%
  • 2012: 7,82%
  • 2013:  5,51%
  • 2014:  3,69%
  • 2015: 10,54%
  • 2016: 7,17%
  • 2017: -0,52%

Note que, na última década, 2009 e 2017 foram os únicos anos com deflação – que é o mesmo que inflação negativa, ou seja, recuo nos preços.

IGP-M e aluguel

Muitas pessoas só entram em contato com o IGP-M pela primeira vez ao estabelecer um contrato de aluguel, já que esse índice influencia diretamente no valor pago mensalmente.

Se for o seu caso, vale a pena entender melhor por que esse indicador também é conhecido como a “inflação do aluguel”.

Bem, se você estiver morando de aluguel, o dono do imóvel sempre corrigirá o valor mensal do aluguel por ano de acordo com o fechamento do IGP-M do ano anterior. Falando assim, pode até parecer complicado de entender, mas com os exemplos abaixo você vai verificar que é bem fácil.

Em primeiro lugar, considere que o percentual anual, divulgado pela FGV, é o que será utilizado para a correção dos contratos.

Eis um exemplo fornecido por InfoMoney: em 2014, o IGP-M fechou o ano com uma variação de 3,69% – portanto, esse foi o percentual de reajuste. Com a aplicação, quem pagava em dezembro de 2014 um aluguel de R$ 1.500, em janeiro de 2015 passou a ter que desembolsar R$ 1.555.

Vamos trazer o panorama para a atualidade: em 2016, o IGP-M anual fechou em 7,17% (olhe o tamanho da diferença em comparação a 2014). Com esse reajuste, quem pagava R$ 1.000 de aluguel em 2016 vai começar a pagar R$ 1.071,70 em 2017.

Se você não tem muita familiaridade com cálculos de porcentagem, eis uma boa notícia: com a internet, é possível encontrar calculadoras online que apontam o valor do reajuste direto (de acordo com o IGP-M).

Basta inserir a data do seu contrato para saber qual será o peso da inflação na sua despesa mensal com o aluguel.

Como o IGP-M afeta seus investimentos?

Se o seu objetivo neste artigo é descobrir como o IGP-M pode influenciar nos seus investimentos e rendimentos, saiba que são diversas as correlações entre ambos.

A maior parte dos investimentos, em especial os de longo prazo, não são protegidos da inflação e desvalorização da moeda. Nesses casos, dependendo do comportamento econômico, o investidor pode ter parte de sua rentabilidade comprometida.

Por exemplo, uma aplicação que entrega 8,5% de juros por ano não significa que seu dinheiro vai valer de fato 8,5% mais no período. 

Nesse cálculo, é preciso considerar a inflação, que absorve parte dos ganhos. Assim, se no período houve uma inflação de 6%, o poder de compra com aquela aplicação teve incremento real de apenas 2,5%.

É por isso que taxas altas de inflação são prejudiciais à economia do país: o dinheiro do trabalhador perde valor, o empresário sofre com juros altos (considerando a taxa Selic elevada para frear a inflação) e o investidor precisa pesar muito bem onde fazer uma aplicação. Caso contrário, o reajuste dos preços irá comprometer seus lucros.

Resumindo bastante, é por isso que ninguém gosta de inflação.

Quando o IGP-M fica muito elevado, seja por conjunturas políticas nacionais ou macroeconômicas, os custos das empresas aumentam, os preços sobem para o consumidor e os investidores precisam de muita cautela ao aplicar seu dinheiro.

Isso reflete diretamente na vida da população, já que as pessoas vão consumir menos e as empresas vão produzir menos – o que pode caminhar para a desaceleração da economia.

A boa notícia para você, investidor, é que existem alguns tipos de investimentos “blindados” da inflação. Nessa categoria, entram aqueles que, de alguma forma, têm sua rentabilidade atrelada ao IGP-M ou ao IPCA. Abaixo, vamos trazer alguns exemplos.

