Seguindo uma tendência mundial, o mercado de agentes autônomos de investimento (AAIs) vem se desenvolvendo e se popularizando cada vez mais no Brasil. De acordo com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o número desses profissionais certificados subiu 17% apenas no ano de 2018, chegando a 7.745 pessoas atendendo a um mercado cada vez maior de clientes finais.

Esse avanço no mercado de agentes autônomos talvez desanime alguns profissionais que pensam em começar a se aventurar nesse segmento, que pode, para alguns, parecer saturado. Porém, ao analisar o cenário brasileiro mais atentamente, esse definitivamente não parece ser o caso.

De acordo com o raio-X do investidor brasileiro realizado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em 2018, apenas 42% da população brasileira investe em algum produto financeiro. Desses 42% da população, 42% buscam informações sobre o mercado financeiro de maneira presencial, falado com o gerente ou corretor, enquanto amigos e parentes aparecem na sequência, com 33% de menções.

Esses números mostram que somente uma parcela minoritária da população local investe e, das pessoas que já investem seu patrimônio, há uma grande valorização das relações na hora da tomada da decisão de investimentos, seja por um profissional ou por um amigo ou conhecido. Com isso, é possível concluir que ainda há bastante espaço para crescimento no mercado de agentes autônomos, ainda mais no cenário atual.

Educação financeira e expansão de Agentes Autônomos

Ainda de acordo com a mesma pesquisa da Anbima, 88% dos investidores brasileiros preferem guardar seu dinheiro na poupança, sendo que essa aplicação ainda aparece como a mais lembrada pela população em geral na pesquisa espontânea. Na virada de 2018 para 2019, o mercado brasileiro contava com impressionantes R$ 797 bilhões alocados nesse produto.

Porém, no cenário atual, com a taxa básica de juros local em 6,5% ao ano, seu menor patamar histórico e com previsão de mais recuos nos próximos meses, o investidor brasileiro se verá obrigado a, cada vez mais, buscar mais educação financeira e outras alternativas para poder obter ganhos reais mais vultuosos com seus investimentos, seja em alternativas de renda fixa ou mesmo em renda variável.

“O mercado brasileiro de agentes autônomos e assessoria de investimentos não está minimamente perto de seu ponto de saturação. Ainda que os brasileiros já estivessem plenamente acostumados a investir, o percentual de alocação na poupança, um produto pouco rentável, é alarmante e indica que há muito espaço para o crescimento dos AAIs para distribuir bons investimentos para pessoas de todos os perfis”, afirma Carlo Zanandrea, sócio do BTG Pactual.

Tamanho do mercado de Agentes Autônomos

No primeiro semestre de 2019, tanto a bolsa brasileira quanto o Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal, bateram as marcas históricas de mais de um milhão de investidores cada um, o que mostra como o mercado de investidores no Brasil ainda está em plena expansão.

O número, apesar de simbólico e expressivo, corresponde a menos de 0,5% do total da população brasileira, enquanto, nos EUA, país com mercado mais desenvolvido e taxa de juros mais baixas, estima-se que mais de 70% da população local aplique em Renda Variável. “O Brasil tem uma população imensa e que, cada vez mais, está tomando conta de que precisa investir melhor seu patrimônio. Cabe às instituições financeiras e seus agentes autônomos o papel de levar educação financeira de qualidade, com boa informação e bons produtos”, diz Carlo.

Para se tornar um agente autônomo de investimentos, o principal requisito é obter a aprovação no exame técnico específico para esta ocupação organizado pela Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), em uma prova que conta com questões sobre a atividade do  AAI , economia, fundamentos de finanças, mercado financeiro, mercados derivativos, entre outros tópicos. Ainda, outras certificações como o CPA 20, CEA ou CFP podem ser bons complementos para a formação desse profissional.

Uma das principais vantagens em ser um assessor de investimentos é a possibilidade de trabalhar com sua carteira de clientes de maneira mais próxima e direcionada, empreendendo no mercado financeiro sem metas impostas por outras pessoas ou obrigação de vender produtos que não combinam com as necessidades do cliente final.

Por ser o maior banco de investimentos da América Latina, o BTG Pactual conta, adicionalmente, com uma série de vantagens para os nossos AAIs , como um portfólio diferenciado de produtos, com assessoria especializada para o segmento corporate, incluindo estruturação de dívida e assessoria em fusões e aquisições, por exemplo. Para conhecer mais as vantagens de ser um agente autônomo do BTG Pactual, é só clicar aqui.

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