Investimentos blindados da inflação

Entre as alternativas de investimentos com rentabilidade acima da inflação, entram aqueles que são atreladas diretamente ao IGP-M ou IPCA. É o que ocorre no caso de alguns títulos públicos, como opções do Tesouro Direto.

Nesse caso, o título rende exatamente o que você perderia caso o dinheiro estivesse na gaveta e mais um percentual anual pré-definido na hora da compra.

Então, para quem pensa em investir sem ter que se preocupar muito com a inflação e com o risco de perder dinheiro, a sugestão de especialistas é optar por títulos públicos indexados a índices de inflação (IPCA, por exemplo). 

Já no mercado de ações, a proteção contra a inflação ocorre de forma diferente. Na prática, o investidor deve levar em conta o cenário econômico como um todo.

Isso inclui situação atual e perspectivas para inflação, taxa Selic, área fiscal do governo e temperatura política interna e externa. Só então deve decidir onde colocar o seu dinheiro.

Uma boa carteira deve sempre superar a inflação, mesmo que haja perdas em um período específico, como um mês.

Além da avaliação do cenário para a tomada de decisões, a proteção contra a inflação também se dá indiretamente.

Um bom exemplo é o repasse ao consumidor por operadoras de serviços de utilidade pública, como energia elétrica, água, gás e telefonia, cujas receitas estão atreladas à inflação. Dessa forma, um aumento no índice dificilmente significa prejuízo para elas.

Vale lembrar, porém, que para investir no mercado de ações é preciso saber como opera a bolsa de valores. Afinal, esse tipo de investimento envolve mais riscos.

Onde acompanhar o IGP-M?

Agora que você conhece o IGP-M, provavelmente quer saber como é possível monitorar esse índice. É muito simples: como ele é elaborado pela FGV, a própria instituição disponibiliza o relatório em seu site. Mas há, também, outros portais que o divulgam, como o Globo, o Uol e o Anbima.

Se você gostou de conhecer melhor o IGP-M e tem interesse em entender as metodologias e notas técnicas aplicadas a ele, saiba que essas informações estão disponíveis. Você pode encontrá-las no Portal do IBRE, na abaOutras Publicações. Basta selecionar a categoria e subcategoria do seu interesse para descobrir.

Segundo a FGV, essas notas técnicas têm por objetivo, justamente, informar as alterações que eventualmente ocorrem na metodologia aplicada ao IGP-M, além de informar outros aperfeiçoamentos no cálculo. Vale a pena conferir.

Conclusão

Neste artigo, você conferiu tudo o que é necessário saber sobre IGP-M. Agora, já sabe como ele funciona, de que forma espelha a economia brasileira e como afeta seus investimentos.

Então, é hora de partir para a ação e planejar seus negócios. Afinal, o cenário é promissor.

Nessa jornada de investimentos, não esqueça de seguir o caminho da busca por conhecimento. Muitas vezes, termos financeiros e econômicos aparecem diariamente no noticiário sem que a gente se dê conta do que eles querem dizer de fato.

O IGP-M é apenas o primeiro passo.

Deixe seu comentário 23

  1. Bom dia gostaria de saber se o IGP e o Indice Geral de Poupança são a mesma coisa, pois estou tendo um problema sobre isso na empresa.

    1. Olá, Ademilson, tudo bem? Os índices são coisas diferentes, o IGP é um índice de inflação calculado pela FGV, engloba três outros índices de preços: IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Ele representa a evolução do nível de preços. Esperamos ter ajudado. Abs.

  2. Bom dia
    Tirei do salario do meu funcionário R$ 1.000,00 no dia 01/07/2016 e falei para ele que iria devolver com correção do IGPM + 1% ao ano. Mais como fazer esse calculo para reajustar o valor e devolver para o mesmo?

    Grato pela ajuda

    Sérgio

    1. Olá, Sérgio. O cálculo é feito da seguinte maneira: considerando o IGPM 12 meses -1.29% a conta seria: IGPM + 1% a.a = (-1,29) + 1 = -0,29% a.a. Esperamos ter ajudado. Abs.

  3. Olá!
    Como é feito o cálculo do rendimento de um investimento atrelado ao IGPM? Quando o IGPM está negativo como agora, existe a possibilidade de além de não render nada, perder parte do valor investido ?
    Por exemplo: investimento de 10k em IGPM + 5,00%

    Obrigada!

    1. Marisa, o rendimento atrelado ao IGP-M é calculado com base em um uma taxa fixa mais a variação do índice IGP-M (ou IPCA na maioria das vezes para os títulos do Tesouro) ao longo do período. Um título atrelado ao índice de preços tende a eliminar o risco de inflação na sua carteira (que pode fazer seu título perder ou ganhar valor). Utilizando o exemplo que você propôs, paga-se um prêmio fixo de 5% e para perder ou não render nada (em termos absolutos), o IGP-M deveria render -5% ou menos. Espera-se atualmente, que no período de 12 meses, a inflação medida pelo IGP-M fique próximo à meta estabelecida pelo Banco Central, em torno dos 4,57% ao ano, enquanto o IPCA chegue aos 4,37% ao ano. Abs!

  4. Bom dia,
    O IGP-M pode ficar negativo, fato que estamos presenciando atualmente. Ainda sim seria interessante investir em algo atrelado a este índice?

    1. Mesmo com o IGP-M (e os títulos indexados à inflação de modo geral) no campo negativo, isso não significa que os investimentos em títulos ligados a esses índices entregarão rendimentos negativos. Estamos presenciando a desinflação, isto é, os preços estão sendo corrigidos para baixo e essa inflação em queda costuma balizar as tomadas de decisão do Banco Central, abrindo a possibilidade de cortes de juros, o que incentiva a economia e favorece outras classes de ativos. No entanto, o melhor investimento sempre dependerá do seu perfil de risco e objetivos de investimentos. Recomendamos que você entre em contato conosco e preencha o questionário de perfil de investidor para que possamos sugerir os investimentos mais adequados para você. Abs!

  5. Tenho uma aplicação antiga no Bradesco e ela diminuiu 1.400,00 no mês de abril. O fato de o IGP-M ter sido negativo influencia nesta diminuição na minha aplicação?

    1. Maria Efigênia, tudo bem?
      Para responder esta pergunta precisamos saber qual é o investimento que você possui no Bradesco, pode ser que ele tenha sido influenciado caso seja indexado pelo IGP-M, você poderia entrar em contato conosco? Telefone (11) 3383-2222 ou e-mail atendimento@btgpactualdigital.com. Abs.

  6. Boa tarde, fiquei assustado com a onda de IGPM negativo pois possuo planos de previdência privada para os meus dois filhos e como foram feitos há 14 anos atrás possuem rentabilidade IGPM+6. A taxa de carregamento é de 5% o que eu considerava alta. Considerando saldo de R$35 mil e contribuição mensal de R$ 200, fazendo os cálculos de um plano novo com tx adm. 0,9% a.a. (sobre o saldo total) percebo que fica maior do que a atual de 5% no carregamento. A minha conclusão é que não vale a pena mudar de plano. No seu ponto de vista estou analisando corretamente?

    1. Boa tarde, Carlos. Tudo bem?

      A taxa de carregamento é uma grande vilã nos planos de previdência. Com uma contribuição mensal de R$ 200,00 e taxa de carregamento de 5%, o valor efetivo de sua contribuição mensal é de R$ 190,00. Some-se a esse ponto a rentabilidade baixa entregue por carteiras que rendem IGP-M + 6% nos últimos anos, se comparada ao CDI, a conclusão é que o seu plano
      atual, do ponto de vista de custo e retorno, é um plano caro.

      Por outro lado, planos antigos tendem a oferecer uma condição atuarial boa para quem pretende receber uma renda no momento da aposentadoria. Caso seu objetivo seja transformar seu saldo em uma renda vitalícia, por exemplo, é importante analisar se vale a pena realizar a portabilidade para um plano mais atual.

      Caso seu objetivo não seja converter seu saldo em uma renda, e sim retirar o valor total de uma única vez ou fazer retiradas periódicas, o BTG Pactual digital tem fundos que apresentam rentabilidade histórica muito interessante e, o mais importante, sem cobrar taxa de carregamento.

      Uma alternativa para seu caso, se quiser manter a condição de aposentadoria de seu plano antigo e não pagar taxa de carregamento, seria suspender as novas contribuições ao plano antigo, abrir um plano novo, que não cobre carregamento, e passar a contribuir no novo
      plano.

      Se tiver interesse em saber mais detalhes sobre os planos de previdência privada do BTG Pactual digital, nosso especialista no tema pode entrar em contato com você.

      Qualquer dúvida, estamos à disposição para te ajudar por meio dos nossos canais de atendimento: (011) 3383-2222 ou atendimento@btgpactualdigital.com.

  7. Boa tarde, tenho uma previdência tradicional(FGB) em uma seguradora a 14 anos, onde rende 0,5% ao mês mais a correção do igpm e mais o excedente financeiro. No trimestre passado foi descontado um valor de meu saldo total referente ao índice negativo do IGPM, isto está correto?

    1. Boa tarde, Edison. Tudo bem?

      Como o rendimento do saldo de seu plano de previdência está atrelado a um índice, no caso o IGP-M, caso esse índice seja negativo haverá impacto na rentabilidade de sua reserva. O mesmo acontece em um fundo de investimento previdenciário quando sua cota se desvaloriza.

      O plano FGB Tradicional, por ser um plano antigo, tende a oferecer uma condição atuarial boa para quem pretende receber uma renda no momento da aposentadoria. Caso seu objetivo seja transformar seu saldo em uma renda vitalícia, por exemplo, é importante analisar se vale a pena realizar a portabilidade para um plano mais atual.

      Caso seu objetivo não seja converter seu saldo em uma renda, e sim retirar o valor total de uma única vez ou fazer retiradas periódicas, o BTG Pactual digital tem fundos que apresentam rentabilidade histórica muito interessante.

      Se tiver interesse em saber mais detalhes sobre os planos de previdência privada do BTG Pactual digital, nosso especialista no tema pode entrar em contato com você.

      Qualquer dúvida, estamos à disposição para te ajudar por meio dos nossos canais de atendimento: (011) 3383-2222 ou atendimento@btgpactualdigital.com.

  8. Boa tarde, quero compra um apto, dando 10% de Entrada e ficando 180 meses de financiamento, qual o melhor financiamento pela própria construtora ou pelo banco? sendo o imóvel no valor R$ 399.000. obrigado

  9. boa tarde, gostaria de saber se a correção monetaria das parcelas da compra de imóvel já pronto a particular pode se calcular a correção monetaria mes a mes ou anualmente? e o imóvel estando pronto somente o índice do IGPM pode servir de indice para a atualização das parcelas?

  10. Boa tarde! Fiz um financiamento de um terreno em 30 parcelas sem juros. O vendedor tem cobrado as taxas administrativas com correção pelo IGP-M cumulativamente, mês a mês. Os valores estão crescendo muito. É correto esse tipo de cobrança de IGP-M, de incidência cumulativa sobre as taxas administrativas? Agradeçeria muito se puderem me ajudar. Pois acreditei numa promessa de financiamento com parcelas fixas.

    1. Luise, tudo bem? Alguém de nossa equipe entrará em contato para ajudá-lo. Estamos à disposição!

  11. Boa noite…poderia me ajudar? Fiz uma compra de imóvel..e financiei em 17 parcelas de 5000,00…corrigidas pelo IGPM…VALOR FINANCIADO EM 21/07/2017 FOI DE 85.000,00. AS PARCELAS FORAM PAGAS EM DIA.. QUAL VALOR DE CORREÇÃO DEVO PAGAR AGORA…JÁ QUE AS PARCELAS NÃO FORAM CORRIGIDAS… CORRECÃO IGPM….OBRIGADA…MARIA DAS GRAÇAS

    1. Maria, enviaremos um e-mail para você. Estamos à disposição!

Posts relacionados

Você está a um passo para investir com mais segurança e tranquilidade.
Crie sua conta agora


Preencha com seu nome

Preencha com seu e-mail

Preencha com seu telefone

Está com dúvidas? Entre em contato com a gente!

ENTRE EM CONTATO

O Grupo BTG Pactual (“BTG Pactual”) não fornece opiniões jurídicas ou tributárias. Sendo assim, essa apresentação não constitui aconselhamento legal de qualquer natureza. Essa apresentação é um breve resumo de cunho meramente informativo, não configurando análise de valores mobiliários nos termos da Instrução CVM Nº 598, de 03 de maio de 2018, e não tendo como objetivo a consultoria, oferta, solicitação de oferta e/ou recomendação para a compra ou venda de qualquer investimento e/ou produto específico. Embora as informações e opiniões expressas aqui tenham sido obtidas de fontes confiáveis e fidedignas, nenhuma garantia ou responsabilidade, expressa ou implícita é feita a respeito da exatidão, fidelidade e/ou totalidade das informações. Todas as informações, opiniões e valores eventualmente indicados estão sujeitos à alteração sem prévio aviso. Ressaltamos também, que as opiniões expressas neste material refletem a opinião do respectivo profissional convidado e não necessariamente expressam a opinião do BTG Pactual, não devendo ser tratadas como tal. As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). Para maiores informações, acesse www.btgpactualdigital.com

Os riscos da operação com títulos de renda fixa (CDB, LCI e LCA) estão na capacidade de o emissor honrar a dívida; na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo; e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores. É importante a adequada compreensão da natureza, forma de rentabilidade e riscos dos títulos de renda fixa antes da sua aquisição. CDB, LCI e LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante a devolução do principal investido acrescido de juros referente a rendimentos, na hipótese da incapacidade de pagamento da instituição financeira, de até R$ 250 mil reais por CPF e por instituição financeira, considerando o limite de garantia de R$ 1 milhão para cada período de quatro anos.

FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. E recomendada a leitura cuidadosa do Formulário de Informações Complementares e Regulamento do Fundo de Investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

Ressaltamos que as opiniões e projeções referente COE, aqui apresentadas representam a opinião da área Structured Products do BTG Pactual, mas não necessariamente a opinião institucional do BTG Pactual, podendo o BTG Pactual, suas subsidiárias e/ou seus empregados podem, eventualmente, possuir uma posição comprada ou vendida, atuar em nome próprio e/ou como coordenador ou agente em operações envolvendo ações ou demais investimentos relevantes. COE NÃO CONTA COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.

Os regulamentos completos dos Planos de Previdência da BTG Pactual Vida e Previdência S/A deverão ser lidos previamente a sua contratação. Os direitos e obrigações das partes estão definidos na Proposta e nos Regulamentos do plano contratado. É recomendada a leitura cuidadosa do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. O registro do plano na Susep não implica, por parte da autarquia, incentivo ou recomendação de comercialização. O Participante/Segurado poderá consultar a situação cadastral de seu corretor de seguros no site www.susep.gov.br, por meio do número de seu registro na Susep, nome completo, CNPJ ou CPF. BTG Pactual Vida e Previdência S/A - CNPJ: 19.449.767/0001-20. Processos SUSEP PGBL: 15414.901924/2014-44 e VGBL: 15414.901922/2014-55.

Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. Os investidores devem estar preparados para aceitar os riscos inerentes aos diversos mercados em que os fundos atuam e, consequentemente, possíveis variações no patrimônio investido. Os produtos e serviços aqui mencionados podem não estar disponíveis em todas as jurisdições ou para determinadas categorias de investidores. Adicionalmente, a legislação e regulamentação de proteção a investidores de determinadas jurisdições/países, pode não se aplicar a produtos e serviços registrados em outras jurisdições/países, sujeitos à legislação e regulamentação respectivamente aplicáveis, além de previsões contratuais específicas.

Anbima Anbima